Destaques

sábado, 22 de abril de 2017

O sofrimento só é intolerável quando ninguém cuida”, Cicely Saunders, pioneira do movimento moderno de Cuidados Paliativos

Tratar o paciente sob um olhar mais humanizado, aliviar o sofrimento, seja ele físico, emocional, social ou espiritual, proporcionar qualidade a cada dia de vida e oferecendo apoio aos familiares é o objetivo dos Cuidados Paliativos.

Dados demográficos e epidemiológicos revelam o importante aumento da incidência e prevalência das doenças crônico-degenerativas, em especial, na população idosa, que requer outro modelo de atenção.

Cuidados Paliativos são o conjunto de metodologias assistenciais oferecidas individualmente para cada paciente que tenha uma doença fora de possibilidades de cura (que ameace a vida), com doenças crônicas, internações frequentes, que exigem cuidados especiais, e, em reabilitação, carecendo melhor qualidade de vida que passa a ser oferecida através da prevenção e alivio do sofrimento imposto pela doença.

A necessidade de implantação de clínicas especializadas em cuidados paliativos e reabilitação é uma lacuna na assistência ao paciente que exige cuidados especiais, e, uma alternativa para desospitalização dos sistemas públicos e privados de saúde, minimizando o tempo de internação hospitalar. Para isso é fundamental que o paciente tenha acesso a uma equipe multidisciplinar que assume o desafio de avaliar e tratar da dor e outros sintomas físicos, assim como aspectos sociais, psicológicos e espirituais do paciente e de sua Família.

Pacientes sem expectativa de cura ficam submetidos a longos e, muitas vezes desnecessários períodos de internação, em especial nas unidades de terapia intensiva, nem sempre ou quase nunca se beneficiam adequadamente da infraestrutura dos leitos de alta complexidade, são privados de uma série de aspectos que tornam o modelo impessoal, desumano, mecanizado, sem qualidade de vida em todos aspectos que envolvam, essencialmente, o emocional que, também, afeta diretamente os entes próximos, sem falar nos elevadíssimos custos hospitalares, além da desnecessária exposição do paciente à potencias outros riscos de contaminações.

A proposta não deixa de lançar mão dos avanços tecnológicos da medicina, pretende incluir no tratamento o bem estar do ser humano, oferecendo melhor qualidade de vida centrada no paciente, respeitando preferências e autonomia, abrange, também, a Família, notadamente, a partir do momento que o médico responsável identifica que não existem mais possibilidades da doença ser curada. Todos os envolvidos nesse processo de adoecimento e terminalidade devem ser acolhidos e contemplados pelos Cuidados Paliativos.

O tratamento é desenvolvido pela Equipe multidisciplinar com o diálogo, aberto e franco, mas diligente com compaixão e atenção aos  mínimos detalhes, para garantir a autonomia do paciente e a sua Família, o paciente deve ser visto como indivíduo único, que tem necessidades e precisa de atenção personalizada. A Equipe precisa enxergar o paciente em sua integralidade, nas dimensões física, psicológica, social e espiritual, intervenções invasivas dão lugar a mais contato humano, comunicação efetiva e atendimento individualizado.

De certa forma os cuidados paliativos resgatam antigas abordagens que a medicina moderna, automatizada, mecanizada, fundamentada em resultados obtidos com dezenas de exames clínicos e diagnósticos, gradativamente deixaram de ser proporcionada aos pacientes a atenção que requerem, em especial, em momentos limites da expectativa de cura, onde afloram as dores, temores, anseios, desejos que precisam ser respeitados e considerados como foco principal do atendimento.

Procurar medidas para extravasar os sentimentos através de atividades prazerosas: exercícios físicos, saídas com os amigos, escutar música, ler um bom livro, entre tantas opções que possam trazer uma sensação de bem-estar, tudo sem deixar de dar continuidade ao tratamento preconizado para a doença.

Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), criou em 2004, a Comissão Permanente de Cuidados Paliativos da, que desenvolve atividades educativas, informando e divulgando a prática dos Cuidados Paliativos e como ferramenta, publicou em 2015 o manual, em anexo, para a abordagem introdutória, objetivando estimular o aprofundamento de conhecimento e reflexões para intervenções paliativas efetivas em idosos.


A major mosquito-borne viral disease outbreak caused by Zika virus (ZIKV) occurred in Bahia, Brazil, in 2015, largely due to transmission by the mosquito, Aedes aegypti (L.). Detecting ZIKV in field samples of Ae. aegypti has proven problematic in some locations, suggesting other mosquito species might be contributing to the spread of ZIKV. In this study, several (five) adult Aedes albopictus (Skuse) mosquitoes that emerged from a 2015 field collection of eggs from Camaçari, Bahia, Brazil, were positive for ZIKV RNA; however, attempts to isolate live virus were not successful. Results from this study suggest that field-collected Ae. albopictus eggs may contain ZIKV RNA that require further tests for infectious ZIKV. There is a need to investigate the role of Ae. albopictus in the ZIKV infection process in Brazil and to study the potential presence of vertical and sexual transmission of ZIKV in this species.

Zika virus, Aedes albopictus, vertical transmission
Issue Section:


In early 2015, an outbreak of mosquito-borne Zika virus (ZIKV, FlaviviridaeFlavivirus) occurred in Bahia, Brazil. Zika virus, a single-stranded RNA arbovirus, can cycle between mosquitoes and humans in an urban environment (Duffy et al. 2009, Haddow et al. 2012) and is transmitted to humans primarily by Aedes aegypti (L.) (Centers for Disease Control and Prevention [CDC], Guerbois et al. 2016, Ferreira-de-Brito et al. 2016). Other Aedes spp. are thought to be secondary vectors (Diallo et al 2014, Ioos et al. 2014). Aedes albopictus (Skuse) has been shown to be a natural vector for ZIKV (Grard et al. 2014, Pan American Health Organization/World Health Organization, [PAHO/WHO] 2016) and is capable of transmitting ZIKV in the laboratory (Chouin-Carneiro et al. 2016). Multiple Aedes species and Culex perfuscus Edwards were found infected with live ZIKV in field studies in Senegal (Diallo et al 2014). During a ZIKV outbreak in Micronesia, 73% of the human population were infected with ZIKV, and Aedes hensilli Farner was the most abundant mosquito, suggesting it was the primary vector (Duffy et al. 2009, Ledermann et al. 2014).

The Zika outbreak in Bahia resulted in 110,000 human cases (PAHO/WHO 2016). The first cases were detected in Camaçari, Bahia, Brazil (Campos et al. 2015), and subsequently, Zika could be found throughout Brazil (PAHO/WHO). Zika virus has rapidly spread to most of the southern hemisphere of the Americas and has made inroads into the southern United States, primarily in local Ae. aegypti populations. Aedes aegypti in Rio de Janeiro, Brazil, were the primary ZIKV vector while collections of Ae. albopictus and Culex quinquefasciatus Say were negative for ZIKV (Ferreira-de-Brito et al. 2016). This study suggested vertical and sexual transmission of ZIKV because one Ae. aegypti male was positive for ZIKV. Recent studies in Brazil and China suggested that Cx. quinquefasciatus might have a role in ZIKV transmission (Ayres 2016, Guo et al. 2016).
Here, we report the detection of ZIKV RNA in adult Ae. albopictus collected as eggs during 2015 from Camaçari, Bahia, Brazil.

Materials and Methods
In August 2015, mosquito eggs were collected to establish a laboratory colony from neighborhoods where Zika cases were identified (7,391 suspected cases of exanthematous illness like Zika were reported in Camaçari with 2,626 cases/100,000 inhabitants [Secretaria de Saúde do Estado da Bahia, 2016]). Standard oviposition cups, containing germination paper, were placed at three sites in Camaçari (two cups per site; two collections 7 d apart). Field-collected eggs (≥50) were hatched, aquatic stages reared, and the adults maintained under standard conditions (Alto et al. 2014). The field-collected eggs provided 20 female and 19 male adult Ae. albopictus and one adult Ae. aegypti that was discarded. The adults were mated with one another; females were blood-fed by providing chicken blood to produce F1 eggs to establish a colony following approved IACUC procedures (IACUC number 201507682). The same adult female and male mosquito bodies were placed individually in 1.5-ml tubes and stored at −80 °C until processed to extract RNA.

The adult mosquito bodies (not including the F1 mosquitoes) were analyzed to detect ZIKV RNA using reverse transcription and quantitative PCR (RT-qPCR). The legs from each mosquito were placed in individual tubes and stored at −80 °C for later processing to detect live virus. The RNA was extracted from each Ae. albopictus body using Trizol reagent (Thermo Fisher, Waltham, MA). Primer sequences specific to ZIKV were designed (IDT, Coralville, IA) to the NS2B gene of a ZIKV isolate from human blood collected in 2015 in Salvador, Brazil (GenBank KX520666, Table 1). RNA was treated with DNase (Fisher) and reverse transcribed using Enhanced Avian Reverse Transcriptase (42 °C for 50 min, Sigma Aldrich, St. Louis, MO), and qPCR reactions were performed using SsoAdvanced SYBR green Supermix on a BioRad CFX96 Real-Time PCR Detection System following standard protocols (BioRad, Hercules, CA). The qPCR conditions were 95 °C for 30 s followed by 39 amplification cycles of 95 °C for 5 s and 60 °C for 30 s. The positive control used in all qPCR reactions was a ZIKV isolate from French Polynesia (strain H/PF/2013, GenBank KJ776791.1) provided by the CDC in January 2016. The titer of ZIKV for each positive Ae. albopictus body was calculated as described elsewhere (Shin et al. 2014), but with ZIKV stock virus to generate the standard curve. Specifically, ZIKV titration in samples was performed using the iTaq Universal SYBR Green One-Step Kit (BioRad, Hercules, CA) on the Bio-Rad CFX96 Real-Time PCR Detection System with the same ZIKV specific primers as mentioned. The standard curves for ZIKV titer were obtained by serial dilution of ZIKV stock (7.2 log10 plaque forming unit). The standard curve was defined as the regression line of the logarithm of standard copy number versus Cq (quantification cycle) value.
Table 1
Primers and probes used to verify presence of ZIKV in mosquito samples
Primers and probe name 
Sequences 
Position 
Amplicon (Base pairs) 
ZIKV NS2B set 1 F 
5ʹ-GTTACGTGGTCTCAGGAAAGAG-3ʹ 
4274–4295 
191 
ZIKV NS2B set 1 R 
5ʹ-CATCAGGACCACCTTGAGTATG-3ʹ 
4464–4443 

ZIKV NS2B F 
5ʹ-GTTACGTGGTCTCAGGAAAGAG-3ʹ 
4274–4295 
135 
ZIKV NS2B R 
5ʹ-GGGAGAAATCACCACTCTCATC-3ʹ 
4408–4387 

ZIKV NS2B probe 
FAM/TGCGGAAGT/ZEN/CACTGGAAACAGTCC-3IABkFQ-3ʹ 
4344–4367 

Quantitative PCR reactions showing ZIKV RNA were analyzed by gel electrophoresis, and DNA was isolated by following the protocols using the GenElute Gel Extraction Kit (Sigma Aldrich, Shin et al. 2014). PCR products (191 nucleotides) were sequenced at Eurofins MWG Operon LLC (Louisville, KY) in both directions using the same primers from the qPCR reaction. A mosquito was considered positive for ZIKV RNA if RT-qPCR showed a Cq  ≤ 36 and the PCR product sequence matched ZIKV sequence (≥98% to GenBank KX520666) by Basic Local Alignment Search Tool analysis (Blastn, GenBank). Samples with ZIKV RNA were further screened with a nested qRT-PCR reaction using the iTaq Universal Probes One-Step kit (BioRad). Primers and a probe specific to ZIKV were designed to the NS2B gene of the same ZIKV isolate mentioned previously (Table 1). The amplification was performed as follows: 50 °C for 10 min; 95 °C for 2 min; 39 cycles of 95 °C for 15 s and 60 °C for 30 s on the previously mentioned PCR detection system. Quantitative RT-PCR products were 135 nucleotides and Cq values were ≤35. To rule out contamination during processing, four replicates were performed for each sample. Standard no template controls and uninfected mosquito samples were tested in all ZIKV amplification assays.
Results and Discussion
Adult Ae. albopictus mosquito bodies from Camaçari were screened for ZIKV. Quantitative PCR found three female (infection rate [IR] = 15%) and two male (IR= 10%) mosquito bodies with ZIKV RNA with a Cq ≤ 36. The titer of ZIKV in each body was 2log10 ZIKV plaque-forming unit equivalents (pfue)/ml, consistent with little to no virus replication in these Ae. albopictus (Table 2). Sequence analysis of five PCR products revealed matches (≥98%, Blastn GenBank) to several ZIKV isolates, including ZIKV from human blood collected in 2015 from Salvador, Brazil, and a human urine sample collected in 2016 from Florida (GenBank KX520666 and KX922707, respectively). Phylogenetic analysis rooted with Spondweni virus showed that sequences from the NS2B gene from the Ae. albopictus adults belonged to ZIKV Asian lineage (Zhu et al. 2016, Supp. Figure S1 [online only]).
Table 2
Determination of Cq value and associated titer of ZIKV in adult Ae. albopictus collected in Camaçari
Individual mosquito (ID no.) 
Sex 
Avg Cqa 
Titer (pfue/ml) 
35.8 
154.2 
18 
34.9 
273 
20 
33.0 
793.8 
34.9 
265.5 
11 
35.3 
213.4 
a
Avg Cq―Average of the Cq values from the technical replicates for each body.
The detection of ZIKV RNA from five adult Ae. albopictus reared from eggs collected during the 2015 outbreak in Camaçari, Bahia, Brazil, is consistent with the potential for vertical or sexual transmission of ZIKV by Ae. albopictus; however, evidence supporting this was not conclusive. Vertical transmission has been observed for dengue, yellow fever, West Nile, Japanese encephalitis, and St. Louis encephalitis viruses in several species of mosquitoes (Lequime et al. 2016). Natural vertical transmission of ZIKV was observed in a pool of male Aedes furcifer (Edwards) collected in Senegal (Diallo et al. 2014). Vertical and sexual transmission of ZIKV was observed for Ae. aegypti collected in Rio de Janeiro, Brazil (Ferreira-de-Brito et al. 2016), and vertical transmission of ZIKV was shown in Ae. aegypti after intrathoracic inoculation of ZIKV but not for Ae. albopictus (Thangamani et al. 2016).
Two questions require answers to assess the significance of this observation. 1) Was the ZIKV RNA owing to contamination during the processing of these mosquitoes? 2) Does the ZIKV RNA represent infectious ZIKV? We believe contamination is unlikely. The RNA extractions were all performed prior to us having ZIKV in our laboratory. Additionally, sequences from the PCR products of the Ae. albopictus samples differed sufficiently from our laboratory ZIKV to exhibit separate phylogenetic clustering. Nonspecific amplification of reverse-transcribed mosquito RNA during qPCR reactions could be a source of false positives; however, sequence analysis of positive products did not support this. The low titer of the ZIKV RNA in the adult samples suggests ZIKV did not replicate in these mosquitoes. Absence of replication could mean that complete ZIKV genome or live ZIKV was not introduced into the eggs, or that Ae. albopictus is not a competent vector for ZIKV. We were unable to isolate live ZIKV from the Camaçari Ae. albopictus samples using cell culture isolation. This and the low ZIKV RNA titer is the cause for uncertainty that vertical or sexual transmission of live ZIKV was responsible for the ZIKV RNA in these field-collected Ae. albopictus eggs, although this does not preclude viral replication under different conditions. Future work is needed to characterize the mechanism responsible for transfer of ZIKV RNA to Ae. albopictus eggs and whether live ZIKV can accompany this under various yet unknown conditions.

Finding Ae. albopictus from Brazil with ZIKV RNA adds further cause for considering Ae. albopictus’ role in ZIKV epidemiology in Bahia, Brazil, in 2015.

Zika virus RNA in field-collected eggs from mosquitoes where there is current ZIKV transmission is concerning. Samples of mosquitoes, including those resulting from field-collected eggs that are returned to the laboratory from regions with ZIKV, must be treated with the potential that resulting adult mosquitoes or their offspring might be positive for ZIKV RNA. These mosquitoes must be characterized for live ZIKV to ensure they are uninfected or they must be treated as if they did contain infectious ZIKV and maintained under the appropriate required safety and containment practices.

Acknowledgments
We thank J. Day and B. Alto for critical review of earlier drafts of this manuscript. This research was supported in part by the Florida Department of Agriculture and Consumer Services Grant 00119227 to Chelsea T. Smartt.
Subject Editor: William Reisen
© The Authors 2017. Published by Oxford University Press on behalf of Entomological Society of America. All rights reserved. For Permissions, please email: journals.permissions@oup.com


Scientists Find Zika RNA in a Second Mosquito Species

A UF/IFAS research team collected 20 female and 19 male Aedes albopictus mosquitoes as eggs, raised them to adults and tested the adults for the Zika virus RNA


UF/IFAS scientists, led by entomology associate professor Chelsea Smartt, have found Zika virus RNA in Aedes albopictus, also known as the Asian Tiger Mosquito, seen above. Aedes agypti has received the most media attention since the Zika virus broke out. But scientists never discounted Aedes albopictus as a possible transmitter of the dangerous virus.

PHOTO CREDIT: UF/IFASGAINESVILLE, Fla. — A University of Florida Institute of Food and Agricultural Sciences molecular biologist has found Zika RNA in a type of mosquito not often associated with the virus.

UF/IFAS entomology associate professor Chelsea Smartt led a research team that found Zika RNA in Aedes albopictus. That’s not the species—known as Aedes aegypti—most often associated with Zika. But scientists have never discounted Aedes albopictus as another possible carrier of the potentially deadly virus.

Brazil has the highest number of reported Zika virus cases worldwide, with more than 200,000 as of December 2016. So, Smartt set her sights on tracking down Zika-infected mosquitoes in Camacari, Brazil, near the Atlantic coast.

Smartt and her research team collected 20 female and 19 male Aedes albopictus mosquitoes as eggs, raised them to adults and tested the adults for the Zika virus RNA. They found five of them positive for Zika RNA, Smartt said. 

“These results are important because they are the first to show that Aedes albopictus can be infected with Zika virus RNA,” said Smartt, a faculty member at the UF/IFAS Florida Medical Entomology Laboratory in Vero Beach, Florida. “Also, this study found Zika virus RNA in male mosquitoes, which we can infer also means the Zika virus RNA came from the mother. We need to determine if live Zika virus can also be transmitted in Aedes albopictus.”

The findings show that mosquitoes, like Aedes albopictus, in an area with a high density of Zika virus, can contain Zika virus RNA and then these mosquitoes must also be tested for live Zika virus before transporting them to a laboratory for further experimentation to ensure they are not able to transmit live Zika virus.
Since researchers and the media started seriously chronicling the Zika virus in the U.S. in 2015, Aedes agypti mosquitoes have received a lot of attention. Scientists have found that Aedes aegypti is the main type of mosquito that spreads Zika, dengue, chikungunya, and other viruses, while Aedes albopictus is less likely to spread Zika and other similar viruses.

Aedes aegypti and Aedes albopictus mosquitoes abound in Florida, throughout most of the Southeast and in all the states along the southern border of the U.S., according to the U.S. Centers for Disease Control and Prevention. The range of Aedes albopictus expands into the Midwest. Its role in being able to transmit Zika virus is largely unknown.

Currently there is no vaccine available for Zika virus. To try to avoid mosquito bites, scientists and public health professionals urge people to stay indoors or wear long-sleeve shirts and pants if they’re outdoors, especially during the day, when mosquitoes that might transmit the Zika virus are more likely to bite. They also urge people to apply mosquito repellent containing DEET and remove mosquito-breeding habitats by removing water from containers because that’s where mosquitoes lay their eggs and the immature stages develop.



Ministro da Saúde, Ricardo Barros é o convidado da Record-News no programa Economia e Negócios desta segunda (24)

De um lado, problemas como filas de espera e leitos de hospitais lotados. De outro, programas para tratar doenças complexas que servem de modelo para outras nações. Como equalizar essas questões, minimizando as dificuldades?

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, é o convidado de Fátima Turci no programa desta segunda (24) e vai explicar que com um orçamento anual superior a 120 bilhões de reais essa solução pode ocorrer rapidamente com uma gestão eficiente.

"Vamos solucionar os problemas da saúde principalmente informatizando o sistema. Há bons recursos para a pasta e dá para fazer ainda mais. As PPP´s e a informatização do SUS (Sistema Único Saúde) são bons exemplos. O que não pode acontecer, porém, é alguns estados e municípios não organizarem suas contas e deixarem tudo para o governo federal. No Brasil todo, temos hospitais de excelência e que servem como modelo de gestão, basta observar o Sarah Kubtschek, Irmão Dulce em Salvador e o próprio Hospital do Câncer de Barretos".

Acompanhado do chefe de redação da Record News, Ailton Mineiro Nasser, o diretor nacional institucional da Record TV, Zacarias Pagnanelli recebeu o ministro Ricardo Barros em nome do presidente, Luiz Cláudio Costa, que estava em viagem.

O programa Economia e Negócios vai ao ar todas às segundas-feiras, às 22h, na Record News, com reprise aos sábados, às 23h15. A Record News é sintonizada pelos seguintes canais: 55 Vivo TV, 78 NET, 32 Oi TV, 14 Claro, 179 Sky e 134 GVT, além do 42 na TV aberta.



MINISTRO DA SAÚDE, RICARDO BARROS VAI A COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS DO SENADO EXPLICAR A REORGANIZAÇÃO DO PROGRAMA FARMÁCIA POPULAR

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, vai explicar na Comissão de Assuntos Sociais do Senado os cortes no Programa Farmácia Popular, bem como esclarecer a situação do Programa Mais Médicos e denúncias de irregularidades na Hemobrás. O requerimento de convocação (RAS 17/2017) é de autoria do senador Humberto Costa (PT-PE). Ele justificou que mais de seis mil farmácias foram desligadas do programa, representando um “prejuízo direto aos mais vulneráveis, especialmente os idosos”. A Reportagem é de George Cardim, da Rádio Senado.



Fonte: Senado Notícias

MINISTRO DA SAÚDE, RICARDO BARROS, PARTICIPARÁ DE REUNIÕES COM PREFEITOS E GESTORES DA SAÚDE EM TUBARÃO - SC, E FARÁ PALESTRA NA UNISUL, NO PRÓXIMO DIA 28

O Ministro da Saúde Ricardo Barros estará em Tubarão no próximo dia 28, a convite do prefeito, presidente da Amurel e presidente do Conselho Curador da Unisul, Joares Ponticelli, e do secretário de Saúde do município e professor da Unisul Daisson Trevisol.

O ministro participará de uma reunião com os prefeitos e gestores da Saúde de todos os municípios da região Sul do Estado (Amurel, Amrec e Amesc), no Salão Nobre da Unisul.

Logo após, Ricardo Barros, proferirá uma palestra no Espaço Integrado de Artes da Unisul. O evento que irá acontecer às 19h30min, será aberto ao público.

Fonte:UNISULHOJE


REVOLADE® - ELTROMBOPAGUE OLAMINA, ANVISA APROVOU O USO DO MEDICAMENTO

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o uso do medicamento Revolade® (eltrombopague olamina) para tratamento da Anemia Aplásica Severa (AAS) em pacientes adultos e da Trombocitopenia Imune Primária (PTI) em crianças a partir de 6 anos. Comercializado pela farmacêutica suíça Novartis, Revolade® já está disponível no Brasil para o tratamento da PTI em adultos. A doença, conhecida também como Púrpura, é autoimune e consiste em uma baixa contagem de plaquetas no sangue, resultando em hematomas e sangramentos constantes, fazendo com que o paciente fique repleto de manchas vermelhas e azuladas em toda a pele.

A PTI é uma das causas mais comuns da redução de plaquetas em crianças, com maior número de casos entre os 2-5 anos de idade, e normalmente relacionada a uma infecção viral prévia. Apesar de seguir um curso benigno na maioria das crianças, em cerca de 30% dos casos a doença persiste por mais de 6 meses, sendo classificada como PTI crônica e exigindo tratamento específico, devido ao alto risco de sangramentos.

Atualmente, o tratamento de PTI em crianças é extremamente heterogêneo e não existe um único padrão de cuidados universalmente reconhecido. Enquanto isso, o uso de Revolade® em crianças, acima de seis anos, com PTI demonstrou aumento na quantidade de plaquetas de forma eficaz e consistente, acompanhada pela diminuição no sangramento. O medicamento também mostrou um perfil de segurança bem tolerado, sendo classificado como um novo mecanismo de ação para pacientes pediátricos com PTI refratários às terapias atualmente disponíveis.

Já a anemia aplásica severa (AAS) é uma doença autoimune e sem causa definida, que ocorre quando a medula óssea deixa de produzir a quantidade adequada de células sanguíneas. Os sintomas mais comuns são cansaço constante (anemia), sangramentos na pele e mucosas (devido à queda de plaquetas) e maior propensão a infecções (devido à queda de glóbulos brancos).

Até o momento, não existia padrão de tratamento estabelecido para pacientes com AAS sem um doador compatível para transplante de medula óssea ou que não respondessem ao tratamento imunossupressor. Por oferecer um mecanismo de ação que estimula a produção de células sanguíneas em pacientes com AAS refratários à terapia imunossupressora intensiva, Revolade® representa uma nova opção de tratamento para a AAS.

A aprovação de Revolade® (eltrombopague olamina) para tratamento da Anemia Aplásica Severa (AAS) em pacientes adultos e da Trombocitopenia Imune Primária (PTI) em crianças acima de seis anos ocorreu com base nos estudos ELT112523 (estudo fase II, não randomizado, de  braço único, aberto de eltrombopague em pacientes com AAS intensamente pré-tratados e com resposta insuficiente à terapia imunossupressora, PETIT (estudo fase II, aberto e duplo-cego, randomizado, controlado por placebo para investigar a eficácia, segurança, tolerabilidade e farmacocinética do eltrombopague em pacientes pediátricos com PTI crônica previamente tratada, com pelo menos 6 meses de diagnóstico) e PETIT2 (estudo fase III, aberto e duplo-cego, randomizado, controlado por placebo que investigou a eficácia, segurança e tolerabilidade do eltrombopague em pacientes pediátricos com PTI crônica previamente tratada, com diagnóstico confirmado de PTI crônica por pelo menos 1 ano). Os estudos PETIT e PETIT2 incluíram pacientes do sexo masculino ou feminino entre 1 e <18 anos de idade com diagnóstico confirmado de PTI crônica e contagem de plaquetas <30 Gi/l. Os pacientes eram refratários ou recidivantes depois de pelo menos uma terapia prévia para PTI, ou não eram elegíveis por alguma razão médica para continuar outros tratamentos para PTI.

Disclaimer
O release acima contém declarações prospectivas que podem ser identificadas por palavras tais como “sugerir”, “sugerido”, “a ser avaliados”, “será”, “crescente”, “potencial”, “esperar”, “iniciada”, ou termos similares, ou termos similares, ou por expressas ou implícitas de discussões a respeito de possíveis novas indicações ou rotulagem para Revolade®, ou sobre potenciais receitas futuras de Revolade®. Você não deve colocar confiança indevida sobre essas demonstrações. Tais declarações prospectivas baseiam-se nas atuais crenças e expectativas de gestão sobre eventos futuros e estão sujeitas a incertezas e riscos significativos de conhecidos e desconhecidos. Devem ser um ou mais destes riscos ou incertezas se materializar ou suposições subjacentes devem provar incorretas, os resultados reais podem variar materialmente daqueles estabelecidos nas declarações prospectivas. Não pode haver nenhuma garantia de que Revolade® será submetido ou aprovado para quaisquer indicações adicionais ou rotulagem em qualquer mercado, ou em qualquer momento específico. Nem pode haver qualquer garantia de que Revolade® será bem-sucedido comercialmente no futuro. Em particular, as expectativas da administração sobre Revolade® poderiam ser afetadas por, entre outras coisas, as incertezas inerentes à investigação e desenvolvimento, incluindo resultados inesperados de julgamento clínicos e análises adicionais dos dados clínicos existentes; Regulamento inesperado de ações ou atrasos ou governo regulamentar em geral; a capacidade da empresa para obter ou manter a proteção de propriedade intelectual proprietários; econômico geral e as condições da indústria; tendências globais em direção a cuidados de saúde custam contenção, incluindo pressões de preços em curso; questões de segurança inesperado; fabricação inesperada ou problemas de qualidade e outros riscos e fatores referidos no formulário atual 20-F arquivado na Comissão de Valores Imobiliários e Intercâmbio dos EUA, da Novartis AG. Novartis está fornecendo as informações contidas neste comunicado à imprensa a partir desta data e não assume qualquer obrigação de atualizar quaisquer declarações prospectivas contidas neste comunicado à imprensa como resultado de novas informações, eventos futuros ou de outra forma.

Sobre a Novartis
A Novartis oferece soluções inovadoras de cuidados com a saúde que atendem às necessidades em constante mudança dos pacientes e da população. Com sede em Basileia, na Suíça, a Novartis oferece um diversificado portfólio para atender estas demandas: medicamentos inovadores, cuidados com os olhos e medicamentos genéricos. Novartis é a única empresa global com posições de liderança nessas áreas. Em 2015, as operações do Grupo atingiram vendas líquidas de US$ 49,4 bilhões, enquanto cerca de US$ 8,9 bilhões foram investidos em pesquisa e desenvolvimento (US$ 8,7 bilhões excluindo encargos de depreciação e amortização). As empresas do Grupo Novartis empregam aproximadamente 118.000 colaboradores e seus produtos estão presentes em mais de 180 países ao redor do mundo. Para mais informações, acesse www.novartis.com.br

AC | Edelman Significa


quinta-feira, 20 de abril de 2017

GECIS - 13ª Reunião do Grupo Executivo do Complexo Industrial da Saúde, DIA 27 de Abril, às 14h



14h00 -14h20 Abertura.
Marco Fireman – Secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos (SCTIE/MS).
14h20 – 14h50 Pronunciamento das autoridades.
14h50 – 15h20 Política de Plataformas Inteligentes de Tecnologias para Saúde.
ü Humanizando o Plano de Expansão da Radioterapia no SUS.

  • A realidade dos Serviços de Radioterapia no país.
  • O Sistema de Realidade Virtual dos Serviços de Radioterapia.
  • A utilização da modelagem BIM na obra do Hospital Erasto Gaertner de Curitiba.
  • Informe sobre o status das obras e sobre o andamento do Acordo de Compensação Tecnológica (ACT).

ü Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo.

  • Análise da Lista de Produtos Estratégicos para o SUS no ano de 2017.
  • Apresentação do sistema virtual de submissão de propostas de PDP.
  • Anúncio da revisão do prazo e recomendações para submissão de propostas de projetos de PDP.

15h20 – 15h30 Lançamento do Brasil Mais Produtivo Saúde (Ministério da Saúde e Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços).

15h30 – 16h00 Grupos de Trabalho do GECIS.
ü Balanço das reuniões já realizadas e encaminhamentos definidos.
ü Apresentação da readequação do cronograma de reuniões.

16h00 – 16h20 Informes.
  • Status do Acordo de Cooperação entre Ministério da Saúde e EMBRAPII.
  • Anúncio do Lançamento da Categoria do Complexo Industrial no Prêmio de Incentivo em Ciência, Tecnologia e Inovação para o SUS (edição 2017).
  • Informe sobre as próximas reuniões do GECIS no ano de 2017.

16h20 – 16h50 Pronunciamento do Excelentíssimo Sr. Ministro de Estado da Saúde, Ricardo Barros.

16h50 – 17h00 Encerramento e outros assuntos.

Data: 27 de abril de 2017
Horário: 14:00 às 17:00 hs.
Local: Centro Internacional de Convenções do Brasil – CICB.
Endereço: Setor de Clubes Esportivo Sul, Trecho 02, Conj. 63, Lote 50 - Brasília/DF.


Nego do Borel canta em escola campeã de interação em aplicativo contra vírus do HPV e meningite C

Ação faz parte da campanha nacional de vacinação do Ministério da Saúde contra o HPV e Meningite C. O objetivo é conscientizar e engajar estudantes com a temática da campanha

Uma escola particular, em São Paulo, ganhou de surpresa um show do cantor de funk Nego do Borel, nesta quarta-feira (19). A atração é o prêmio para os alunos da escola Marconi, vencedora da competição que mediu a interação dos estudantes com o game de celular Detona Vírus. O aplicativo faz parte das ações da campanha publicitária de vacinação contra o HPV e Meningite C, lançada em março deste ano pelo ministro da Saúde, Ricardo Barros, em parceria com o Ministério da Educação. O Game Detona Vírus ensina jovens a se tornarem combatentes da saúde, destruindo os vírus com vacinas a cada nova fase.

Este ano, a campanha de comunicação teve como tema “Geração Z ligada na saúde”, a partir da simulação de dois adolescentes (um menino e uma menina) dentro de um jogo de vídeo game.  A ideia da campanha é passar a mensagem de que, assim como no mundo dos bits, a vida real também é cheia de novas fases e desafios, sendo a vacinação a principal. 

A competição, que começou no dia 7 de abril, aconteceu nas escolas onde estudam os atores da campanha publicitária, a escola particular Marconi e a escola pública Pioneiro. A maior interação com o jogo ocorreu na escola Marconi que ganhou o show com o artista Nego do Borel, que tem grande apelo junto ao público jovem. Aação busca conscientizar e engajar estudantes com a temática da campanha de vacinação contra as duas doenças. 

No embalo das músicas, Nego do Borel mandou um recado para os jovens sobre a importância de se vacinar: “Aqui é papo do Nego do Borel. É muito importante que vocês aproveitem essa oportunidade e tomem a vacina contra o HPV e Meninginte C, é só ir ao posto de saúde mais perto da sua casa. O negócio é sério minha gente, não é brincadeira, quero todos vocês protegidos contra essas doenças”, aconselhou o cantor.

Veja como foi o show surpresa do artista Nego do Borel : https://youtu.be/J4JzqZ1WUT0

VACINAÇÃO - Meninos na faixa etária de 12 a 13 anos já podem ser vacinados contra o HPV pelo Sistema Único de Saúde (SUS) nos postos de todo o país. Até o ano passado, esta imunização era feita apenas em meninas. O Brasil é o primeiro país da América do Sul e o sétimo do mundo a oferecer a vacina contra o HPV para meninos em programas nacionais de imunizações. A faixa-etária será ampliada, gradativamente, até 2020, quando serão incluídos os meninos com 9 anos até 13 anos.

A expectativa é imunizar mais de 3,6 milhões de meninos em 2017, além de 99,5 mil crianças e jovens de 9 a 26 anos vivendo com HIV/aids, que também passarão a receber as doses. O ministro da Saúde, Ricardo Barros, destaca a importância da vacinação nos meninos. “A inclusão dos adolescentes faz parte de um conjunto de ações integradas que o Ministério da Saúde tem realizado com o objetivo de conseguir mais resultados com os recursos financeiros já disponíveis. É muito importante a inclusão dessa faixa-etária, que deve ser estimulada a participar das mobilizações para vacinação”, afirmou o ministro.
Outra novidade é a inclusão das meninas que chegaram aos 14 anos sem tomar a vacina ou que não completaram as duas doses indicadas. A estimativa é de que 500 mil adolescentes estejam nessa situação. Até o ano passado, a faixa etária para o público feminino era de 9 a 13 anos. Desde a incorporação da vacina no Calendário Nacional, em 2014, já foram imunizadas 5,7 milhões de meninas com a segunda dose, completando o esquema vacinal. Este quantitativo corresponde a 46% do total de brasileiras nesta faixa etária.

A coordenadora do Programa Nacional de Imunizações (PNI), do Ministério da Saúde, Carla Domingues, ressaltou a importância dos pais e responsáveis estarem conscientes de que a vacinação começa na infância, mas deve continuar na adolescência. “Pais e responsáveis devem ter, com os adolescentes, a mesma preocupação que têm com as crianças. A proteção vai ser muito maior se nós ampliarmos, cada vez mais, o calendário de vacinação da nossa população”, afirmou a coordenadora do PNI.

Atualmente, a vacina HPV para meninos é utilizada como estratégia de saúde pública em seis países (Estados Unidos, Austrália, Áustria, Israel, Porto Rico e Panamá). Portanto, o Brasil assegura a sétima posição e a vanguarda na América Latina. A vacina é totalmente segura e aprovada pelo Conselho Consultivo Global sobre Segurança de Vacinas da Organização Mundial de Saúde (OMS).

ESQUEMA VACINAL – Meninos e meninas devem tomar duas doses da vacina contra o HPV, com intervalo de seis meses entre elas. Para as pessoas que vivem com HIV, a faixa etária é mais ampla (9 a 26 anos) e o esquema vacinal é de três doses (intervalo de 0, 2 e 6 meses). No caso dos portadores de HIV, é necessário apresentar prescrição médica.

A vacina disponibilizada no SUS é a quadrivalente e já é ofertada, desde 2014, para as meninas. Confere proteção contra quatro subtipos do vírus HPV (6, 11, 16 e 18), com 98% de eficácia para quem segue corretamente o esquema vacinal.

Para os meninos, a estratégia tem como objetivo proteger contra os cânceres de pênis, garganta e ânus, doenças que estão diretamente relacionadas ao HPV. A definição da faixa-etária para a vacinação visa proteger as crianças antes do início da vida sexual e, portanto, antes do contato com o vírus. Vale ressaltar que os cânceres de garganta e de boca são o 6º tipo de câncer no mundo, com 400 mil casos ao ano e 230 mil mortes. Além disso, mais de 90% dos casos de câncer anal são atribuíveis à infecção pelo HPV.

Nas meninas, o principal foco da vacinação é proteger contra o câncer de colo do útero, vulva, vaginal e anal; lesões pré-cancerosas; verrugas genitais e infecções causadas pelo vírus. O HPV é transmitido pelo contato direto com pele ou mucosas infectadas por meio de relação sexual. Também pode ser transmitido da mãe para filho no momento do parto. Estimativas da OMS indicam que 290 milhões de mulheres no mundo são portadoras do vírus, sendo 32% infectadas pelos tipos 16 e 18.  Em relação ao câncer do colo do útero, estudos apontam que 265 mil mulheres morrem devido à doença em todo o mundo, anualmente. No Brasil, o Instituto Nacional do Câncer estima 16 mil novos casos.

Por Amanda Mendes, da Agência Saúde


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