Destaques

sexta-feira, 21 de maio de 2021

Subcomissão Especial para tratar de Doenças Raras, com foco no Programa de Triagem Neonatal


CÂMARA DOS DEPUTADOS

Comissão de Seguridade Social e Família

Subcomissão Especial para tratar de Doenças Raras, com foco no Programa de Triagem Neonatal

Plano de Trabalho

2021

Presidente:                 Dep. Lucas Redecker (PSDB/RS)

Relator:           Dep. Diego Garcia (PODE/PR)

Anexo:


quinta-feira, 20 de maio de 2021

XI Fórum Nacional sobre Medicamentos no Brasil -Vacinação de Rotina em Tempos de Pandemia

EVALUATION WEEK 2021


 

Conexão Brasília com o jornalista Olho Vivo Edmar Soares

-- Brasília, 20 de maio  

-- Eletrobrás: A Câmara aprovou nesta madrugada a medida provisória da capitalização da Eletrobras, com 313 votos a favor e 166 contrários ao substitutivo do relator, deputado Elmar Nascimento. O texto segue ao Senado.

-- Reforma Administrativa: Ainda sem hora certa, mas possivelmente nesta manhã, o parecer de admissibilidade da Reforma Administrativa deve ser analisado pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara.

-- Orçamento: O presidente Jair Bolsonaro enviou ao Congresso dois projetos para remanejar R$1,679 bilhão em recursos e recompor verbas de ministérios nos cortes do Orçamento de 2021, segundo agências.

-- PPPs: Bolsonaro também editou MP que autoriza a União a criar fundo de financiamento de concessões e Parcerias Público-Privadas, PPPs.

-- CPI: A partir das 09h30, o colegiado retoma o depoimento do ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazuello.O Palácio do Planalto avaliou que o general teve um desempenho satisfatório nesta quarta-feira, conforme a Folha de S. Paulo.

Edmar Soares

DRT 2321


Fiocruz debate lições e oportunidades para a saúde global

JavierAbi-Saab (Agência Fiocruz de Notícias)

Se a pandemia de Covid-19 tem tido um efeito devastador no mundo inteiro, a recuperação proporciona uma oportunidade para que finalmente aconteçam mudanças que são necessárias faz tempo. Não basta pensar em voltar à normalidade como estava antes, pois isto não seria bom para ninguém, é preciso corrigir os rumos e direcionar a ciência, tecnologia e inovação no sentido de cumprir com objetivos sociais, ambientais e de saúde. Foi nessa linha de reflexão que convergiram as diversas apresentações no debate desta terça-feira (18/5), organizado pela Fiocruz e pelas Conferências Globais sobre Tecnologia e Inovação Sustentáveis (G-STIC), intitulado: Lições aprendidas pelo setor da saúde usando ciência, tecnologia e inovação para implementar a Agenda 2030 e os ODS relacionados à Saúde.




Evento debateu as lições aprendidas pelo setor da saúde para implementar a Agenda 2030 e os ODS (imagem: Divulgação)

Participaram do evento: Paulo Gadelha, coordenador da Estratégia Fiocruz para a Agenda 2030 (EFA 2030); Kris Ebi, da Universidade de Washington; Steven Hoffman, dos Institutos Canadenses de Pesquisa em Saúde/Instituto de População e Saude Pública (CIHR-IPPH, na sigla em inglês); Inês Hassan, do Conselho Internacional de Ciência (ISC); Shantanu Mukherjee, do Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais das Nações Unidas (UN DESA); Angel Gonzalez Sanz e Clovis Freire, da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (Unctad); Flavia Elias, da Fiocruz; e Dietrich Vanderweken, das G-STIC.

O pontapé inicial do evento foi dado por Paulo Gadelha, quem explicou a ideia de trazer uma ampla gama de perspectivas sobre lições aprendidas, considerando que os efeitos da pandemia também prejudicaram os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Gadelha reconheceu a importância da saúde na construção de uma recuperação econômica e social, lembrando que a evolução da ciência e tecnologia está longe de ser igualitária entre os países. 

Vontade política

Shantanu Mukherjee ressaltou a ameaça de pandemias mais frequentes em um mundo mais interconectado e destacou o efeito das mudanças climáticas na possibilidade de alterar a distribuição geográfica de doenças como a malária, dengue, entre outras. Mukherjee apontou cinco prioridades para a ciência, tecnologia e inovação: fortalecer os sistemas de saúde permitindo o acesso universal; aumentar a capacidade de distribuição; revisitar os sistemas de incentivos para direcioná-los à área da saúde; reforçar a cooperação internacional em pesquisa; e reconhecer a multidisciplinaridade e transversalidade da saúde na sociedade. Para Mukherjee, se todos estes aspectos dependem de uma vontade política, também exigem uma abordagem científica.

Na sua apresentação, Kris Ebi, pesquisadora da Universidade de Washington, afirmou que ciência, tecnologia e inovação são o coração do progresso humano e devem ser direcionadas para o bem estar e a sustentabilidade. “Precisamos de uma transição no desenvolvimento para melhorar a saúde e bem estar enquanto mantemos a resiliência da Terra”, disse. Ebi reconheceu que a crise atual tem mostrado iniquidades e necessidades dos sistemas de saúde, mas também ressaltou oportunidades e aprendizados como os relacionados à saúde eletrônica e à telemedicina. Para ela, com estas novas ferramentas, podemos tornar os sistemas de saúde mais eficientes e acessíveis. Por último, Ebi lembrou a importância de trabalhar na direção de uma economia circular e de cidades mais verdes e saudáveis. 

"Covidização" das pesquisas

Na sua intervenção, Inês Hassan apresentou o trabalho realizado pelo Conselho Internacional de Ciência, o qual, desde uma abordagem multidisciplinar, busca estimular o desenvolvimento de uma ciência livre. Segundo Hassan, a ciência tem tido um papel crítico nesta pandemia e terá também um papel crucial na recuperação pós-pandemia. 
Alguns dos desafios que tem enfrentado a área científica internacional tem sido a dificuldade financeira, o nacionalismo das vacinas e a “covidização” das pesquisas. Apesar disso, Hassan considera que as oportunidades são enormes, visualiza um crescimento da confiança na comunidade científica o que possibilita imaginar o futuro da ciência como um projeto aberto e público

Steven Hoffman apresentou ao grupo um mapa de pesquisa para a recuperação da Covid-19 o qual está baseado numa abordagem multidisciplinar dos problemas trazidos pela doença. “A pandemia é de um vírus, mas também de problemas socioeconômicos e de desigualdades. Por esse motivo devemos implementar uma resposta socioeconômica robusta”, afirmou. O mapa identifica as áreas prioritárias para a recuperação da covid-19 e abre espaço para mudanças que sabemos necessárias faz tempo. “Temos uma opção a fazer. Podemos optar por continuar como antes ou podemos procurar mudanças de transformação. Caso optemos pela segunda opção, precisaremos de pesquisa, ciência e inovação”. Hoffman afirmou que o mapa ainda ajuda a responder como podemos usar a crise da Covid-19 para estimular equidade, resiliência e sustentabilidade. 

Na sua apresentação, Flávia Elias definiu como meta chegar a um ponto em que os sistemas de saúde direcionem e decidam sobre os investimentos em ciência, tecnologia e inovação. Para isso é necessário trabalhar em processos inovativos que garantam a participação de diversos atores na procura por servir à comunidade. Elias destacou a solidariedade como princípio norteador de uma ciência que busca apoiar as problemáticas sociais. Uma das sugestões é incorporar e desenvolver o conceito de valor nas pesquisas científicas em saúde. Para além das questões clínicas de eficácia e eficiência, considerar e mensurar o valor social e ambiental das tecnologias e ainda incorporar outras visões dos agentes envolvidos. “Não basta ter inovação, precisamos ter processos de implementação equitativos”, declarou. 

Para finalizar o grupo de painelistas, Clovis Freire destacou que o setor da saúde está muito mais ligado a outros setores da economia do que as pessoas costumam perceber. A inovação é um motor de desenvolvimento e se a saúde é nossa maior riqueza, a inovação em saúde deve ser trabalhada com atenção. Nesse sentido, apontou a necessidade de uma transição de várias áreas do desenvolvimento sustentável em direção a uma economia diversificada de maneira a aumentar a resiliência. Por último, Freire enfatizou a necessidade de garantir que a ciência e tecnologia na saúde não aumentem as desigualdades já existentes. “Acima de tudo, devemos mentalizar que vivemos num mundo pequeno, interconectado de maneira complexa, não é a última pandemia que a humanidade vai enfrentar. Temos que mudar para um novo caminho de transformação”, reforçou.

Nota: informações pendentes para a autorização dos estudos clínicos da Butanvac

O centro de pesquisa paulista se comprometeu a apresentar os dados pendentes no menor prazo possível

A equipe técnica da Anvisa participou na tarde desta quarta-feira, 19/05, de uma nova reunião com o Instituto Butantan. O objetivo foi dar continuidade à discussão sobre os requisitos necessários para a autorização do início dos estudos clínicos da Butanvac.  

O começo dos testes da vacina em humanos depende da apresentação pelo Butantan do protocolo de estudo clínico atualizado e de alguns esclarecimentos adicionais sobre o imunizante.  

Para a autorização de ensaios clínicos, ou seja, de testes com pessoas, é preciso avaliar não só a proposta da pesquisa em si como também os dados da vacina.  

As reuniões entre a Agência e o centro de pesquisa paulista vêm ocorrendo com frequência para que todas as dúvidas sobre o imunizante possam ser esclarecidas, garantindo, assim, a segurança dos voluntários que participarão dos testes. 

Os pesquisadores do Butantan se comprometeram a enviar as informações pendentes para que os técnicos da Anvisa possam dar prosseguimento à análise do pedido. 

A autorização para início dos estudos clínicos da Butanvac foi solicitada à Anvisa no dia 26/3. O protocolo do estudo clínico, porém, foi encaminhado à Agência apenas no dia 23/4, sem atender aos requisitos técnicos necessários para que a pesquisa clínica pudesse ser autorizada. 

Enquanto as exigências da Anvisa não forem atendidas, o prazo para a análise do pedido do Butantan permanece interrompido.  

Anvisa

Brasil recebe mais 629 mil doses da vacina da Pfizer

Com esse lote, já foram recebidas mais de 2,8 milhões de doses do imunizante do laboratório

Mais 629,4 mil doses de vacina Covid-19 da Pfizer/BioNTech chegaram ao País nesta quarta-feira (19/5). O desembarque ocorreu pelo Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), por volta das 18h40. Em seguida, as doses serão transportadas para Guarulhos (SP), onde está instalado o Centro de Distribuição do Ministério da Saúde. O envio dos novos lotes aos estados e DF ocorrerá nos próximos dias.

Com essa nova remessa, o Brasil já recebeu mais de 2,8 milhões de doses da farmacêutica. Os dois contratos fechados entre Governo Federal e o laboratório preveem um total de 200 milhões de doses até o fim de 2021, que irão reforçar ainda mais a campanha nacional de vacinação contra a Covid-19.

Na próxima sexta-feira (21/5), também está prevista a entrega de mais 5,3 milhões de doses da vacina da AstraZeneca/Oxford, produzida no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Até agora, o ministério já recebeu 34,9 milhões de doses do imunizante.

DISTRIBUIÇÃO

O Ministério da Saúde já distribuiu aproximadamente 90 milhões de doses de vacinas Covid-19 desde o início da campanha de vacinação. As vacinas da Pfizer começaram a ser enviadas às Unidades Federativas no dia 3 de maio. Até o momento, já foram enviadas para todo o Brasil mais de 2,1 milhões de doses do laboratório.

O imunizante da Pfizer precisa ficar armazenado em baixas temperaturas e a pasta, ao enviar para os estados, leva em conta essa particularidade.

No Centro de Distribuição, em Guarulhos, as doses ficam acomodadas em ultrafreezers, a uma temperatura de -90°C a -60°C. Os estados recebem os lotes a uma temperatura de -20ºC. Já nas salas de vacinação, onde a refrigeração do Sistema Único de Saúde (SUS) é de +2 a +8°C, as doses precisam ser aplicadas em até cinco dias.

Marina Pagno
Ministério da Saúde
(61) 3315-3580 / 2351

Aprovado o Regimento Interno do Comitê Interministerial de Tecnologia Assistiva

DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO

Publicado em: 19/05/2021 | Edição: 93 | Seção: 1 | Página: 146

Órgão: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações/Secretaria de Empreendedorismo e Inovação/Comitê Interministerial de Tecnologia Assistiva

RESOLUÇÃO Nº 205, DE 17 DE MAIO DE 2021

Aprova o Regimento Interno do Comitê Interministerial de Tecnologia Assistiva, instituído por meio do Decreto nº 10.094, de 6 de novembro de 2019.

O COMITÊ INTERMINISTERIAL DE TECNOLOGIA ASSISTIVA, no uso da atribuição que lhe foi conferida pelo art. 8º do Decreto nº 10.094, de 6 de novembro de 2019, resolve:

Art. 1º Fica aprovado o Regimento Interno do Comitê Interministerial de Tecnologia Assistiva, na forma do Anexo.

Art. 2º Esta Resolução entra em vigor em 01 de junho de 2021.

PAULO CESAR REZENDE DE CARVALHO ALVIM

                        Coordenador do Comitê Interministerial de Tecnologia Assistiva

 

                                                                                  ANEXO

REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ INTERMINISTERIAL DE TECNOLOGIA ASSISTIVA

Art. 1º O Comitê Interministerial de Tecnologia Assistiva, instituído por meio do Decreto nº 10.094, de 6 de novembro de 2019, é órgão destinado a assessorar na estruturação, na formulação, na articulação, na implementação e no acompanhamento do plano de tecnologia assistiva, com vistas a garantir à pessoa com deficiência e com doenças raras acesso a produtos, recursos, estratégias, práticas, processos e serviços que maximizem sua autonomia, sua mobilidade pessoal e sua qualidade de vida.

Art. 2º São atribuições do Comitê Interministerial de Tecnologia Assistiva:

I propor procedimentos e orientar a elaboração do plano específico de tecnologia assistiva, nos termos do disposto na Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015 Estatuto da Pessoa com Deficiência;

II aprovar o plano específico de tecnologia assistiva por maioria absoluta;

III propor estratégias para a implementação do plano específico de tecnologia assistiva;

IV assessorar o Governo Federal na implementação, na regulamentação e na execução de ações voltadas à tecnologia assistiva; e

V atuar como órgão consultivo em temas relativos à tecnologia assistiva no âmbito do Governo Federal.

Art. 3º O Comitê Interministerial de Tecnologia Assistiva é composto por representantes dos seguintes órgãos:

I um representante do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações;

II um representante do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos;

III um representante do Ministério da Educação;

IV um representante do Ministério da Cidadania; e

V um representante do Ministério da Saúde.

§ 1º Cada membro do Comitê Interministerial de Tecnologia Assistiva terá um suplente, que o substituirá em suas ausências e seus impedimentos.

§ 2º Os representantes do Comitê Interministerial de Tecnologia Assistiva e respectivos suplentes serão indicados pelos titulares dos órgãos que representam e designados pelo Ministro de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovações.

§ 3º A Coordenação do Comitê Interministerial de Tecnologia Assistiva será exercida pelo representante do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações.

§ 4º Na ausência ou impedimento do representante, titular e suplente, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, a Coordenação será exercida pelo representante do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos.

§ 5º A SecretariaExecutiva do Comitê Interministerial de Tecnologia Assistiva será exercida pela Secretaria de Empreendedorismo e Inovação do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações ou órgão que eventualmente vier a absorver suas competências.

Art. 4º São atribuições da Coordenação do Comitê:

I - elaborar a pauta e convocar reuniões ordinárias e extraordinárias;

II convidar outros participantes para as reuniões, sem direito a voto e sem custos para a administração pública federal;

III presidir as reuniões, organizando os debates e a apreciação das matérias; e

IV solicitar estudos e relatórios.

Art. 5º São atribuições da SecretariaExecutiva:

I encaminhar a convocação para as reuniões ordinárias e extraordinárias;

II auxiliar a Coordenação do Comitê com subsídios, orientações e secretariado das atividades;

III elaborar as atas das reuniões e encaminhálas aos membros, conforme estabelecido no art. 11 deste Regimento Interno; e

IV exercer outras atribuições que lhe forem conferidas pela Coordenação do Comitê.

Art. 6º São atribuições dos membros do Comitê:

I comparecer às reuniões ordinárias e extraordinárias;

II opinar, contribuir e votar nas matérias discutidas no âmbito do Comitê;

III apresentar demandas advindas dosrespectivossetores, órgãos ou entidades que representam;

IV contribuir tecnicamente nos encaminhamentos definidos pelo Comitê;

V informar, justificadamente, a impossibilidade de comparecimento às reuniões;

VI cumprir os prazos estabelecidos neste Regimento Interno, em especial os constantes no seu art. 11; e

VII propor alterações ao Regimento Interno.

Art. 7º O Comitê reunirseá, em caráter ordinário, semestralmente e, em caráter extraordinário, sempre que convocado por seu Coordenador.

Parágrafo único. A convocação, a pauta e os documentos necessários para as reuniões serão enviados por correio eletrônico oficial com antecedência mínima de dez dias em relação à data da reunião.

Art. 8º As reuniões ordinárias e extraordinárias serão realizadas na sede do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, na cidade de Brasília.

§ 1º Os outros Ministérios representados no Comitê poderão sediar as reuniões na cidade de Brasília, a critério do Coordenador e com a anuência do Ministério anfitrião.

§ 2º Os representantes que não puderem comparecer presencialmente poderão participar das reuniões por meio de videoconferência, bem como os participantes convidados.

§ 3º A participação remota será utilizada para contagem de quórum de reunião.

Art. 9º As reuniões poderão contar com a presença de convidados representantes de outros órgãos e entidades da administração pública, representantes de segmentos da sociedade civil diretamente afetados e de especialistas na área de tecnologia assistiva, para apresentação e discussão de temas específicos, sem direito a voto e sem custos para a administração pública federal.

§ 1º Os convites para participação das reuniões serão encaminhados pela SecretariaExecutiva.

§ 2º A participação no Comitê será considerada prestação de serviço público relevante, não remunerada.

Art. 10. A reunião do Comitê obedecerá ao seguinte trâmite:

I apresentação e deliberação das matérias constantes na pauta; e

II apresentação e deliberação quanto a outras matérias, não relacionadas com a pauta da reunião.

§ 1º O quórum de reunião do Comitê é de maioria absoluta e o quórum de aprovação é de maioria simples.

§ 2º A ordem de trabalho prevista neste artigo poderá ser alterada pela Coordenação do Comitê.

§ 3º A inclusão de matéria na pauta da reunião deverá ser aprovada pelos membros do Comitê.

Art. 11. A reunião do Comitê será registrada em ata a ser elaborada pela SecretariaExecutiva e submetida à apreciação e aprovação dos membros do Comitê.

§ 1º A minuta da ata de reunião será encaminhada para os membros do Comitê, por meio eletrônico oficial, em até sete dias úteis após a realização da reunião.

§ 2º Após o envio da minuta, os membros do Comitê terão três dias úteis para propor alterações ao texto da ata.

§ 3º A ausência de manifestação no prazo referido no § 2º deste artigo será entendida como plena anuência ao texto proposto.

§ 4º A ata será disponibilizada para assinatura digital aos membros titulares do Comitê e, na ausência destes, aos respectivos suplentes.

§ 5º O prazo para assinatura digital da ata, via sistema de gestão utilizado pela administração pública federal, será de até três dias úteis após a disponibilização do documento para assinatura.

Art. 12. Os casos não previstos neste Regimento Interno serão resolvidos pelo Coordenador, ad referendum do Comitê.

Este conteúdo não substitui o publicado na versão certificada.

quarta-feira, 19 de maio de 2021

CELEBRAÇÃO PELO DIA DO MEDICAMENTO GENÉRICO COM ILUMINAÇÃO DO CRISTO REDENTOR DE AMARELO E AZUL

Lançamento da Frente Parlamentar do Biodiesel

 

Presidente Dep. Pedro Lupion da Frente Parlamentar do Biodiesel , no discurso de posse
















Conexão Brasília com o jornalista Olho Vivo Edmar Soares

-- Brasília, 19 de maio

-- Eletrobras: Será votada a partir das 13h55 a medida provisória da privatização da empresa na Câmara. Assim, o presidente Arthur Lira cumprirá acordo para o Senado analisar a MP, que caduca em 22 de junho, em 30 dias.

-- Recuo: Em coletiva ontem, o relator, Elmar Nascimento, manteve cerca R$40 bilhões em recebíveis na Eletrobras desestatizada e retirou previsão de a Agência Nacional de Energia Elétrica, Aneel, intervir em preços. Sobre leilão de térmicas, disse que já estava programado antes da privatização.

-- CPI: O ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, depõe(hoje)à comissão, com direito de permanecer calado em perguntas que possam gerar provas contra si mesmo.

-- Expectativa: Ontem, falas do ex-chanceler Ernesto Araújo aumentaram a pressão sobre Pazuello, pois creditaram ao general a busca internacional por cloroquina e falhas no processo de vacinação.

-- Paralelo: A Câmara aprovou ontem convite ao ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, para explicar o suposto" orçamento paralelo" em 8 de junho, na sua Comissão de Trabalho, Administração e Serviços Públicos.

-- Agenda: O líder do governo na Câmara, Ricardo Barros, e Marinho participaram ontem do lançamento da Agenda Legislativa de 2021 dos Operadores Privados de Saneamento. No último dia 13, a Câmara aprovou projeto que dispensa licença ambiental a obras de saneamento.

Edmar Soares

DRT 2321


ABIIS e outras três entidades pedem agilidade na aprovação do Projeto de Lei que trata da pesquisa clínica com seres humanos

PL harmoniza o processo de análise de pesquisas clínicas e propicia um ambiente regulatório sólido, mais coerente e previsível para empresas que investem em pesquisa clínicas inovadoras


A Aliança Brasileira da Indústria Inovadora em Saúde (ABIIS), o Conselho Empresarial Brasil-Estados Unidos (Conselho), o Centro de Política de Inovação Global (GIPC), ambos parte da U.S. Chamber of Commerce, e a Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma) enviaram carta de apoio ao Projeto de Lei nº 7082/2017, à presidente da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados, deputada Bia Kicis, no dia 12 de maio. O PL promove a desburocratização das pesquisas clínicas para a descoberta e desenvolvimento de novas vacinas e tratamentos no Brasil e institui o Sistema Nacional de Ética em Pesquisa Clínica com Seres Humanos.

As quatro entidades solicitam que o referido projeto seja pautado para votação na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania o quanto antes e se colocam a disposição para o que for necessário para a rápida aprovação. “O momento se mostra único para a aprovação do PL 7082/2017 no Brasil. Com a nova realidade causada pela pandemia, hoje, a população reconhece mais a importância dos tratamentos clínicos e vacinas como ferramentas essenciais para o bem-estar social, bem como para mitigar efeitos desastrosos na economia do país”, diz a carta.

O documento destaca ainda que, apesar do Brasil já adotar importantes orientações internacionais relacionadas aos tratamentos clínicos com seres humanos, “não há no país lei específica sobre o tema, gerando um vácuo legislativo que traz insegurança jurídica, morosidade e falta de isonomia na análise de pesquisas clínicas. O PL 7082/2017, se aprovado, harmoniza o processo de análise de pesquisas clínicas e propicia esse ambiente regulatório sólido, mais coerente e previsível para empresas que investem em pesquisa clínicas inovadoras, alinhando o país com o cenário internacional de pesquisa clínica e beneficiando diretamente a população, atraindo novos investimentos nessa área e proporcionando uma oferta maior e mais rápida de tratamentos e vacinas no mercado brasileiro”.

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