Destaques

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Curso de Acesso à Informação Científica e Tecnológica em Saúde lança nova turma

Estão abertas as inscrições para o curso de qualificação Acesso à Informação Científica e Tecnológica em Saúde, coordenado por Luciana Danielli de Araujo, do Centro de Tecnologia da Informação e Comunicação (CTIC/Icict/Fiocruz).

O curso tem duração de aproximadamente dois meses, totalizando 72 horas, e é voltado a pesquisadores, estudantes e profissionais que atuem em atividades de desenvolvimento e apoio à pesquisa em ciência e tecnologia na área da saúde. Ao todo, são oferecidas 20 vagas.

O principal objetivo do curso é capacitar profissionais da área da informação para a compreensão dos processos de trabalho das bibliotecas e demais setores da Fiocruz. A utilização de novas tecnologias para o acesso a bases de dados especializadas também é abordada durante o curso.

Além disso, serão abordados aspectos profissionais da área da informação, destacando a importância do seu cotidiano e suas práticas, e a inserção destas na promoção do acesso à informação científica e tecnológica em saúde.

As inscrições podem ser feitas entre 20/06 a 20/07, pela Plataforma SIGAEPS. Todas as informações referentes ao curso de qualificação encontram-se disponíveis na chamada pública.

Por: André Bezerra (Icict/Fiocruz)


Inova Icict ganha edição especial e inaugura novo formato

A revista institucional Inova Icict ganhou edição especial no ano do aniversário de 30 anos da unidade. Após cinco anos em versão impressa publicada semestralmente, a publicação aposta em novo formato, com integração dos conteúdos impressos e um espaço ampliado na internet. “A revista possibilita, agora, uma dupla leitura, em que a mídia impressa e a digital se complementam, em uma única edição anual”, descreve a chefe da Assessoria de Comunicação do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict/Fiocruz) e editora-chefe Cristiane d’Avila.

As mudanças foram inspiradas pela comemoração dos 30 anos de atuação do Icict/Fiocruz nos campos da informação e comunicação em saúde. Além da convergência de suportes, o conteúdo foi organizado de forma a contemplar a diversidade de ações, projetos e programas da unidade, registrando boa parte da memória institucional dessas três décadas, mas também apontando para os desafios presentes e futuros.

“Esta edição comemorativa da Inova Icict procura retratar a trajetória da construção e do desempenho do Instituto, mas com olhos voltados para o futuro, para os desafios e respostas que estão propostos por nossa missão e por nossas responsabilidades com a Fiocruz e com o SUS”, afirma Umberto Trigueiros, diretor do Instituto.

A partir de cada letra que compõe a palavra SAÚDE, as editorias da edição especial são baseadas em palavras-chaves que agregarão o conteúdo na versão online: #SUS, #Acesso, #Unidade, #Desenvolvimento e #Ensino/Pesquisa. Cada um desses temas contém seis matérias, que totalizam 30 das principais atividades do Icict/Fiocruz, fazendo alusão ao seu período de existência.

A versão impressa contém textos mais concisos, sempre acompanhados de um QR code, que levam o leitor, munido de smartphone ou tablet, aos conteúdos específicos disponibilizados na área especial da revista no site do Icict/Fiocruz, que também ganhou novos menus interativos e conteúdo multimídia. Ao longo do ano, novos arquivos de texto, áudio, fotos e vídeos serão acrescidos ao site e compartilhados nas redes sociais. “A proposta é oferecer uma revista viva por sua perenidade, em que a atualidade de conteúdo não finda com a impressão”, destaca a edirora-chefe.

Diversos profissionais do Icict/Fiocruz se envolveram, de forma colaborativa, na construção desta edição especial, que contou com 15 colaboradores para as reportagens, incluindo jornalistas do Centro de Tecnologia da Informação e Comunicação (CTIC), da VídeoSaúde Distribuidora da Fiocruz, do Laboratório de Pesquisa em Comunicação e Saúde (Laces), do Registro Brasileiro de Ensaios Clínicos (ReBEC), do Centro Colaborador para Qualidade e Segurança do Paciente (Proqualis), do site Saúde Amanhã, e do Programa de Pós-Graduação em Informação e Comunicação em Saúde.

Também colaborou a equipe de programação visual e fotografia do Multimeios/Fiocruz, do desenvolvimento do CTIC, e bibliotecários da Biblioteca de Manguinhos.


André Bezerra (Icict/Fiocruz)


Brasil e EUA irão realizar estudo com grávidas em países com Zika

O objetivo é verificar se essas mulheres foram infectadas pelo vírus durante a gestação e as consequências para os fetos. Ao todo, 10 mil grávidas serão acompanhadas em diversos países

O Brasil e os Estados Unidos deram início a um estudo internacional para avaliação dos riscos que o vírus Zika pode gerar para a saúde de gestantes e dos fetos. A análise será conduzida pelo Ministério da Saúde do Brasil, por meio da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em parceria com a agência governamental do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos. Ao todo, 10 mil mulheres grávidas serão acompanhadas em diversos países onde há circulação do vírus, sendo quatro mil brasileiras. O trabalho já teve início em Porto Rico, no Caribe, e no Brasil deverá começar nos próximos dois meses (julho e agosto). 

O estudo tem como objetivo acompanhar toda a gestação de mulheres que não foram infectadas pelo Zika, a partir do primeiro trimestre de gravidez. Depois do parto, os bebês serão monitorados durante um ano. A ideia é determinar se essas mulheres foram infectadas pelo vírus durante a gestação e verificar as consequências dessa infecção para os fetos, quando houver casos positivos. Participarão do acompanhamento mulheres a partir de 15 anos de idade. No Brasil, o trabalho será realizado com moradoras dos municípios do Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), Recife (PE) e Ribeirão Preto (SP).

Além do Brasil e Porto Rico, serão monitoradas gestantes da Colômbia, além de outras regiões onde há circulação do Zika. O acompanhamento será realizado mensalmente durante o pré-natal, além de exames que serão realizados semanalmente, por até seis semanas após o parto. Além de exames físicos, as grávidas terão amostras de sangue, urina, saliva e secreções vaginais coletadas. Os recém-nascidos serão avaliados 48 horas após o nascimento, e novamente aos três, seis, nove e 12 meses.

A análise será feita pela comparação dos resultados das gestações entre mães infectadas e não infectadas por Zika. Todas as informações relatadas durante o estudo serão documentadas, como a frequência de abortos espontâneos, nascimentos prematuros, ocorrência de microcefalia, malformações do sistema nervoso e outras complicações. O estudo também vai comparar o risco de complicações na gravidez entre mulheres que tiveram sintomas de infecção por Zika e aquelas que foram infectadas, mas não apresentaram sintomas. Além disso, avaliará as alterações causadas pela infecção em embriões e fetos, e a forma com que outros fatores podem interferir, como determinantes sociais, ambientais e a ocorrência de outras infecções, como casos prévios de dengue.

No Brasil, além da Fiocruz, outras instituições estarão envolvidas, como os Institutos Nacionais da Saúde (NIH).

Por Camila Bogaz, da Agência Saúde

terça-feira, 21 de junho de 2016

Ministério da Saúde disponibiliza cursos para capacitação sobre Doença Falciforme


A Coordenação-Geral de Sangue e Hemoderivados do Ministério da Saúde (MS), a fim de dar visibilidade à doença e capacitar profissionais da área para atuar com a doença falciforme, lançou dois cursos gratuitos na modalidade à distância (EAD).

Doença falciforme – conhecer para cuidar: Elaborado em parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), o curso é voltado para profissionais de saúde de qualquer nível de formação, usuários, controle social, e para interessados em geral. Com carga horária de 30 horas e certificação, aborda temas como a origem da doença, perfil demográfico, fisiopatologia, manifestações clínicas, diagnóstico laboratorial e redes de atenção à saúde. (Não há prazo para inscrição. O curso fica disponível para ser feito a qualquer momento).

Mais informações aqui. O vídeo de divulgação pode ser assistido aqui

Curso de Extensão em Saúde Coletiva sobre Atenção Integral à Saúde de Pessoas com Doença Falciforme: Elaborado em parceria com o Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal da Bahia (ISC-UFBA), é voltado para profissionais de saúde de nível superior que trabalham na assistência e na gestão e tem duração de 68 horas. (O prazo para inscrições deverá ser consultado no site)

Mais informações aqui


Substância extraída do aipo pode ajudar no combate à leishmaniose cutânea

Uma substância extraída do aipo pode ser a base para o desenvolvimento de novos medicamentos contra a leishmaniose cutânea. Em laboratório, a molécula apigenina demonstrou ação contra o parasito Leishmania amazonensis – uma das espécies causadoras da doença – e conseguiu reduzir as lesões e a carga parasitária durante estudo com animais. Além de ser administrada por via oral, o que facilitaria seu uso em pacientes, a substância não apresentou efeitos tóxicos. Coordenador do estudo, Elmo Almeida-Amaral, pesquisador do Laboratório de Bioquímica de Tripanossomatídeos do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), afirma que muitos testes ainda são necessários para que a apigenina se torne, de fato, um novo medicamento. Porém, os experimentos indicam que ela é uma substância promissora, que deve ser investigada como candidata para o desenvolvimento de novas terapias contra a leishmaniose cutânea.

“Os resultados no modelo animal foram superiores aos do antimonial pentavalente, que é o medicamento de primeira escolha para o tratamento da infecção atualmente. A apigenina foi mais eficaz tanto na redução da lesão, quanto na diminuição da carga parasitária”, diz o cientista acrescentando que, após a identificação de uma molécula promissora, leva-se cerca de dez anos para elaborar um novo remédio. O estudo foi publicado na revista científica Plos Neglected Tropical Diseases.

Classificada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como doença negligenciada, a leishmaniose é endêmicas em 98 países. De acordo com a entidade, cerca de 1,2 milhão de novos casos da forma cutânea da doença ocorrem anualmente. No Brasil, o Ministério da Saúde contabilizou 21 mil novos casos por ano, nos últimos cinco anos, o que coloca o país entre as dez nações com mais registros no mundo. Elmo ressalta que a criação de novas terapias é fundamental para aumentar a qualidade de vida dos pacientes. “Os medicamentos antimoniais pentavalentes começaram a ser utilizados na década de 1940 e são a melhor opção até hoje. Os pacientes precisam ficar internados por até um mês para receber a medicação por via venosa ou intramuscular e podem sofrer efeitos colaterais consideráveis, incluindo danos ao coração e aos rins. Desenvolver remédios orais, com menos efeitos adversos, traria um grande benefício para essas pessoas e também reduziria custos para o sistema de saúde”, avalia ele.

Efeito seletivo

Na pesquisa, o efeito da apigenina contra a leishmaniose cutânea foi verificado em duas etapas. A primeira foi a avaliação da atividade da molécula em culturas de células infectadas por L. amazonensis. A maior dose utilizada reduziu em 71% a proliferação dos parasitos, sem afetar as células hospedeiras. Esta característica de seletividade é justamente um dos resultados mais destacados: a substância atua 18 vezes mais sobre os parasitos do que sobre as células hospedeiras. Investigando o mecanismo de ação da substância, os pesquisadores verificaram que a apigenina parece não agir diretamente sobre os parasitos. O efeito da molécula está ligado à ativação de vias oxidativas nas células hospedeiras, o que leva à destruição dos patógenos. As propriedades químicas da apigenina também foram analisadas a partir de uma ferramenta digital que reúne informações de estudos científicos já publicados. Os dados apontaram alta probabilidade de boa absorção por via oral e baixo risco de toxicidade.

Considerando os achados, os cientistas decidiram prosseguir com o estudo em modelo animal. Os testes feitos com camundongos mostraram que a apigenina, administrada por via oral, pode ser mais eficaz no tratamento da leishmaniose cutânea do que o antimonial pentavalente, administrado por injeção. Além de medir o tamanho das lesões na pele dos animais após o início do tratamento, os cientistas avaliaram a quantidade de parasitos presente nas feridas. Na maior dose utilizada, a apigenina apresentou resultados superiores para redução das lesões e da carga parasitária. Ao mesmo tempo, não foram detectados sinais de danos ao fígado ou aos rins dos animais.

Segundo Elmo, os testes feitos com diferentes doses de apigenina reforçam o potencial da substância. “Tanto nos experimentos em cultura de células como nos testes com o modelo animal, verificamos um efeito dose-dependente. Isto é, quanto maior a dose administrada, maior o efeito observado. Essa relação é importante para comprovar que os resultados percebidos – como a redução das lesões e da carga de parasitos – são causados pela molécula e não por outros fatores”, comenta o pesquisador.

Encontrada em diversos frutos e vegetais – como limão e salsa, além do aipo –, a apigenina faz parte do grupo dos flavonóides, substâncias produzidas pelo metabolismo de plantas que são cada vez mais estudadas pelo potencial terapêutico. De acordo com Elmo, estudos com diferentes compostos desse grupo já revelaram ação anti-inflamatória, antioxidante, antiparasitária e anticancerígena. No Laboratório de Bioquímica de Tripanossomatídeos, o primeiro trabalho sobre o efeito leishmanicida de uma molécula flavonóide foi publicado em 2011. Desde então, diferentes substâncias foram investigadas, sendo que a apigenina é a segunda a chegar até a fase de estudos em modelo animal e aquela que apresentou melhores resultados.

Sobre a leishmaniose cutânea

Os parasitos do gênero Leishmania são transmitidos para os pacientes pela picada de diversas espécies de pequenos insetos chamados de flebotomíneos e popularmente conhecidos como mosquitos-palha. Estes vetores são infectados ao sugar o sangue de animais que atuam como reservatórios dos parasitos, o que inclui diversas espécies de roedores, marsupiais, edentados e canídeos silvestres. Diferentemente do que ocorre na leishmaniose visceral, não existe comprovação de que os cães domésticos tenham participação fundamental no ciclo da leishmaniose cutânea. Geralmente, a doença é transmitida em florestas, regiões rurais ou áreas periurbanas, nas quais habitações são construídas próximo de matas.


A infecção cutânea se manifesta por meio de lesões na pele, geralmente em formato de úlceras. Mesmo sem tratamento, estas feridas tendem a evoluir para a cura em um prazo que poder durar desde alguns meses até poucos anos. A doença não é transmitida diretamente de uma pessoa para a outra e não há risco de contágio pelo contato com as lesões. O tratamento é oferecido gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). As medidas de prevenção incluem o uso de repelentes e mosquiteiros nas áreas com transmissão da doença. A limpeza de quintais e terrenos também é recomendada para combater os criadouros do vetor, assim como o descarte adequado do lixo orgânico com o objetivo de reduzir a aproximação de animais que podem ser reservatórios do parasito.

Por: Maíra Menezes (IOC\Fiocruz)

Ministro apresenta prioridades a prefeitos do PR

Ricardo Barros discutiu estratégias para ampliar atendimentos do SUS nas cidades da Região Metropolitana de Curitiba, além de qualificar a execução dos recursos disponíveis
O ministro da Saúde, Ricardo Barros, discutiu estratégias para ampliar os atendimentos do Sistema Único de Saúde (SUS) com prefeitos da Região Metropolitana de Curitiba (RMC), no Paraná, nesta segunda-feira, em agenda no estado. Durante o encontro, foram debatidas também formas para a melhor aplicação dos recursos disponíveis para o custeio dos serviços de saúde.
A qualificação da execução orçamentária, com maior transparência e controle, e a ampliação do acesso da população aos serviços de saúde, tanto na Atenção Básica quanto Especializada, é uma das metas da atual gestão do Ministério da Saúde. De acordo com o ministro, o plano é aumentar os atendimentos por meio do aperfeiçoamento de sistemas de informação para identificar a aplicação dos recursos do SUS nos três níveis de gestão.
Durante o encontro, Ricardo Barros apresentou aos prefeitos da RMC as 11 prioridades de ação. Entre as metas estão a melhoria da gestão e o financiamento da saúde, o estreitamento da interlocução com conselhos e entidades médicas, o fortalecimento do programa Mais Médicos e do Complexo Industrial da Saúde, a superação das barreiras para colocar UPAs e UBSs, a manutenção do combate ao Aedes aegypti, qualificação profissional, entre outros.
"Precisamos integrar ações para produzir mais com os mesmos recursos. Estou convencido de que há um grande espaço para otimizar a saúde no Brasil", destacou o ministro. Ricardo Barros alertou aos gestores locais para que mantenham os sistemas de informação atualizados, para que possa ser possível ter um acompanhamento real, tanto pelo Ministério quanto pelos estados e municípios, da oferta de serviços e os respectivos custos, possibilitando a melhor aplicação do orçamento de cada ente consorciado do SUS.
Participaram do encontro os prefeitos de Quatro Barras, Bocaiúva do Sul, Balsa Nova, Colombo, Itapereçu, Lapa, Fazenda Rio Grande, Quitandinha, Rio Negro, Campo Magro, Piraquara e São José dos Pinhais, além de representantes, vice-prefeitos e vereadores.
Da Agência Saúde

Agenda do Ministro de Estado, Ricardo Barros

Terça-feira, 21 de Junho de 2016
7h – Decolagem de Curitiba para Brasília
10h – Despachos internos
11h – Reunião com o presidente da Gilead para América Latina, Norton Oliveira, e com o presidente da Gilead do Brasil, Christian Schneider 
Participantes:
Deputado Fernando Monteiro 
Equipe técnica do Ministério da Saúde

11h30 – Reunião com o diretor regional da CTIS Tecnologia S/A, Marcelo Brandão Gonçalves
13h30 – Audiência com a deputada professora Dorinha Seabra Rezende
Pauta: ações de saúde para o estado do Tocantins

14h – Audiência com o deputado Júlio Lopes
Pauta: ações de audiência para o estado do Rio de Janeiro

Consulta: Resíduos da esterilização por óxido de etileno

O controle de resíduos em produtos esterilizados por óxido de etileno é necessário para garantir um risco mínimo para o paciente na utilização do produto

A Anvisa abriu Consulta Pública 208/2016 para inclusão do Capítulo Farmacopeico - Resíduos da esterilização por óxido de etileno na Farmacopeia Brasileira. A CP foi publicada nesta segunda-feira (20/6), no Diário Oficial da União (DOU). O prazo para envio de comentários e sugestões ao texto da proposta de regulamentação será de 30 (trinta) dias, a contar de 7 (sete) dias após a data de publicação

O controle de resíduos em produtos esterilizados por óxido de etileno é necessário para garantir um risco mínimo para o paciente na utilização do produto. Os níveis residuais de óxido de etileno (OE), etilenocloridrina (ECH) e etilenoglicol (EG) devem ser acompanhados para minimizar a exposição de profissionais e pacientes. Nesse sentido, o Comitê Técnico Temático de Correlatos da Farmacopeia Brasileira elaborou o capítulo “Resíduos da esterilização por óxido de etileno” para inclusão na Farmacopeia Brasileira.

Como contribuir?
A participação na Consulta Pública pode ser feita por formulário eletrônico. Acesse agora o conteúdo da Consulta Pública 208/2016

Em caso de limitação de acesso do cidadão a recursos informatizados será permitido o envio e recebimento de sugestões por escrito, em meio físico, durante o prazo de consulta, para o seguinte endereço: Agência Nacional de Vigilância Sanitária/Coordenação da Farmacopeia, SIA trecho 5, Área Especial 57, Brasília-DF, CEP 71.205-050. As contribuições internacionais deverão ser direcionadas a Agência Nacional de Vigilância Sanitária/Assessoria de Assuntos Internacionais (Ainte), no mesmo endereço.

Atualização da Farmacopeia
A Agência possui por competência legal promover a revisão e atualização periódica da Farmacopeia Brasileira, conforme disposto no inciso XIX do artigo 7º da Lei 9.782, de 26 de janeiro 1999. Esta competência compreende ações de regulamentação sanitária e indução ao desenvolvimento científico e tecnológico nacional que se concretizam por meio da revisão e incorporação de novos requisitos de qualidade nos compêndios da Farmacopeia Brasileira.



ANVISA submete a CONSULTA PÚBLICA Proposta de Regulamento de Contaminantes Inorgânicos para Fórmula Infantil

AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DIRETORIA COLEGIADA CONSULTA PÚBLICA N° 209, DE 20 DE JUNHO DE 2016

A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso das atribuições que lhe conferem o art. 15, III e IV aliado ao art. 7º, III, e IV, da Lei nº 9.782, de 26 de janeiro de 1999, o art. 53, III, §§ 1º e 3º do Regimento Interno aprovado nos termos do Anexo I da Resolução da Diretoria Colegiada - RDC n° 61, de 3 de fevereiro de 2016, e tendo em vista o art. 35 do Decreto nº 3.029, de 16 de abril de 1999, resolve submeter à consulta pública, para comentários e sugestões do público em geral, proposta de ato normativo em Anexo, conforme deliberado em reunião realizada em 01 de junho de 2016, e eu, Diretor-Presidente, determino a sua publicação.

Art. 1º Fica estabelecido o prazo de 60 (sessenta) dias para envio de comentários e sugestões ao texto da Proposta de limites máximos tolerados (LMT) dos contaminantes arsênio inorgânico, cádmio total, chumbo total e estanho inorgânico em alimentos infantis, conforme Anexo. Parágrafo único. O prazo de que trata este artigo terá início 7 (sete) dias após a data de publicação desta Consulta Pública no Diário Oficial da União.

Art. 2º A proposta de ato normativo estará disponível na íntegra no portal da Anvisa na internet e as sugestões deverão ser enviadas eletronicamente por meio do preenchimento de formulário específico, disponível no endereço: http://formsus.datasus.gov.br/site/formulario.php?id_aplicacao=26555.

§1º As contribuições recebidas são consideradas públicas e estarão disponíveis a qualquer interessado por meio de ferramentas contidas no formulário eletrônico, no menu "resultado", inclusive durante o processo de consulta.

§2º Ao término do preenchimento do formulário eletrônico será disponibilizado ao interessado número de protocolo do registro de sua participação, sendo dispensado o envio postal ou protocolo presencial de documentos em meio físico junto à Agência.

§3º Em caso de limitação de acesso do cidadão a recursos informatizados será permitido o envio e recebimento de sugestões por escrito, em meio físico, durante o prazo de consulta, para o seguinte endereço: Agência Nacional de Vigilância Sanitária/Gerência-Geral de Alimentos - GGALI, SIA trecho 5, Área Especial 57, Brasília-DF, CEP 71.205-050.

§4º Excepcionalmente, contribuições internacionais poderão ser encaminhadas em meio físico, para o seguinte endereço: Agência Nacional de Vigilância Sanitária/Assessoria de Assuntos Internacionais (AINTE), SIA trecho 5, Área Especial 57, Brasília-DF, CEP 71.205-050.

Art. 3º Findo o prazo estipulado no art. 1º, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária promoverá a análise das contribuições e, ao final, publicará o resultado da consulta pública no portal da Agência.

Parágrafo único. A Agência poderá, conforme necessidade e razões de conveniência e oportunidade, articular-se com órgãos e entidades envolvidos com o assunto, bem como aqueles que tenham manifestado interesse na matéria, para subsidiar posteriores discussões técnicas e a deliberação final da Diretoria Colegiada.

JARBAS BARBOSA DA SILVA JR.
Diretor Presidente
ANEXO PROPOSTA EM CONSULTA PÚBLICA
Processo nº: 25351.474835/2015-50
Assunto: Proposta de Regulamento de Contaminantes Inorgânicos para Fórmula Infantil.
Agenda Regulatória 2015-2016: Tema nº 8.1
Regime de Tramitação: Comum Área responsável: Gerência-Geral de Alimentos - GGALI
Relator: Ivo Bucaresky

Saiba por que é importante dar atenção aos sintomas da gripe

Febre e tosse são sintomas comuns em pessoas que contraem vírus respiratórios. Mas há a necessidade de ficar atento para casos onde uma Síndrome Gripal (SG) se transforme em uma Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), e saber qual o melhor encaminhamento e tratamento para o problema.

Segundo o boletim epidemiológico semanal da área técnica de influenza da Coordenação Geral de Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde (MS), de janeiro até agora, foram coletadas 8.668 amostras em unidades sentinelas. Dessas, 5.030 (58%) foram processadas e 1.284 (21,2%) deram resultado positivo para vírus respiratórios (Influenza, VSR, parainfluenza e adenovírus).

A vigilância sentinela consiste em uma rede de unidades em todas as regiões do país, com o objetivo de monitorar e identificar os principais agentes respiratórios presentes no Brasil. Já a vigilância universal de SRAG verifica os casos hospitalizados e óbitos relacionados ao comportamento de vírus respiratórios para orientar decisões e posicionamentos do Ministério da Saúde (MS) e Secretarias de Saúde Estaduais e Municipais.

Foram registrados 31.243 casos de SRAG somente em 2016, sendo que 19.133 foram na região sudeste (14.695 apenas em São Paulo), e 7.005 na região sul. Essa alta incidência está relacionada às baixas temperaturas de ambas as regiões, a partir de dois fatores principais: o frio afeta o nosso organismo e os mecanismos de defesa contra o vírus; há mudanças de comportamento como ficar com janelas fechadas e em lugares com menor circulação de ar.

Com o surgimento de sintomas derivados de algum vírus respiratório, verifique se há tosse e dor de garganta com dificuldade de respirar. Desconforto respiratório, lábio roxo e aumento da frequência respiratória também são sintomas derivados de uma Síndrome Respiratória Aguda Grave. Já a Síndrome Gripal apresenta apenas febre, acompanhada de tosse, mal estar, dor de garganta e dor no corpo.

É importante lembrar que um caso de SG pode se transformar em SRAG, dependendo de fatores ligados ao próprio vírus (quando o vírus é mais virulento); ao hospedeiro (quando o paciente apresenta fatores de risco como doenças respiratórias crônicas ou imunodeficiência. Idosos e crianças também são grupo de risco).

Em casos de uma SG em grau mais leve, o tratamento é sintomático. Já em casos de SRAG causados pelo vírus da influenza ou gripe há um tratamento voltado para o combate ao vírus. Esse tratamento também pode ser indicado em pacientes pertencentes aos grupos de risco. O coordenador geral do departamento de Doenças Transmissíveis do MS explica que quanto mais precoce o tratamento, melhor. Por isso a importância de buscar ajuda médica.

Para evitar a transmissão, as recomendações são evitar contato próximo com pessoas que estejam com algum vírus respiratório, usar lenços de papel ou de pano, lavar as mãos com frequência, e evitar lugares fechados.

Aline Czezacki, Blog daSaúde


BUTANTAN CONVENIO No. 762206/11 é aditivado na vigência, valor R$ 21.7 Milhões

Extrato do 4º Termo Aditivo Ao Convênio Nº 762206/2011 Convenentes: Concedente: MINISTÉRIO DA SAÚDE, Unidade Gestora: 257001, Gestão: 00001. Convenente: FUNDAÇÃO BUTANTAN, Estado de SÃO PAULO CNPJ nº. 61.189.445/0001-56. P.I.127/2008, art.30, VI.
Valor Total: R$ 21.739.130,43 (vinte e um milhões, setecentos e trinta e nove mil, cento e trinta reais e quarenta e três centavos), Valor de Contrapartida: R$ 1.739.130,43. Termo Aditivo de Alteração da Vigência. Vigência: 29/12/2011 a 20/06/2017. Data da Assinatura: 16/06/2016. Assina: Pelo MINISTÉRIO DA SAÚDE / Antonio Carlos Rosa de Oliveira Junior - Diretor Executivo do Fundo Nacional de Saúde FUNDO NACIONAL DE SAÚDE.

HBSAB, IMUNOCROMATOGRAFIA Testes serão fornecidos por BIOMERIEUX por R$ 26.4 Milhões

DEPARTAMENTO DE LOGÍSTICA EM SAÚDE
EXTRATOS DE REGISTROS DE PREÇOS
Espécie: Ata de Registro de Preços nº 23/2016 - Pregão Eletrônico - SRP n.º 26/2016; Processo: 25000.181641/2015-71.
Item Descrição do Objeto Unid. de Medida Quantidade Preço Unitário (R$) Preço To t a l (R$)
01 Reagente para diagnóstico clínico, conjunto completo, qualitativo HBSAG, Imunocromatografia. Te s t e 10.355.775 2,55 R$ 26.407.226,25
Partes: DLOG/SE/MINISTÉRIO DA SAÚDE x BIOMERIEUX BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS LABORATORIAIS LTDA. Vigência: 14.06.2016 a 13.06.2017

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