segunda-feira, 9 de setembro de 2019
INSULINA - MS ADITIVA REGISTRO DE PREÇOS DA NOVO NORDISK
EXTRATO DE TERMO ADITIVO
Espécie: Primeiro Termo
Aditivo à Ata de Registro de Preços nº 130/2018 do Pregão Eletrônico-SRP nº 82/2018;
Processo Eletrônico de Compras: 25000.124172/2018-36, que tem por objeto a
redução do preço unitário registrado para os itens 1, 2, 3 e 4 conforme abaixo:
. Item Descrição do Objeto
Preço Unitário Registrado na ARP (R$) Preço Unitário Renegociado (R$)
. 1 Insulina Humana NPH
100U/ml – injetável 11,30 10,10
. 2 Cota reservada ME/EPP
(item 1)
Insulina Humana NPH 100U/ml –
injetável 11,30 10,10
. 3 Insulina Humana Regular
100U/ml – injetável 11,30 10,10
. 4 Cota reservada ME/EPP
(item 3)
Insulina Humana Regular
100U/ml – injetável 11,30 10,10
Partes: DLOG/SE/Ministério da
Saúde X Empresa NOVO NORDISK FARMACÊUTICA DO BRASIL LTDA. Data da assinatura:
06/09/2019
DOLUTEGRAVIR PARA TRATAMENTO SIMULTÂNEO HIV E TUBERCULOSE - CONSULTA PÚBLICA TERMINA NA PRÓXIMA QUARTA-FEIRA (11)
A adoção do dolutegravir,
medicamento mais barato e com menos efeitos colaterais, no tratamento de
pessoas infectadas simultaneamente pelo vírus HIV e pela tuberculose está sob
consulta pública pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no
Sistema Único de Saúde (Conitec) e o Ministério da Saúde.
Pacientes, especialistas, profissionais de saúde e demais interessados podem
encaminhar suas manifestações até 11 de setembro por meio de formulário online.
O dolutegravir já é usado
desde 2017 pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no tratamento de pessoas
infectadas com o HIV, mas o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas atual
contraindica seu uso junto com a rifampicina, utilizada no tratamento de
tuberculose. Assim, os pacientes coinfectados com HIV e tuberculose (HIV-TB)
são medicados com o raltegravir, mais caro.
O Ministério da
Saúde (MS) solicitou então a incorporação do dolutegravir no tratamento de
HIV-TB. Há estudos indicado boa tolerância ao medicamento. A economia esperada
pelo governo é R$ 52 milhões pelos próximos cinco anos, segundo relatório
preliminar do Conitec.
Em relatório preliminar, a
recomendação inicial do Conitec foi pela incorporação do medicamento ao
tratamento de HIV-TB pelo SUS, mas a depender das contribuições enviadas
durante a consulta pública, essa recomendação inicial pode mudar, segundo o
órgão.
Segundo o Ministério da
Saúde, a chance de uma pessoa que vive com HIV ter tuberculose é 25 vezes maior
que uma pessoa sem HIV. A infecção simultânea tem grande impacto na mortalidade
dos portadores dessas doenças.
Todas as incorporações de
tratamentos ao SUS são votadas em plenário pelo Conitec, que Conitec é formado
por sete integrantes do MS, um para cada secretaria, e mais representantes dos
Conselhos Federal de Medicina, Nacional de Saúde, Nacional das Secretarias
Estaduais de Saúde, Nacional das Secretarias Municipais de Saúde (Conasems),
da Agência Nacional de Saúde Suplementar e da Agência Nacional
de Vigilância Sanitária.
TRATAMENTO DE DIABETES EXAGERADO TAMBÉM FAZ MAL
Sobre tratamento
Para as pessoas com diabetes,
tomar medicamentos e monitorar o açúcar no sangue faz parte do ritmo diário de
suas vidas.
No entanto, mais de 20% dos
pacientes adultos muito provavelmente estão recebendo um
"sobretratamento" - eles estão sendo tratados em demasia.
Isso gera milhares de visitas
às emergências dos hospitais e internações por hipoglicemia (baixa taxa de
açúcar no sangue) totalmente evitáveis, diz a Dra Rozalina McCoy, da Clínica
Mayo (EUA).
McCoy e sua equipe constataram
que a terapia de redução de glicose excessivamente intensiva - quando os
pacientes recebem mais medicação do que é necessário com base no seu nível de
hemoglobina A1C - não apenas se mostrou comum, como também contribuiu
diretamente para 4.774 hospitalizações e 4.804 atendimentos em dois período de
um ano - lembrando que o levantamento foi realizado nos EUA.
"É importante notar que
esses números são uma grande subestimação da verdadeira gama de eventos
hipoglicêmicos induzidos por tratamento excessivo," acrescentou a médica.
Tratar bem: nem demais, nem de
menos
A elevação persistente dos
níveis de glicose no sangue aumenta o risco de complicações do diabetes, como
doença cardiovascular, retinopatia (doença ocular), nefropatia (doença renal) e
neuropatia.
O problema ocorre quando os
remédios para baixar a glicose, que reduzem todos esses riscos, são receitados
ou tomados em excesso.
A saída, diz a Dra McCoy, é
que os médicos adotem planos de tratamento individualizados para seus
pacientes, baseando-se em evidências e, assim, evitando que os pacientes tomem
mais medicações do que necessitam para controlar seu caso específico.
"É importante não apenas
garantir que não demos aos pacientes com diabetes um tratamento insuficiente,
mas também que não exageremos, porque tanto o subtratamento quanto o tratamento
excessivo podem prejudicar nossos pacientes," disse ela.
Episódios evitáveis
Há muitas razões pelas quais
as pessoas com diabetes podem sofrer de hipoglicemia. Pessoas que têm múltiplas
condições crônicas de saúde, são mais velhas, têm diabetes tipo 1 ou são
tratadas com medicamentos como insulina ou sulfonilureias estão em maior risco.
"Embora alguns episódios
de hipoglicemia possam ser inevitáveis, especialmente se causados por fatores
de risco não modificáveis, como a necessidade de terapia com insulina, outros
podem ser evitáveis, como no caso do tratamento excessivo," concluiu a
médica.
VÍRUS ZIKA GERA PREJUÍZOS MOTORES E DE MEMÓRIA EM ADULTOS
Complicações em adultos
Pesquisadores da Universidade
Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) constataram que o vírus zika, além de se
replicar no cérebro de pessoas adultas, também causa prejuízos de memória e
problemas motores.
O vírus zika ataca também os
neurônios maduros de adultos, o que exigirá reavaliação dos pacientes anos
depois da infecção.
O estudo foi iniciado na época
do surto de zika no país, nos anos de 2015 e 2016. "[Na época] aumentou o
número de casos e, junto com a microcefalia, que foi o que chamou mais a
atenção, começaram a aparecer complicações em pacientes adultos," relembra
uma das coordenadoras da pesquisa, a neurocientista Cláudia Figueiredo.
Apesar de a doença ser
majoritariamente autolimitada, com sintomas leves, muitos pacientes
apresentavam quadro mais grave: alguns entravam em coma ou tinham internações
por períodos mais longos.
"Então, surgiu a nossa
pergunta: os pesquisadores têm mostrado que o vírus se replica em células
progenitoras, que são aquelas do feto, do nervo central. Será que esse vírus
não infecta também o neurônio maduro? Foi aí que começou a nossa abordagem",
contou Cláudia.
Zika em neurônios adultos
Os pesquisadores da UFRJ
usaram tecidos de acesso, ou seja, tecidos sem doença, de pacientes adultos que
haviam se submetido a cirurgias do cérebro, mas não tinham zika. Eles fizeram
cultura em laboratório e colocaram o vírus zika nesse tecido, que possui
neurônios maduros. Observaram então que o vírus infectava aquelas células,
principalmente os neurônios desse tecido, e se replicava nesse tecido. Ou seja,
produzia novas partículas virais.
Nesse meio tempo, surgiram
dados clínicos de que, em alguns pacientes, se detectava o vírus no sistema
nervoso central, no líquor, que é o líquido que envolve o cérebro. Os
pesquisadores da UFRJ decidiram então ver que tipo de efeito aconteceria se
infectassem o cérebro de um animal adulto com esse vírus. "A gente fez a
administração do vírus dentro do cérebro do camundongo adulto e observou várias
coisas", disse Cláudia.
Constatou-se então que o vírus
se replicava no cérebro do animal adulto e tinha preferência por áreas relacionadas
com a memória e o controle motor.
"E era justamente isso
que estava alterado nos pacientes quando eles tinham o vírus em quadros mais
complicados. Não só o vírus se replicou, mas ele [camundongo] ficou com
prejuízo de memória e prejuízo motor. Quando o vírus infecta, em algumas
pessoas, não se sabe por quê, o vírus chega ao sistema nervoso central, em
outras não, depende de vários fatores, e pode causar esse tipo de dano,"
disse Cláudia.
Reavaliar os pacientes
Nos animais de laboratório, o
prejuízo de memória foi além da fase da infecção, permanecendo mesmo após a
infecção ter sido controlada. O vírus se replicou, com um pico de replicação de
vários dias. "Só que, até 30 dias depois que o vírus já está com
quantidade baixa no cérebro, o animal ainda continua com prejuízo de memória. O
prejuízo de memória persiste," disse Cláudia, lembrando que 30 dias na
vida de um camundongo equivalem de dois a quatro anos na vida de um ser humano:
"É muito tempo".
O estudo também concluiu que o
vírus induz uma informação importante no cérebro: que esses períodos de memória
estão associados a quadros inflamatórios muito intensos. Os pesquisadores
usaram um anti-inflamatório e viram que esse tratamento melhora o prejuízo de
memória, levando o paciente a recuperar a função prejudicada.
Os cientistas acreditam que a
descoberta pode contribuir para a elaboração de políticas públicas para
tratamento de complicações neurológicas por zika em pacientes adultos. Eles
alertam, por exemplo, que pode ser necessário avaliar a memória dos pacientes
infectados após alguns anos.
Com informações da Agência
Brasil, [Imagem: Figueiredo et al. - 10.1038/s41467-019-11866-7]
PRODUÇÃO E DISPONIBILIZAÇÃO DE VACINAS - DESAFIOS PARA A MACRO POLÍTICA NACIONAL
Os céus do globo terrestre são
cruzados, diariamente, por mais de 200.000 aviões fazendo o transporte de
milhões de pessoas e é ponte para os vírus, que com incrível velocidade se
multiplicam e contagiam diferentes continentes.
Na questão do contágio
O grande afluxo migratório
mundial, verificado nos últimos anos, especialmente na Europa, com pessoas
vindo da África, potencializou a incidência da doença, que, agora circula no
velho mundo com o sorotipo D8, mesmo vírus do sarampo identificado em São
Paulo, no Brasil.
O mais provável é que o vírus
tenha sido reintroduzido em São Paulo a partir de viajantes contagiados na
Europa. Portanto, menos provável que os casos notificados no Sudeste tenham
correlação com os imigrantes e vírus provenientes da Venezuela, como pensado
inicialmente, face aos surtos havidos na Amazônia e Roraima em 2018.
A acelerada evolução do surto
mundial preocupa as autoridades sanitárias, especialmente pela baixa cobertura
vacinal contra sarampo, caxumba e rubéola no Brasil e no Estado de São Paulo
nos últimos anos, cujos primeiros casos apareceram, em maior número, em março
deste ano.
O Brasil foi pioneiro na
incorporação de diversas vacinas no calendário do Sistema Único do Saúde (SUS)
e é um dos poucos países no mundo que ofertam de maneira universal um rol
extenso e abrangente de imunobiológicos, através do Programa Nacional de
Imunização (PNI) que é referência mundial. O êxito histórico do PNI foi obtido
graças a alta taxa de cobertura, característica que sendo perdida nos últimos
anos, colocando em alerta especialistas e profissionais da área.
O PNI imunizou maciçamente as
crianças nascidas nos anos 1970, 80 e 90, hoje com média de idade de 40 anos,
quando doenças como o sarampo ou a poliomielite eram latentes a preocupação em
vacinar as crianças era maior. Como algumas doenças foram erradicadas neste
período, os pais que foram beneficiados pela vacina e que por isso não
conviveram com a doença, muitas vezes não percebem a importância da imunização.
Há uma potencial dicotomia entre o sucesso obtido pelo PNI, induzindo a queda
da cobertura por falta de conscientização dos pais que não conviveram com as
doenças.
Em 1930 as doenças infeciosas
e parasitárias representavam 45,7% dos óbitos do Brasil, índice que caiu para
4,3% em 2010, segundo o Ministério da Saúde. Na década de 1980, sarampo,
poliomielite, rubéola, síndrome da rubéola congênita, meningite, tétano,
coqueluche e difteria causaram 5,5 mil óbitos em crianças de até 5 anos no
Brasil. Em 2009, foram notificados 50 óbitos.
No caso específico do sarampo,
se as coberturas vacinais estivessem dentro do recomendado (acima de 95%) nós
não teríamos problemas, mas em muitos estados estavam próximo de 50%, isso quer
dizer que um em cada dois cidadãos estavam suscetíveis à doença.
A segurança e a eficácia das
vacinas, mesmo sendo questionadas por movimentos “antivacinais”, continuam
sendo a principal ação sanitária de imunização de massa no mundo. É preciso
desmistificar polêmicas sobre as vacinas, em especial a contra sarampo que é
utilizada há mais de meio século, sem registros, na literatura científica
internacional, de quaisquer indícios de risco de autismo em crianças
suscetíveis a ele, como corroborado recentemente por pesquisas realizadas na
Dinamarca que avaliou mais de 650 mil crianças.
A vacina monovalente contra
sarampo foi licenciada no Brasil em 1967 e integrada ao sistema a partir de
1973, a tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) entrou no Programa Nacional
de Imunização a partir de 1992.
Nas questões que motivaram a
estabilidade dos volumes de produção
A volta de doenças, que já
eram consideradas praticamente erradicadas, em especial na Europa, trouxe uma
verdadeira corrida em busca de vacinas. Considerando a erradicação da doença na
Europa e em outros Países, inclusive no Brasil, induziu o complexo industrial
produtor mundial a não só deixar de ampliar as capacidades produtivas, como a
desacelerar a manutenção de grandes estoques reguladores, mantendo níveis
históricos de fabricação, que sem os recentes surtos seriam suficientes para
atender às demandas internacionais, mas, com o aparecimento de surtos em
populações supostamente imunizadas, provocou pânico e uma corrida incontrolável
pela vacina contra o sarampo que, culminou com uma potencial crise de
abastecimento.
Falando sobre os interesses na
produção e preços de comercialização
Vacinas mais antigas, não
protegidas por patentes, despertam reduzido interesse comercial por parte dos
grandes produtores, primeiro pela estabilidade de demanda no mercado de doenças
supostamente erradicadas, no Brasil os mais de 50 anos do início da vacinação
contra sarampo pressupõem que toda população adulta esteja imunizada, o que
limita a demanda à reposição às novas gerações, outro fator importante do baixo
interesse comercial é a produção nacional dominada por laboratório da rede de
produtores públicos de medicamentos, a deterioração dos preços ao longo dos
anos, que, igualmente, se transformou em agende desmotivador para ampliar a
produção.
No Brasil a questão do custo
tende a se evidenciar em função dos limites impostos pela regulação de mercado
exercida pela CMED, no caso das vacinas contra sarampo a maioria dos preços foi
fixada há mais de 20 anos, corrigidos, desde então, apenas pelos índices
monetários e financeiros oficiais, sem levar em conta as novas exigências
regulatórias, que contribuíram para o aumento dos custos de produção e os
preços no mercado internacional, que são muito mais atraentes.
Repetimos experiências
anteriores, malsucedidas
O País experimenta, nas
vacinas, consequências assemelhadas aos danos causados pelo aprimoramento do
marco regulatório sanitário, versos a falta de planejamento estratégico e de
políticas públicas, que permitam a adequação das plantas e o reequilíbrio
financeiro dos preços sem comprometer o abastecimento. O governo tem a
responsabilidade de assegurar o acesso da população às vacinas, especialmente,
as produzidas pela rede oficial de laboratórios públicos há dezenas de anos,
sem quaisquer registros conhecidos de eventos adversos que tenha comprometido a
eficácia e a segurança dos medicamentos.
Atualmente assistimos ao
desabastecimento de vacinas consagradas como raiva animal, raiva humana, soros
anti peçonhentos, passando por febre amarela e sarampo, produzidas por
laboratórios públicos. Sob “alegações técnicas regulatórias e sanitárias”,
cometemos a inconsequência de “interditar” as plantas de produção, como por
exemplo no caso de soros anti peçonhentos – que são fabricados exclusivamente
por Instituições públicas que só podem vender para o MS e o soro é exclusivo e
dedicado às peçonhas brasileiras. Portanto, não podem ser vendidos ou
utilizados em outros países. “Interditamos” todas plantas ao mesmo tempo, sem
qualquer compromisso com a saúde pública sob a argumento: - “Cumprimos o marco
regulatório, às terminações dos órgãos reguladores”, e, se houverem perdas de
vidas humanas... cumpri meu dever como servidor, segui o marco regulatório....
viva a burocracia.
O País ainda não se recuperou
dos casos de Sífilis que, no início do próximo ano, voltarão a desesperar as
autoridades de saúde responsáveis pelas doenças transmissíveis... Há 3 ou 4
anos retiramos do mercado, por falta de boas práticas de fabricação e controle,
praticamente todos os fabricantes locais e internacionais de penicilinas utilizadas
para o tratamento da Sífilis. Sem qualquer planejamento integrado e articulado,
fechamos linhas de fabricação, sobrestamos registros por estar em desacordo com
os testes exigidos atualmente. Depois de tantos problemas de saúde pública se
conseguiu editar uma Medida Provisória (que não foi transformado em Lei)
que permitiu que a CMED, pela primeira vez, flexibilizasse os preços para cima,
permitindo reequilíbrio financeiro dos preços, objetivando a manutenção do
interesse dos produtores.... e, no quesito sanitário, prorrogamos por um ano as
exigências... período que se encerra no início do próximo ano.
Sem segurança jurídica, sem
previsibilidade, sem garantias de aquisição, sem realinhamento de preços, os
riscos de desabastecimento se potencializam:
Dos ciclos de produção:
Produtos de origem biológica
como os soros e vacinas demandam significativos investimentos para edificação e
manutenção de toda cadeia produtiva envolvida, em especial, no caso dos soros,
que dependem do plasma animal que é o IFA do produto. Os Soros tomados como
exemplo, tem um ciclo de produção, não inferior aos 12 a 15 meses, se contados
da extração do veneno da peçonha, até a disponibilização do produto aprovado
pelo Instituto Nacional de Controle de Qualidade – INCQS, quando podem ser
entregues ao Ministério da Saúde.
Dos financiamentos para
produzir e manter a Certificação de Boas Práticas de Fabricação
Exceto BioManguinhos, da
FIOCRUZ, do MINISTÉRIO DA SAÚDE, que também é produtor público oficial de
vacinas, os laboratórios públicos são controlados pelos governos estaduais
como; BUTANTAN(SP), FUNED(MG), IVB(RJ), CPPI e TECPAR (PR), que não tem
recursos e não se predispõem mais a financiar, com recursos próprios, a
modernização de complexos industriais adequados à obter autorizações e
certificações do órgão regulador para a fabricação de produtos destinados
exclusivamente ao Ministério da Saúde, como os soros e vacinas, dentre outros
produtos de compras centralizadas.
Dos ciclos de produção e a
falta de previsibilidade para contratação
Na prática os, ciclos de
aquisição do MS são extremamente longos, e podem chegar a 1 a 1,5 ano,
inclusive quando se trata de produtos exclusivos, específicos e alguns únicos
que são produzidos apenas pelos laboratórios públicos, para o MS, como a vacina
da raiva animal, os soros antipeçonhentos, como por exemplo.
Considerando que entre a
identificação da demanda e a efetiva contratação o ciclo médio mínimo é de 6 a
8 meses.
Considerando que os soros e
vacinas têm longos ciclos de produção, controle, liberação pelo INCQS, até que
possam ser disponibilizados no sistema de logística do Ministério da Saúde
prontos para serem dispensados a população, podem ultrapassar um ano ou mais;
Considerando que a maioria dos
prazos de validade do produto são inferiores a 36 meses, e no caso da vacina
tríplice viral e sarampo, dentre outras, é de 24 meses a partir da data de
fabricação impressa na embalagem do produto.
Considerando os problemas
causados pela falta de previsibilidade de aquisição pelo MS - como se não
fossem necessárias vacinas para os próximos anos:
- O ciclo irregular da produção compromete
- O laboratório estadual dificilmente terá interesse e condições de financiar, com recursos próprios, a produção exclusiva para o MS;
- Igualmente, é pouco provável que o gestor do laboratório oficial se exponha ao risco, inclusive de improbidade administrativa, de não receber a encomenda ou só assinar o contrato, quando os prazos de validade do produto estiverem comprometidos para aceitação no MS (menos de um ano da expiração do prazo de validade);
- A maioria dos soros e vacinas são fabricados em ciclos contínuos e contíguos onde as bateladas devem ser equivalentes, produzidas rigorosamente dentro dos mesmos procedimentos e especificidades prescritos na fórmula mestre, com a falta de previsibilidade a eventual descontinuidade da produção coloca em risco o possível comprometimento da qualidade do produto;
- Continuamente, mas em especial, durante o processo industrial é fundamental a verticalização e otimização dos custos garantindo o equilíbrio e o balanceamento técnico dos consumíveis e dos serviços durante as etapas da fabricação, sem previsibilidade e continuidade de produção os ciclos e processos tendem a se desequilibrar, gerando custos adicionais não transferíveis aos preços de venda ao MS;
- Irregularidades de produção, provocadas por falta de previsibilidade, igualmente afetam os custos de abastecimento e logística de IFAs e Insumos Estratégicos. Como se trata de milhares de unidades e em alguns casos milhões de doses, para iniciar as produções os laboratórios precisam dispor de todos componentes exclusivos em estoque;
- A entidade produtora demanda fluxo positivo de caixa e investimentos que garantam a disponibilidade de IFAs e Insumos Estratégicos, no estoque, independentemente os recursos que receberá pela venda da produção, já que o ciclo de pagamento aos fornecedores antecede, em média seis meses, o recebimento do MS pelo fornecimento, em especial quando as entregas não são centralizadas;
- O mesmo ocorre com todo custeio industrial, água, energia, vapor, gases, etc, etc... todos os custos de fabricação são absorvidos e pagos antecipadamente pela unidade estadual, sem a segurança de que o MS absorverá aquela produção dentro do prazo de validade do produto;
Do domínio da tecnologia e a
retenção de talentos
Soros hiperimunes, vacinas e
outros medicamentos de origem biológica e biotecnológica, demandam tecnologias
complexas e grande experiência dos recursos humanos que necessitam ser
altamente especializados, qualificados e prioritariamente formados no próprio
complexo industrial, alguns absorvem conhecimento através de contratos de
transferência de tecnologia, mas a maioria dos especialistas são formados na
Instituição e se transformam em grandes entusiastas do processo mas,
infelizmente, os organizações públicas são obrigadas a formar seus quadros com
colaboradores advindos de concursos públicos, que acabam se desmotivando por
falta de uma política consistente de remuneração e benefícios adequados. Os
laboratórios oficiais, hoje, enfrentam dificuldades em contratar, formar e em
reter talentos, que terminam migrando para a iniciativa privada onde são
contratados com salários e benefícios três a quadro vezes maior do que o
laboratório oficial consegue pagar.
No que respeita os preços
O mesmo controle CMED
exercido, sobre as empresas privadas, limitando os preços praticados sobre os
medicamentos fabricados é aplicado aos laboratórios públicos produtores de
medicamentos. Da mesma forma que induzem o desinteresse comercial para produção
de medicamentos para as chamadas doenças negligenciadas afetam igualmente a
produção de vacinas, em especial, quando se questiona a falta de
previsibilidade, de financiamento, de segurança jurídica e a necessidade de expansão
da capacidade das atuais plantas.
Não existem mecanismos
públicos que permitam – endividamento do laboratório oficial - captação de
recursos que proporcionem um fluxo de caixa positivo nos fornecimentos ao
Ministério da Saúde. Neste capítulo é de fundamental importância destacar que
os laboratórios públicos produtores de medicamentos e insumos estratégicos são
instituições sem fins lucrativos e que vendem seus produtos para o MS
praticamente a preços de custos.
Obrigatoriedade sanitária
isonômica entre os potenciais fornecedores de vacinas para o Brasil.
Em todos os segmentos a
segurança, eficácia e garantia da qualidade dos produtos, destinados a
população brasileira, são mandatárias para que a ANVISA, entidade reguladora
sanitária máxima do País, aprove o local de fabricação e registre os produtos
no Brasil. Eventuais emergências, provocadas por surtos ou por outras
catástrofes, não devem ser suficientes para que a isonomia de condições e
exigências sanitárias determinadas pelas principais agências reguladoras do
mundo, da qual a ANVISA faz parte, especialmente, quanto a certificação das
plantas e registros dos medicamentos, dos possíveis fornecedores do Brasil,
sejam negligenciadas ou sobrestadas a qualquer pretexto, especialmente, quando
se trata de vacinas.
O País já enfrentou muitos
problemas com baixa qualidade e resultados pífios de produtos importados de
países pouco regulados e que não fazem parte, pelo menos, do International
Council for Harmonisation of Technical Requirements for Pharmaceuticals for
Human Use (ICH). O histórico malsucedido comprometeu e ainda comprometem a
adesão a vacinação por efeitos colaterais, baixa imunização, dentre outros
fatores que envolve aquisições via Organização Panamericana de Saúde – OPAS,
que além de mais caras – o País paga cerca de 8% para que eles comprem para
nós, pagamos em dólares antecipadamente, e recebemos os “saldos de produção de
diferentes países”, com rótulos e literaturas em outras línguas que não o
português e, acima de tudo, dentro de cronograma imposto.
O caso público mais recente é
o da vacina pentavalente produzida na Índia, que já era adquirida pelo País há
mais de 3 anos. A fábrica só foi inspecionada quando uma instituição pública
brasileira pretendeu registrar o produto localmente. A planta não foi aprovada
pela ANVISA por algumas não conformidades no controle de qualidade do produto
acabado. O INCQS reprovou vários lotes e com isso o país ficou desabastecido. O
problema técnico existia desde a origem, mas as aquisições realizadas via OPAS,
sem a devida isonomia técnica, não só expos a população a riscos, como
prejudicou a eventual iniciativa de produção local.
Em comparação os contratos
firmados no País são realizados em Reais, toda documentação, literaturas,
rótulos e demais informações são obrigatoriamente em português, o MS só paga
depois de recebido e aprovado cada lote, o fornecedor se obriga a entregar de
acordo com a grade distribuição, gera emprego, renda, tributos, desenvolve e
contribui para adensar a cadeia produtiva e logística local.
O que o Congresso Nacional
está fazendo para contribuir com este delicado momento de potencial risco de
desabastecimento de soros e vacinas.
No âmbito da Comissão de
Seguridade e Saúde da Família, foi criado um grupo de trabalho coordenado pelo Deputado
Pedro Westphalen (PP-RS) que está realizando um ciclo de audiências públicas
para ouvir e captar todas as opiniões e reivindicações de todos atores
envolvidos com vacinas no país. Já foram ouvidas as associações de pacientes,
associações médicas, CONASS, CONASEMS, conselhos, ANVISA, CONITEC e outros
segmentos. Nas próximas etapas serão ouvidos os produtores e, encerrando o
ciclo, terão espaço os fabricantes públicos de vacinas e soros. O Grupo de
Trabalho tem a expectativa de construir uma avaliação robusta e clara do
“estado da arte” da capacitação, produção e demandas do segmento, objetivando
contribuir para o planejamento estratégico do Ministério da Saúde.
No âmbito da Frente
Parlamentar dos Produtores Públicos de Medicamentos, sob a coordenação do ex
ministro e Dep. Ricardo Barros, o trabalho tem sido intensificado na retomada
do marco regulatório que rege os processos de parcerias para o desenvolvimento
do Complexo Industrial da Saúde, implementando a normatização do Decreto 9245
de dezembro de 2017 que Institui a Política Nacional de Inovação Tecnológica na
Saúde.
Na última audiência pública,
que contou com a maciça presença das entidades envolvidas, inclusive MS,
ANVISA, TCU, várias associações de empresas, como INTERFARMA, ABIQUIF, ABIFINA,
ABIMO, FARMABRASIL, dentre outras, junto com a ALFOB e os representantes dos
laboratórios oficiais a Frente Parlamentar disponibilizou uma resenha da
construção dos marcos regulatórios anteriores e das Políticas implementadas
para a consolidação das Parcerias Público Privadas para o Desenvolvimento do
Complexo Industrial da Saude, até aquele momento.
Após as apresentações e
ouvidos os importantes posicionamentos do MS, ANVISA e do TCU por parte do
Governo foi apresentada, discutida, aceita por todos, e, entregue ao Ministério
da Saúde, uma proposta de encaminhamento com as ações sugeridas para a
regulamentação do Decreto 9245 de dezembro de 2017, iniciando pela imediata
reconstituição do GECIS, órgão máximo de gestão da Política.
No âmbito do Ministério da
Saúde
A SVS tem se desdobrado para
ouvir todos os atores, há duas semanas vem se reunindo com fabricantes,
parceiros, laboratórios oficiais para igualmente entender o momento e
estruturar um quadro que permita a administração da atual potencial crise de
abastecimento, e, para estruturar uma proposta de encaminhamento que permita
maior segurança jurídica, previsibilidade, e contratação por períodos mais
abrangentes. Ministério da Saúde estuda contratos para os próximos triênios.
A reconstituição de algumas
ferramentas de governança das PDPs proporcionada pela publicação do Decreto Nº
10.001, de 03 de setembro, último, que dispõe sobre o Comitê Deliberativo das
Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo e a Comissão Técnica de Avaliação
das Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo, permitirá a reordenação dos
projetos sobrestados e em curso induzindo maior segurança e tranquilidade ao
segmento.
O tema será levado pelo
Ministro Luiz Henrique Mandetta ao Fórum Mundial nos USA
O tema das demandas x
capacidade produtiva mundial deve compor a pauta da reunião do Fórum Mundial
que será realizado em Nova York, nos EUA, no dia 22 de setembro, que contará
com a participação do Ministro Mandetta.
Para Mandetta, o mundo sofre
uma crise de abastecimento de vacinas e os gestores públicos querem entender a
queda na produção das indústrias. Sem levar em conta o crescimento exponencial
da demanda Ele disse que o retorno crescente de doenças que são preveníveis
acendeu o alerta e atenção para essa indústria.
“As indústrias que produzem
vacinas, pelo fato das patentes já praticamente não existirem, pelo fato de
serem de baixo custo, elas diminuíram perigosamente sua produção. Uma das
maiores fábricas de vacina teve problemas na sua produção e desabasteceu boa
parcela da população mundial. Então, nós vamos ter que enfrentar, além da
necessidade de vacinar, a dificuldade de abastecimento global”, afirmou o
ministro.
Também está prevista uma
reunião, sobre o tema, entre os gestores de saúde do continente americano.
Concluindo
Previsibilidade, segurança
jurídica, otimização das formalidades burocráticas, agilização dos
procedimentos de aquisição, contratos com maior longevidade, isonomia técnica
entre os potenciais fornecedores, política apropriada de remuneração e retenção
de talentos, com desenvolvimento e proximidade sinérgica com a cadeia de atores
envolvidos no processo de fornecimento de soros e vacinas do Ministério da
Saúde, garantirão melhor abastecimento, sem custos adicionais ao SUS.
domingo, 8 de setembro de 2019
POLÍTICA DE ATENÇÃO A DOENÇAS RARAS
Local: Plenário Dirceu Cardoso - Assembleia Legislativa do Espírito Santo
Início: 13/09/2019 às 15h00
Pauta: (Requerimento nº 139/19, da Subcomissão Especial de Doenças Raras)
CONVIDADOS
NÉSIO FERNADES DE MEDEIROS JÚNIOR, Secretário Estadual de Saúde
Abordagem: Política Estadual de atenção às Pessoas com Doenças Raras
HECTOR YURI CONTI WANDERLEY, Médico Geneticista - SESA
Abordagem: Informações Técnicas
BARTOLOMEU MARTINS LIMA, Representante do Ministério da Saúde
Abordagem: Pesquisa, desenvolvimento e uso de fármacos experimentais para o tratamento de Doenças Raras
ANTÔNIO ERNESTO DE FONSECA E OLIVEIRA, Representante da Defensoria Pública da União
Abordagem: Atuação e panorama social das Pessoas com Doenças Raras
INÊS THOMÉ POLDI TADDEI, Representante do Ministério Público Estadual
Abordagem: Atuação e panorama social das Pessoas com Doenças Raras no (judiciário)
CONVIDADOS
NÉSIO FERNADES DE MEDEIROS JÚNIOR, Secretário Estadual de Saúde
Abordagem: Política Estadual de atenção às Pessoas com Doenças Raras
HECTOR YURI CONTI WANDERLEY, Médico Geneticista - SESA
Abordagem: Informações Técnicas
BARTOLOMEU MARTINS LIMA, Representante do Ministério da Saúde
Abordagem: Pesquisa, desenvolvimento e uso de fármacos experimentais para o tratamento de Doenças Raras
ANTÔNIO ERNESTO DE FONSECA E OLIVEIRA, Representante da Defensoria Pública da União
Abordagem: Atuação e panorama social das Pessoas com Doenças Raras
INÊS THOMÉ POLDI TADDEI, Representante do Ministério Público Estadual
Abordagem: Atuação e panorama social das Pessoas com Doenças Raras no (judiciário)
PLANEJAMENTO FEDERAL NA SAÚDE E CRIAÇÃO PLANO DECENAL DA SAÚDE
Local: A Definir
Início: 10/09/2019 às 16h00
Pauta: SUBCOMISSÃO PERMANENTE DA
SAÚDE
Eixo temático da Gestão, Recursos e Planejamento
Req. 253/2019 da Subsaúde, oriundo do Req. 6/19 da Dep. Adriana Ventura
MARCOS MOREIRA, Representante do Ministério da Saúde;
DR. ANDRÉ LUIZ DE OLIVEIRA, Representante do Conselho Nacional de Saúde (CNS)
LOURDES LEMOS ALMEIDA, Representante do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS)
Representante do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (CONASEMS)
Eixo temático da Gestão, Recursos e Planejamento
Req. 253/2019 da Subsaúde, oriundo do Req. 6/19 da Dep. Adriana Ventura
MARCOS MOREIRA, Representante do Ministério da Saúde;
DR. ANDRÉ LUIZ DE OLIVEIRA, Representante do Conselho Nacional de Saúde (CNS)
LOURDES LEMOS ALMEIDA, Representante do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS)
Representante do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (CONASEMS)
AGENDA SEMANAL DA CÂMARA DOS DEPUTADOS
SEGUNDA-FEIRA (9)
8h30
Comissão Externa que fiscaliza a obra viária do Contorno do Mestre Álvaro/ES
Audiência pública para discutir os impactos da obra no município de Serra (ES).
Câmara Municipal de Serra
Comissão Externa que fiscaliza a obra viária do Contorno do Mestre Álvaro/ES
Audiência pública para discutir os impactos da obra no município de Serra (ES).
Câmara Municipal de Serra
9 horas
Sessão Solene
Homenagem ao Dia do Administrador.
Plenário Ulysses Guimarães
Sessão Solene
Homenagem ao Dia do Administrador.
Plenário Ulysses Guimarães
14 horas
Plenário
Sessão de debates.
Plenário Ulysses Guimarães
Plenário
Sessão de debates.
Plenário Ulysses Guimarães
15 horas
Comissão Geral
Debate sobre licenciamento ambiental.
Plenário Ulysses Guimarães
Comissão Geral
Debate sobre licenciamento ambiental.
Plenário Ulysses Guimarães
18h30
Comissão de Legislação Participativa
Audiência pública para discutir o papel estratégico dos Correios como empresa pública.
Foram convidados, entre outros, o diretor-presidente da Associação Recreativa dos Correios (Arco), Paulo Ricardo Behrens; o presidente do Credcorreios, Manoel José Brum dos Santos; e o superintendente da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos dos Rio Grande do Sul, Hudson Alves da Silva.
Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, Porto Alegre (RS)
Comissão de Legislação Participativa
Audiência pública para discutir o papel estratégico dos Correios como empresa pública.
Foram convidados, entre outros, o diretor-presidente da Associação Recreativa dos Correios (Arco), Paulo Ricardo Behrens; o presidente do Credcorreios, Manoel José Brum dos Santos; e o superintendente da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos dos Rio Grande do Sul, Hudson Alves da Silva.
Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, Porto Alegre (RS)
IMPACTOS DAS NOVAS TECNOLOGIAS NO MUNDO DO TRABALHO SERÁ DISCUTIDO EM AUDIÊNCIA PÚBLICA NA COMISSÃO DE TRABALHO
A Comissão de Trabalho da
Câmara dos Deputados promoverá audiência pública nesta terça-feira (10)
para discutir os impactos da indústria 4.0 na vida dos trabalhadores.
O debate foi proposto pelo
deputado Carlos Veras (PT-PE). Segundo ele, "a evolução da tecnologia deve
servir para aprimorar o trabalho e minimizar os impactos danosos na saúde da
vida dos trabalhadores, não para reduzir custo e eliminação dos postos de
trabalho".
"A indústria 4.0, também
chamada de 4ª revolução industrial, começou na Alemanha. Ela tem como
finalidade aumentar a produtividade, a competitividade entre as grandes
corporações a partir do uso de alta tecnologia, inteligência artificial,
impressão 3D e outros processos digitais. Como consequência, ela traz a
substituição da mão de obra humana por máquinas."
Foram convidados para o debate
o professor da Universidade de Campinas Ricardo Antunes e o diretor do
Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio Econômicos (Dieese),
Clemente Ganz Lúcio.
A audiência será realizada a
partir das 14h, no plenário 12.
Reportagem - Newton Araújo,
Edição - Wilson Silveira
AUDIÊNCIA PÚBLICA ATUALIZAÇÃO E MODERNIZAÇÃO DA TABELA SUS
Local: Anexo II, Plenário
07
Início: 10/09/2019 às
09h30
Pauta: AUDIÊNCIA PÚBLICA
ATUALIZAÇÃO E MODERNIZAÇÃO DA TABELA SUS
1) ANTONIO JORGE MARQUES.
Consultor - Consultoria Conexões
2) CLEUSA RODRIGUES DA SILVEIRA BERNARDO, Secretaria de Atenção Especializada à Saúde - SAES - MS
3) FRANCISCO DE ASSIS FIGUEIREDO, Secretário - SAES - MS
4) MARINA INÊZ PORDEUS GADELHA, Chefe de Gabinete - SAES - MS
2) CLEUSA RODRIGUES DA SILVEIRA BERNARDO, Secretaria de Atenção Especializada à Saúde - SAES - MS
3) FRANCISCO DE ASSIS FIGUEIREDO, Secretário - SAES - MS
4) MARINA INÊZ PORDEUS GADELHA, Chefe de Gabinete - SAES - MS
Simpósio de Prevenção ao Suicídio e Automutilação, convidados Ministra Damares Alves, Ministro Osmar Terra, Bernardinho, dentre outros
Local: Auditório Nereu Ramos
Início: 10/09/2019 às 09h00
Pauta: Programação - Simpósio
Credenciamento - 8:30 às 9:00
Início: 9:00
Painel 1 - Grupos vulneráveis
Sra. Sec. Ângela Gandra - Secretaria Nacional da Família.
"Tema: O Papel da família na prevenção ao suicídio
Sr. Sec. Esequiel Roque - Secretaria Nacional da Igualdade Racial
"Tema: Suicídio entre índios
Sra. Sec. Jayana Nacaretta - Secretária Nacional da Juventude
"Tema: Suicídio entre jovens
Sra. Sec. Priscila Gaspar - Secretaria Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência
"Tema: Suicídio entre pessoas com deficiência
Senhora Maria Dilma Teodoro - Coordenadora Geral de Saúde Mental, Àlcool e outras drogas do Ministério da Saúde
"Tema: atuação do Comitê de prevenção de Suicídio do Ministério da Saúde
Painel 2 - Prevenção e Pósvenção: cuidando do sobrevivente e prevenindo o suicídio
Dr. Humberto Correa - Presidente da Associação Brasileira de Prevenção do Suicídio e Associação latino-americana de Suicidologia
"Tema: O que mostram as evidências científicas
Dr. Antonio Geraldo - Presidente da associação Psiquiátrica da América Latina
"Tema: Como conversar sobre suicídio e automutilação
Painel 3 - Avançando
Dr. Elias Lacerda - Presidente da Comissão de Prevenção de Automutilação, Bullying e Suicídio da Riex/DF
"Tema: Avanços esperados pela nova lei da Política Nacional de Prevenção - Lei 13.819/2019
Dep. Kennedy Nunes - Presidente da UNALE
"Tema: A importância dos trabalhos regionais
Intervalo
Início : 13:00
Painel 4 - Projetos de prevenção e combate ao Suicídio e automutilação
Senhora Ministra Damares Alves
"Tema: Ações no Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos.
Senhor Ministro Osmar Terra
"Tema: Ações no Ministério da Cidadania
Painel 5 - Você é único
Anderson Silva
"Tema: Você é insubstituível
Bernardinho - ex- técnico de vôlei da seleção brasileiro
"Tema: Vencendo os desafios
Formatura do SAMU
Lançamento do programa Acolha a Vida. - Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos
Ato simbólico - CELEBRE A VIDA
Credenciamento - 8:30 às 9:00
Início: 9:00
Painel 1 - Grupos vulneráveis
Sra. Sec. Ângela Gandra - Secretaria Nacional da Família.
"Tema: O Papel da família na prevenção ao suicídio
Sr. Sec. Esequiel Roque - Secretaria Nacional da Igualdade Racial
"Tema: Suicídio entre índios
Sra. Sec. Jayana Nacaretta - Secretária Nacional da Juventude
"Tema: Suicídio entre jovens
Sra. Sec. Priscila Gaspar - Secretaria Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência
"Tema: Suicídio entre pessoas com deficiência
Senhora Maria Dilma Teodoro - Coordenadora Geral de Saúde Mental, Àlcool e outras drogas do Ministério da Saúde
"Tema: atuação do Comitê de prevenção de Suicídio do Ministério da Saúde
Painel 2 - Prevenção e Pósvenção: cuidando do sobrevivente e prevenindo o suicídio
Dr. Humberto Correa - Presidente da Associação Brasileira de Prevenção do Suicídio e Associação latino-americana de Suicidologia
"Tema: O que mostram as evidências científicas
Dr. Antonio Geraldo - Presidente da associação Psiquiátrica da América Latina
"Tema: Como conversar sobre suicídio e automutilação
Painel 3 - Avançando
Dr. Elias Lacerda - Presidente da Comissão de Prevenção de Automutilação, Bullying e Suicídio da Riex/DF
"Tema: Avanços esperados pela nova lei da Política Nacional de Prevenção - Lei 13.819/2019
Dep. Kennedy Nunes - Presidente da UNALE
"Tema: A importância dos trabalhos regionais
Intervalo
Início : 13:00
Painel 4 - Projetos de prevenção e combate ao Suicídio e automutilação
Senhora Ministra Damares Alves
"Tema: Ações no Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos.
Senhor Ministro Osmar Terra
"Tema: Ações no Ministério da Cidadania
Painel 5 - Você é único
Anderson Silva
"Tema: Você é insubstituível
Bernardinho - ex- técnico de vôlei da seleção brasileiro
"Tema: Vencendo os desafios
Formatura do SAMU
Lançamento do programa Acolha a Vida. - Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos
Ato simbólico - CELEBRE A VIDA







