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quarta-feira, 14 de abril de 2021

Comissão cancela audiência com Ministro da Saúde sobre vacinas e colapso no sistema hospitalar

Itamar Aguiar/Palácio Piratini

Chegada de vacinas contra a Covid-19 em Porto Alegre (RS)

A Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados cancelou a audiência pública que realizaria nesta quarta-feira (14) para ouvir o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga. A audiência foi pedida pelo deputado Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ), com o objetivo de discutir com Queiroga a situação das vacinas, a disposição de leitos e o planejamento para contenção da crise provocada pela Covid-19.

Na opinião do parlamentar, mesmo com o cenário de colapso do sistema de saúde, o Brasil tem uma taxa de vacinação baixa. "Precisaríamos de aproximadamente dois anos para que 70% da população seja vacinada. Em total desconformidade com um estudo da Universidade Federal de Juiz de Fora, que afirma a necessidade de o Brasil vacinar 2 milhões por dia para controlar a pandemia em até um ano", afirma Ribeiro.

"Em meio a este cenário, para piorar a situação nacional, alguns estados sofrem com a falta de medicamentos para intubação de pacientes e tratamento da doença e oxigênio, como foi o caso do Amazonas", lamenta o parlamentar.

A comissão ainda não definiu nova data para a audiência.

Da Redação - MB

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Fonte: Agência Câmara de Notícias

SENADO CRIA CPI DA COVID POR DETERMINAÇÃO DA MEDICA CAUTELAR DO STF, FAZENDO UM MIX ENTRE OS REQUERIMENTOS DO SEN. RANDOLFE RODRIGUES E EDUARDO GIRÃO

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, leu nesta terça-feira (13) o requerimento de criação da CPI da Covid. Apresentado pelo senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), o documento estipula que essa comissão parlamentar de inquérito investigará ações e omissões do governo federal no enfrentamento da pandemia e o colapso da saúde no estado do Amazonas no começo do ano.

Entretanto, o presidente do Senado decidiu apensar ao requerimento de Randolfe outro requerimento de criação de CPI, do senador Eduardo Girão (Podemos-CE), para investigar a aplicação de recursos federais por estados e municípios no combate à pandemia, o que amplia o escopo do colegiado. Agora, as lideranças de partidos e de blocos no Senado terão que indicar os membros que integrarão a CPI da Covid, obedecida a proporcionalidade.

Pacheco registrou que a leitura estava sendo feita em atendimento à medida cautelar expedida pelo ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF). No trecho da decisão de Barroso lido por Rodrigo Pacheco, o ministro determina que o presidente do Senado adote as “providências necessárias à criação e instalação de comissão parlamentar de inquérito”.

O presidente do Senado afirmou, ainda, que juntou os dois requerimentos por tratarem de matéria conexa, e que só seria aproveitada a parte do requerimento de Eduardo Girão referente à fiscalização dos recursos da União repassados aos demais entes federados para as ações de prevenção e combate à pandemia da covid-19. Ou seja, não será objeto da CPI as matérias de competência constitucional atribuídas aos estados, Distrito Federal e municípios, como determina o Regimento Interno do Senado Federal.

— Corroborando essa tese, com base também em parecer da Advocacia-Geral do Senado, esclareço que são investigáveis todos os fatos que possam ser objeto de legislação, de deliberação, de controle ou de fiscalização por parte do Senado Federal, da Câmara dos Deputados e do Congresso Nacional, o que, a contrário senso, implica que estão excluídos do âmbito de investigação das comissões parlamentares de inquérito do Poder Legislativo federal as competências legislativas e administrativas asseguradas aos demais entes Federados — disse Pacheco, antes de determinar que os líderes já podem indicar os membros para a CPI da Covid.

Ficou em suspenso a definição de como se darão os trabalhos da CPI da Covid, se presenciais, semipresenciais ou remotos.

CPI remota

Antes da decisão do presidente do Senado,  o senador Eduardo Gomes (MDB-TO) pediu para que a CPI fosse adiada em virtude do atual cenário da pandemia de covid-19 no país. No decorrer da sessão vários outros senadores acompanharam o mesmo argumento, alegando que seria muito difícil uma CPI remota.

— É impossível falar de CPI nas próximas semanas enquanto não tivermos um mínimo de imunização — disse Eduardo Gomes.

Para o senador Mecias de Jesus (Republicanos-RR), o momento não é oportuno para uma CPI devido à atual força da pandemia.

Já Randolfe Rodrigues e outros senadores, entretanto, defenderam a instalação imediata da CPI.

— Assim como foi possível, antes do agravamento da pandemia, o Plenário do Senado funcionar de forma semipresencial, assim como foi possível, antes do agravamento da pandemia, as comissões permanentes de forma semipresencial escolheram seus membros, é perfeitamente possível uma Comissão Temporária funcionar de forma semipresencial no Plenário do Senado, com todos os protocolos necessários devidos — afirmou Randolfe.

Recursos federais

Girão afirmou que o objetivo de seu requerimento não é investigar estados e municípios, mas apenas a aplicação de recursos federais com possíveis desvios ou irregularidades, como superfaturamentos. O senador Alvaro Dias (Podemos-PR) também apoiou que a investigação abranja também a aplicação de recursos federais por estados e municípios.

Por sua vez, o senador Plínio Valério (PSDB-AM) cobrou a instalação da chamada CPI das ONGs, cujo requerimento de criação foi lido antes do início da pandemia. O presidente do Senado determinou, então, que as lideranças partidárias indiquem os membros para essa comissão.

Decisão monocrática

O senador Carlos Viana (PSD-MG) pediu para que o presidente do Senado não aceitasse a decisão monocrática do STF. Para ele, a liminar de Barroso invade prerrogativas dos senadores.

— Não permita que essa CPI entre pelas portas dos fundos. 

Os senadores Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) e Luiz do Carmo (MDB-GO) defenderam prorrogar o início dos trabalhos da CPI por alguns meses, já que o país passa pelo pior momento da pandemia.

— Não temos como fazer uma CPI neste momento da pandemia — afirmou Luiz do Carmo.

Direito da minoria

O senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) lembrou que a criação de CPIs é um direito da minoria que será um desdobramento natural as investigações chegarem a fatos ligados a estados e municípios. Ele acrescentou que deve caber ao plenário da CPI se os trabalhos serão presenciais, remotos ou semipresenciais.

O perigo de uma CPI presencial durante a pandemia também foi apontado pelo senador Carlos Portinho (PL-RJ). Para ele, todos concordam que a minoria tem direito à CPI e que há muitos fatos que precisam ser investigados, mas o momento não seria oportuno.

Em seguida, Omar Aziz (PSD-AM) disse que Rodrigo Pacheco estava obrigado a ler o requerimento da CPI da Covid em virtude da decisão de Barroso. Entretanto, ele criticou os senadores Jorge Kajuru (Cidadania-GO) e Alessandro Vieira por terem entrado no STF para forçar a instalação da CPI.

— Eu não faria isso nunca. Nós temos que decidir nossas próprias questões. Vossa Excelência tem que instalar a CPI, quem quiser paralisar a CPI que vá ao Supremo. Eu não faço isso — afirmou Omar Aziz.

O senador Fabiano Contarato (Rede-ES), por sua vez, defendeu o direito de Kajuru e Alessandro Vieira ingressarem na Justiça para defender direito atingido.

— Ordem judicial não se discute, cumpre-se. Quem estiver insatisfeito que apresente uma PEC para mudar as decisões monocráticas.

CPI presencial

Os senadores Marcos Rogério (DEM-RO) e Fernando Collor (Pros-AL) afirmaram que é praticamente impossível uma CPI trabalhar se não for de forma presencial. 

— Não há nenhuma possibilidade de uma CPI funcionar de forma adequada de maneira não-presencial — afirmou Collor, salientando que tem 40 anos de experiência de vida pública. 

A senadora Mara Gabrilli (PSDB-SP) comunicou a apresentação de um projeto de resolução para permitir o funcionamento de CPIs de maneira remota ou semipresencial. 

Também participaram dos debates os senadores Eduardo Braga (MDB-AM), Nelsinho Trad (PSD-MS), Eliziane Gama (Cidadania-MA), Izalci Lucas (PSDB-DF), Humberto Costa (PT-PE), Simone Tebet (MDB-MS), Jean Paul Prates (PT-RN), Elmano Férrer (Podemos-PI) e outros.

Agência Senado

GUSTAVO A. SABÓIA VIEIRA FOI NOMEADO PARA O CARGO SECRETÁRIO GERAL DA MESA DO SENADO EM SUBSTITUIÇÃO A LUIZ FERNANDO BANDEIRA DE MELLO

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, anunciou o novo secretário-geral da Mesa, Gustavo A. Sabóia Vieira, que substitui Luiz Fernando Bandeira de Mello.

— Gustavo Sabóia vem, a partir de agora, cumprir mais este desafio profissional: contribuir com sua competência para o bom andamento das atividades legislativas no Senado Federal e no Congresso Nacional. As boas-vindas ao Dr. Gustavo. A tarefa é árdua, mas tenho certeza de sua competência, que fará com que supere todos os desafios — afirmou Pacheco, na sessão deliberativa desta terça-feira (13) .

O novo secretário-geral da Mesa é formado em Direito e servidor do Senado há nove anos, tendo sido também analista judiciário no Superior Tribunal Militar (STM) e chefe de assessoria no Ministério da Infraestrutura.

O presidente do Senado também cumprimentou e agradeceu ao ex-secretário Bandeira, que foi para o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) na vaga indicada pelo Senado, em substituição a Henrique Ávila. O mandato de Bandeira como conselheiro do CNJ é de dois anos, com possibilidade de recondução por mais um período. 

— O reconhecimento pelo excelente trabalho realizado pelo Dr. Bandeira, que, aliás, permanece aqui concretizado na equipe da Secretaria-Geral da Mesa, que nos assessorou ao longo desses dias na Presidência — declarou Pacheco.

Agência Senado

Fonte: Agência Senado

Sinagências oficia Anvisa sobre acúmulo de função de servidora nomeada no DOU

Entidade pediu em ofício que a Anvisa reveja a nomeação da ouvidora substituta da Agência.

O Sinagências oficiou na tarde desta terça-feira (13.04), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) pedindo esclarecimentos e revisão de nomeação de indicada, a respeito a respeito da portaria nº 196, de 09 de abril de 2021,  publicada ontem no Diário Oficial da União (DOU).

No ofício protocolado (em anexo), a entidade aponta que a portaria fere a Lei Geral das Agências Reguladoras (LEI Nº 13.848, DE 25 DE JUNHO DE 2019) que descreve a proibição de acumulação de funções. Nela, a servidora nomeada para o cargo de ouvidora substituta é atualmente, a mesma que ocupa a corregedoria da Agência.

Tal ato desrespeita a norma regente em vigor que não permite ao ouvidor a cumulação desta atividade com outras funções, lhe sendo vedado, por exemplo, o exercício concomitante com a função de corregedor.

Ainda juntamente com o ofício enviado a Agência, a entidade também enviou o parecer jurídico (em anexo) e pede a revisão da nomeação de ouvidor para a Agência.

A ouvidoria de uma Agência Reguladora atua sem subordinação hierárquica e deve exercer suas atribuições sem acumulação com outras funções.  O mandato é de três anos e o ouvidor é escolhido pelo Presidente da República e por ele nomeado, após prévia aprovação do Senado Federal.

A entidade irá acompanhar esta questão. Abaixo o ofício, a referida portaria e o parecer jurídico.

NOTA JURÍDICO = 

PORTARIA DOU 

OFÍCIO PROTOCOLADO ENVIADO ÀANVISA

 Assessoria de Imprensado Sinagências

Cooperação Técnica, entre a Fundação Oswaldo Cruz, por meio do Instituto Carlos Chagas - Fiocruz Paraná, a Nitto Denko Avecia EUA, e a Fundação para desenvolvimento Científico e Tecnológico em Saúde - Fiotec para o Desenvolvimento de um Software para Análise de dados Sequenciação de Oligonucleotídeo Gerados por Espectrômetros de Massa

DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO

Publicado em: 14/04/2021 | Edição: 69 | Seção: 3 | Página: 97

Órgão: Ministério da Saúde/Fundação Oswaldo Cruz/Coordenação-Geral de Administração/Departamento de Operações Comerciais

EXTRATO DE ACORDO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA

Espécie: Acordo Aditivo de Cooperação Técnica, Processo 25028.100008/2019-14, celebrado entre a Fundação Oswaldo Cruz, por meio do Instituto Carlos Chagas - Fiocruz Paraná, CNPJ: sob o nº 33.781.055/0065-08; a Nitto Denko Avecia EUA, e a Fundação para desenvolvimento Científico e Tecnológico em Saúde - Fiotec CNPJ/MF sob nº 02.385.669/0001-74, Objeto: Desenvolvimento de um Software para Análise de dados Sequenciação de Oligonucleotídeo Gerados por Espectrômetros de Massa de Alta Resolução. Vigência: 03 anos. Data da assinatura: 08/04/2021. Signatários: Bruno Dallagiovanna Muniz - Diretor da Fiocruz-PR - Sridhar Vaddeboina - Vice-Presidente da Nitto; e Hayne Felipe da Silva - Diretor da Fiotec.

Este conteúdo não substitui o publicado na versão certificada.

MS contrata ORACLE para prestar serviço de nuvem no modelo híbrido para fornecimento de Infraestrutura Baseada em Appliance de Aceleração de Banco de Dados no âmbito do Ministério da Saúde

DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO

Publicado em: 14/04/2021 | Edição: 69 | Seção: 3 | Página: 92

Órgão: Ministério da Saúde/Secretaria Executiva/Subsecretaria de Assuntos Administrativos/Coordenação-Geral de Material e Patrimônio

EXTRATO DE INEXIGIBILIDADE DE LICITAÇÃO Nº 3/2021 - UASG 250110

Nº Processo: 25000164922201993. Objeto: Contratação de empresa especializada em tecnologia da informação para a prestação de serviço de nuvem no modelo híbrido para fornecimento de Infraestrutura Baseada em Appliance de Aceleração de Banco de Dados no âmbito do Ministério da Saúde, de acordo com as quantidades, especificações presentes no Projeto Básico. Total de Itens Licitados: 00006. Fundamento Legal: Art. 25º, Caput da Lei nº 8.666 de 21/06/1993. Justificativa: A justificativa encontra-se no processo. Declaração de Inexigibilidade em 13/04/2021. JACKELINE NEVES DE ALMEIDA. Coordenadora- Geral de Infraestrutura. Ratificação em 13/04/2021. FRANK JAMES DA SILVA PIRES. Diretor Substituto do Departamento de Informática do Sus. Valor Global: R$ 58.210.057,04. CNPJ CONTRATADA: 59.456.277/0003-38 ORACLE DO BRASIL SISTEMAS LTDA.

(SIDEC - 13/04/2021) 250110-00001-2021NE800049

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JOÃO LOPES DE ARAÚJO JÚNIOR, nomeado Chefe de Gabinete do Ministro de Estado da Saúde

DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO

Publicado em: 14/04/2021 | Edição: 69 | Seção: 2 | Página: 1

Órgão: Presidência da República/Casa Civil

MINISTÉRIO DA SAÚDE

O MINISTRO DE ESTADO CHEFE DA CASA CIVIL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA, no uso de suas atribuições e tendo em vista o disposto no art. 4º do Decreto nº 9.794, de 14 de maio de 2019, resolve:

Nº 305 -EXONERAR

MARILIA PADILHA PIRES do cargo de Diretora de Programa do Ministro de Estado da Saúde, código DAS 101.5.

Nº 306 -NOMEAR

JOÃO LOPES DE ARAÚJO JÚNIOR, para exercer o cargo de Chefe de Gabinete do Ministro de Estado da Saúde, código DAS 101.5.

Nº 307 -NOMEAR

PAULO CESAR FERREIRA JUNIOR, para exercer o cargo de Diretor de Programa do Ministro de Estado da Saúde, código DAS 101.5, ficando exonerado do cargo que atualmente ocupa.

LUIZ EDUARDO RAMOS BAPTISTA PEREIRA

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USP de São Carlos abre aulas de graduação para público em geral

Agência FAPESP* – O Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da Universidade de São Paulo (ICMC-USP)
promove a iniciativa Aulas Abertas, que permite a qualquer cidadão assistir a algumas aulas ministradas aos estudantes de graduação do campus de São Carlos.

O objetivo do programa é promover a aproximação do ICMC-USP com a comunidade, possibilitando que os participantes conheçam a vida acadêmica e como são as aulas de um curso regular, além de promover a interação com os alunos matriculados nesses cursos.

O conteúdo das aulas é adaptado para facilitar a interação dos participantes com os professores e estudantes. Os docentes farão uma descrição geral das disciplinas, ressaltando a importância no curso e na vida profissional.

Podem participar da iniciativa estudantes do ensino médio, vestibulandos, alunos de outras universidades, docentes, pesquisadores e toda a comunidade. São 12 disciplinas neste semestre, com atividades integralmente virtuais.

Para saber as informações completas das aulas e como participar de cada uma pela plataforma Google Meets, os interessados devem seguir as instruções do formulário da iniciativa. A participação é gratuita e não requer inscrição prévia.

* Com informações da Assessoria de Comunicação do ICMC-USP.


Anvisa- Perguntas e Respostas sobre Suplementos Alimentares

REQUERIMENTO Nº 36 DE - CTCOVID19-realização de diligência externa nas três fábricas de produtos veterinários classificadas com nível de segurança NB3+, potencialmente utilizáveis para a produção de vacinas humanas contra a covid-19

SENADO FEDERAL

Gabinete do Senador Wellington Fagundes

REQUERIMENTO Nº 36 DE - CTCOVID19

Senhor Presidente,

Requeiro, nos termos do art. 90, inciso XIII, e art. 142 do Regimento Interno do Senado Federal, a realização de diligência externa nas três fábricas de produtos veterinários classificadas com nível de segurança NB3+, potencialmente utilizáveis para a produção de vacinas humanas contra a covid-19, conforme discutido na reunião desta Comissão realizada em 29 de março de 2021. Ressalte-se que, além dos representantes do Senado, deverão ser convidados representantes do Ministério da Saúde, da Anvisa, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e do Instituto Butantan, para acompanhar a diligência, com o objetivo de visitar e conhecer as respectivas instalações e seu potencial de aproveitamento para a produção de vacinas com o objetivo de visitar e conhecer as respectivas instalações e seu potencial de aproveitamento para a produção de vacinas.

JUSTIFICAÇÃO

Anexo:


REQUERIMENTO Nº 37 DE - CTCOVID19-Requer que sejam prestadas, pelo Senhor Ministro de Estado da Saúde, Marcelo Queiroga, informações atualizadas sobre as providências já adotadas pelo Ministério da Saúde para a adaptação e utilização de estruturas industriais destinadas à produção de vacinas animais para a produção de vacinas contra a covid-19

SENADO FEDERAL

Gabinete do Senador Wellington Fagundes

REQUERIMENTO Nº 37 DE - CTCOVID19

Requer que sejam prestadas, pelo Senhor Ministro de Estado da Saúde, Marcelo Queiroga, informações atualizadas sobre as providências já adotadas pelo Ministério da Saúde para a adaptação e utilização de estruturas industriais destinadas à produção de vacinas animais para a produção de vacinas contra a covid-19, conforme discutido na reunião da Comissão Temporária covid-19 de 29 de março de 2021. Requeiro, nos termos do art. 50, § 2º, da Constituição Federal e do art. 216 do Regimento Interno do Senado Federal, que sejam prestadas, pelo Senhor Ministro de Estado da Saúde, Marcelo Queiroga, informações atualizadas sobre as providências já adotadas pelo Ministério da Saúde para a adaptação e utilização de estruturas industriais destinadas à produção de vacinas animais para a produção de vacinas contra a covid 19, conforme discutido na reunião da Comissão Temporária covid-19 de 29 de março de 2021.

JUSTIFICAÇÃO

Anexo:


terça-feira, 13 de abril de 2021

Revista Gt Vacinas 2021

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