segunda-feira, 24 de fevereiro de 2020
COE-COVID19* - MUDANÇA NA DEFINIÇÃO DE CASO SUSPEITO: AMPLIAÇÃO DOS PAÍSES COM TRANSMISSÃO LOCAL
O Ministério da Saúde
disponibiliza o Plano de Contingência do Coronavírus – COVID – 19, em anexo.
Embora os dados oficiais da
OMS sejam menores, observadores internacionais como Johns Hopkins CSSE
acompanham “on line” a evolução global do Coronavírus COVID-19, e você também
pode acessar através do link: https://gisanddata.maps.arcgis.com/apps/opsdashboard/index.html#/bda7594740fd40299423467b48e9ecf6
Objetivando dar maior
transparência e fidelidade às definições de casos devemos considerar não
somente a magnitude (número de casos), mas também, os aspectos de contiguidade
de território. Uma boa definição de caso leva em conta aspectos de Pessoa,
Tempo e Lugar. No caso de pessoa as autoridades sanitárias de saúde, definiram que
a maior sensibilidade é febre percebida com mais, pelo menos, um sintoma
respiratório, sobre tempo são os últimos 14 dias e sobre lugar que podemos
modular para aumentar a sensibilidade;
Especialmente neste momento de
carnaval no Brasil, onde o interesse turístico pelo País cresce de forma
exponencial a atenção das Autoridades Sanitárias estará mais concentrada nos
visitantes oriundos de todos os países da parte leste da Ásia e Japão.
O controle e a atenção
migratória, está entre as prioridades da Secretaria de Vigilância a Saúde, que
monitora tanto nos pontos de entrada quanto os serviços de saúde, recebendo
principalmente informações sobre os imigrantes que fazem do Brasil seu destino
final ou como hubs e rotas aéreas. A governança é exercida com a estruturação
das informações obtidas com a observância inicial de qualquer sintoma e o
acompanhamento epidemiológico e clínico.
Estamos próximos do tempo da
sazonalidade das doenças respiratórias e nosso sistema deverá estar preparado e
sensibilizado para detecção de quaisquer sintomas, evitando um acúmulo na rede
clínica e laboratorial. A vigilância está sendo ampliada para Síndrome
Respiratória e Síndrome Respiratória Aguda Grave, que no Brasil é acompanhada
por ampla rede pública e privada. Para a detecção, também, pode vir a ocorrer
com a mudança do padrão das curvas;
Laboratórios privados e
públicos estão sendo capacitados para identificar o novo vírus. A Rede está
sendo abastecida com EPIs, e com antirretroviral Oseltamivir (Tamiflu®)
Inibidor da enzima neuroaminidase do vírus, que utilizado junto com a imunoglobulina
robustecem a defesa do organismo em pessoas que têm baixa resistência a
infecções, como: os portadores do vírus da Aids com complicações infecciosas e
em moléstias de origem imunológica e mais recentemente dispensadas para o
tratamento de doenças causadas por arboviroses, como Zika, Chikungunya, Dengue
e agora para o COVID-19, caso a pandemia chegue no Brasil.
Em 3 de fevereiro de 2020, o
Ministério da Saúde por meio da Portaria MS n° 188, e conforme Decreto n°
7.616, de 17 de novembro de 2011, declarou Emergência de Saúde Pública de
Importância Nacional (ESPIN) em decorrência da infecção humana pelo novo
Coronavírus (COVID-19), também estabeleceu o Centro de Operações de Emergências
em Saúde Pública (COE-COVID-19) como mecanismo nacional da gestão coordenada da
resposta à emergência no âmbito nacional, ficando sob responsabilidade da
Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS/MS).
Diante desses e outros
argumentos, o Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública |
COE-COVID-19 vem atuando para mobilizar e orientar a comunidade portuária e
aeroportuária e de áreas de fronteira para preparação e adoção de medidas para
o enfrentamento da infecção humana pelo novo coronavírus (COVID-19), em todo
País, se for necessário o MS poderá prontamente mudar a definição com base na
Avaliação de Risco e análise operacional. Qualquer ação será adotada para
garantir que o sistema esteja preparado para absorver a introdução de mais uma
doença e desta vez melhor capacitado.
Informações oficiais da OMS:
- RELATÓRIO DE 20/02:*
- Nos últimos dias, foi
observado um aumento no número de casos fora da China, em especial em países
próximos que possuem contiguidade territorial e, principalmente, fluxo de pessoas
e comercial intenso com a China e outros países com ampliação no número de
casos;
- Somente entre os dias 20 e
21 de fevereiro ocorreu um aumento de 14% (149) no número de casos novos fora
da China, sendo que no mesmo período a Coreia do Sul reportou mais de 100 novos
casos à OMS e instituiu a quarentena para mais de 9.000 mil pessoas;
- No Japão foram 706 casos,
sendo 621 no navio com 2 óbitos e 85 no território com 1 óbito;
- Na península Coreana foram
104 casos, sem contar a falta de informações da Coreia do Norte;
- No Sudeste Asiático foram
136 casos.
- RELATÓRIO DE 22/02*
- Coreia do Sul: 346 casos e 2
óbitos
- Japão: 739 (sendo 634 no
navio e 105 no território) e 3 óbitos (2 no navio e 1 no território)
- Singapura: 86 casos
- Tailândia: 35
- Vietnã: 16
- Camboja: 1
- Coreia do Norte: sem
informações.
Anexo
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020
EFICÁCIA SAZONAL DA VACINA CONTRA GRIPE EM 2019-20 - ESTADOS UNIDOS
Sumário
O que já se sabe sobre esse
tópico?
A vacinação anual contra a
gripe sazonal é recomendada para todas as pessoas nos EUA com idade ≥6 meses. A
eficácia da vacina contra a gripe sazonal varia de acordo com a estação.
O que é adicionado por este
relatório?
De acordo com dados da Rede de
Eficácia da Vacina contra a Gripe dos EUA em 4.112 crianças e adultos com
doença respiratória aguda durante 23 de outubro de 2019 a 25 de janeiro de
2020, a eficácia geral estimada da vacina sazonal contra a gripe na prevenção
de infecções por vírus influenza, assistidas por laboratório e confirmadas por
laboratório, foi 45%.
Quais são as implicações para
a prática de saúde pública?
A vacinação continua sendo a
melhor maneira de proteger contra a gripe e suas complicações potencialmente
graves. O CDC continua recomendando a vacinação contra a gripe enquanto
circulam vírus na comunidade.
Durante o período de influenza
2019-2020, a atividade de doença semelhante à influenza (ILI) * ultrapassou a
linha de base nacional durante a semana que terminou em 9 de novembro de 2019,
sinalizando o início mais precoce da temporada de influenza desde a pandemia de
influenza A (H1N1) de 2009.
A atividade permanece elevada
em meados de fevereiro de 2020. Nos Estados Unidos, a vacinação anual contra
influenza sazonal é recomendada para todas as pessoas com idade ≥6 meses ( 1).)
Durante cada estação da gripe,
o CDC estima a eficácia da vacina sazonal contra a gripe na prevenção da gripe
confirmada em laboratório associada à doença respiratória aguda (IRA) atendida
clinicamente. Este relatório intercalar utilizou dados de 4.112 crianças e
adultos matriculados na Rede de Eficácia de Vacinas contra a Gripe dos EUA
(Rede VE de Gripe dos EUA) entre 23 de outubro de 2019 e 25 de janeiro de 2020.
No geral, a eficácia da vacina (VE) contra qualquer vírus da gripe associado a
pacientes medicamente atendidos O IRA foi de 45% (intervalo de confiança de 95%
[IC] = 36% a 53%). A VE foi estimada em 50% (IC95% = 39% –59%) contra os vírus
influenza B / Victoria e 37% (IC95% = 19% –52%) contra influenza A (H1N1)
pdm09, indicando que a vacina foi reduziu significativamente as consultas
médicas associadas à gripe até agora nesta temporada. Notavelmente, a vacinação
forneceu proteção substancial (VE = 55%; IC95% = 42% -65%) entre crianças e
adolescentes de 6 meses a 17 anos.
As estimativas provisórias de
VE são consistentes com as de temporadas anteriores, variando de 40% a 60%
quando as vacinas contra influenza eram antigenicamente compatíveis com vírus
em circulação. O CDC recomenda que os prestadores de cuidados de saúde
continuem administrando a vacina contra influenza a pessoas com idade ≥ 6
meses, porque a atividade de influenza está em andamento, e a vacina ainda pode
prevenir doenças, hospitalizações e mortes associadas aos vírus influenza em
circulação no momento, bem como outros vírus influenza que possam circular mais
tarde na temporada
A integra do trabalho está
disponível no arquivo em anexo.
Com informações da CDC
ANEXO:
Em decisão inédita, Anvisa libera terapias alternativas no Brasil
Órgão anuncia, nesta
sexta-feira (21), que vai autorizar produtos sem registros em pacientes em que
foram esgotadas todas as formas de tratamento
Nalu Saad, da RecordTV Minas
21/2/2020 às 12h00 (Atualizado
em 21/2/2020 às 12h18)
Tratamento inédito da USP resultou
em cura de paciente com câncer terminal
A Anvisa (Agência Nacional de
Vigilância Sanitária) divulga, nesta sexta-feira (21), que vai autorizar
produtos sem registros em casos de pacientes em que foram esgotadas todas as
possibilidades de tratamento. Portadores de doenças raras e pacientes sem
chances de cura serão os principais beneficiados.
A nova norma, que é a maior
quebra de paradigma na história da Anvisa será anunciada durante a convenção da
OMS (Organização Mundial da Saúde) em Genebra, na Suíça.
Na prática, as novas normas
permitirão tratamentos com terapia celular e
terapia com células-tronco no Brasil que, até esta semana, não eram
autorizados. A exceção ocorreu em um tratamento com terapia celular no Brasil
ocorreu no ano passado, durante ensaio clínico na USP (Universidade de São
Paulo) de Ribeirão Preto.
O paciente mineiro Vamberto
Luiz de Castro, de 62 anos, praticamente se curou de um linfoma que
estava em estágio avançado. O acompanhamento desse paciente não foi mais
possível porque ele morreu em acidente
doméstico dois meses depois de voltar a Belo Horizonte.
Os ensaios clínicos em centros
universitários são diferentes das autorizações que a Anvisa passa a conceder
com as novas normas. Um médico capacitado para o tratamento, por exemplo,
independente de estar ligado a uma determinada pesquisa específica.
Se ele tiver um paciente sem
mais alternativas terapêuticas, poderá pedir a autorização na Anvisa e tratar
essa pessoa, como explica o gerente de Sangue, Tecidos, Células e Órgãos
(GSTCO) da Anvisa, João Batista da Silva Júnior.
— Agora existe a possibilidade
de outros pacientes terem acesso às terapias de ponta sem estarem ligados a um
ensaio clínico
No caso da terapia gênica, que
é o tratamento baseado na introdução de genes sadios com uso de técnicas de DNA
recombinante, o rigor da Anvisa era ainda maior. Com a nova norma, a agência
passa a ter 30 dias para liberar o procedimento e, caso não conclua a avaliação
nesse prazo, o médico está automaticamente autorizado a prosseguir com o
tratamento.
Expectativa de cura
No caso da terapia celular, a
expectativa de cura no mundo é para vários casos de câncer e da terapia gênica
já existem muitos casos de sucesso nas áreas de ortopedia, recuperação de
cartilagem e oftalmologia, mas, João Batista lembra que não existem limites
para essas técnicas.
No Brasil, o maior entrave era
mesmo os processos de liberação da Anvisa, que agora foram flexibilizados.
— Estamos sendo audaciosos,
porque tecnologias só são aceitas aqui quando estão muito robustas lá fora, mas
dessa vez quisemos ser proativos senão a ciência no Brasil fica travada.
Nesses tratamentos
excepcionais que a Anvisa vai liberar sem registro, os pacientes serão
acompanhados de perto pela agência durante cinco anos. E a revalidação dos
processos dependerá da eficácia do tratamento nessas pessoas.
As novidades incluem também
novas classificações para produtos para doenças raras que passam a ter seus
registros aprovados com maior rapidez no país. Hoje, o tempo para liberação é
de cerca de um ano e, nesses casos, passa a ser de no máximo 120 dias.
Para esse avanço, a Anvisa
estudou e avaliou processos semelhantes na Europa, Estados Unidos e Japão. O
Brasil se torna o primeiro da América Latina a quebrar essas barreiras para
tratamentos e produtos inovadores.
Comemoração
A ideia é considerada
audaciosa na própria Anvisa e está sendo muito bem recebida tanto pela
comunidade científica como pelos laboratórios. Pesquisadores brasileiros se
sentirão mais motivados a apostarem em novos tratamentos e laboratórios mais
seguros em se associarem aos pesquisadores nacionais. Antes, diz João Batista,
a indústria farmacêutica temia investir sem saber se a Anvisa aprovaria o
procedimento.
O chefe do Serviço de
Hematologia e Terapia Celular do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina
da USP, Vanderson Rocha, comemorou a decisão da Anvisa por facilitar muito as
pesquisas e utilização de células geneticamente modificadas para o tratamento
do câncer e doenças genéticas no Brasil.
— Trata-se de um grande avanço
na filosofia da Anvisa, fruto de um aprendizado com outros países, principalmente
Europa e Estados Unidos
Ele lembra que, no ano
passado, participou de diversos fóruns sobre o tema e que, diante das novas
normas, percebe-se que a Anvisa soube ouvir as ponderações da comunidade
científica.
Segundo Rocha, além de
favorecer os pacientes, a decisão da Anvisa vai incentivar o desenvolvimento da
pesquisa em torno desses tratamentos inovadores que, por sua vez, agilizará a
chegada das terapias nos serviços públicos de saúde.
— O setor privado vai adquirir
experiência e desenvolver técnicas mais compatíveis com a realidade brasileira
que poderão ser aplicadas no público a custos bem menores
A expectativa da agência é
que, através desses modelos excepcionais surgirão propostas de estudos
controlados e até parceiros financeiros interessados. Outra vantagem será
coibir as ofertas de tratamentos alternativos absurdos e sem qualquer eficácia
científica, que acabam atraindo pacientes já sem alternativa de cura.
Veja a reportagem completa
sobre o assunto no Jornal da Record desta sexta-feira (21), a
partir das 19h45.
Aula inaugural do INI discute os riscos e desafios do novo coronavírus
Os Programas de Pós-Graduação
Stricto e Lato sensu do Instituto Nacional de Infectologia (INI/Fiocruz) darão
início ao ano letivo 2020 com a aula inaugural que terá como tema COVID19
– Riscos e desafios de uma virose emergente, ministrada pelo vice-diretor
de Serviços Clínicos do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas,
Estevão Portela Nunes.
A atividade será aberta ao
público e acontecerá no dia 2 de março, às 10h, no Auditório do Pavilhão de
Ensino do INI.
Programação
08h30 – Coffee break;
9h – Abertura: Valdiléa Veloso – diretora do INI/Fiocruz;
10h – Aula inaugural: Estevão Portela Nunes – vice-diretor de Serviços Clínicos do INI/Fiocruz;
11h – Coral Nossa Voz: Grupo de Laringectomizado Total do Hospital Federal de Bonsucesso (GALT/HFB)
9h – Abertura: Valdiléa Veloso – diretora do INI/Fiocruz;
10h – Aula inaugural: Estevão Portela Nunes – vice-diretor de Serviços Clínicos do INI/Fiocruz;
11h – Coral Nossa Voz: Grupo de Laringectomizado Total do Hospital Federal de Bonsucesso (GALT/HFB)
EMPRESAS FORMALIZAM ENTRADA NO LIVING LAB DO TECPAR
Diretor-presidente do Tecpar,
Jorge Callado, dá boas-vindas às empresas participantes do programa Living Lab
As empresas selecionadas para
participar do Living Lab do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar)
formalizaram seu ingresso ao programa nesta quarta-feira (19). A partir da
assinatura do contrato as companhias vão instalar seus equipamentos no Câmpus
CIC do Tecpar, em Curitiba, que vai funcionar como um laboratório a céu aberto
para testar as inovações em parceria com o instituto.
Elas foram selecionadas por
meio da Agência de Inovação do Tecpar, a partir de um edital de chamamento
público. O diretor-presidente do Tecpar, Jorge Callado, destacou o potencial da
parceria para difundir as tecnologias em todo o Paraná.
“No Living Lab do Tecpar as
empresas vão testar suas tecnologias em ambientes abertos, simulando o uso de
suas soluções inovadoras em escala real e gerando dados para futuras aplicações
em larga escala. O laboratório a céu aberto no Tecpar vai integrar a comunidade
ao ambiente de pesquisa e inovação, com foco no desenvolvimento econômico e
social do Paraná”, explicou o diretor-presidente.
O superintendente de Inovação
do Estado, Henrique Domakoski, ressalta que o Living Lab é uma importante
iniciativa para estimular o empreendedorismo inovador no Paraná. “A inovação
não sai só do Estado ou da academia, mas é uma junção de três hélices: Estado,
iniciativa privada e academia. Essa parceria do Tecpar com as empresas privadas
é fundamental para que este desenvolvimento aconteça, porque abre as portas
para que soluções inovadoras sejam testadas na prática”, afirma.
A partir da formalização da
participação das empresas no programa, as empresas vão instalar suas
tecnologias no Câmpus CIC. A previsão é que a chegada dos equipamentos ao
laboratório inicie já em março.
SELECIONADAS – Três
propostas aprovadas contemplam tecnologias para smart cities. São os semáforos
inteligentes, da empresa maringaense Seebot Soluções Inteligentes; os
equipamentos de identificação e classificação de veículos por sensores e por
imagem, da Vsis Indústria e Comércio; e os sistemas de telegestão de iluminação
pública e de telemetria, da Smartgreen Tecnologia. A telemetria é um sistema de
monitoramento para comandar, medir ou rastrear algo a distância, por meio de
dispositivos de comunicação sem fio.
Na área de energias renováveis
os projetos selecionados são de um microposto para biometano, da Bley Energias;
de um processo de produção de energia a partir de fósforo extraído de produtos
orgânicos, das empresas Oxien do Brasil e Bley Energias; de uma plataforma para
consultoria energética, da Eidee Energia; e de uma planta-piloto de microrrede
de energia, da Fohat Corporation.
Outra empresa selecionada no
Living Lab é a L8, que testará soluções tecnológicas em energias renováveis,
como garagens solares e também tecnologias para smart cities, entre elas um
leitor biométrico, um poste inteligente e câmeras para leitura de placa de
veículos e reconhecimento facial.
CONCEITO – O
conceito de Living Lab tem sua origem ao final dos anos 1980 e despertou o
interesse internacional em 2006, quando a Comissão Europeia iniciou projetos
para coordenar e promover um sistema europeu de inovação comum.
Como nem sempre a validação
interna é suficiente, muitas empresas precisam validar e melhorar as suas
soluções em um ambiente real antes de comercializá-las. Para isso, recorrem aos
living labs para testar seus produtos e serviços em campo. A avaliação pode ser
feita no estágio inicial de pesquisa e desenvolvimento e durante todos os
elementos do ciclo de vida de um produto, de seu projeto até a reciclagem.
PRESENÇAS – Estiveram
presentes na solenidade de assinatura a vice-diretora do Instituto Carlos
Chagas (ICC), Andreia Avila; o assessor de Inovação do Detran, Dionatha Mello;
o secretário-executivo do Sistema Estadual de Parques Tecnológicos (Separtec)
Jose Maurino de Oliveira Martins; o coordenador de Ciência e Tecnologia na
Superintendência Geral de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Paulo Renato
Parreira; e os diretores do Tecpar, Rafael Rodrigues (de Tecnologia e Inovação)
e Arnaldo Fonseca (de Administração e Finanças).
Fonte: Portal Tecpar
Porto Velho recebe novo equipamento de radioterapia
Aparelho, entregue pelo
Ministério da Saúde, permitirá a realização de mais de 1300 sessões de
radioterapia por ano e deve dobrar número de pacientes atendidos no Hospital de
Amor Amazônia
O Ministério da Saúde
entregou, nesta quinta-feira (20), um novo equipamento de radioterapia
utilizado no tratamento de pacientes com câncer, atendidos no Hospital de Amor
Amazônia, em Porto Velho (RO). A expectativa é de que com a entrega do
equipamento seja possível dobrar o número de pacientes atendidos por mês. O
Ministério da Saúde investiu R$ 2,7 milhões na compra do equipamento por meio
do Plano de Expansão da Radioterapia (PERSUS),
que permitirá a realização de cerca de 1.300 sessões de radioterapia ao ano,
segundo a direção do hospital.
O programa tem como objetivo
ampliar e criar novos serviços de radioterapia em hospitais. A ideia é reduzir
os vazios assistenciais e atender as demandas regionais de assistência
oncológica em conformidade com estados e municípios com a entrega de
aceleradores lineares. Esses equipamentos possibilitam tratar quase todos os
tipos de cânceres e tumores com maior precisão e com menos efeitos colaterais
para o paciente.
O Hospital de Amor Amazônia,
especializado em oncologia, começou a funcionar em 2017 e atende 100% pelo SUS.
Agora, ele recebe um dos aceleradores previstos no PERSUS, que ao todo
entregará, no país, 100 equipamentos de radioterapia adquiridos a preço abaixo
de mercado.
O Secretário de Atenção
Especializada em Saúde, Francisco de Assis Figueiredo, acompanhou a inauguração
do equipamento e destacou o papel do hospital no atendimento à população.
“Vocês têm feito um trabalho eficiente no cuidado às pessoas com câncer.
Continuem contando conosco para cuidar bem da nossa população”, disse.
Os procedimentos de
radioterapia realizados no Hospital de Amor (19.093 sessões) representam quase
metade de toda a produção do município de Porto Velho, que foi de 39.046
sessões, em 2019. O Hospital do Amor também foi responsável por 81% das
cirurgias oncológicas do município. E, na quimioterapia, realizou 74% dos
procedimentos da rede municipal de saúde vinculada ao SUS.
Hoje, o SUS disponibiliza 281
equipamentos de radioterapia na rede pública, sendo 261 aceleradores lineares e
20 cobaltos, distribuídos em quase todos os estados brasileiros.
PLANO DE EXPANSÃO DA
RADIOTERAPIA
O PERSUS prevê a implantação
de 100 equipamentos, sendo que 80 deles são soluções de radioterapia
contemplando, além dos equipamentos, obras de infraestrutura. Com o
investimento federal de R$ 700 milhões no Plano de Expansão da Radioterapia, já
foram implantados 24 aceleradores pelo PERSUS pelo país. Além dos aceleradores
lineares do PERSUS, outros 13 convênios para aquisição desses equipamentos
foram celebrados e encontram-se em execução.
O Ministério da Saúde abriu
licitação e a empresa vencedora foi a norte-americana Varian Medical Systems,
que produz os equipamentos, elabora os projetos de construção das casamatas,
além de fiscalizar a execução das obras de construção dos locais destinados a
abrigar os equipamentos.
O plano promove ainda a
utilização de poder de compra do Estado como instrumento para compensação
tecnológica para reduzir a dependência dessa tecnologia do país. Como parte do
acordo de compensação tecnológica foi construída uma fábrica da empresa
produtora dos aceleradores lineares no Brasil, possibilitando a implantação de
um Centro de Treinamento que é referência para toda a América Latina.
Localizado em Jundiaí (SP), o centro treina profissionais para operação e
manutenção dos equipamentos. A Varian também é responsável pela identificação
de fornecedores locais de peças e acessórios e também a transferência de
tecnologia em desenvolvimento de software para institutos
tecnológicos brasileiros.
A implantação das soluções de
radioterapia envolve a contratação de obras públicas e a aprovação dos projetos
em órgãos como vigilâncias sanitárias e comissão nacional de energia nuclear. A
importação e instalação do equipamento ocorre de forma sincronizada com a
evolução das obras, que são acompanhadas pela equipe técnica do Ministério da
Saúde. O pagamento para a empresa só ocorre após a licença de operação, quando
o serviço está autorizado a iniciar os tratamentos.
FATOR VIII - MS LANÇA PREGÃO ELETRÔNICO
AVISO DE LICITAÇÃO PREGÃO
ELETRÔNICO Nº 40/2020 - UASG 250005 Nº Processo: 30387.
Objeto: Registro de preço para
futura aquisição de CONCENTRADO DE FATOR DE COAGULAÇÃO, FATOR VIII, PÓ LIÓFILO
P/ INJETÁVEL, conforme descrições especificadas do Termo de Referência.. Total
de Itens Licitados: 1. Edital: 21/02/2020 das 08h00 às 12h00 e das 14h00 às
17h59. Endereço: Esplanada Dos Ministérios, Bloco g Anexo, Ala a 4º Andar Sala
471, Sof Sul - BRASÍLIA/DF ou www.comprasgovernamentais.gov.br/edital/250005-5-00040-2020.
Entrega das Propostas: a
partir de 21/02/2020 às 08h00 no site www.comprasnet.gov.br.
Abertura das Propostas: 09/03/2020 às 08h30 no site www.comprasnet.gov.br .
Informações Gerais: . GREGORIO BITTENCOURT FERREIRA SANTOS Pregoeiro
FIOCRUZ CONTRATA IBMP PARA PRESTAR SERVIÇOS DE KITS DE DETECÇÃO DE HIV, HBV, MALÁRIA NO VALOR TOTAL DE R$ 2.560.000,00
FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ
COORDENAÇÃO-GERAL DE
ADMINISTRAÇÃO
EXTRATO DE CONTRATO Nº 21/2020
- UASG 254420 Nº Processo: 25028100159201964. INEXIGIBILIDADE Nº 84/2019.
Contratante: FUNDAÇÃO OSWALDO
CRUZ -.CNPJ
Contratado: 03585986000105.
Contratado : INSTITUTO DE BIOLOGIA MOLECULAR DO PARANÁ - IBMP.
Objeto: A contratação de
empresa para prestação de serviços tecnológicos especializados e padronização,
validação e escalamento de reação de amplificação de kit de detecção de
HIV/HBV/Malária e Desenvolvimento solução para conservação hemácias como
insumos em painéis para tipagem sanguínea.
Fundamento Legal: 8666/93 .
Vigência: 19/02/2020 a 19/02/2022.
Valor Total: R$2.560.000,00.
Fonte: 6151000000 - 2019NE804866. Data de Assinatura: 19/02/2020. (SICON -
20/02/2020) 254420-25201-2019NE804866
ANVISA MODIFICAÇÕES NA ASSESSORIA DE ASSUNTOS INTERNACIONAIS
AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA
SANITÁRIA
PORTARIA Nº 181, DE 19 DE
FEVEREIRO DE 2020
O Chefe de Gabinete Substituto
do Diretor-Presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso da
competência que lhe foi delegada pela Portaria n° 1.596, de 8 de agosto de
2016, alterada pela Portaria nº 1.724, de 5 de setembro de 2016,
resolve:
Nomear a servidora LAILA SOFIA
MOUAWAD, matrícula SIAPE nº 1491391, para ocupar o cargo de Coordenador, código
CCT-V, da Coordenação de Cooperação Internacional, da Assessoria de Assuntos
Internacionais, do Gabinete do Diretor-Presidente, ficando exonerada, a pedido,
do referido cargo, a servidora BIANCA ZIMON GIACOMINI RIBEIRO, matrícula SIAPE
nº 1491161.
MARCUS AURÉLIO MIRANDA DE
ARAÚJO
PORTARIAS DE 19 DE FEVEREIRO
DE 2020
O Chefe de Gabinete Substituto
do Diretor-Presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso da
competência que lhe foi delegada pela Portaria n° 1.596, de 8 de agosto de
2016, alterada pela Portaria nº 1.724, de 5 de setembro de 2016,
resolve:
Nº 182 Nomear a servidora
DANIELA MATOS E CAMPOS DO AMARAL, matrícula SIAPE nº 1606936, para ocupar o
cargo de Assistente, código CCT-I, da Coordenação de Cooperação Internacional,
da Assessoria de Assuntos Internacionais, do Gabinete do Diretor-Presidente,
ficando exonerada, a pedido, do referido cargo a servidora LAILA SOFIA MOUAWAD,
matrícula SIAPE nº 1491391.
Nº 183 Designar a servidora
DANIELA MATOS E CAMPOS DO AMARAL, matrícula SIAPE nº 1606936, para exercer o
encargo de substituta de Coordenador, código CCT-V, da Coordenação de
Cooperação Internacional, da Assessoria de Assuntos Internacionais, do Gabinete
do Diretor-Presidente, ficando dispensada, a pedido, do referido encargo a
servidora LAILA SOFIA MOUAWAD, matrícula SIAPE nº 1491391.
MARCUS AURÉLIO MIRANDA DE
ARAÚJO
PORTARIA Nº 184, DE 19 DE
FEVEREIRO DE 2020
O Chefe de Gabinete Substituto
do Diretor-Presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso da
competência que lhe foi delegada pela Portaria n° 1.596, de 8 de agosto de
2016, alterada pela Portaria nº 1.724, de 5 de setembro de 2016,
resolve:
Nomear a servidora SUZANY
PORTAL DA SILVA MORAES, matrícula SIAPE nº 1517858, para ocupar o cargo de
Assistente, código CCT-I, da Coordenação de Articulação Internacional e
Convergência Regulatória, da Assessoria de Assuntos Internacionais, do Gabinete
do Diretor-Presidente, ficando exonerado, a pedido, a partir de 3/2/2020, do
referido cargo, o servidor ROGÉRIO LUIZ FERREIRA, matrícula SIAPE nº 1493300.
MARCUS AURÉLIO MIRANDA DE
ARAÚJO







