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terça-feira, 6 de maio de 2014

FAÇA SUA INSCRIÇÃO: V Ciclo de Debates - 8 DE MAIO

O Nethis (Fiocruz/Brasília) convida para o V Ciclo de Debates sobre Bioética, Diplomacia e Saúde Pública. 


Será nesta quinta-feira, 8 de maio, às 8h30, na Fiocruz Brasília.

Inscreva-se no link abaixo!

Ciclo de Debates discute Cooperação Sul-Sul: ambivalências e potencialidades 

Representante do Banco Mundial e pesquisadora da Universidade de Brasília ministram 
palestras 

O V Ciclo de Debates sobre Bioética, Diplomacia e Saúde Pública recebe professora do Instituto de Relações Internacionais e diretora da Assessoria de Assuntos Internacionais da UnB, Ana Flávia Barros, e o coordenador de Operações do Departamento de Desenvolvimento Humano do Banco Mundial, Magnus Lindelow, para discutir o tema “Cooperação Sul-Sul: ambivalências e potencialidades”.

O evento foi transferido de 24 de abril para 8 de maio devido às comemorações dos 40 anos do Irel da UnB. Com a nova data, o local também foi modificado, será no auditório interno da Fiocruz Brasília, às 8h30. As inscrições podem ser feitas neste link
Haverá a possibilidade de efetuar inscrição no local. O certificado de participação do evento será emitido pela Escola de Governo da Fiocruz Brasília.

Barros irá falar sobre a influência do contexto internacional na governança das questões da saúde. Lindelow fará palestra sobre as dimensões e os objetivos de cooperação sul-sul, como o Banco Mundial trabalha com esta modalidade de cooperação, seus desafios e como enfrentá-los.

Serviço:
V Ciclo de Debates sobre Bioética, Diplomacia e Saúde Pública
Tema: “Cooperação Sul-Sul: ambivalências e potencialidades”

Palestrantes:
Ana Flávia Barros (Irel/UnB)

Magnus Lindelow (Banco Mundial)

Debatedor: 
José Agenor Álvares (Fiocruz Brasília) 

Governo de São Paulo implanta rede para auxiliar diagnósticos a distância

O governo do estado de São Paulo começou a adotar hoje (5) uma rede de atendimento médico a distância para auxiliar no esclarecimento de diagnósticos e no monitoramento dos pacientes que derem entrada em hospitais, prontos-socorros e unidades de pronto-atendimento em todo o estado. O sistema ajudará ainda a regular o processo de obtenção de leitos e a transferência de pacientes entre as unidades de saúde.

Na etapa inicial, apenas os pacientes da Baixada Santista têm acesso ao serviço. O sistema será operado na capital paulista pela equipe da Central de Regulação da Oferta de Serviços de Saúde (Cross) da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo.

Os médicos do Cross e dos serviços hospitalares discutirão quadros clínicos dos pacientes em tempo real por videoconferência e definirão o tratamento e necessidade de remoção para hospitais com mais recursos. O projeto pretende otimizar a assistência médica e hospitalar para evitar transferências desnecessárias e complicações nos quadros clínicos dos pacientes.

De acordo com o governador Geraldo Alckmin, a área física do Cross passou de 700 metros quadrados para 1,4 mil metros quadrados. A equipe foi reforçada em 50%, chegando a 400 funcionários. “O Cross, que regulava apenas o que é urgência e emergência, passa agora a regular outros programas e para todo o estado. O primeiro ganho é a velocidade para conseguir a vaga e internar o paciente grave, ganho de tempo essencial”, declarou o governador.

O Cross será responsável ainda por agendar mamografias sem pedidos médicos para mulheres entre 50 e 69 anos e por marcar exames para homens a partir dos 50 anos. Também passam a ser monitorados pelo Cross a Rede Hebe Camargo e o Programa Recomeço, além das Santas Casas e hospitais filantrópicos de alta, média e baixa complexidade.

Editor Wellton Máximo

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Primeira reunião do grupo de trabalho criado pela Comissão de Assuntos Sociais do Senado para debater sobre alterações na regulamentação de pesquisas clínicas com novos medicamentos.

A Ata da reunião na Comissão de Assuntos Sociais do Senado, realizada por solicitação da Senadora Ana Amélia, no último dia 18 de março, em continuidade a audiência pública, disponibilizada em anexo. O Grupo pretende realizar pelo menos mais um encontro antes do mês de junho, e, se possível, concluir trabalhos sugerindo a implementação de normas e procedimentos que permitam desburocratizar e dar agilidade às pesquisas clínicas, com total comprometimento à ética.

Dados da Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma), mostram que por causa das limitações às pesquisas clínicas, o Brasil deixou de participar da elaboração de 112 medicamentos. Os atrasos prejudicam também o uso de medicamentos mais modernos por pacientes voluntários, chamados também de cobaias. A burocracia compromete igualmente o desenvolvimento de medicamentos fabricados no País que dependem de pesquisas com cobaias.

A Senadora Ana Amélia (PP-RS) promoveu a reunião do Grupo técnico que é coordenado pelo Secretário de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde, Carlos Gadelha, e pelos presidentes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Dirceu Barbano, e da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa do Ministério da Saúde (Conep), Jorge Venâncio, para debater e alterar a regulamentação de pesquisas clínicas com novos medicamentos.

Os diversos seguimentos da cadeia estiveram representados pelo Instituto Oncoguia, Sociedade Brasileira de Bioética (SBB), Departamento de Pesquisa Clínica do Hospital de Câncer de Barretos, Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Associação Médica Brasileira (Aliança Pesquisa Clínica Brasil), do grupo Farma Brasil também participaram representantes da Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma) e do Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo (Sindusfarma).

A proposta de novo encontro, previsto para o mês de maio, surgiu das várias sugestões apresentadas no Grupo sobre os procedimentos para a liberação de pesquisas clínicas, mesmo com o prazo de duas semanas proposto para avaliação pela ANVISA e pelo Conep, a partir da reunião. A senadora avalia a necessidade de tramitar com as proposições pela via legislativa, caso não sejam acatadas pelos instituições reguladoras.

O trabalho concluído deve desburocratizar e dar agilidade às pesquisas clínicas, com total comprometimento à ética.

Estudo aponta sinergia como fator determinante para o desenvolvimento da biotecnologia

A cooperação entre governo, indústria e academia (centros de pesquisa e universidades) é um fator determinante para o desenvolvimento da biotecnologia nos países. A constatação é do estudo “Construindo a Bioeconomia: Examinando Estratégias de Desenvolvimento da Biotecnologia Industrial Nacional”, da consultoria norte-americana Pugatch. Apresentada pela primeira vez fora dos Estados Unidos, a pesquisa traz dados comparativos de oito países com estratégias de desenvolvimento industrial para a biotecnologia: Brasil,  China, Cingapura, Coréia do Sul, Estados Unidos, Índia, Rússia e Suíça. Para fazer a prospecção, sete fatores foram considerados: Capital Humano, Infraestrutura de P&D, Proteção de Propriedade Intelectual, Ambiente Regulatório Transferência Tecnológica, Incentivos Fiscais (mercado e comércio) e Segurança Jurídica.

A apresentação do estudo, em anexo, aconteceu na última segunda-feira, 28, e foi promovida pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI). O evento fez parte do 1º encontro do 2º “Ciclo de Debates de Biotecnologia” realizado pela Agência. O documento gerou um relatório de 170 páginas sobre biotecnologia nos oito países pesquisados.

“O mais importante é a sinergia entre o setor público e o setor privado. Se houver isso, haverá uma economia emergente. O governo, a indústria, os centros de pesquisa e as universidades devem sentar juntos para definir a biotecnologia como prioridade. É preciso mais parcerias público-privadas. O governo precisa da indústria, a indústria precisa do mercado e o mercado precisa de demanda”, declarou o fundador da Pugatch Consilium, Meir Pugatch.

A pesquisa procura responder às seguintes questões: “Como posso diversificar a minha economia? Como posso subir na escala de produção de recursos naturais e conhecimento? Como posso competir globalmente?”.

O responsável pela pesquisa, Meir Pugatch explicou que estudos na área de biotecnologia têm um custo elevado e demandam muito tempo. Segundo ele, são gastos em média U$ 1,4 bilhão para desenvolver uma nova droga (biofármaco). E o tempo médio que o medicamento fica disponível aos consumidores é de 15 anos. Na fase de pesquisa clínica, a média de acertos para que o medicamento seja comercializado é um em cada cinco mil tentativas. A empresa que produz um novo medicamente tem de cinco a sete anos de exclusividade no mercado antes da chegada dos genéricos.

Para conseguir desenvolver o setor, Pugatch sugere algumas estratégias. “Um fator importante é a proteção intelectual. Não haverá inovação sem ela. O ambiente regulatório deve garantir a segurança dos produtos e ao mesmo tempo ser efetivo, robusto. A transferência de tecnologia é essencial: cerca de  50% das colaborações que levam ao mercado são parcerias público-privadas”, enumerou.

Outro fator destacado pelo consultor é a propriedade intelectual. Para ele, um país com leis fracas de patentes que não tenha bons escritórios e bons advogados de patentes não terá um ambiente favorável para estimular a inovação.

Vice-presidente de Pesquisas da Universidade de Virginia, Mark Crowell avalia que as universidades têm um papel muito importante no desenvolvimento do setor. “Cerca de 75% das drogas de biotecnologia aprovadas nos EUA foram desenvolvidas em universidades. O oposto do que ocorria há 20 anos”, comparou. 

Para Crowell, é preciso que exista um comprometimento dos envolvidos para levar as inovação para além da simples descoberta. “Precisamos transformar as pesquisas em produtos e comercializar. Queremos passar os produtos dos laboratórios para as casas das pessoas.”

O representante da Universidade de Virginia cita ainda um caso de sucesso ocorrido no estado norte-americano da Carolina do Norte. No final da década de 1980 não havia um setor de biotecnologia forte. Com transferência de tecnologia e de conhecimentos, o estado que em 1989 tinha 60 empresas de biotecnologia com cerca de 30 mil empregados passou a ter 200 empresas com 45 mil empregados em 2008. “A proporção lá é de cada U$ 1 investido existe um retorno de U$ 39 em serviços, infraestrutura, produtos, serviços”, citou.

Brasil

O estudo da consultoria norte-americana aponta as forças e os gargalos dos países pesquisados. No caso do Brasil, a pesquisa mostra importantes avanços, como aumento da mão de obra em pesquisa (dobrou desde 2000), e o programa, Ciência sem Fronteiras. Como obstáculos, cita a falta de mão de obra qualificada e baixa percentagem da população com ensino superior.

Na área de infraestrutura para Pesquisa & Desenvolvimento o trabalhou destaca o aumento dos investimentos nos últimos anos e parcerias de sucesso em áreas como agrobiotecnologia e biocombustíveis. Como desafios, aponta que o setor de biotecnologia em saúde é menos desenvolvido que o de agrobiotecnologia e de biocombustíveis e as condições de financiamento oferecidas por autarquias e o ambiente regulatório para testes clínicos.

Com relação à proteção à propriedade intelectual, o estudo cita que o Brasil é membro da Organização Mundial do Comércio (OMC) e signatário do tratado internacional TRIPS (do inglês Agreement on Trade-Related Aspects of Intellectual Property Rights). Também destaca a proteção patentária com prazo de 20 anos e o prazo mínimo de 10 anos de vigência da patente. Como obstáculos, cita o envolvimento da Anvisa no processo de exame de patentes farmacêuticas; RDP não disponível para biofarmacêuticos de uso humano; não concessão de patente para microrganismos isolados (bactérias e leveduras, por exemplo) na biotecnologia ambiental e industrial.

No ambiente regulatório, o Brasil se destaca pela introdução dos biossimilares; por regime regulatório claro: a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é responsável pela regulamentação de produtos biológicos e biossimilares e a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) é responsável por produtos biotecnológicos. Como obstáculos a serem vencidos, o estudo cita os longos períodos de processamento e acúmulo de pendências do Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (estimado entre 8 e 10 anos).

No quesito transferência de tecnologia, o estudo identifica como positivas no Brasil a estrutura implementada através da Lei de Inovação de 2004 e aumento das atividades de patenteamento e licenciamento por universidades desde 2004. Como gargalos, cita a comercialização e transferência de tecnologia ainda baixas em comparação internacional; as universidades com recursos limitados de transferência de tecnologia e os requisitos para publicação e registro de taxas de licenciamento.

Na área de incentivos comerciais e mercadológicos o país se destaca com os créditos fiscais para P&D implementados através da Lei nº 11.196. Mas é preciso melhorar em questões como o fato de haver limitação de alguns incentivos fiscais para P&D por serem dependentes da emissão de patente; o acúmulo de pendências no INPI que reduz a atratividade e o ambiente rigoroso de preços de biofarmacêuticos.

Finalizando os sete temas pesquisados, o estudo destaca que o Brasil tem como qualidades a pressão governamental anticorrupção (nova lei anticorrupção introduzida em 2014) e a independência do Poder Judiciário. Como obstáculos destaca que, apesar dos litígios relativos a patentes serem resolvidos de forma relativamente rápida, no geral o Judiciário e muitos órgãos administrativos estão sobrecarregados de trabalho.

Leia também:

Assessoria de Comunicação Social ABDI

Deputado quer explicações de Serra sobre contratos com Labogen envolvendo a FURP do governo de SP

O deputado Renato Simões (PT-SP) quer que José Serra preste esclarecimentos sobre os contratos firmados com a Labogen no período em que o tucano comandava o Ministério da Saúde. Simões entrou com requerimento, esta semana, para que a Comissão de Fiscalização Financeira e Controle (CFFC) da Câmara convide o ex-ministro da Saúde a comparecer à comissão.

Informações do Portal da Transparência, do Governo Federal, dão conta de que o Ministério da Saúde firmou contratos com a empresa no período entre 31/03/1998 e 20/02/2002.

“A mídia tem publicado notícias sobre eventuais vínculos entre o Ministério da Saúde e o laboratório. De fato, foram firmados convênios entre o Ministério da Saúde e a Labogen, mas durante o período em que José Serra era ministro da Saúde”, disse o deputado.

Simões observa ainda que a Labogen também firmou contratos com a Fundação para o Remédio Popular (FURP), do Governo do Estado de São Paulo.

“Basta uma simples pesquisa no site do Tribunal de Contas de São Paulo para ver que a relação da Labogen com governos do PSDB não cessou com os convênios firmados na gestão de Serra no Ministério da Saúde. No período de 2000 a 2004, a empresa foi contratada reiteradamente pela FURP”, ressalta o deputado. “Isso mostra que o vínculo da Labogen é com os tucanos”, completou.

Para aprofundar as apurações sobre o laboratório, Simões também quer que o Ministério da Saúde, o Tribunal de Contas da União(TCU) e a Controladoria-Geral da União passem informações sobre os contratos firmados entre o Ministério da Saúde com a Labogen no período em que Serra comandava a pasta.

Segundo notícias divulgadas na grande mídia, o ex-ministro Alexandre Padilha teria indicado um ex-assessor, Marcus Cezar de Moura, para ocupar um cargo no laboratório Labogen, um dos braços do esquema do doleiro Alberto Youssef, preso na Operação Lava Jato e responsável por um esquema de corrupção que teria movimentado cerca de R$ 10 bilhões.

Para o deputado Renato Simões, a relação do laboratório Labogem, na verdade, é com o Ministério da Saúde na época do ex-ministro José Serra e com o Governo de São Paulo.

Da Redação em Brasília
Com PT na Câmara – www.vermelho.org.br

Top Story AstraZeneca Pfizer Corporate Affairs Mergers & Acquisitions

AstraZeneca on Friday rejected Pfizer's revised proposal to acquire the company for 50 pounds per share ($84.47), saying it was "inadequate." Pfizer had earlier submitted a new proposal to buy AstraZeneca, with the offer including 1.845 shares in the combined company and 15.98 pounds ($27.00) in cash, valuing the UK drugmaker at 63 billion pounds ($106.5 billion).

Earlier this week, Pfizer confirmed that it was weighing its options regarding a possible merger with AstraZeneca having contacted the company twice about such a proposal, most recently last month. Pfizer's first proposal made in January represented 46.61 pounds ($76.62) per AstraZeneca share and a premium of approximately 30 percent to the UK company's closing share price on January 3, valuing the transaction at around 58.8 billion pounds ($99 billion). AstraZeneca, which rejected the first offer, saying it "very significantly undervalued" the company, noted that the initial proposal was made up of 30 percent cash and 70 percent of Pfizer shares.

In response to the latest offer, AstraZeneca said it "substantially" undervalues the company and is "not a basis on which to engage with Pfizer." The drugmaker added that "the large proportion of the consideration payable in Pfizer shares and the tax-driven inversion structure remain unchanged." AstraZeneca chairman Leif Johansson said "we are showing strong momentum as an independent company, in particular with our exciting, rapidly progressing pipeline." Johansson noted that "Pfizer’s proposal would dramatically dilute AstraZeneca shareholders’ exposure to our unique pipeline and would create risks around its delivery. As such, the board has no hesitation in rejecting the proposal."

According to Pfizer, the new offer was made "having consulted with major shareholders" in AstraZeneca. The US drugmaker added that it hoped "that the increased proposal will provide the basis for AstraZeneca to engage with Pfizer and enter into discussions relating to a possible combination of the two companies." Pfizer noted that the new offer represents a premium of around 7 percent to its initial proposal and a premium of approximately 39 percent to AstraZeneca's closing share price on January 3.

Pfizer CEO Ian Read remarked "we have seen significant positive market reaction to the announcement we made on April 28, including from the shareholders of both our companies." He added "we believe our proposal is responsive to the views of AstraZeneca shareholders and provides a sound basis upon which to arrive at recommendable terms for the combination of our two companies."

Deutsche Bank analyst Mark Clark, who earlier suggested that Pfizer's latest proposal would be sufficient for AstraZeneca to enter into discussions, said "we expect Pfizer ultimately to have to sweeten its offer based on discussions we have had with investors, many citing a price within the 52-55 pounds range and some above this." Analysts at UBS said the "modest increase" from Pfizer "serves as a starting point for negotiations with the AstraZeneca board," although they noted that it was still not enough to reflect the progress shown in the UK company’s pipeline this year.

Panmure Gordon analyst Sav Neophytou, who noted that Pfizer usually succeeds in the end, remarked that "the science bit is clear. The maths adds up to 50 pounds per share. We believe investors should wait for the 'art' bit of M&A – which should push the offer up towards 55 pounds." Meanwhile, analysts at Barclays said the cash proportion of a new bid could be a point of negotiation, noting that any offer up to 56 pounds a share could still boost Pfizer's earnings.

Pfizer also disclosed a letter sent to UK Prime Minister David Cameron in which the drugmaker outlined its commitment to the country and its life sciences sector. Read noted that as part of the potential transaction, Pfizer will complete the construction of the currently planned AstraZeneca Cambridge campus and employ a minimum of 20 percent of the combined company’s total R&D workforce in the UK. In addition, the US drugmaker committed to base the combined company's European business headquarters and regulatory headquarters in the UK, whilst it "will actively look to locate manufacturing operations" in the country

AstraZeneca rebuffs Pfizer's revised 63-billion pound offer as "inadequate"
(Ref: The Guardian, Bloomberg, London South East, Fidelity, The Wall Street Journal, Pfizer, AstraZeneca, BBC News, Financial Times, The Telegraph)
May 2nd, 2014
By: Matthew Dennis

PDP MEDTRONIC E SCITECH COM FURP SERÁ INVESTIGADA PELO TCU. O REQUERIMENTO DO SEN. PEDRO SIMON (PMDB - RS) foi aprovado no senado na tarde do dia 30 de abril

TCU INVESTIGARÁ COMPRA DE MARCA-PASSOS NA GESTÃO PADILHA

Tribunal de Contas da União fará uma auditoria no Ministério da Saúde para investigar a legalidade de um contrato de R$ 80,6 milhões firmado em dezembro de 2013, quando Alexandre Padilha ainda respondia pela pasta, com duas empresas multinacionais dos Estados Unidos, a Medtronic e a Scitech; o Senado aprovou nesta quarta (30) requerimento do senador Pedro Simon (PMDB) pedindo que o TCU investigue os contratos entre a Fundação para o Remédio Popular e as duas empresas multinacionais para fornecimento de marca-passos e stents coronários e arteriais ao SUS

O Tribunal de Contas da União (TCU) fará uma auditoria no Ministério da Saúde para investigar a legalidade de um contrato de R$ 80,6 milhões firmado em dezembro de 2013, quando Alexandre Padilha ainda respondia pela pasta, com duas empresas multinacionais dos Estados Unidos, a Medtronic e a Scitech.

O plenário do Senado Federal aprovou nesta quarta-feira, 30, o Requerimento 276/2014 do senador Pedro Simon (PMDB-RS) pedindo que o TCU investigue os contratos de Parceria Público Privada (PPP) firmadas entre a Fundação para o Remédio Popular (FURP), do Ministério da Saúde, e as duas empresas multinacionais para fornecimento de marca-passos e stents coronários e arteriais ao Sistema Único de Saúde (SUS).

Os contratos, com validade de cinco anos, foram firmados com dispensa de licitação ainda na gestão de Alexandre Padilha, candidato do PT a governador de São Paulo. Um detalhe do processo, que chamou a atenção do senador Pedro Simon, é que não houve convite público para apresentação de projetos e nem licitação para seleção de empresas privadas, nacionais ou não. As duas multinacionais, de origem norte-americana, atuam em mais de 120 países. Uma delas, a Scitech, possui uma fábrica de montagem em Goiás, na cidade de Aparecida de Goiânia, cidade de 500 mil habitantes na região metropolitana da capital goiana. A matriz brasileira da Scitech fica no polo empresarial da cidade, na esquina das ruas 6 e 18, quadra 21, lote 1 a 44.

No contrato firmado entre as empresas e a FURP alega-se que haverá transferência de tecnologia. Um executivo do setor observa, porém, que "é improvável que uma empresa estrangeira transfira a tecnologia do núcleo do marca-passo para atender apenas à demanda de cerca de 20 mil unidades de produto disponibilizadas anualmente. O normal é haver apenas a importação de componentes prontos, como o microcircuito, a carcaça e outros componentes, realizando no Brasil o que se chama de 'assembly', ou simples montagem do equipamento no Brasil, com poucos componentes locais".

As parcerias deixam sobressaltados aos mais de 300 mil portadores de marca-passo no País. A preocupação transmitida ao senador Pedro Simon é saber como o SUS, cujo atendimento é notoriamente falho e dá assistência precária aos portadores de marca-passo, lidará com estes dois fornecedores exclusivos. "Daí a importância e necessidade imperiosa de uma investigação e auditoria urgente sobre esses contratos pelos técnicos do TCU", acentua o senador Pedro Simon.

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Agenda Senado

"Na agenda desta quarta no Senado, foi aprovado em sabatina, pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS), Jaime César de Moura Oliveira, para novo mandato no cargo de diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), e  José Carlos de Souza Abrahão, para exercer o mesmo cargo na Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS)"

ENTRA BRUNO MORETTI SAI ADAIL DE ALMEIDA ROLLO do cargo de diretor de programa da Secretaria Executiva do MS - Exonerada ANA PAULA CERCA da diretora do dep. de Gestão e Regulação do Trabalho em Saúde

MINISTÉRIO DA SAÚDE

O MINISTRO DE ESTADO CHEFE DA CASA CIVIL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA, no uso de suas atribuições e tendo em vista o disposto no art. 1o do Decreto no 4.734, de 11 de junho de 2003, resolve
Nº 339 - EXONERAR
ADAIL DE ALMEIDA ROLLO do cargo de Diretor de Programa da Secretaria-Executiva do Ministério da Saúde, código DAS 101.5, a partir de 30 de abril de 2014.
Nº 340 - NOMEAR
BRUNO MORETTI, para exercer o cargo de Diretor de Programa da Secretaria-Executiva do Ministério da Saúde, código DAS 101.5.
ALOIZIO MERCADANTE OLIVA

MINISTÉRIO DA SAÚDE

O MINISTRO DE ESTADO CHEFE DA CASA CIVIL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA, no uso de suas atribuições e tendo em vista o disposto no art. 1o do Decreto no 4.734, de 11 de junho de 2003, resolve
Nº 335 - EXONERAR
ANA PAULA CERCA do cargo de Diretora do Departamento de Gestão e da Regulação do Trabalho em Saúde da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde, código DAS 101.5, a partir de 14 de abril de 2014.
ALOIZIO MERCADANTE OLIVA

ABRAIDI na Hospitalar 2014

http://www.hospitalar.com/index.php

Plenário aprova proposta que reduz carga das microempresas

Plenário aprova proposta que reduz carga das microempresas

A ampliação dessa modalidade de cobrança reduz, na prática, os benefícios do tratamento diferenciado das microempresas, previsto na Constituição e na Lei Complementar 123/2006, como avaliou o relator da proposta, senador Armando Monteiro (PTB-PE).O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (29), projeto de lei (PLS 323/2010) que alivia a carga tributária das microempresas e empresas de pequeno porte estabelecendo limite ao poder dos estados de adotar a substituição tributária, mecanismo de arrecadação que obriga o contribuinte a pagar o imposto devido por seus clientes ao longo da cadeia de comercialização.

Com a expansão da substituição tributária, fica mais fácil a fiscalização dos chamados tributos plurifásicos, como o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). São assim chamados por incidirem em diferentes fases da circulação do produto. Autor do projeto, o ex-senador Alfredo Cotait, explicou que, por esse sistema, o tributo plurifásico passa a ser recolhido de uma só vez, como se fosse monofásico.

Emenda
No parecer final apresentado nesta terça em Plenário, Armando Monteiro acolheu parcialmente emenda apresentada pelos senadores Eduardo Suplicy (PT-SP) e Aloysio Nunes (PSDB-SP) em relação à proposta aprovada na CAE. O relator explicou que o substitutivo aprovado na comissão excluía praticamente todas as micro-empresas do Simples Nacional do regime de substituição tributária. Já o substitutivo aprovado no Plenário, reduziu esse universo devido ao impacto que a proposta causaria nas finanças estaduais, já que cerca de 30% das arrecadações dos estados provêm da aplicação da substituição tributária.
- As emendas permitiram que nós construíssemos uma solução negociada com o Confaz e ao final chegamos a um resultado que garante a exclusão de um grande número de empresas desse mecanismo de substituição tributária, mas com um impacto suportável para os físicos, portanto, um bom acordo – comemorou.

Armando Monteiro estimou que, atualmente, existem cerca de 1,5 milhão de empresas submetidas a esse regime e que, com a mudança, esse número ficaria reduzido a algo como 300 mil empresas. O senador destacou que a aprovação da proposta é umas das contribuições mais relevantes que o Senado oferece para a melhoria dos ambientes de operação das empresas no Brasil.
– Mesmo o impacto fiscal será, a médio prazo, compensado pelo dinamismo da atividade econômica e da liberação da energia empreendedora que esse país tem – afirmou.

Benefícios
Mais de 8 Milhões de empresas serão beneficiadas.

De acordo com o senador José Pimentel (PT-CE), a proposta vai beneficiar 8,5 milhões de micro e pequenas empresas. Pimentel lembrou que, somente em 2013, as micro e pequenas empresas geraram 1,1 milhão de empregos.
A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) reconheceu que os estados precisam de mais recursos, mas disse que a sanha arrecadadora não pode prejudicar as micro e pequenas empresas. Para a senadora, a substituição tributária anula os benefícios do Simples. Ela disse que, com o Simples Nacional, uma empresa desembolsaria para pagar impostos 8,33% de suas receitas, sendo 2,92% de ICMS. Com a substituição tributária, a empresa paga 14% de impostos, sendo quase 6% de ICMS. Gleisi acrescentou que a Câmara dos Deputados já sinalizou que vai aprovar a matéria nos mesmos moldes do Senado. Assim, a matéria já vai à sanção e as mudanças na lei serão mais rápidas.

Os senadores Ricardo Ferraço (PMDB-ES) e Lúcia Vânia também subiram à tribuna para elogiar a aprovação da proposta e concordaram que o uso indiscriminado da substituição tributária pelos estados tem prejudicado as pequenas empresas e anulado os benéficos do Simples Nacional.

Burocracia
Durante tramitação na CAE, Armando também realizou mudanças na proposta original que foram mantidas no Plenário. O relator disse ter aproveitado medidas que visam reduzir a burocracia no recolhimento do tributo. Para isso, incluiu no substitutivo a vedação da exigência, aos optantes do Simples, de "obrigações tributárias acessórias unilaterais" pelos estados. Segundo o substitutivo, as únicas exigências aceitas são as que constam do portal do Simples Nacional.

De acordo com Armando Monteiro, as micro e pequenas empresas sujeitas à substituição tributária são obrigadas a realizar cálculos complicados para apurar o imposto a ser recolhido, por conta das grandes variações de alíquotas por setores e por estados.
O substitutivo prevê que as informações relativas ao ICMS devido na substituição tributária sejam fornecidas por meio de aplicativo único, colocado à disposição dos empresários, de forma gratuita, no portal do Simples Nacional. Também será gratuito, como estabelece o substitutivo, o fornecimento de aplicativo para a emissão de nota fiscal eletrônica (NF-e) para microempresas e empresas de pequeno porte. Esses aplicativos deverão ser regulamentados pelo Comitê Gestor do Simples Nacional no prazo de 180 dias.

Prazo
O substitutivo também fixa prazo mínimo de 60 dias para o vencimento do imposto devido por substituição tributária. Essa medida, conforme o relator, ajuda a minimizar um dos efeitos negativos da substituição tributária, que é a redução do capital de giro das empresas que atuam como substitutas – elas pagam o tributo antes de receberem o valor relativo à venda efetuada.

Conforme Armando Monteiro, "o descasamento entre os prazos médios de pagamento do tributo e da realização financeira dos recebíveis resulta em maior custo financeiro para as empresas submetidas ao regime".

Perdas
No relatório, Armando Monteiro citou uma simulação realizada pelo Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) mostrando que a carga sobre uma empresa enquadrada no Simples quase dobra com a substituição tributária. Conforme o estudo, uma empresa com faturamento anual de R$ 1,2 milhão e que tenha 70% de suas vendas vinculadas a esse mecanismo de arrecadação desembolsaria 14% em impostos. Sem a substituição, recolheria ao Simples apenas 8,33%.

Estudo da Fundação Getúlio Vargas, citado pelo autor do projeto, estima em R$ 1,7 bilhão a perda das micro e pequenas empresas no ano fiscal de 2008, decorrentes da aplicação da substituição tributária.

Agência Senado

Só faltam as nomeações do DOU após despacho da presidenta para José Carlos Moutinho e Simone Sanchez Freire assumirem as diretorias da ANVISA e ANS

Senado aprova indicação para a Anvisa

O Senado aprovou nesta terça-feira (29) indicação para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). José Carlos Magalhães da Silva Moutinho, aprovado por 46 votos a 12, ocupará o cargo de diretor na Agência, responsável, entre outras áreas, pelo registro de novos medicamentos no país.
José Carlos Moutinho é português e, pela lei, possui igualdade de direitos e obrigações civis e de direitos políticos no Brasil. Na Anvisa, acompanhou processos de concessão de registros de medicamentos e colaborou para a atualização do marco regulatório de medicamentos similares e genéricos. Atualmente, exerce o cargo de Gerente de Projetos do Gabinete do diretor presidente da Anvisa.
— Tem uma história na Anvisa desde o ano 2000, passando por gerências e assessorias dos mais diversos órgãos internos de regulação daquela agência — disse o relator da indicação, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB).
Durante a sabatina, na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) na última semana, o indicado falou sobre o reajuste no preço de medicamentos e o desafio de diminuir o tempo para a análise do registro de novos produtos. Moutinho também afirmou que a Anvisa tem se preparado para promover uma fiscalização especial durante a Copa do Mundo.
Agência Senado

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