Destaques

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Chinese biotechnology companies set to raise $10 billion this year in innovation push

Pharmaceutical groups in China are on track to raise about $10 billion this year from venture capital investors, initial public offerings (IPOs) and licensing agreements with foreign drugmakers, reported the Financial Times. Mark Alles, chief executive at Celgene, which recently finalised a global strategic oncology collaboration with Chinese biotechnology company BeiGene, said "true innovation is happening here in China, and multinational companies have to throw away the bias about where to go and how to think about where innovation is happening."

Under the deal, BeiGene licenced its investigational PD-1 inhibitor BGB-A317 to Celgene for most global markets, except Asia, but including Japan, for $263 million upfront, as well as up to $980 million in milestones and royalties tied to future sales of BGB-A317. Celgene also took a $150-million equity stake in BeiGene, which is conducting trials for two cancer drugs, and another for an anaemia therapy in the US and Australia.

While most US drug trials being run by Chinese drugmakers are early-stage, some companies, such as Zensun, are further along. The Shanghai-based pharmaceutical firm, which raised $76 million in a funding round this month, has completed Phase II trials of its heart-failure drug Neucardin in China, Australia and the US, and has obtained FDA approval to advance the treatment into late-stage testing.

In August, WuXi Biologics and its Chinese partner Harbin Gloria Pharmaceuticals sold an exclusive license to the anti-PD-1 antibody GLS-010 to US-based biotechnology company Arcus Biosciences for up to $816 million. WuXi Biologics also raised $586 million in an IPO in Hong Kong in June, while Zai Lab, which specialises in cancer drugs, raised $172 million in a Nasdaq IPO last month.

"More and more venture capitalists are willing to invest in the [Chinese] biotechnology industry," commented Jinzi Wu, CEO of liver-disease drug developer Ascletis, which raised $100 million in financing early this year. The executive added "we have so many local funds wanting to invest in innovative companies."

Chengbin Wu, founder of EpimAB Biotherapeutics, an oncology-focused start-up that raised $25 million in a funding round this year, suggested that changes brought about by reforms of China's drug approval process since 2015 have helped bolster investment. "Speeding up the process to shorten the timeframe to be more or less close to the US is very important for innovation, because timing is everything," he said.

However, some investors have expressed concerns about inflated valuations. Liang Lin of Eli Lilly's Asian venture capital arm, which has invested almost $500 million into mostly Chinese start-ups since 2008, noted that "most of the innovative drugs being developed in China are in the 'me-too' category," products that are similar to existing medicines, but aimed at the domestic market. "The valuations for innovative pharmaceutical companies in China are much higher than before, which is a concern," Lin added.

Financial Times, By: Anna Bratulic


AGU confirma validade de regra para captação de receitas por farmácias de manipulação

A Advocacia-Geral da União (AGU) evitou que uma farmácia de manipulação produzisse medicamentos magistrais – não industrializados que são manipulados conforme prescrição médica, considerando aspectos como idade, peso, sexo e condição de saúde do paciente – para receitas encaminhadas por filiais ou outras farmácias e drogarias.

O estabelecimento ajuizou ação para deixar de cumprir a legislação que rege a atividade e impedir a fiscalização de autuar a prática de captação dos receituários.

A atuação ocorre em processo no qual a Botica Pharmaderm – Farmácia de Manipulação Ltda., que possui lojas em Cascavel e Toledo (PR), alegou que a proibição de captar receitas magistrais e oficinais de outros estabelecimentos farmacêuticos e drogarias era inconstitucional. A vedação é prevista no artigo 36 da Lei nº 5.991/1973, com redação dada pela Lei nº 11.951/2009.

A empresa justificou que não existiria riscos à saúde na captação de receitas, de forma que a proibição não se mostraria útil, sendo, pois, contrária ao princípio da razoabilidade. Afirmou, ainda, que a lei seria inconstitucional por violar os princípios do acesso à saúde, da livre iniciativa privada, da livre concorrência, do livre exercício profissional e da proporcionalidade. Diante disso, requereu que fosse reconhecido seu direito líquido e certo de continuar as atividades de captação de receitas entre suas filiais ou não, drogarias e outros estabelecimentos comerciais congêneres.

Entretanto, a AGU, por meio da Procuradoria-Regional Federal da 1ª Região (PRF1) e da Procuradoria Federal junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (PF/Anvisa), defendeu a proibição. Os procuradores federais que atuaram no caso explicaram que a medida visou dar efetividade às disposições constitucionais que estabelecem ser dever do Estado controlar e fiscalizar a produção de medicamentos e executar as ações de vigilância sanitária. Materializando assim o direito à saúde, direito fundamental do ser humano, conforme artigos 2º, 196 e 200 da Constituição Federal.

Proteção da saúde
Além disso, as procuradorias esclareceram que o objetivo da norma foi o de proteger a saúde pública, tendo em vista as particularidades do ramo de farmácias de manipulação. Em razão disso, a captação de receitas entre filiais ou outras drogarias e estabelecimentos congêneres, segundo informações da área técnica da Anvisa, não deveria ser aplicado à receita do medicamento magistral porque “o processo de rastreabilidade das informações com relação aos produtos manipulados ficaria prejudicado com a criação de postos de coleta, no que tange as informações dos pacientes, dos lotes de matérias-primas utilizados, do transporte, da conservação e da dispensação”.

Ainda de acordo com a AGU, a proibição à captação de receitas contendo prescrições magistrais e oficinais em drogarias, ervanárias e postos de medicamentos não está em desacordo com a Constituição, pois busca, com razoabilidade, garantir o direito à saúde dos consumidores, através da diminuição de riscos decorrentes do oferecimento de produtos submetidos a controle sanitário.

A Advocacia-Geral defendeu, também, que a manipulação de fórmulas de medicamentos é atividade intrínseca de farmácia, conforme definição contida no artigo 4º da Lei nº 5.991/73, e que não existiria na legislação a figura de um estabelecimento que somente encaminhasse fórmulas magistrais sem a atividade de manipulação.

Interesse público

Acolhendo os argumentos da AGU, a 13ª Vara da Seção Judiciária do Distrito Federal negou a liminar para suspender a norma. A decisão reconheceu que “a restrição à atividade comercial advém da lei e não da Anvisa, e tem por objetivo a proteção de interesse público maior (saúde pública) que os interesses da impetrante (praticar o comércio), não sendo desarrazoado entender que a manipulação de qualquer medicamento exija maior controle sanitário, e, a legislação correlata trata exclusivamente de impor tal controle”.

A PRF1 e a PF/Anvisa são unidades da Procuradoria-Geral Federal, órgão da AGU.



Da liberação da maconha ao Código florestal: conheça decisões 'travadas' no STF por pedidos de vista

"Diante da adiantada hora, eu tenho um compromisso médico agora aqui no posto, como avisei à vossa excelência (...) eu vou pedir vista do processo". Assim o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli anunciou, no plenário da corte, que iria pedir vista no processo cujo julgamento pode definir a extensão do foro privilegiado a parlamentares.

Já há maioria para a restrição do privilégio, com resultado parcial de 8 a 0, mas com o pedido de vista desta quinta-feira, fica indefinido o prazo para resolução do caso na corte.
A proposta limita o acesso de deputados e senadores ao Supremo apenas aos casos ocorridos no exercício do mandato e ligados à função. Os crimes comuns passariam a ser investigados e processados pelas instâncias inferiores.

Pedidos de vista como o de Toffoli já somaram pouco mais de 370 no STF desde 2001, segundo dados da própria corte. Destes, 240 ainda não foram devolvidos à pauta pelos ministros.

No julgamento de quinta-feira, Toffolli alegou a necessidade de sanar dúvidas e conversar com colegas sobre o tema após quase uma hora de exposição oral. Mas, na opinião de Ivar Hartmann, professor da FGV Direito Rio e coordenador do projeto Supremo em Números, o que costuma ser apresentado pelos ministros como uma necessidade de estudo diante de um caso desafiador é usado, na prática, como um "poder de veto unilateral".

Para Hartmann, o pedido de vista é uma "carta na manga" dos ministros para interromper um julgamento por motivos diversos - como a avaliação, individual ou compartilhada, de que o contexto político ou a composição dos votantes não é favorável.

"[O pedido de vista] Nunca foi previsto na Constituinte ou pelo legislador. Também não conheço nada do tipo em outros países. Além disso, um tribunal com funcionamento adequado nunca tem um processo pautado para a semana ou o mês seguinte, como acontece no Brasil, e é usado como justificativa pelos ministros para interromper o julgamento para estudar o processo", diz Hartmann.

1. Descriminalização do porte de maconha
2.Mudança de nome para transsexuais
3. Doação de sangue por gays
4. Financiamento público de remédios
5. Validade do novo Código Florestal

"Mesmo que haja um acúmulo de milhares ações esperando julgamento no STF, a pauta também poderia ser antecipada no início do ano aqui. E ainda que isso não aconteça, cada ministro tem um gabinete com 40 pessoas", sugere o estudioso, para quem acompanhar o relator ou até mesmo faltar uma sessão podem ser alternativas melhores à interrupção de um julgamento.

"Pedir vista é o pior dos mundos: envolve um exercício de poder em casos que não deveriam ser decididos unilateralmente", completa, caracterizando o discurso "oficial" da dedicação ao caso como "muito útil".

A crítica ao uso recorrente do mecanismo já veio do próprio tribunal: em entrevista ao jornal O Globo em 2015, o ministro Marco Aurélio Mello apontou para o risco dos pedidos de vista se tornarem "perdidos de vista".

"Pedir vista é ruim, porque se perdem na memória as sustentações da tribuna e os votos dos outros ministros. Se não houver conscientização, o pedido de vista vira 'perdido de vista' e vai para as calendas gregas", afirmou Mello ao jornal. O regimento do STF estabelece prazo de duas sessões para que os "perdidos de vista" sejam devolvidos. Como não há qualquer sanção, porém, a prática é não devolver.

E, mesmo que sejam devolvidos, isto não garante que o processo será logo colocado na pauta de julgamento - decisão que cabe ao presidente do STF.

Foi Mello também quem, nesta sexta-feira, afirmou que o pedido de vista do colega Dias Toffoli sobre o foro privilegiado foi feito para esperar a tramitação de Proposta de Emenda à Constituição (PEC) sobre o tema no Congresso.

Em paralelo ao julgamento do STF, está em discussão na Câmara um projeto ainda mais amplo, que extinguiria a prerrogativa de foro para praticamente todos aqueles que hoje são beneficiados, entre políticos e membros do Judiciário.

O privilégio seria mantido apenas para o presidente da República, seu vice e os presidentes da Câmara, do Senado e do STF.

Para Mello, a matéria em debate no Legislativo estava "madura" e já poderia ter tido julgamento concluído.

Na véspera da sessão no STF, informações de bastidores e especulações já indicavam que os ministros do Supremo deixariam para os parlamentares a decisão sobre o foro.

Agora, com a interrupção do caso no STF, é possível que o Congresso tenha tempo para concluir a votação sobre o foro privilegiado.

Segundo o relator do projeto na Câmara, Efraim Filho (DEM-PB), o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ) está disposto a levar o tema adiante. "Minha conversa com o Rodrigo (Maia) foi muito rápida. Ele acompanhou o resultado do foro, da unanimidade (na CCJ da Casa). Ele sabe que é uma pauta positiva para o país e para a Câmara dos Deputados", disse Efraim à BBC Brasil.

"A minha expectativa é de que a instalação da comissão especial possa ocorrer ainda agora em 2017 para que dê tempo, para que se aproveite inclusive o recesso para preparar um texto ( ) que vá ao plenário ainda no 1º semestre", completa o deputado.

Na soma de pedidos de vista feitos no plenário desde 2011, tanto na primeira como na segunda turma do STF , é Toffoli quem lidera dentre os ministros atuais, com 59 pedidos.

Em seguida, vêm: Alexandre de Moraes (56); Gilmar Mendes (45); Luís Roberto Barroso (40); Cármen Lúcia (25); Luiz Fux (21). No final da lista estão Rosa Weber (15); Edson Fachin (10); Marco Aurélio Mello (8) e Ricardo Lewandowski (6). Celso de Mello não registra nenhum pedido de vista.

A reportagem calculou também a relação entre os pedidos de vista feitos e os devolvidos (não necessariamente no prazo de duas sessões). Só dois ministros devolveram todos os seus pedidos: Marco Aurélio Mello e Edson Fachin. Eles são seguidos por: Cármen Lúcia (72% devolvidos); Rosa Weber (66%); Toffoli (58%); Ricardo Lewandowski (50%); Alexandre de Moraes (32%); Gilmar Mendes (24%); Luiz Fux (19%); e Luís Roberto Barroso (10%).

Dentre os pedidos "trancados" eternamente por pedidos de vista, há um acervo de 56 processos envolvendo a demarcação de terras indígenas em Roraima. As ações foram relatadas pelo ministro Marco Aurélio, e o ex-ministro Ayres Britto pediu vista de todos os casos no mesmo dia, 3 de junho de 2009. Hoje, os processos dos quais Ayres Britto pediu vista são de responsabilidade de Luís Roberto Barroso, que o sucedeu na cadeira.

Outro caso emblemático é a ação que contestava o financiamento empresarial de campanhas eleitorais - doações essas que, por decisão da corte em 2015, foram proibidas. Mas, até ali, a ação foi interrompida duas vezes por pedidos de vista. Na última, o ministro Gilmar Mendes pediu vista quando já havia maioria para definir a inconstitucionalidade das doações e demorou um ano e cinco meses para devolvê-la à pauta.

A BBC Brasil relembra cinco casos emblemáticos de julgamentos interrompidos por pedidos de vista - em que tanto a demora quanto um eventual julgamento significam impactos importantes em suas respectivas áreas.

1. Descriminalização do porte de maconha
O caso chegou ao STF em 2011, e até agora só três ministros votaram. A origem é um recurso relativo ao caso de Francisco Benedito de Souza, hoje com 57 anos. Ele foi pego com 3 gramas de maconha em uma cela no Centro de Detenção Provisória (CDP) de São Paulo.

O primeiro a votar foi o relator do caso, Gilmar Mendes. Ele defendeu a descriminalização de todas as drogas, não só a maconha, em agosto de 2015.

Além de Gilmar, só votaram até agora os ministros Edson Fachin e Luís Roberto Barroso. Os dois últimos foram favoráveis à descriminalização apenas da maconha.

O último pedido de vista foi de Teori Zavascki, que interrompeu o julgamento em setembro de 2015. Agora, cabe ao ministro Alexandre de Moraes (que herdou a cadeira de Zavascki) devolver o processo à pauta.

O STF reconheceu que o caso tem "repercussão geral". Isto é, criará regra para todos os processos similares. Se o processo for vitorioso, a posse de maconha para uso próprio não será mais considerada crime, como ocorre hoje, embora a ofensa não seja mais punida com cadeia.

"A criminalização é inconstitucional. A falta de celeridade dessa decisão causa sofrimento para milhares de pessoas. Inclusive famílias que usam maconha de forma terapêutica", diz o cientista político Gabriel Santos Elias, coordenador da Plataforma Brasileira de Política de Drogas.

2. Mudança de nome para transexuais
Uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) e um recurso contra a decisão da Justiça do Rio Grande do Sul serão julgados juntos. Se a maioria dos ministros concordar, os transexuais poderão alterar o próprio nome no registro civil (RG), mesmo sem realizar a cirurgia de transgenitalização (mudança de sexo). A ADI foi proposta em 2009, e o recurso é de 2012.

O caso começou a ser julgado pelo STF em abril deste ano, mas apenas o relator, Dias Toffoli, falou.

A discussão voltou ao plenário na última quarta-feira. Além de Toffoli, foram favoráveis à ação os ministros Alexandre de Morais, Edson Fachin, Roberto Barroso e Rosa Weber.
O ministro Marco Aurélio interrompeu o julgamento com um pedido de vista, já que não havia quórum para concluir a votação.

3. Doação de sangue por gays
É inconstitucional impedir homens homossexuais de doarem sangue? É isso que o STF terá de decidir. A ação foi proposta pelo PSB, em junho passado.

A ação questiona normas do Ministério da Saúde que impede pessoas que tiveram relações homossexuais nos últimos 12 meses de doar sangue. Ou seja: proíbe, na prática, que estas pessoas doem.

O assunto chegou ao plenário, mas foi alvo de um pedido de vista do ministro Gilmar Mendes, em 26 de outubro.

4. Financiamento público de remédios
De um lado, a urgência de vida de pacientes com doenças raras por remédios caros e muitas vezes novos - por isso, ainda não avaliados e autorizados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Do outro, os altos e imprevisíveis custos que recaem sobre os estados e a União diante de decisões judiciais que os obrigam a fornecer medicamentos não avalizados pelas autoridades.

O delicado equilíbrio sobre a obrigatoriedade ou não do Estado de fornecer tratamentos não previstos no Sistema Único de Saúde (SUS) e na Anvisa entrou na pauta do plenário em 2016.

Mas foi interrompido por dois pedidos de vista. Já se vai um ano de julgamento parado.
Segundo afirmou em setembro à BBC Brasil, Sérgio Sampaio, presidente da Associação Brasileira de Assistência à Mucoviscidose (ABRAM), ao mesmo tempo em que a decisão final do STF pode representar uma "eugenia" caso os estados sejam desobrigados a fornecer tais medicamentos, a demora do julgamento também tem sido prejudicial.

Isto porque as instâncias inferiores acabam esperando pela definição do supremo. Segundo dados coletados pelo Tribunal de Contas da União (TCU), há pelo menos 22,9 mil processos paralisados à espera da decisão no STF.

5. Validade do novo Código Florestal
Demorou quatro anos para que cinco ações que questionam o novo Código Florestal - aprovado no Congresso e sancionado pela presidência em 2012 - começassem a ser julgadas no plenário do STF.

No início deste mês, porém, a deliberação foi interrompida por um pedido de vista pela presidente do Supremo, a ministra Cármen Lucia.

O relator da matéria, Luiz Fux, votou pela inconstitucionalidade de diversos artigos do código - entre eles aquele que é talvez o mais polêmico, conhecido como "anistia" àqueles que desmataram em desacordo com a legislação vigente até 2008, condicionada a algumas reparações.

Tanto ambientalistas quanto representantes do setor rural apontam que a demora no julgamento tem levado insegurança jurídica ao setor.

BBC


Na Gestão Barros, cinco empresas forneceram remédios para coagulopatias hereditárias

Ministro da Saúde e deputado federal licenciado pelo PP do Paraná, Ricardo Barros.

No centro de um imbróglio desde meados do ano, a Hemobrás (Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia), de Pernambuco, não concentra o fornecimento de remédios para coagulopatias hereditárias ao Ministério da Saúde, especialmente, quando se leva em consideração os contratos da pasta assinados no período da gestão do paranaense Ricardo Barros (PP), que está há quase dois anos no comando da área.

Levantamento realizado entre os 150 contratos firmados pelo Departamento de Logística em Saúde do ministério, entre 2016 e 2017, mostra que cinco empresas diferentes forneceram medicamentos para coagulopatias hereditárias, que são os “concentrados de fator de coagulação”.

São três as coagulopatias hereditárias mais comuns: a hemofilia A, a hemofilia B e a doença de von Willebrand.

A espanhola Grifols S/A, que neste mês de novembro inaugurou uma unidade em Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba, está entre as empresas que firmaram o maior número de contratos, quatro no total, para fornecer medicamentos ligados a coagulopatias hereditárias.

A CSL Behring também assinou o mesmo número de contratos no período, quatro.

Em seguida, estão as empresas Octapharma e a Hemobrás, com dois contratos cada uma.

A empresa Novo Nordisk Healthcare AG tem um contrato.

Já o Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), que indiretamente também se envolveu no imbróglio em torno da Hemobrás, firmou apenas um contrato com o Ministério da Saúde, em fevereiro de 2017, no valor de R$ 38,4 milhões, e para o fornecimento de vacina veterinária.

Catarina Scortecci para Gazeta do Povo



domingo, 26 de novembro de 2017

Evento Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde: conectando pesquisas e soluções


O Departamento de Ciência e Tecnologia da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde (Decit/SCTIE/MS), em seu papel de formulador, implementador e avaliador da Política Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde, organiza o evento “Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde 2017: conectando pesquisas e soluções”, que ocorrerá em 29 e 30 de novembro em São Paulo/SP.

O evento contará com a presença de 48 representantes de instituições nacionais e internacionais, incluindo o vencedor do prêmio Nobel de Medicina em 1998, Ferid Murad. O objetivo será debater os maiores avanços científicos de temas emergentes da agenda de saúde, buscando a troca de conhecimento, o estímulo à inovação no país e a conexão entre resultados de pesquisas e a geração de soluções em saúde.

Uma Feira de Oportunidades com mais de 50 estandes e mais de 25 Rodas de Conversa serão os espaços para reunir os atores que compõem o sistema de ciência, tecnologia e inovação em saúde do Brasil, de modo a buscar alternativas para as lacunas existentes no atual modelo brasileiro, permitindo a articulação de possíveis parcerias entre a academia e o setor produtivo público e privado. Também haverá espaço para órgãos reguladores, a fim de facilitar o acesso e a interlocução dos grupos pertencentes ao setor saúde às entidades relacionadas à inovação, tanto do setor público quanto privado (Anvisa, Conep, INPI, CMED, Conitec, Jansen, GSK, Universidades Federais, Rede Nacional de Terapia Celular, dentre outros).

No primeiro dia de evento haverá também a cerimônia de entrega do Prêmio de Incentivo em Ciência, Tecnologia e Inovação para o SUS – 2017 que visa valorizar a comunidade científica que contribui para o desenvolvimento das políticas públicas de saúde no país. O prêmio está na décima sexta edição e contabilizou 522 projetos inscritos em cinco categorias: Trabalho Científico Publicado; Tese de Doutorado; Dissertação de Mestrado; Produtos e Inovação em Saúde e Experiência Exitosa do Programa Pesquisa para o SUS: gestão compartilhada em saúde – PPSUS.



sábado, 25 de novembro de 2017

Ministro da Saúde inaugurará Centro de Diagnóstico de Câncer de Próstata no Rio de Janeiro

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, inaugurará nesta segunda-feira (27/11), no Rio de Janeiro (RJ), o Centro de Diagnóstico do Câncer de Próstata do Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA). Para marcar o Dia Nacional de Combate ao Câncer, o Ministério da Saúde e o INCA lançarão a Campanha Nacional de Combate ao Câncer.

Na ocasião, o ministro apresentará os dados preliminares do estudo epidemiológico sobre a prevalência nacional de infecção pelo HPV, que será divulgado nesta segunda-feira (27/11), em Porto Alegre (RS), na Universidade Federal de Ciências Sociais.

Durante o evento no Rio de Janeiro, ocorrerá também a cerimônia de posse do novo diretor do Departamento de Gestão Hospitalar (DGH), responsável pela gestão dos seis hospitais federais localizados do Rio de Janeiro.

Serviço:
Data: 27 de novembro (segunda-feira)
Horário: 9h30
Local: Hospital do Câncer II – Rua Equador, 831 (próximo à Rodoviária Novo Rio) – auditório do 5º andar, prédio principal – Santo Cristo, Rio de Janeiro (RJ)
Assessor em viagem: Camila Rabelo – (61) 99211-2946
Mais informações:
(61) 3315-3580 / 2351 – Ascom/Ministério da Saúde


HIV - Brasil aumenta diagnóstico e tratamento

Novo levantamento indica que, desde 2012, o número de pessoas diagnosticadas com a doença aumentou 18% e o acesso ao tratamento 15%. Também se observou redução da circulação do vírus no sangue dos tratados, indicando sucesso dos medicamentos ofertados no SUS


Aumento no diagnóstico entre as pessoas que vivem com HIV e no número de pessoas em tratamento são os destaques do Relatório de Monitoramento Clínico do HIV lançado nesta quinta-feira (23) pelo Ministério da Saúde. O documento demonstra o avanço do país no alcance das  metas 90-90-90, no período de 2012 a 2016. De acordo com o documento, estima-se que, em 2016, aproximadamente 830 mil pessoas vivem com HIV no país, dessas, 694 mil (84%) diagnosticadas; 655 mil (79%) vinculadas a algum serviço de saúde; e 563 mil (68%) retidas nos serviços.

Confira a apresentação do Relatório de Monitoramento Clínico, em anexo.

A proporção de pessoas vivendo com HIV diagnosticadas (1ª meta) aumentou em 18%, passando de 71%, em 2012, para 84%, em 2016. Ainda com relação aos resultados das metas no país, houve um aumento de 15% na proporção de PVHIV diagnosticadas que estavam em tratamento (de 62% em 2012 para 72% em 2016). Nos primeiros seis meses de 2017, o relatório aponta que quase 35 mil pessoas iniciaram terapia antirretroviral (TARV). Na terceira meta, das pessoas em tratamento antirretroviral, há pelo menos seis meses, em 2016, 91% atingiram supressão viral (carga viral abaixo de 1.000 cópias/mL indicando sucesso no tratamento). Essa proporção é 6% acima da observada em 2012 (85%) e aponta  que o país ultrapassou a meta estabelecida.

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, comentou os avanços apontados pelo relatório. Barros ressaltou a importância da manutenção das ações de prevenção e controle do HIV/aids no Brasil. “Os resultados observados no Relatório refletem os esforços de um conjunto de ações realizadas por diversos atores, em diferentes níveis de gestão, para a redução da transmissão do HIV e a melhoria da qualidade de vida das pessoas que vivem com HIV e aids no país”, observou o ministro.

Lançado pelo segundo ano seguido, o documento Relatório de Monitoramento Clínico do HIV, reúne e analisa as informações dos principais indicadores de monitoramento clínico, atualizados até 30 de junho de 2017. O relatório avalia as metas 90-90-90: (90% das pessoas vivendo com HIV (PVHIV) diagnosticadas; 90% das PVHIV diagnosticadas em terapia antirretroviral (Tarv); e 90% das PVHIV diagnosticadas em TARV (terapia antirretroviral - com supressão viral, até o ano de 2020) para o Brasil, entre 2012 e 2016. As metas foram instituídas, em 2014, pelo Programa das Nações Unidas para Aids (UNAIDS).

Outro dado do relatório aponta que, de todos os indivíduos infectados pelo HIV, observa-se cobertura antirretroviral de 60% e supressão viral de 54% (com carga viral abaixo de 1.000 cópias/mL). Isso é excelente porque quanto menor a carga viral, menor a possibilidade de transmissão do vírus e indica sucesso no tratamento da pessoa vivendo com HIV.

No primeiro semestre de 2017, até 30 junho, o número de pessoas em TARV somava mais de 517 mil. De acordo com os resultados monitorados até o momento, estima-se que até o final do ano cerca de 550 mil PVHIV estarão em tratamento, indicando um incremento de mais de 10% nesse número até o final do ano, ultrapassando o crescimento observado entre 2015- 2016.

Além deste aumento no número de pessoas em TARV, verifica-se também uma diminuição expressiva no tempo mediano (em dias) entre o diagnóstico e o início do tratamento, caindo de 161 dias para 42 dias, em menos de quatro anos, de 2014 a junho de 2017, respectivamente.

O Brasil foi o primeiro país da América Latina a incorporar, a partir de janeiro de 2017, o medicamento Dolutegravir, que é considerado atualmente o melhor medicamento para tratamento do HIV. Dados mais atuais, até 31 de outubro 2017, revelam que 68 mil PVHIV já estão em uso de Dolutegravir no país.

Ainda em relação às metas 90-90-90, observa-se que das pessoas em TARV, há pelo menos seis meses, em 2016, 91% atingiram supressão viral (carga viral abaixo de 1.000 cópias/mL indicando sucesso no tratamento), proporção de 6% acima da observada em 2012 (85%) e ultrapassando a meta estabelecida.

Esses dados subsidiam a resposta ao HIV no Brasil e são reconhecidos por seu rigor, como fonte de informação no âmbito internacional. Recentemente, a Organização Mundial de Saúde (OMS) reconheceu na Conferência Internacional de Aids (IAS 2017, em Paris), durante o lançamento do Consolidated Guidelines on Person-Centred HIV Patient Monitoring and Case Surveillance, que o Brasil é um dos poucos países do mundo que tem conseguido utilizar as informações geradas por seus sistemas nacionais de informação em saúde para fazer diferença na resposta ao HIV. Nesta publicação, inclusive, o Brasil foi citado como exemplo a ser seguido.

Desafios - A maior vulnerabilidade entre os jovens fica evidente nos resultados apresentados no Relatório. Na análise das metas 90-90-90 estimou-se que apenas 56% das PVHIV de 18 a 24 anos diagnosticadas estavam em TARV, e desses, menos da metade apresentavam supressão viral (Carga Viral menor que 200 cópias/mL).

Outro desafio a ser enfrentado refere-se a adesão à TARV. Os dados indicam que 70% das pessoas vivendo com HIV – com pelo menos uma dispensa de medicamentos em 2016- apresentavam adesão suficiente. Porém a taxa de abandono ou interrupção do tratamento de 9% se mantém praticamente constante desde 2013.

“Estamos aprimorando as ações programáticas, buscando a aceleração e a qualificação da resposta brasileira ao HIV, com vistas ao alcance das metas estabelecidas no planejamento estratégico do Departamento de IST, HIV e Aids e Hepatites Virais”, explica a Dra. Adele Benzaken, diretora do departamento. A diretora ressalta ainda  que a publicação do relatório reforça “o compromisso de transparência com a população brasileira, especialmente com as pessoas que vivem com HIV e com os grupos de populações-chave e prioritárias que são mais afetadas pela epidemia”.

O financiamento de toda a terapia antirretroviral distribuída pelo SUS no Brasil, garantida sua sustentabilidade por lei, é feito com recursos exclusivamente nacionais. Em 2017 foi investido R$ 1.1 bilhão para aquisição de 37 apresentações dos medicamentos.

Da Agência Saúde

Anexo:



1ª Conferência Nacional de Vigilância em Saúde adiada para 2018

A etapa nacional da 1ª Conferência Nacional de Vigilância em Saúde (1ª CNVS) não irá mais ocorrer nas datas previstas. O evento, que estava marcado para ser realizado em Brasília, de 28 de novembro a 1º de dezembro de 2017, terá data a ser definida.

O motivo do adiamento é que durante a licitação, houve recursos das empresas concorrentes, e os prazos legais para a conclusão do  processo licitatório inviabilizam a realização da conferencia na data prevista.

Todas as providências possíveis para amenizar os transtornos causados aos delegados, delegadas e demais participantes que se preparavam para os debates em Brasília estão sendo tomadas.

Ministério da Saúde / Conselho Nacional de Saúde


Agências Reguladoras Câmara dos Deputados instalará na terça-feira (28) a instalação da comissão especial que analisará o Projeto de Lei 6621/16

Está marcada para esta terça-feira (28) a instalação da comissão especial que analisará o Projeto de Lei 6621/16, do Senado. A proposta unifica as regras sobre gestão, poder e controle social das agências reguladoras.

Chamado de Lei das Agências Reguladoras, o texto busca garantir a autonomia dessas autarquias, dar mais transparência à atividade e estabelecer medidas para evitar a interferência do setor privado.

Competências
O projeto prevê uma divisão de competências entre os ministérios e as agências reguladoras, que terão autonomia funcional, decisória, administrativa e financeira. As decisões serão colegiadas, e os dirigentes terão mandato não coincidente de cinco anos, vedada a recondução. Haverá ainda um ouvidor, com mandato de três anos, sem recondução.

Prestação de contas
O controle externo das agências reguladoras será exercido pelo Congresso Nacional, com auxílio do Tribunal de Contas da União (TCU).

De acordo com o projeto, será exigida a apresentação anual de uma prestação de contas ao Congresso, e a celebração dos chamados contratos de gestão, que devem conter metas, mecanismos, fontes de custeio e resultados das ações regulatórias e fiscalizatórias das autarquias.

Após a instalação da comissão especial, serão eleitos o presidente e os vice-presidentes que conduzirão os trabalhos.

A reunião está marcada para as 16 horas, em plenário a ser definido. 

Da Redação – RN, Agência Câmara Notícias


Doença pulmonar rara Comissão aprova política para mulheres acometidas

A Comissão de Seguridade Social e Família aprovou, nesta quarta-feira (22), a criação da Política Nacional de Conscientização e Orientação sobre a Linfangioleiomiomatose (LAM) – doença pulmonar rara que atinge mulheres em idade fértil e pode causar obstrução brônquica e vascular, bem como formação de cistos.

Diego Garcia: iniciativa importante para garantir diagnóstico precoce

A medida está prevista no Projeto de Lei 5078/16, do deputado Alan Rick (DEM-AC), que recebeu parecer favorável do relator, deputado Diego Garcia (PHS-PR).

A política pretende incentivar ações para capacitar profissionais da saúde quanto ao quadro sintomático e o diagnóstico diferencial da doença. Prevê ainda a criação de centros de referência para diagnosticar, tratar e acompanhar pacientes com LAM. E determina a implantação de um sistema nacional de coleta e processamento de dados sobre casos da enfermidade.

Segundo o texto, caberá ao SUS oferecer às portadoras de linfangioleiomiomatose o acesso a todos os meios disponíveis para tratamento e controle da doença. A política deverá ser regulamentada pelo Executivo em 60 dias após a publicação da lei, se aprovada.

“Como a linfangioleiomiomatose é pouco conhecida mesmo entre os médicos pneumologistas, e como seus sintomas iniciais são semelhantes ao de muitas outras pneumopatias, muitas vezes o seu diagnóstico é tardio, perdendo-se a oportunidade de iniciar a terapia no início, quando é bem mais eficaz”, disse o deputado Diego Garcia.
“Assim, vemos com muito bons olhos a iniciativa de criar uma política de conscientização e orientação sobre a linfangioleiomiomatose, de modo a fomentar o diagnóstico precoce”, completou.

Tramitação
O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

ÍNTEGRA DA PROPOSTAPL-5078/2016

Reportagem – Lara Haje, Edição - Sandra Crespo, Foto - Antônio Augusto/Câmara dos Deputados


Governo tem compromisso inequívoco com o Norte do País, diz Temer

Ao participar da inauguração do Hospital de Câncer da Amazônia, em Porto Velho (RO), presidente da República destaca projetos em benefício da população na região

 Ao participar da inauguração do Hospital de Câncer da Amazônia (Hospital de Amor), nesta quinta-feira (23), em Porto Velho (RO), o presidente da República, Michel Temer, destacou o "compromisso inequívoco" do Governo do Brasil com a região Norte do País.  

“Nós temos demonstrado isso ao longo do tempo. Quero aproveitar para anunciar que nós acabamos de concluir uma licitação para melhorar e ampliar o aeroporto desta capital. Já está definido, nós vamos arrumar verba para isso”, anunciou o presidente, lembrando que, com o novo polo de tratamento, as visitas à cidade irão aumentar.

Temer lembrou ainda que, na noite da quarta-feira (22), mais recursos foram liberados para as cidades do País. “Em reunião com vários prefeitos, liberei R$ 2 bilhões, justamente para fechar o balanço, para os municípios brasileiros. [...] Esses 2 bilhões, que nós indicamos no dia de ontem, darão neste final de ano muita tranquilidade aos municípios brasileiros.”

Recursos
Construído com recursos de doações individuais e empresariais, o Hospital de Câncer da Amazônia recebeu R$ 13,1 milhões da União por meio de emendas parlamentares para a obra. A partir de agora, o Ministério da Saúde irá destinar R$ 5,3 milhões por ano para quimioterapia e cirurgia oncológica. O valor deve chegar a R$ 8 milhões a partir do ano que vem, quando o hospital deve oferecer serviços de radioterapia.

Anteriormente, cerca de 20 mil pacientes com câncer de Rondônia e da região Amazônica se deslocavam até Barretos, em São Paulo, para se tratar. Agora, com a nova unidade, vinculada ao Hospital do Câncer de Barretos, todas as fases do tratamento estão concentradas em Porto Velho, evitando o deslocamento.

Para Temer, o nome do hospital é adequado. “Verifico hoje, voltando à palavra amor, que é isto que nós devemos preservar, que nós devemos incentivar, que nós devemos pregar entre os brasileiros em geral. Na verdade, não devemos ter brasileiro contra brasileiro, mas brasileiro com brasileiro. E brasileiro com brasileiro significa exatamente amor”, afirmou.
Fotos: Alan Santos/PR, Fonte: Planalto


Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara promove fórum internacional sobre sistemas de saúde, dia 28, plenário 7 às 10h

A Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara promove nesta terça-feira (28) fórum internacional: "Lançando o Olhar Sobre o Desempenho de Sistemas de Saúde Locais e Nacionais”.

Autor do requerimento para realização do fórum, o deputado Odorico Monteiro (PSB-CE), quer promover o diálogo sobre os caminhos das políticas de saúde no Brasil à luz de experiências nacionais e internacionais.

“Com isso, pretendemos fazer um bom debate sobre estratégias e ferramentas de avaliação para contribuir com o aumentar da qualidade do nosso sistema de saúde, ampliando sua cobertura para quem mais precisa e organizando nossas experiências para colaborar, posterirormente, com a sistematização e a difusão no território brasileiro de ações exitosas”, salientou.

Foram convidados para o fórum:
- representante do Ministro da Saúde;
- representante no Brasil da Organização Pan-americana de Saúde (OPAS), Joaquim Molina;
- secretário de Saúde do Ceará, Henrique Jorge Javi de Sousa;
- presidente do Conselho Nacional de Secretarias de Saúde (Conass), Michele Caputo Neto;
- presidente do Conselho Nacional de Secretários Municipais (Conasems), Mauro Guimaraes Junqueira;
- presidente do Conselho Nacional de Saúde (CNS), Ronaldo Ferreira dos Santos;
- representante da Associação das Nações Unidas da Saúde da Família (ASF-Portugal), Andre Biscaia;
- representante da Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ), Patrícia Ribeiro;
- representante da Organização Pan-americana de Saúde (OPAS/OMS), Renato Tasca;

O evento ocorre às 10 horas, no plenário 7 e terá transmissão interativa pelo e-Democracia.


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