Destaques

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

FUNED - fará reforma da UNIDADE DE SOROS

Sobre a interrupção temporária das atividades da Unidade de Soros para reforma, a Fundação Ezequiel Dias (Funed) informa que:
·         No Brasil existem  três produtores de soros heterólogos (imunoglobulinas inteiras ou fragmentadas, purificadas, obtidas a partir de plasma de animais hiperimunizados com substâncias tóxicas, originadas de animais, microrganismos ou vírus): Instituto Vital Brazil, Butantan e a Funed.

·         O Instituto Vital Brazil e Butantan realizaram em 2014 a 2016, readequações em seus parques tecnológicos e na fábrica de soros, momento em que a Funed ficou responsável pela manutenção da produção de soros heterólogos para todo o país, atendendo ao Programa Nacional de Imunização (PNI).

·          Agora será o momento de a Funed readequar suas instalações de produção de soros. O período previsto para a ação é de janeiro a julho de 2017. Esta medida está em comum acordo com a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos (SCTIE) e Programa Nacional de Imunização (PNI), do Ministério da Saúde.

·         A reforma é necessária para ajuste na atual área física, em especial na qualidade da água utilizada na fabricação do soro. Esta não conformidade já vinha sendo sinalizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e pela Vigilância Sanitária Estadual (VISA) e agora poderá ser sanada.

·         Os recursos financeiros destinados a readequação da Unidade de Soros da Funed já estão garantidos pelo Ministério da Saúde, que tem amplo interesse em que a fábrica volte a produzir, dentro das diretrizes de Boas Práticas de Fabricação. Para que ocorra a transferência da produção de soros para a nova fábrica, chamada de Unidade V, de acordo com a RDC 17/2010, que dispõe sobre as Boas Práticas de Fabricação de Medicamentos, a transferência de cada soro deve ocorrer separadamente e, posteriormente, será validada. Para isso, as duas unidades fabris (antiga e nova) devem funcionar em paralelo, para validação da estabilidade de cada uma das formulações.

·         É importante lembrar, mais uma vez, que o Instituto Butantan e o Instituto Vital Brazil (IVB) já procederam a reforma de seu parque tecnológico e as demandas nacionais serão cumpridas e não haverá desabastecimento em postos e unidades de saúde.

·         Até 2016, a entrega anual de soros ao Programa Nacional de Imunização (PNI), do Ministério da Saúde pela Funed, foi de cerca de 180 mil ampolas e compreende os tipos de soros relacionados no quadro abaixo. Mais uma vez, destacamos que Funed realiza a entrega de sua produção diretamente ao Ministério da Saúde, sendo este responsável pelo abastecimento de estados e municípios.

Tipo de Soro
Quantidade Produzida (ampolas)
Anti Escorpionico
25.524 unidades
Anti Botropico
73.000 unidades
Anti Botropico Laquético
18.000 unidades
Anti Crotalico
24.000 unidades
Anti Elapidico
7.315 unidades
Anti Rabico
27.412 unidades
Anti tetânico
8.500 unidades
TOTAL ENTREGUE
183.751 unidades

FUNED


Serpente com anomalia congênita nasce na FUNED, com duas cabeças

Quatro filhotes de corais nascem no serpentário Funed

Após aprimorar os métodos de criação de serpentes, a Fundação Ezequiel Dias (Funed), por meio do Serviço de Animais Peçonhentos (SAP), propiciou a eclosão de quatro ovos de corais verdadeiras, da espécie Micrurus frontalis.

Recebida do município de Lagoa Santa, a serpente, que já chegou fecundada na Fundação, passou por uma triagem, de forma que a espécie pudesse ser identificada e encaminhada à quarentena, como explica Rômulo Toledo, chefe do SAP. “Assim que a serpente chega à Funed, fazemos a identificação, biometria (peso, tamanho, sexo, condições de saúde) e a inserimos em um isolamento, com duração mínima de 60 dias. Todo esse processo é feito para que a coral consiga fazer a adaptação do ambiente silvestre para o cativeiro”.

Logo que a serpente fez a postura, os profissionais do SAP montaram uma incubadora para o desenvolvimento dos ovos . “Monitoramos constantemente a temperatura, a umidade da caixa e a ventilação, prevenindo o surgimento de fungos, que podem inviabilizar o desenvolvimento dos embriões”, esclarece Rômulo. Agora que eclodiu, um dos grandes desafios é a alimentação dos filhotes. “Como ainda são muito pequenas, talvez seja necessária a alimentação por sonda ou substrato proteico. Porém, esse é um período decisivo para o crescimento desses animais, já que precisam ganhar peso e são muito sensíveis aos métodos de alimentação forçada”, explica.

Após o nascimento das quatro serpentes, mais de 40 ovos (cobra do milho, cobra verde e jararaquinha de jardim) foram postos e já se encontram em incubadoras similares às desenvolvidas para as corais. A intenção é que estas corais, nascidas em cativeiro, possam contribuir na produção do soro antielapídico, produzido na Funed e utilizado para o tratamento em casos de acidentes com picadas.

Para a produção de soros de diversas espécies, é necessário o cuidado não só com os filhotes, mas também com as serpentes que já são utilizadas na extração do veneno. Segundo Rômulo, mudanças na alimentação, fotoperíodo, substrato das caixas de criação e aumento no intervalo da extração de veneno fez com que o serpentário tenha, além de animais saudáveis, um reconhecimento da excelência dos métodos utilizados durante o trato animal. Em outubro deste ano, Rômulo participou do Simpósio Internacional de Corais Verdadeiras, a convite dos organizadores do evento, para compartilhar as técnicas utilizadas no SAP, que garantem bem estar animal e longevidade às serpentes.

 Curiosidades
Apesar da eclosão de quatro serpentes, apenas três sobreviveram. Uma delas, que nasceu com duas cabeças, morreu pouco tempo depois de eclodir. Segundo Rômulo, isso pode ser justificado por uma anomalia congênita.

 Apesar da atipicidade do fato, ele diz que é possível a sobrevivência de uma serpente nessas condições. O que, provavelmente, ocasionou a morte da serpente foi a má formação dos órgãos. “Apenas a cabeça bifurcada externou a anomalia. Pode ser que isso tenha continuidade na parte interna do animal, impossibilitando a sobrevida”.

 A Coral de duas cabeças será fixada em formol para exposição ao público e possíveis estudos.

Texto: Marco Túlio Jaques, Foto: Isabela Martins - FUNED



MS/SCTIE/ REÚNE O COMITÊ DELIBERATIVO às 14h

Agenda do Secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos
Quarta-feira, 18 de Janeiro de 2017

AGENDA DO SECRETÁRIO DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INSUMOS ESTRATÉGICOS/SCTIE - MARCO FIREMAN

8h20 - Reunião com o Ministro da Saúde
Local: Gabinete do Ministro, Sala de reuniões

11h00 - Despachos  internos
Local: Gabinete SCTIE

14h00 - Reunião do Comitê Deliberativo (CD)
Local: Gabinete SCTIE


AGENDA CONJUNTA MINISTRO E SECRETÁRIO EXECUTIVO COM CADA SECRETÁRIO DO MS

Agenda do Secretário Executivo
Quarta-feira, 18 de Janeiro de 2017
Agenda do Secretário Executivo, Antônio Carlos Figueiredo Nardi

8h - Participar de reunião o senhor Ministro de Estado da Saúde, Ricardo Barros, em reunião interna com o Secretário de Atenção à Saúde, Francisco de Assis Figueiredo
8h20 - Participar de reunião o senhor Ministro de Estado da Saúde, Ricardo Barros, em reunião interna com o Secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, Marco Fireman
8h40 - Participar de reunião o senhor Ministro de Estado da Saúde, Ricardo Barros, em reunião interna com o Secretário de Vigilância em Saúde, Adeilson Cavalcante
9h30 - Participar de reunião o senhor Ministro de Estado da Saúde, Ricardo Barros, em reunião interna com o Secretário Especial de Saúde Indígena, Rodrigo Garcia
9h50 - Participar de reunião o senhor Ministro de Estado da Saúde, Ricardo Barros, em reunião interna com a Secretária de Gestão Participativa Substituta - Vanisia Santos
10h - Participar de reunião com o Senhor Ministro de Estado da Saúde para apresentar onde será realizado Mapa Virtual de Obras do Ministério da Saúde
11h - Participar de reunião com o senhor Ministro de Estado da Saúde, Ricardo Barros, e o Secretário Municipal de Saúde do Curitiba/PR, João Carlos Baracho
11h30 - Despachos administrativos internos como Senhor Ministro de Estado da Saúde, Ricardo Barros
14h - Reunião na Casa Civil, com Dra. Natália Marcassa de Souza, Subchefe de Articulação e Monitoramento da Casa Civil da Presidência da República
Pauta: Combate ao mosquito Aedes Aegypti
15h30 Reunião com Assessor Técnico da Secretaria Executiva e o Coordenador da Sala Nacional da Coordenação e Controle
Pauta: Ações da Sala Nacional Coordenação e Controle
16h - Reunião com Grupo de Trabalho de Gestão Discussão sobre a Portaria 204-2007 e Fluxos de habilitação de novos serviços
17h - Reunião com o Secretário Executivo da Casa Civil da Presidência da República, Daniel Sigelmann
Pauta: Cadeira de Rodas
18h - Participar de reunião com o senhor Ministro de Estado da Saúde, Ricardo Barros, com o Secretário de Gestão de Trabalho e da Educação na Saúde, Rogério Abdalla
18h30 - Participar de reunião com o senhor Ministro de Estado da Saúde, Ricardo Barros, com a Consultoria Jurídica e Diretores do DATASUS/SE e DEMAS/SE
Participantes:
Consultor Jurídico/MS – Sergio Tapety
Diretor do Departamento de Informática do SUS /DATASUS/SE – Marcelo Fiadeiro
Diretor do Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS /DEMAS/SE – Joaquim da Costa Júnior
19h30 - Despachos internos



Zika, Dengue e Chikungunya, entenda a diferença entre as doenças transmitidas pelo "aedes aegypti". 2017 já tem 855 cidades em alerta ou risco de surto

O ano de 2017 iniciou com 855 cidades brasileiras em situação de alerta ou de risco de surto de dengue, chikungunya e zika, de acordo com o último Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa) do Ministério da Saúde. Com esse cenário, já é possível apontar uma necessidade de redobrar os cuidados de combate aos criadouros do vetor dessas doenças, para evitar que número de casos cresça cada vez mais.

De acordo com os dados do Ministério da Saúde, no ano de 2016 o número de casos de dengue manteve-se estável se comparados ao ano anterior. Até o dia 10 de dezembro foram registrados quase 1,5 milhão de casos prováveis em todo o Brasil, contra pouco mais que 1,6 milhão de casos no ano anterior.

A febre pelo vírus Zika só entrou para a Lista Nacional de Notificação Compulsória de Doenças, Agravos e Eventos de Saúde Pública em fevereiro de 2016, portanto não existem dados oficiais comparativos com o ano de 2015, quando a doença foi identificada pela primeira vez no Brasil. Desde que começou a ser notificada até a publicação do último boletim em dezembro de 2016, foram registrados quase 212 mil casos prováveis de febre pelo vírus Zika no país.

Os casos de febre chikungunya foram os que mais cresceram nesse último ano, com um aumento de cerca de 620% em relação a 2015. Foram registrados em 2016 pouco mais de 263 mil casos, contra 36 mil no ano anterior. De acordo com o ministro da Saúde, Ricardo Barros, a tendência é de que o número de casos dessa doença continue em ascensão em 2017.

Embora o vetor seja o mesmo, o Aedes aegypti, e as três doenças tenham origem no mesmo continente, a África; para a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a dificuldade de diagnóstico preciso pode representar um risco para os pacientes. O problema ocorre porque os sinais clínicos causados por esses vírus também são muito parecidos, mas o tratamento é bastante diferenciado.

De forma geral, as três doenças causam febre, dores de cabeça, dores nas articulações, enjoo e exantema (rash cutâneo ou manchas vermelhas pelo corpo). No entanto, existem alguns sintomas marcantes que as diferem.

As diferenças entre dengue, chikungunya e zika

Zika

Os sintomas relacionados ao vírus Zika costumam se manifestar de maneira branda e o paciente pode, inclusive, estar infectado e não apresentar qualquer sintoma (apenas uma em cada quatro pessoas infectadas apresenta manifestação clínica da doença). Mas um sinal clínico que pode aparecer logo nas primeiras 24 horas e é considerado como uma marca da doença é o rash cutâneo e o prurido, ou seja, manchas vermelhas na pele que provocam intensa coceira. Há, inclusive, relatos de pacientes que têm dificuldade para dormir por conta da intensidade dessas coceiras.

Ao contrário da dengue e da chikungunya, o quadro de febre causado pelo vírus Zika costuma ser mais baixo e as dores nas articulações mais leves. A doença ainda traz como sintomas a hiperemia conjuntival (irritação que deixa os olhos vermelhos, mas sem secreção e sem coceira), dores musculares, dor de cabeça e dor nas costas.

Bastante raros, os relatos de morte em decorrência de zika estão, geralmente, relacionados ao agravamento do estado de saúde do paciente, já portador de outras enfermidades. Em 2016, foram confirmados laboratorialmente seis mortes por vírus Zika: quatro no Rio de Janeiro e duas no Espírito Santo.

A doença é associada a complicações neurológicas, como a síndrome de Guillain-Barré e a ocorrência de microcefalia e malformação cerebral em recém-nascidos contaminados pelo vírus ainda durante a gestação. Em 2016, foram registrados 16.864 casos prováveis de gestantes infectadas pelo Zika, sendo 10.769 confirmados por critério clínico-epidemiológico ou laboratorial.

Destes, foram notificados 10.574 casos de recém-nascido natimorto, abortamento ou feto com suspeita de microcefalia ou alterações do sistema nervoso central (SNC), dos quais 3.144 (29,7%) permanecem em investigação e 7.430 já foram investigados, sendo 2.289 confirmados e 5.141 descartados.

Casos de microcefalia no Brasil

Chikungunya

As fortes dores nas articulações, também chamadas de artralgia, são a principal manifestação clínica de chikungunya. Essas dores podem se manifestar em todas as articulações, principalmente nas palmas dos pés e das mãos, como dedos, tornozelos e pulsos. Em alguns casos, a dor nas articulações é tão forte que chega a impedir os movimentos e pode perdurar por meses depois que a febre vai embora.

A confirmação do diagnóstico é feita a partir da análise clínica de amostras de sangue e o tratamento contra a febre chikungunya é sintomático, ou seja, analgésicos e antitérmicos são indicados para aliviar os sintomas, sempre sob supervisão médica. Medidas como beber bastante água e guardar repouso também ajudam na recuperação.

Anti-inflamatórios e até fisioterapia podem ser indicados ao paciente se a dor nas articulações persistir mesmo depois da febre ter cessado.

A chikungunya é considerada mais branda do que a dengue e são muito raras as mortes que ocorrem por sua manifestação. Os óbitos, todavia, podem ocorrem por complicações em pacientes com doenças pré-existentes. Em 2016, foram confirmadas 6 mortes por febre de chikungunya, sendo 3 no estado da Bahia, as outras três nos estados de Sergipe, São Paulo e Pernambuco.

Dengue

Os quatro sorotipos da dengue (DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4) causam os mesmos sintomas, não sendo possível distingui-los somente pelo quadro clínico. O principal sintoma da doença é a febre alta acompanhada de fortes dores de cabeça (cefaleia). Dores nos olhos, fadiga e intensa dor muscular e óssea também fazem parte do quadro clássico da dengue.

Outro sintoma comum é o rash, manchas avermelhadas predominantes no tórax e membros superiores, que desaparecem momentaneamente sob a pressão das mãos. O rash normalmente surge a partir do terceiro dia de febre. Diarreia, vômitos, tosse e congestão nasal também podem estar presentes no quadro e podem comumente levar à confusão com outras viroses.

O quadro de dengue clássico dura de 5 a 7 dias, desaparece espontaneamente e o paciente costuma curar-se sem sequelas.

Já na ocorrência de dengue hemorrágica a situação torna-se mais complicada. A doença, cuja ocorrência é mais comum em pacientes que apresentam um segundo episódio de dengue, de um sorotipo diferente do primeiro caso, causa alterações na coagulação do sangue, inflamação difusa dos vasos sanguíneos e trombocitopenia (a queda do número de plaquetas). Devido à queda das plaquetas e à inflamação dos vasos, os pacientes apresentam tendência a sangramentos que não cessam espontaneamente, dor abdominal intensa e contínua, pele fria, úmida e pegajosa; hipotensão (choque); letargia e dificuldade respiratória (derrame pleural ou líquido nos pulmões).

Dentre as três doenças, a dengue tem sido considerada a mais perigosa pelo número de mortes. Em 2016 foram confirmados 826 casos de dengue grave e 8.116 casos de dengue com sinais de alarme; dos quais 6,8% resultaram em morte, com um total de 609 mortes confirmadas ao longo do ano. No mesmo período de 2015 foram confirmados 972 mortes, representando uma proporção de 4,3% dos casos graves ou com sinais de alarme.

Edição: Amanda Cieglinski, Fabíola Sinimbú - Agência Brasil


MERCOSUR - Linda Rabbaglietti es la nueva Directora de la Secretaría

La Contadora Linda Rabbaglietti Amor fue designada por el Consejo del Mercado Común (CMC), mediante la Decisión CMC Nº 04/16, como Directora de la Secretaría del MERCOSUR (SM) para el periodo 2017 – 2018.

Previamente a ocupar el cargo en la SM, la Directora, de nacionalidad uruguaya, se desempeñó por más de 20 años como Técnica Asesora del Ministerio de Economía y Finanzas (MEF) de su país.

En su trayectoria en el MEF, fue responsable por representar al Uruguay como Coordinadora en los siguientes Órganos y Foros del MERCOSUR: Comité Técnico N° 1 Aranceles, Nomenclatura Y Clasificación de Mercaderías, Comisión de Comercio del MERCOSUR (CCM), Grupo de Asuntos Presupuestarios (GAP), Subgrupo de Trabajo N° 2 “Asuntos Institucionales”, entre otros. Del 2006 al 2015 fue Representante Alterna de la Delegación de Uruguay ante la Asociación Latinoamericana de Integración (ALADI) y MERCOSUR, Encargada de Negocios a.i de la misma durante un año aproximadamente.
La Contadora Rabbaglietti es la décima Directora y es la primera mujer electa para ocupar el cargo más importante de este organismo internacional.

Acerca del Director
Entre las funciones de la dirección están: dirigir y supervisar los trabajos de los Sectores y Unidades que integran la SM; coordinar la relación de la SM con los demás órganos de la estructura institucional del MERCOSUR, por intermedio de la Presidencia Pro Tempore; entre otras.

La figura del Director de la SM fue establecida por el Protocolo de Ouro Preto. El mandato tiene duración de dos años, respetando el criterio de rotación por nacionalidad de los Estados Partes del bloque, en orden alfabético. Su elección es realizada por el Grupo Mercado Común (GMC) y designación a través de Decisión emitida por el CMC.





Arteterapia, Meditação, Musicoterapia, Naturopático, Osteopático, Quiroprático e Reiki são práticas integrativas e complementares de saúde, a partir de agora, pagos pelo SUS

Saúde inclui novos procedimentos no rol de práticas integrativas

Entre os procedimentos incluídos estão arteterapia, meditação e musicoterapia.As práticas integrativas e complementares valorizam o conhecimento tradicional e terapias alternativas.

Os serviços de saúde locais poderão oferecer mais tratamentos classificados como práticas integrativas e complementares (PICs) utilizando recursos federais. Foram incluídos, nesta semana, novos procedimentos na lista de práticas integrativas do Sistema Único de Saúde (SUS), que abrange recursos terapêuticos baseados em conhecimentos tradicionais. São sete novos tratamentos: sessão de arteterapia, sessão de meditação, sessão de musicoterapia, tratamento naturopático, sessão de tratamento osteopático, sessão de tratamento quiroprático e sessão de REIKI. A inclusão foi realizada por meio da Portaria N° 145/2017, publicada no Diário Oficial da União.

Os procedimentos já são realizados por vários municípios brasileiros, segundo dados do Programa de Melhoria do Acesso e da Qualidade na Atenção Básica (PMAQ-AB), mas, com as inclusões, o Ministério da Saúde poderá acompanhar as ações realizadas em todo o país e, com essas informações, qualificar as ações de cuidado.

Além das inclusões, foram também renomeados procedimentos já inclusos no rol das PICS. O objetivo é facilitar a identificação, pelos gestores, dos procedimentos nos sistemas de informação do SUS. As novas nomenclaturas são para terapia comunitária, dança circular/biodança, yoga, oficina de massagem/automassagem, sessão de auriculoterapia, sessão de massoterapia, e tratamento termal/crenoterápico.

PANORAMA – A Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) foi criada em 2006 e instituiu no SUS abordagens de cuidado integral à população por meio de recursos terapêuticos, entre eles fitoterapia, acupuntura, homeopatia, medicina antroposofica e termalismo.

Os serviços são oferecidos por iniciativa local, mas recebem financiamento do Ministério da Saúde por meio do Piso de Atenção Básica (PAB) de cada município. Em 2016, mais de 2 milhões de atendimentos utilizando praticas integrativas e complementares foram realizados nas unidades básicas de saúde, destes mais de 770 mil foram de Medicina Tradicional Chinesa, que inclui a acupuntura;  85 mil foram de Fitoterapia e  13 mil de Homeopatia. Mais de 926 mil foram de outras práticas integrativas que não tinha um código próprio para registro (que passam a ter com a publicação da portaria esta semana).

Atualmente, mais de 1.708 municípios oferecem práticas integrativas e complementares e a distribuição dos serviços está concentrada em 78% na atenção básica, principal porta de entrada do SUS, 18% na atenção especializada e 4% na atenção hospitalar. Hoje, mais de 7.700 estabelecimentos de saúde ofertam alguma prática integrativa e complementar em saúde, o que representa cerca de 28% das unidades básicas de saúde. Os dados revelam ainda que as PICs estão presentes em quase 30% dos municípios brasileiros, distribuídos pelos 27 estados e Distrito Federal e estão presentes em 100% das capitais brasileiras.

Desde a sua implantação, a procura e o acesso dos usuários do SUS a essas práticas integrativas tem crescido exponencialmente. Este movimento de crescimento deve-se a diversos fatores, entre eles o maior reconhecimento dessas práticas pelas evidências científicas e mesmo por sua efetividade pragmática facilmente verificável pelos beneficiados; o crescente número de profissionais capacitados e habilitados; o reconhecimento e a valorização dos conhecimentos tradicionais de onde se originam grande parte destas práticas, sendo reconhecido inclusive pela Organização Mundial da Saúde, que incentiva os países a inserir estas práticas em seus sistemas de saúde, como tem feito o Brasil.

Por Priscila Silva, da Agência Saúde 


ANVISA, Prorroga até 10 de março o prazo para contribuições à Agenda Regulatória 2017-2020

A Diretoria Colegiada da Anvisa decidiu nesta terça-feira (17/1) prorrogar o prazo de contribuições para a Agenda Regulatória (AR) 2017-2020.

O novo prazo para participar  da construção da Agenda Regulatória da Anvisa 2017-2020 é o próximo dia 10 de março.

A decisão tomada pela Diretoria Colegiada nesta terça-feira estendeu o tempo para o envio de contribuições em mais cinco semanas, na comparação com o prazo original, que se encerraria no dia 4 de fevereiro.

O pedido de prorrogação feito à Diretoria da Anvisa partiu de alguns representantes da sociedade civil organizada,  que necessitavam de mais tempo para avaliar e identificar, de maneira qualificada, os problemas relacionados ao marco regulatório da Anvisa, conforme previsto no Edital de Chamamento nº 02 de 30/11/2016.

A fase de participação social na Agenda Regulatória da Anvisa foi iniciada em 5 de dezembro de 2016. Ela tem o objetivo de receber  contribuições da sociedade em relação ao problemas regulatórios em normas de competência da Anvisa e sugestões sobre os temas em andamento na Agência e que devem migrar com prioridade para a Agenda dos próximos quatro anos.

Para contribuir com a Agenda Regulatória 2017-2020, saber mais detalhes e acompanhar o andamento do processo de construção, acesse a página da Agenda Regulatória 2017-2020.



FEBRE AMARELA - Especialistas orientam sobre prevenção

Especialistas do Ministério da Saúde (MS) e da Fundação Oswaldo Cruz seguem acompanhando a investigação de casos suspeitos de febre amarela silvestre em Minas Gerais. De acordo com os dados divulgados pela Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais (SES/MG) na sexta-feira (13/1), existem 20 casos prováveis de febre amarela silvestre, com dez óbitos prováveis. Ao todo, são 133 casos suspeitos notificados e 38 mortes suspeitas da doença em 24 municípios.

Doença infecciosa febril aguda, causada por um vírus transmitido por mosquito, a febre amarela não é registrada em centros urbanos do Brasil desde a década de 1940. Os casos em investigação em Minas Gerais se referem à febre amarela silvestre, presente em regiões silvestres, rurais ou de mata no país. A febre amarela silvestre e a febre amarela urbana são causadas pelo mesmo vírus, mas são transmitidas por diferentes mosquitos.

“Apesar de a área acometida ser considerada área de potencial transmissão de febre amarela, sem ter havido expansão até o momento para novas áreas, o número de casos observados é acima do esperado, levando a maior preocupação”, afirma o médico infectologista André Siqueira, integrante da equipe do Laboratório de Pesquisa Clínica em Doenças Febris Agudas do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI/Fiocruz). “Uma conjunção de fatores pode estar associada ao aumento de casos de febre amarela, todos relacionados a certa elevação da quantidade de vírus da febre amarela circulante em determinada região, valendo destacar: um aumento da população suscetível (não imune) tanto de humanos quanto de macacos; maior proximidade entre macacos, mosquitos e humanos que podem se dever a fatores ambientais, climáticos e/ou demográficos; e baixa cobertura vacinal”, explica.

Segundo o pesquisador, a diferente classificação de febre amarela urbana e silvestre diz respeito ao ambiente ou contexto onde a transmissão ocorre. Na febre amarela silvestre, os mosquitos dos gêneros Haemagogus e Sabethes transmitem o vírus e tem os macacos como os principais hospedeiros. A contaminação de seres humanos ocorre quando uma pessoa não vacinada é picada por um mosquito contaminado pelo vírus. Na febre amarela urbana, o vírus é transmitido pelo mosquito Aedes aegypti ao homem. Especialistas reforçam que o vírus nunca é transmitido de ser humano para ser humano.

Restrita a algumas regiões do Brasil, a febre amarela tem como sintomas iniciais febre, calafrios, dor de cabeça, dores nas costas, dores no corpo em geral, náuseas e vômitos, fadiga e fraqueza. Em casos graves, a pessoa pode desenvolver febre alta, icterícia (coloração amarelada da pele e do branco dos olhos), hemorragia e, eventualmente, choque e insuficiência de múltiplos órgãos. Se não for tratada rapidamente, a febre amarela pode levar à morte em cerca de uma semana.

De acordo com especialistas, não há tratamento específico para a febre amarela. A vacinação continua sendo a principal medida de prevenção contra a doença, além do controle do vetor. Produzida pelo Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz), a imunização é oferecida gratuitamente no Calendário Nacional de Vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS).

“A prevenção contra a febre amarela se dá pela proteção contra a picada de mosquitos com o uso de repelentes e roupas protetoras e com o uso da vacina. A vacina é altamente eficaz e segura nos grupos indicados, conferindo, segundo orientação da OMS, proteção duradoura com uma única dose (o Brasil, no entanto, opta por recomendar e oferecer ao menos uma dose de reforço após 10 anos da primeira)”, esclarece André. “A grande vantagem da vacina é que mesmo que a pessoa receba a picada (já que pode haver dificuldades na cobertura de toda a superfície corporal com repelentes ou reaplica-lo nos intervalos necessários), ela está imunizada. Vale lembrar que crianças abaixo de 6 meses, gestantes e idosos acima de 65 anos, bem como indivíduos em tratamento ou com condições que levem a depressão da imunidade, não devem tomar a vacina ao menos que haja recomendação explícita do médico”, destaca.

Os estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Espírito Santo e Rio de Janeiro estão fora da área de recomendação para a vacina. Quem vai viajar para regiões silvestres, rurais ou de mata deve se vacinar contra a febre amarela com pelo menos dez dias de antecedência. Para residentes em áreas de risco, o Ministério da Saúde recomenda, para crianças, a administração de uma dose aos 9 meses de idade e um reforço aos 4 anos. Para pessoas a partir de 5 anos de idade que receberam uma dose da vacina, é necessário um reforço; para quem que nunca foi vacinado ou não possui comprovante de vacinação, é preciso administrar a primeira dose da vacina e um reforço após 10 anos. Pessoas que já receberam duas doses da vacina ao longo da vida já são consideradas protegidas.

Fiocruz no combate da febre amarela

Além de ser reconhecida internacionalmente como fabricante de vacina antiamarílica, a Fundação Oswaldo Cruz também cumpre papel importante na prevenção, monitoramento e controle da situação, com apoio à vigilância epidemiológica realizada por estados e municípios. A Fiocruz colabora de forma estreita com o MS com a formação de pessoal, desenvolvimento de tecnologias e produção de conhecimento científico no aprimoramento da detecção precoce de cenários de vulnerabilidade e de situações de risco para a tomada de decisão voltadas à proteção da população contra a febre amarela. Os ciclos de ocorrência de febre amarela silvestre, que implicam na participação de espécies de macacos na circulação do vírus, tem apresentado o desafio do desenvolvimento de modelos de vigilância e sistemas de alerta voltados ao monitoramento continuado do comportamento da saúde dos macacos nas regiões endêmicas.

A Fundação realiza pesquisa, desenvolvimento tecnológico e inovação relacionados à biologia molecular do vírus e ainda atua como centro de referência no esclarecimento de casos suspeitos de febre amarela. A Fiocruz também efetua análises laboratoriais em toda a cadeia completa de diagnóstico da doença (sorologia IgM e IgG; PCR; isolamento viral e estudo de genotipagem; imunofluorescência e imunohistoquímica). A instituição trabalha ainda diretamente com o MS e o SUS no desenvolvimento de protocolos de diagnóstico e do manejo clínico de pessoas suspeitas de terem contraído a febre amarela, sendo centro de referência para este fim em suas unidades assistenciais.

Em entomologia, o prestígio obtido por Oswaldo Cruz, Carlos Chagas e Artur Neiva nas campanhas contra malária, febre amarela e a peste bubônica, no início do século 20, permitiu a criação de condições para o estabelecimento de um centro de entomologia com projeção no cenário mundial pelos descobrimentos em vários campos. Hoje, o Departamento de Entomologia do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) conta com uma das maiores coleções entomológicas da América Latina, com mais de um milhão e 200 mil exemplares no seu acervo, localizado no Castelo Mourisco. Entre as principais linhas de investigação destacam-se os estudos sobre taxionomia, sistemática, biologia, ecologia e potencialidade vetora de diversos mosquitos, incluindo aqueles transmissores da febre amarela.

Fiocruz


MCTIC TERÁ acesso a R$ 1,7 bilhão do Orçamento em 2017 - CNPq receberá R$ 1,1 bilhão, a administração do MCTIC, R$ 296 milhões e as OS, como CNPEM e a RNP, receberão R$ 317 milhões

O Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) terá acesso a R$ 1,7 bilhão para recompor integralmente o orçamento da pasta para o ano de 2017. Com essa transferência, o MCTIC poderá usufruir de todos os recursos que estavam vinculados à Fonte 900 e que agora passam a integrar a Fonte 188 – ligada ao Tesouro Nacional. Assim, o montante ficará disponível para empenho.   

A liberação dos recursos é fruto de solicitação do ministro Gilberto Kassab ao governo federal para executar os pagamentos de competência da pasta. O montante será utilizado para antecipar os pagamentos com as bolsas dos meses de janeiro e fevereiro e despesas administrativas do ministério.

A celeridade na obtenção de recursos para execução dos serviços e ações do MCTIC foi uma "homenagem à comunidade científica", segundo o ministro Gilberto Kassab. "O governo tem a consciência muito clara de que essa pasta teve um tratamento muito ruim nos últimos anos", afirmou.

O remanejamento está descrito em uma portaria do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, publicada nesta segunda-feira (16) no Diário Oficial da União. O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) receberá R$ 1,1 bilhão, a administração do MCTIC, R$ 296 milhões e as Organizações Sociais (OS) ligadas ao ministério, como o Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM) e a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), receberão R$ 317 milhões.

Transparência
A Fonte 900 não dá garantias de onde viria o dinheiro, nem quando ele seria disponibilizado, por se tratar de uma fonte condicionada à disponibilidade de recursos adicionais aos do Tesouro Nacional. Para evitar a paralização dos serviços prestados pelo ministério e das entidades vinculadas e conferir mais segurança à execução do orçamento, o montante foi transferido para uma fonte do grupo 100, ligada ao Tesouro Nacional. Segundo Kassab, "o governo está honrando seu compromisso de tentar recuperar o orçamento do setor".

O orçamento do MCTIC disponível para investimentos em ciência, tecnologia e inovação este ano (excluindo gastos com pessoal e contingenciamentos) é de aproximadamente R$ 6 bilhões, valor 25% maior do que o do ano passado (em valores nominais, sem contar a inflação), segundo cálculos da pasta.

Fonte: MCTIC


IoT - Plano Nacional de Internet das Coisas, (MCTIC) prorrogou até 6 de fevereiro o prazo para a apresentação de contribuições à consulta pública

Interessados em participar da consulta pública poderão enviar sugestões e críticas ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) até o dia 6 de fevereiro. A iniciativa busca compilar opiniões para construir um diagnóstico sobre os desafios e oportunidades de Internet das Coisas no Brasil e subsidiar uma estratégia de ações para o setor até o ano de 2022. Os resultados obtidos serão consolidados e discutidos pela Câmara IoT, criado pelo governo brasileiro em 2014.

Por Ascom do MCTIC
Publicação: 17/01/2017 | 13:09
Última modificação: 17/01/2017 | 13:37

O Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) prorrogou até 6 de fevereiro o prazo para a apresentação de contribuições à consulta pública sobre o Plano Nacional de Internet das Coisas (IoT). As sugestões podem ser feitas nesta página.

A consulta pública busca identificar tópicos-chave para a viabilização de IoT no Brasil. Dividido em vários itens, o documento objetiva obter a opinião dos diversos agentes envolvidos para construir um diagnóstico sobre os desafios e oportunidades de IoT no país. Os resultados serão disponibilizados de maneira consolidada e discutidos pela Câmara IoT, criada pelo governo brasileiro em 2014.

Além da consulta pública, o MCTIC e o e o Banco Nacional para o Desenvolvimento (BNDES) realizam um estudo técnico que vai diagnosticar o cenário nacional e propor políticas públicas em Internet das Coisas, estimulando a cooperação e a articulação entre empresas, poder público, universidades e centros de pesquisa.

Lançamento

De acordo com o secretário de Política de Informática do MCTIC, Maximiliano Martinhão, o Plano Nacional de IoT será apresentado durante o GSMA Mobile World Congress, que vai ocorrer de 27 a  1º de março, em Barcelona (Espanha). O plano vai prever ações para desenvolver tecnologias de IoT no Brasil até 2022. Segundo Martinhão, "a Internet das Coisas poderá modificar a nossa indústria, a prestação de serviços e o desenvolvimento do setor de tecnologias da informação e comunicação."

O que é
A Internet das Coisas consiste na rede de todos os objetos que se comunicam e interagem de forma autônoma, via internet. Isso permite o monitoramento e gerenciamento desses dispositivos via software para aumentar a eficiência de sistemas e processos, habilitar novos serviços e melhorar a qualidade de vida das pessoas. As aplicações são diversas e incluem desde o monitoramento de saúde, o controle de automação industrial e o uso de dispositivos pessoais conectados.

A IoT tem o potencial de mudar profundamente a forma como interagimos com o ambiente. Estima-se que já existam mais de 15 bilhões de dispositivos conectados em todo o mundo, incluindo smartphones e computadores. A previsão é que, na próxima década, esse valor aumentará drasticamente, atingindo 35 bilhões de dispositivos em 2025, ou vezes a população mundial.

Fonte: MCTIC


Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, confira a agenda do Ministro Marco Pereira durante a semana

O ministro Marcos Pereira participa nesta semana, em Davos, na Suíça, do Fórum Econômico Mundial. Durante os workshops e reuniões com lideranças econômicas e políticas mundiais, o ministro vai mostrar a disposição do governo brasileiro de intensificar a participação nos fluxos de comércio e investimentos globais e de se engajar nas negociações de novos acordos comerciais.

“Nossa mensagem em Davos será de que o Brasil busca mais abertura e maior inserção no mundo. Estamos trabalhando para intensificar nossa participação nos fluxos de comércio e investimentos globais para que nossas empresas ganhem escala e produtividade”, afirmou.
O ministro tem reuniões agendadas com Paula Santilli (PepsiCo), Luis Alvarez Satorre (BT Group Plc), Aditya Mittal (ArcelorMittal) e Juan Gilberto Marin Quintero (Grupo Alquimara). Nestes encontros, Marcos Pereira afirmará aos líderes empresariais que o governo está empenhado em aprovar reformas que contribuam para a retomada do crescimento econômico. Em relação ao MDIC, o ministro destacará uma série de medidas de simplificação administrativa e facilitação de comércio que foram implementadas para melhorar o ambiente de negócios e reduzir custos para o setor produtivo.

O ministro participa ainda do Business Interaction Group (BIG Brazil), evento que reúne representantes das principais empresas multinacionais, juntamente com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles; do presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn; e do presidente da Apex-Brasil, Roberto Jaguaribe. “Será uma grande oportunidade de mostrar que o Brasil está aberto e busca ativamente novos parceiros para aumentar, diversificar e melhorar nossas relações comerciais, a fim de contribuir para o crescimento e a estabilidade da economia brasileira”, disse o ministro.

Marcos Pereira cumprirá ainda durante o Fórum uma série de encontros bilaterais. Estão previstas reuniões com o ministro de Produção da Argentina, Franciso Cabrera; com o ministro do Comércio, Indústria e Energia da Coreia, Joo Hyung Hwan; com o ministro de Economia da Suíça, Johann N. Schneider-Amman; e com a comissária de Comércio da União Europeia, Cecilia Malmström.

Novos acordos

Paralelamente à agenda do Fórum Econômico Mundial, o ministro Marcos Pereira participará do lançamento das negociações para um acordo de livre comércio entre o Mercosul e o EFTA, bloco formado por quatro países europeus - Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein – e que representa o 11º destino das exportações brasileiras.

Os maiores ganhos para o Brasil com a conclusão do acordo concentram-se nos bens básicos. Em relação aos bens industriais, os setores mais beneficiados serão os de químicos orgânicos, vestuário e calçados, produtos de cerâmica e madeira.

Segundo o ministro Marcos Pereira, as negociações com EFTA fazem parte de uma atualização da política econômica e comercial, com vistas a assegurar uma inserção competitiva do Brasil na economia global.

 AGENDA DO MINISTRO MARCOS PEREIRA EM DAVOS (+3 horas em relação ao horário de Brasília)

SEGUNDA-FEIRA, 16 DE JANEIRO
16h20   Chegada ao Aeroporto em Zurique

TERÇA-FEIRA, 17 DE JANEIRO
12h00 - Chegada em Davos
17h00 - Reunião com a Sra. Paula Santilli, PepsiCo Local : Congress Centre, Bilateral 0.6
17h30 - Reunião com o Sr. Luis Alvarez Satorre, BT Group Plc  Local : Congress Centre, Bilateral 0.6
19h30 - Jantar com Klaus Schwab   Local: Morosani Schweizerhof, Gardenhall

QUARTA-FEIRA, 18 DE JANEIRO
09h00 - Workshop “Construindo o Futuro da Produção: Reunião do Conselho Diretor”
11h00  - Diálogo entre os participantes sobre ações e prioridades para o fortalecimento do sistema produtivo Local: Congress Centre, Parsenn
11h15 - Reunião com o Sr. Aditya Mittal, ArcelorMittal  Local: Congress Centre, Bilateral 2
12h00 - Almoço com Ministro de Produção da Argentina, Franciso Cabrera
15h30 - Reunião com o Ministro do Comércio, Indústria e Energia da Coreia, Joo Hyung Hwan Local: Congress Centre, Talstrasse 49ª, Bilateral 1
17h30 - Business Interaction Group - BIG Brazil  Local: Congress Centre, Pischa

QUINTA-FEIRA, 19 DE JANEIRO
09h00 - Workshop “O futuro da produção: explorando estratégias regionais”
11h00 - Discussão sobre o novo panorama mundial de produção e possibilidades para garantir sustentabilidade, emprego e crescimento   Local: Morosani Posthotel, Poststube
14h30 - Reunião Bilateral com a Comissária de Comércio da UE, Cecilia Malmström  Local: Hotel National, Obere Strasse 31 – Seminar Room
15h00 - Lançamento das Negociações Mercosul- EFTA  Local: Davos Rathaus (Berglistutz 1)
16h00 - Reunião do Conselho Diretivo sobre Comércio e Investimento Internacional  Local: Ameron Swiss Mountain Hotel, Symondpark 1
18h00 - Bilateral com Ministro de Economia da Suíça, Johann N. Schneider-Amman  Local: Morosani Schweizerhof Hotel, Promenade 50.

SEXTA-FEIRA, 20 DE JANEIRO
11h00 - Reunião com o Sr. Juan Gilberto Marin Quintero, CEO do Grupo Alquimara SA  Local : Congress Centre,
11h30 - Reunião com Sr. Klaus Schwab e delegação brasileira   Local: Congress Centre, Rinerhorn Club
14h00 - Deslocamento terrestre de Davos para Zurique
19h00 - Reunião com o Embaixador Alexandre Gueiros, Cônsul- Geral do Brasil em Zurique
  
Assessoria de Comunicação Social do MDIC 


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