sexta-feira, 1 de janeiro de 2016
Cirurgia plástica reparadora de sequelas de lesões causadas por atos deviolência contra a mulher - sancionada Lei no âmbito do Sistema Únicode Saúde - SUS
quinta-feira, 31 de dezembro de 2015
Análise de mídia - REVISTAS, quinta-feira 31 de dezembro de 2015
Só a revista VEJA circula nesta semana.
Um ótimo 2016!!!
Fraterno abraço a todos!
Espaços para assuntos de interesse estão limitados. Com isto, não há menções específicas à Confederação Nacional da Indústria (CNI).
ANÁLISE SETORIAL
O ex-ministro Maílson da Nóbrega escreve em sua coluna na VEJA sobre a gravidade das crises política e econômica que assolam o país. Texto reforça o papel das instituições, valorizando que, apesar de tudo, erros estão sendo apurados e corrigidos.
Maílson da Nóbrega enaltece as reformas realizadas durante a era Fernando Henrique Cardoso e reivindica um novo clico de mudanças.
Coluna PANORAMA, na revista VEJA, registra como “desce” que “a produção do terceiro trimestre do setor [industrial] caiu 11% em relação ao mesmo período do ano passado, o pior desempenho entre os 130 países estudados. No ano, a queda vai bater em 8%”.
RADAR, em VEJA, ainda repercute a troca no Ministério da Fazenda e afirma que “representantes do setor industrial consideram mais fácil a interlocução com o novo ministro”.
Sobre o assunto, RADAR continua e afirma que, “apesar disso, a avaliação é que o poder de fogo é menor”.
“Dilma o vê como funcionário de carreira. Naquilo em que concordam, maravilha. Naquilo em que discordam a queda de braço pende sempre para o lado da presidente”, afirma um “industrial próximo” a Nelson Barbosa, segundo reproduz RADAR.
Ainda em RADAR, outra nota revela que técnicos dos ministérios da Fazenda, do Desenvolvimento e a Casa Civil concluíram esta semana um estudo sobre o aumento do imposto de importação do aço.
“As recomendações foram enviadas a Dilma. A expectativa de que uma decisão saísse ainda neste ano, contudo, foi frustrada, especialmente pela troca atribulada de Levy por Barbosa”, completa RADAR.
RADAR vai além e reforça que “a elevação da alíquota, que enfrenta forte oposição de setores consumidores de aço, é considerada crucial pelas siderúrgicas, que alegam viver a maior crise da história”.
“Hoje, 47 unidades de produção estão paradas e, desde 2004, 21786 funcionários foram demitidos. A previsão do Instituto Aço Brasil é de mais 7400 demissões e fechamento de outras 24 unidades em seis meses”, revela RADAR.
Em reportagem diferenciada, VEJA expõe e analisa divergências públicas já definidas em relação à possível alta da Selic em 2016. Texto coloca em lados opostos o Banco Central, que sinaliza ajustes na taxa, e o PT, que é contra e, segundo o texto, “exige” de Nelson Barbosa o fim do arrocho.
VEJA traz como reportagem de capa a crise no sistema de saúde do Rio de Janeiro e afirma que a situação de colapso “ameaça o brilho da Olimpíada”.
Em tom crítico, texto questiona o modelo de gestão e o “mau planejamento” implantados pelo Estado. Reportagem classifica o momento como “dramático”. O governador Luiz Fernando Pezão está no centro da crítica da revista.
Reportagem reforça que há um paradoxo entre a “cidade maravilhosa” e a “cidade horrorosa”. Nas menções ao governo federal, VEJA fala em “descaso” e relata que hospitais controlados pela União também sofrem com a “penúria”.
Reportagem especial é acompanhada ainda por artigos assinados por personalidades de várias áreas que vivem no Rio de Janeiro, que enaltecem a cidade, mas chamam a atenção para problemas que a assolam há várias décadas.
Na pauta específica, VEJA repercute a polêmica em torno da indicação do novo embaixador de Israel no Brasil. Conforme a reportagem, o caso “permitiu ao Itamaraty abrir toda a sua torta caixa de ferramentas ideológicas”.
Capa da 'Economist' alerta para queda do Brasil e prevê desastre em 2016
© Reprodução Dilma
A tradicional revista britânica "The Economist" escolheu a crise no Brasil como tema de sua primeira capa de 2016. Com o título de "Queda do Brasil" e uma foto da presidente Dilma Rousseff de cabeça baixa, a capa alerta para "ano desastroso" à frente.
Em vez do clima de euforia que seria de se esperar no início de 2016 por causa da realização das Olimpíadas, aponta a revista, o Brasil enfrenta "um desastre político e econômico".
O texto cita a perda do grau de investimento pela agência de classificação de risco Fitch Ratings e a saída do governo do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, menos de um ano após assumir o cargo. A previsão de que a economia brasileira encolha até 2,5% ou 3% no ano que vem também é citada. “Até a Rússia vai crescer mais do que isso”, destaca.
Os problemas na esfera política são outro destaque da reportagem, que lembra que o governo tem sido desacreditado por causa do escândalo de corrupção em torno da Petrobras. E que a presidente Dilma, acusada de esconder o tamanho do déficit orçamentário, enfrenta um processo de impeachmet no Congresso.
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ESCOLHAS DIFÍCEIS
A “Economist” ressalta que, como o B do BRICS, o Brasil “supostamente deveria estar na vanguarda do crescimento das economias emergentes. Em vez disso, enfrenta uma turbulência política e, talvez, um retorno à inflação galopante”. Segundo a publicação, “somente escolhas difíceis podem colocar o país de volta ao curso, mas, no momento, a presidente Dilma não parece ter estômago para isso”.
A revista aponta que o "sofrimento do Brasil", como o das demais economias emergentes, se deve em parte à queda dos preços das commodities globais. Fora isso, o déficit fiscal aumentou de 2% do PIB, em 2010, para 10%, em 2015.
HEMOBRÁS, LENIR DOS SANTOS substitui ANA PAULA MENEZES no Conselho de Administração e MARIA DE FÁTIMA MARINHO DE SOUZA substitui DÉBORAH CARVALHO MALTA na Diretoria do Dep. Vigilância de Doenças e Agravos da SVS
MINISTÉRIO DA SAÚDE
DECRETOS DE 29 DE DEZEMBRO DE 2015
A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, caput, inciso XXV, da Constituição, e tendo em vista o disposto no art. 10 da Lei no 10.972, de 2 de dezembro de 2004, e no art. 13, caput, inciso I, alínea "d", e § 1º, do Estatuto aprovado pelo Decreto no 5.402, de 28 de março de 2005, resolve
DISPENSAR, a pedido,
ANA PAULA MENEZES da função de membro do Conselho de Administração da Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia - HEMOBRÁS, representante do Ministério da Saúde, a partir de 30 de outubro de 2015, em virtude de renúncia.
Brasília, 29 de dezembro de 2015; 194o da Independência e 127o da República.
DILMA ROUSSEFF
Marcelo Costa e Castro
A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, caput, inciso XXV, da Constituição, e tendo em vista o disposto no art. 10 da Lei no 10.972, de 2 de dezembro de 2004, e no art. 13, caput, inciso I, alínea "d", e § 1º, do Estatuto aprovado pelo Decreto no 5.402, de 28 de março de 2005, resolve
DESIGNAR
LENIR DOS SANTOS, para exercer a função de membro do Conselho de Administração da Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia - HEMOBRÁS, representante do Ministério da Saúde, com prazo de gestão de três anos.
Brasília, 29 de dezembro de 2015; 194o da Independência e 127o da República.
DILMA ROUSSEFF
Marcelo Costa e Castro
MINISTÉRIO DA SAÚDE
O MINISTRO DE ESTADO CHEFE DA CASA CIVIL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA, no uso de suas atribuições e tendo em vista o disposto no art. 1o do Decreto no 4.734, de 11 de junho de 2003, resolve
Nº 1.762 - EXONERAR
DÉBORAH CARVALHO MALTA do cargo de Diretora do Departamento de Vigilância de Doenças e Agravos não Transmissíveis e Promoção da Saúde da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, código DAS 101.5.
Nº 1.763 - NOMEAR
MARIA DE FATIMA MARINHO DE SOUZA, para exercer o cargo de Diretora do Departamento de Vigilância de Doenças e Agravos não Transmissíveis e Promoção da Saúde da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, código DAS 101.5.
JAQUES WAGNER
R$ 18.556.393,7394 será o valor do contrato entre FIOCRUZ e TEP TECNOLOGIA EM ENGENHARIA para execução das obras do CDTS - Centro de Desenvolvimento Tecnologico em Saúde
FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ
DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO
RDC ELETRÔNICO Nº 11/2015 - UASG 254462
A Presidente da Comissão Permanente de Licitações, no uso das atribuições que lhe confere a Portaria 82/2015-DIRAC, declara vencedora do RDC 11/2015-DIRAC, a empresa TEP Tecnologia em Engenharia Ltda, no item único no valor total de R$ 18.556.393,7394 (dezoito milhões, quinhentos e cinquenta e seis mil, trezentos e noventa e três reais e setenta e três centavos).
Processo: 25389000163201509
Objeto: Contratação de empresa para execução das obras e serviços necessários para o funcionamento do Térreo, Fechamento das Fachadas e Cobertura da Edificação Principal, funcionamento da Casa de Utilidades e Fechamento das Fachadas e Urbanização das Áreas Externas e Acessos do Centro de Desenvolvimento Tecnológico em Saúde (CDTS), No Campus da Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ), Manguinhos, Rio de Janeiro/RJ.
SONALI DA SILVA MOTA
IMUGLUCERASE 400 UI é adquirido da Genzyme pelo MS por inexigibilidade no valor total de R$ 102.258.936,00
EXTRATO DE CONTRATO Nº 187/2015 - UASG 250005
Nº Processo: 25000114499201557. INEXIGIBILIDADE Nº 65/2015.
Contratante: MINISTERIO DA SAÚDE -CNPJ Contratado: 68132950000103. Contratado : GENZYME DO BRASIL LTDA.
Objeto: Aquisição de 71.370 frascos/ampola do medicamento Imuglucerase 400UI. Fundamento Legal: Lei nº 8666/1993.
Vigência: 28/12/2015 a 27/12/2016.
Valor Total: R$ 102.258.936,00. Fonte: 6153000000 - 2015NE802808. Data de Assinatura: 28/12/2015.
(SICON - 29/12/2015) 250110-00001-2015NE800074
LABORATÓRIO FARMACÊUTICO DO EXERCITO recebe R$ 250 mil reais para apoio financeiro na REFORMA DA UNIDADE DO COMPLEXO PRODUTIVO DA SAÚDE
EXTRATO DE EXECUÇÃO DESCENTRALIZADA DE RECURSOS Nº 160/2015
CONVENENTES: Celebram entre si a União Federal, através do Ministério da Saúde - CNPJ nº 00.530.493/0001-71, e a(o)
LABORATÓRIO QUÍMICO FARMACÊUTICO DO EXERCITO/RJ CNPJ nº 10.266.175/0001-07.
OBJETO: Dar apoio financeiro para "REFORMA DE UNIDADE DO COMPLEXO PRODUTIVO DA SAÚDE", visando ao fortalecimento do Sistema Único de Saúde - SUS. PROCESSO: 25000.206038/2015-18.
CRÉDITO: Os recursos decorrentes do presente Convênio são provenientes: 1) MINISTÉRIO: R$ 250.000,00, UG: 257001, Gestão: 00001, Programa de Trabalho: 10.527.2055.20K7.0001, Natureza de Despesa: 33.90.39, Fonte de Recursos: 6151000000.
RECURSOS FINANCEIROS: R$ 250.000,00 (duzentos e cinquenta mil reais). VIGÊNCIA: Entrará em vigor a partir de sua assinatura até 18/12/2017. DATA DE ASSINATURA: 29/12/2015 SIGNATÁRIOS: JOSE AGENOR ALVARES DA SILVA, SECRETÁRIO-EXECUTIVO DO MINISTÉRIO DA SAÚDE - CPF nº 130.694.036-20; JOI LUIZ DE JESUS, DIRETOR TÉCNICO - CPF nº 560.994.106-78.
R$ 1.162.416.263,29 é o valor conveniado entre a FIOCRUZ e o MS para PRODUÇÃO E FORNECIMENTO DE IMUNOBIOLÓGICOS em 2016 + R$ 1.700.000,00 do convenio 154/15
EXTRATO DE EXECUÇÃO DESCENTRALIZADA DE RECURSOS Nº 153/2015
CONVENENTES: Celebram entre si a União Federal, através do Ministério da Saúde - CNPJ nº 00.530.493/0001-71, e a(o)
FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ/RJ - CNPJ nº 33.781.055/0001-35.
OBJETO: Dar apoio financeiro para "PRODUÇÃO E FORNECIMENTO DE IMUNOBIOLOGICOS - PRODUÇÃO E FORNECIMENTO DE IMUNOBIOLOGICO", visando ao fortalecimento do Sistema Único de Saúde - SUS.
PROCESSO: 25000.209998/2015-21. CRÉDITO: Os recursos decorrentes do presente Convênio são provenientes: 1) MINISTÉRIO: R$ 1.162.416.263,29, UG: 257001, Gestão: 00001, Programa de Trabalho: 10.305.2015.20YE.0001, Natureza de Despesa: 33.90.30, Fonte de Recursos: 6151000000.
RECURSOS FINANCEIROS: R$ 1.162.416.263,29 (um bilhão, cento e sessenta e dois milhões, quatrocentos e dezesseis mil, duzentos e sessenta e três reais e vinte e nove centavos).
VIGÊNCIA: Entrará em vigor a partir de sua assinatura até 21/02/2017.
DATA DE ASSINATURA: 29/12/2015
SIGNATÁRIOS: JOSE AGENOR ALVARES DA SILVA, SECRETÁRIO-EXECUTIVO DO MINISTÉRIO DA SAÚDE - CPF nº 130.694.036-20; PAULO ERNANI GADELHA VIEIRA, PRESIDENTE - CPF nº 422.312.997-04.
EXTRATO DE EXECUÇÃO DESCENTRALIZADA DE RECURSOS Nº 154/2015
CONVENENTES: Celebram entre si a União Federal, através do Ministério da Saúde - CNPJ nº 00.530.493/0001-71, e a(o)
FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ/RJ - CNPJ nº 33.781.055/0001-35.
OBJETO: Dar apoio financeiro para "PRODUÇÃO E FORNECIMENTO DE IMUNOBIOLOGICOS - PRODUÇÃO E FORNECIMENTO DE IMUNOBIOLOGICO", visando ao fortalecimento do Sistema Único de Saúde - SUS.
PROCESSO: 25000.198692/2015-32. CRÉDITO: Os recursos decorrentes do presente Convênio são provenientes: 1) MINISTÉRIO: R$ 1.700.000,00, UG: 257001, Gestão: 00001, Programa de Trabalho: 10.303.2015.6516.0001, Natureza de Despesa: 33.90.39, Fonte de Recursos: 6151000000.
RECURSOS FINANCEIROS: R$ 1.700.000,00 (um milhão, setecentos mil reais).
VIGÊNCIA: Entrará em vigor a partir de sua assinatura até 18/12/2017. DATA DE ASSINATURA: 29/12/2015
SIGNATÁRIOS: JOSE AGENOR ALVARES DA SILVA, SECRETÁRIO-EXECUTIVO DO MINISTÉRIO DA SAÚDE - CPF nº 130.694.036-20; PAULO ERNANI GADELHA VIEIRA, PRESIDENTE - CPF nº 422.312.997-04.
GENÉRICOS E SIMILARES ficam equiparados pela mudança na LEI 6360, alterada pelas Leis 13.235 e 12.236 e tem 180 dias para entrada em vigor, preconizando EMBALAGEM QUE GARANTAM A DIFERENCIAÇÃO
LEI No 13.235, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2015
Altera a Lei nº 6.360, de 23 de setembro de 1976, para equiparar o controle de qualidade de medicamentos similares ao de medicamentos genéricos.
A PRESIDENTA DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1o O inciso XX do art. 3º da Lei nº 6.360, de 23 de setembro de 1976, passa a vigorar com a seguinte redação:
"Art. 3º ..............................
XX - Medicamento Similar - aquele que contém o mesmo ou os mesmos princípios ativos, que apresenta a mesma concentração, forma farmacêutica, via de administração, posologia e indicação terapêutica e que é equivalente ao medicamento registrado no órgão federal responsável pela vigilância sanitária, podendo diferir somente em características relativas ao tamanho e forma do produto, prazo de validade, embalagem, rotulagem, excipientes e veículos, comprovada a sua eficácia, segurança e qualidade, devendo sempre ser identificado por nome comercial ou marca; ..............................
Art. 2º O art. 21 da Lei nº 6.360, de 23 de setembro de 1976, passa a vigorar com as seguintes alterações:
"Art. 21............................
§ 1º O medicamento similar a ser fabricado no País será considerado registrado após decorrido o prazo de cento e vinte dias da apresentação do respectivo pedido de registro, se até então o pedido não tiver sido indeferido e desde que atendido o disposto no § 6º deste artigo. ..............................
§ 6º O medicamento similar, fabricado ou não no País, deverá ter a sua eficácia, segurança e qualidade comprovadas de forma equivalente à adotada para o medicamento genérico." (NR)
Art. 3º Esta Lei entra em vigor após decorridos cento e oitenta dias de sua publicação oficial.
Brasília, 29 de dezembro de 2015; 194o da Independência e 127o da República.
DILMA ROUSSEFF Marcelo Costa e Castro
LEI No 13.236, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2015
Altera a Lei nº 6.360, de 23 de setembro de 1976, que "dispõe sobre a Vigilância Sanitária a que ficam sujeitos os Medicamentos, as Drogas, os Insumos Farmacêuticos e Correlatos, Cosméticos, Saneantes e Outros Produtos, e dá outras Providências", para estabelecer medidas que inibam erros de dispensação e de administração e uso equivocado de medicamentos, drogas e produtos correlatos.
A PRESIDENTA DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1o O art. 4º da Lei nº 6.360, de 23 de setembro de 1976, passa a vigorar acrescido do seguinte parágrafo único:
"Art. 4º ..............................
Parágrafo único. Os produtos de que trata o caput deverão ter características de rotulagem e de embalagem que possibilitem a sua imediata e precisa distinção daqueles destinados ao uso adulto." (NR)
Art. 2º O art. 5º da Lei nº 6.360, de 23 de setembro de 1976, passa a vigorar com as seguintes alterações:
"Art. 5º Os produtos de que trata esta Lei não poderão ter nomes, designações, rótulos ou embalagens que induzam a erro. ..............................
§ 5º Ficam incluídos entre os erros mencionados no caput os de dispensação e de administração de medicamentos, drogas e produtos correlatos." (NR)
Art. 3º O art. 57 da Lei nº 6.360, de 23 de setembro de 1976, passa a vigorar acrescido do seguinte § 2º, numerando-se o atual parágrafo único como § 1º:
"Art. 57............................
§ 1º ..............................
§ 2º Os rótulos de medicamentos, de drogas e de produtos correlatos deverão possuir características que os diferenciem claramente entre si e que inibam erros de dispensação e de administração, trocas indesejadas ou uso equivocado." (NR)
Art. 4º O Título XI da Lei nº 6.360, de 23 de setembro de 1976, passa a vigorar acrescido do seguinte art. 60-A:
"Art. 60-A. Para conter ou acondicionar droga, medicamento ou produtos correlatos, não será autorizado o emprego de embalagem que possa induzir trocas indesejadas ou erros na dispensação, no uso ou na administração desses produtos."
Art. 5º Esta Lei entra em vigor após decorridos cento e oitenta dias de sua publicação oficial.
Brasília, 29 de dezembro de 2015; 194o da Independência e 127o da República.
DILMA ROUSSEFF Marcelo Costa e Castro
Baixa eficiência da vacina gera falsa imunização, diz Bernardino Albuquerque, presidente da FVS
terça-feira 29 de dezembro de 2015 - 7:30
Annyelle Bezerra - DIÁRIO do Amazonas / portal@d24am.com
Manaus - O presidente da Fundação de Vigilância em Saúde (FVS), Bernardino Albuquerque, disse que a adoção da vacina da dengue na rede pública de imunização do Amazonas vai depender do Ministério da Saúde (MS). A substância, de origem francesa, foi aprovada, nesta segunda-feira (28), no Brasil, pela Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa).
“A baixa eficácia, o número excessivo de doses e a criação de uma falsa sensação de imunização” são alguns dos pontos fracos da primeira vacina contra a doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, segundo Bernardino.
A vacina Dengvaxia, produzida pela empresa francesa Sanofi Pasteur, de acordo com Bernardino, é pouco eficiente quando comparada, por exemplo, à vacina contra a Febre Amarela. “A aquisição ou não da vacina no SUS deve ser uma definição do Ministério da Saúde e não a nível local. Mas se formos compará-la a outras, a eficácia dela é muito baixa”, afirma ao explicar que a adoção ou não impede os testes com a vacina produzida pelo Butantan.
A fabricante prevê uma proteção de 93% contra casos graves da doença, redução de 80% das internações e eficácia global de 66% contra todos os tipos do vírus.
Diferente da vacina contra a febre amarela, a Dengvaxia necessita de três doses, com intervalos de seis meses, para conclusão do processo de imunização o que, segundo o presidente da FVS, além de impactar nos custos, levando em conta que cada dose custa 20 euros (em torno de R$ 84), pode contribuir para que a população desenvolva uma falsa sensação de imunização após a administração da primeira dose do medicamento.
“A vacina de três doses não imuniza na primeira aplicação, só sensibiliza. As pessoas podem considerar após a primeira aplicação que estão protegidas e deixar de tomar as demais. E um exemplo típico disso é a vacina contra o HPV que, é de três doses e que teve um índice nacional de abandono significativo”, afirmou.
Butantan
Apontada como outra alternativa contra o vírus transmitido pelo mosquito Aedes aegypti, a vacina desenvolvida pelo Instituto Butantan deve começar a ser testada, a partir do primeiro semestre de 2016, em mil voluntários de Manaus. A testagem corresponde à terceira e última etapa de desenvolvimento da vacina contra o vírus.
A zona que apresentar a maior incidência de casos de dengue deve ter os moradores selecionados para participar da testagem, pelos próximos cinco anos, segundo o pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Marcus Lacerda, da Fundação de Medicina Tropical Dr. Heitor Vieira Dourado (FMT-HVD).
Este ano, Manaus registrou 1.066 casos de dengue, segundo dados da Secretaria de Estado da Saúde (Susam).
Manaus tem 68 casos suspeitos de zika vírus
Também transmitido pelo mosquito Aedes aegypti, até o último domingo, 68 casos suspeitos de zika vírus foram registrados, em Manaus. Do total, dois foram confirmados, quatro descartados e 62 permanecem em investigação, destes 14 em grávidas. As informações são da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa).
Segundo o levantamento da FVS, 35 municípios do Amazonas estão com infestação do Aedes aegypti. Destes, em três - Guajará, Lábrea e Tonantins - a infestação é considerada ‘alta’. Manaus e mais 20 cidades estão com infestação ‘média’ do mosquito. No restante, a infestação é ‘baixa’.
A situação de emergência em saúde vai abranger cidades em condição de vulnerabilidade às doenças, que registram altos índices de proliferação do mosquito e que possuem densidade vetorial elevada. Manaus será incluída pela vulnerabilidade. Guajará, Tonantins e Lábrea devem compor o grupo por conta do alto risco de contágio.
LEIA MAIS PARA ENTENDER O TEMA
Frente parlamentar apoia criação de rede de conhecimento em saúde
Professor da USP defendeu, em seminário, o compartilhamento de inovação tecnológica no ensino da medicina.
Compartilhamento de inovação tecnológica no ensino da medicina recebe o apoio da Frente Parlamentar da Educação. O tema foi debatido em seminário promovido pela frente parlamentar e a Comissão de Educação da Câmara. O chefe de telemedicina da Universidade de São Paulo, Chao Lung Wen, defendeu a criação da chamada "Nuvem do Conhecimento em Saúde", uma espécie de rede de conteúdos e recursos tecnológicos. Por meio dessa rede, faculdades de medicina de diferentes portes poderiam interagir e manter seus alunos atualizados sobre os avanços tecnológicos usados para diagnósticos e tratamentos, como tablets, smartphones e roupas inteligentes que monitoram sinais vitais, por exemplo. Segundo o professor da USP, são poucas as universidades com acesso à alta tecnologia, daí a importância da rede para disseminar conhecimentos que não param de avançar.
"E para quando é essa realidade? Daqui a seis anos, em 2021. Estamos preparados para gerenciar a nova tecnologia e extrair o máximo possível para fins de educação, formação e proporcionar mais saúde para as pessoas? Esta é uma dúvida. Eu diria que, diante do sistema heterogêneo entre as instituições, nós deveríamos começar a pensar nas universidades conectadas. Tudo tem que estar interligado. Poderíamos começar a construir a chamada fábrica de conhecimentos digitais de alta qualidade, que possa ser compartilhada em uma nuvem de conhecimento".
Para abastecer esta "nuvem de conhecimento", Chao Lung Wen vislumbra um laboratório de inovação em educação, o Inovalab, com salas interativas e centro de produção digital, além de treinamento e constante avaliação dos futuros médicos. O coordenador da Frente Parlamentar da Educação, deputado Alex Canziani, do PTB do Paraná, defendeu o compartilhamento da inovação tecnológica no ensino da medicina.
"Nós temos que procurar levar isso para outras universidades. É a oportunidade para que a gente possa trazer a universidade para mais perto e fazer com haja esta rede, não só pegando os conteúdos que vocês (USP) já produzem, mas que se façam novos conteúdos para o compartilhamento e a colaboração (entre as instituições)".
A iniciativa do seminário na Câmara foi do deputado Arnon Bezerra, do PTB cearense. Segundo Bezerra, o uso de tecnologias educacionais interativas vai garantir o que ele chama de "formação cidadã" dos futuros médicos, com reflexos positivos na saúde dos brasileiros em geral.
terça-feira, 29 de dezembro de 2015
Estudo aponta as 50 empresas brasileiras com mais valor de reputação
