Destaques

sexta-feira, 6 de março de 2020

Aprovada classificação para dispositivos médicos


Objetivo é agilizar a avaliação de solicitações das empresas, tornando mais rápido o acesso da população a produtos regularizados.


A Diretoria Colegiada da Anvisa (Dicol) aprovou, no dia 3 de março, normas de classificação de petições de alteração de dispositivos médicos. As regras estão em uma Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) e uma Instrução Normativa (IN). O objetivo da medida é agilizar a avaliação de solicitações das empresas, tornando mais rápido o acesso da população a produtos regularizados. 

Uma petição é uma solicitação que a empresa faz à Anvisa para regularizar um produto. Para isso, as normas definem três categorias, de acordo com o tipo de alteração solicitada e o risco do produto à saúde. As categorias são as seguintes: 
  • Alteração de aprovação requerida.
  • Alteração de implementação imediata. 
  • Alteração não reportável. 
A RDC e a IN vão entrar em vigor a partir de 1º de abril de 2020. 

Entenda melhor 
De modo geral, dispositivos médicos são instrumentos, aparelhos, equipamentos, softwares, materiais e artigos usados na medicina. Podem ser utilizados de forma combinada ou não, e sua utilização é feita em diagnósticos (detecção de doenças) e em terapias (tratamentos). 

Saiba melhor como é a classificação da Anvisa: 
  • Alteração de aprovação requerida: considerada de maior relevância sanitária. É autorizada somente após análise e um parecer favorável da Anvisa. 
  • Alteração de implementação imediata: considerada de média relevância sanitária. É autorizada assim que a empresa encaminha o protocolo da petição. 
  • Alteração não reportável: considerada de menor relevância sanitária. Pode ser feita a qualquer momento pela empresa. 
Monitoramento 
De acordo com a Gerência Geral de Tecnologia de Produtos para Saúde (GGTPS), serão realizadas auditorias focadas nas petições de alteração de implementação imediata. O objetivo será identificar desvios e inconsistências, atuando junto às empresas para providenciar as adequações necessárias, quando necessário. É importante destacar que qualquer alteração deve atender às regras de boas práticas de fabricação. 

Apoio do setor regulado 
As propostas foram elaboradas a partir de sugestões de associações de fabricantes e de importadores de dispositivos médicos que atuam no Brasil. As entidades, que tiveram ampla participação no processo de consulta pública e apoiaram os textos finais das propostas, são as seguintes: 
  • Associação Brasileira da Indústria de Alta Tecnologia de Produtos para Saúde (Abimed). 
  • Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos, Odontológicos, Hospitalares e de Laboratórios (Abimo). 
  • Associação Brasileira de Importadores e Distribuidores de Produtos para Saúde (Abraidi). 
  • Câmara Brasileira de Diagnóstico Laboratorial (CBDL). 


Laboratórios analíticos serão tema de reunião pública


Discussão será focada na revisão dos requisitos e procedimentos para o funcionamento de unidades que realizam análises em produtos e serviços sujeitos à vigilância.


No dia 18 de março, das 10h às 12h, a Anvisa realizará a terceira reunião pública para esclarecer dúvidas e ouvir sugestões sobre a minuta de Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) elaborada a partir da Consulta Pública (CP) 632/2019. A consulta, encerrada em 26 de junho de 2019, trata da revisão dos requisitos e procedimentos para o funcionamento de laboratórios analíticos que realizam análises em produtos e serviços sujeitos à vigilância sanitária. 

A reunião será no auditório da Anvisa, em Brasília (DF). A participação não exige inscrição prévia, mas o número de presentes estará restrito à capacidade máxima do auditório, que é de 241 participantes, de acordo com a ordem de chegada. 

Consulta Pública 
O objetivo da CP foi estruturar, de forma conjunta com todos os setores, uma melhor regulação destinada aos laboratórios analíticos. Outro foco foi incentivar o aumento da quantidade desses laboratórios disponíveis ao Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS) para realizar análises laboratoriais e contribuir para a criação de mecanismos mais racionais e efetivos de monitoramento e fiscalização. 

Para subsidiar a tomada de decisão regulatória, foi elaborada uma Análise de Impacto Regulatório (AIR) sobre o tema, além de informes, documentos contendo perguntas e respostas, e relatórios. Essas e outras informações estão disponíveis na página da CP 632/2019. A proposta de norma em estudo está na Agenda Regulatória 2017/2020 da Anvisa. 

Confira as os vídeos das reuniões públicas anteriores:  


Mais de 3 mil municípios fazem parte do programa de informatização do SUS


Ministério da Saúde vai investir R$ 43 milhões mensais em apoio a municípios que queiram informatizar os serviços de saúde, garantindo maior agilidade no atendimento e qualidade das informações no SUS

Ao todo, 3.613 municípios em 26 estados já estão participando do Programa de Apoio à Informatização e Qualificação dos Dados da Atenção Primária à Saúde, o Informatiza APS. Para viabilizar a estrutura necessária de informatização, o Ministério da Saúde repassará R$ 43,3 milhões por mês aos serviços de saúde. Colocar os sistemas de atendimento e de gestão online de cada unidade é o primeiro passo para a implantação do prontuário eletrônico do paciente. A iniciativa deve beneficiar cerca de 84 milhões de brasileiros atendidos por cerca de 34 mil equipes de Saúde da Família (eSF).

Com a informatização das unidades de saúde, os pacientes terão todos seus dados clínicos, como quais vacinas tomou, consultas realizadas, exames, medicamentos utilizados, entre outros procedimentos, reunidos em apenas uma base de dados, podendo ser acessados de qualquer unidade de saúde em todas as regiões do país. A partir dos dados confiáveis e consolidados à disposição, os profissionais de saúde conseguirão dar mais eficiência aos serviços prestados e ampliar o cuidado aos pacientes em qualquer lugar e tempo.

Os recursos repassados são contabilizados por cada equipe de profissionais que atuam em cada unidade. Assim, as equipes de Saúde da Família informatizadas receberão custeio mensal, que varia entre R$ 1,7 mil e R$ 2,3 mil, de acordo com a tipologia do município. No caso de equipe de Atenção Primária (eAP), esse custeio mensal varia entre R$ 850 e R$ 1.725 mil, com o objetivo de dar continuidade ao envio dos dados por sistema de prontuário eletrônico e produção de informações qualificadas.

Podem participar do programa as unidades de saúde que utilizam o sistema de prontuário eletrônico no atendimento ao cidadão. A adesão ao Informatiza APS é importante para a qualificação de registro de dados, para a melhora de indicadores e também para o novo modelo de financiamento da Atenção Primária.

CONECTE SUS
O Informatiza APS integra o Conecte SUS, estratégia de Saúde Digital do Governo Federal lançada em novembro do ano passado. A ideia é integrar as informações do atendimento aos brasileiros em todo o país, com dados à disposição em tempo real, confiáveis e consolidados.

O projeto-piloto do Conecte SUS acontece no estado de Alagoas. E, com isso, Alagoas será o primeiro estado do país a ter todos os serviços de saúde da Atenção Primária informatizados. Os municípios alagoanos possuem alta cobertura de Estratégia Saúde da Família (ESF), mas apenas 24% dos estabelecimentos são informatizados.

Itens relacionados
Quando finalizada a implementação, as informações de saúde poderão ser acessadas pelo cidadão por meio do celular, computador ou tablete, utilizando apenas o CPF, além da decisão sobre compartilhamento de seus dados em saúde.

Conhecendo a trajetória do cidadão no SUS – quais vacinas tomou, os atendimentos realizados, exames, internações e medicamentos usados –, o resultado será uma melhor, e mais organizada, oferta dos serviços de saúde pública.

ATENÇÃO PRIMÁRIA
A Atenção Primária é o primeiro nível de cuidado em saúde. São nesses serviços, próximos das residências ou dos trabalhos, que o cidadão pode ter a sua saúde acompanhada no dia a dia, por uma equipe de profissionais, por meio de consultas e exames de diagnóstico, administração de vacinas, entre outros cuidados. Neste nível de atenção é possível resolver até 80% dos problemas de saúde das pessoas.

Nestes serviços atuam as equipes de Saúde da Família, formadas por médico, enfermeiro, técnico de enfermagem e agentes comunitários de saúde, além de dentistas.

Nicole Beraldo, da Agência Saúde


Brasil passa a ter oito casos de coronavírus


Rio de Janeiro e Espírito Santo entram na lista com um caso cada. Outros dois novos casos são em São Paulo, caracterizados como transmissão local. Brasil monitora 636 suspeitos e já descartou 378

Foto: Erasmo Salomão / ASCOM MS
O Ministério da Saúde confirmou, nesta quinta-feira (5), mais quatro novos casos de coronavírus, um no Rio de Janeiro, no município de Barra Mansa, um no Espírito Santo e dois em São Paulo. Com a confirmação desses casos, o Brasil possui agora oito casos de coronavírus. A pasta analisa mais um provável caso no Distrito Federal, que aguarda a contraprova de laboratório público de referência nacional. O país monitora 636 casos suspeitos. Outros 378 foram descartados.

Os dois casos de São Paulo têm relação com o primeiro caso de COVID-19 no país, chamado de paciente 1. Contudo, isso não significa que há transmissão comunitária, ou seja, que o vírus esteja circulando na sociedade sem conhecimento da sua origem. Por enquanto, é considerado transmissão local, pois está restrito e circulando em um grupo de pessoas. “Estes dois casos estão relacionados entre si. Sabemos a origem da transmissão. Por isso são considerados transmissão local. Quando não conseguimos relacionar a transmissão com o caso já confirmado, ela é considerada transmissão comunitária. É o que ocorre em países como a China, Itália e Estados Unidos”, explicou Wanderson de Oliveira, secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde.

O caso do Rio de Janeiro também confirmado na tarde desta quinta-feira (5), trata-se de uma mulher de 27 anos com histórico de viagem pela Itália e Alemanha, em fevereiro. A paciente apresentou sintomas de febre, coriza e falta de ar, ainda durante a viagem. Depois de uma semana da chegada ao Brasil, a mulher procurou uma unidade de saúde em Barra Mansa, onde fez testes que deram negativo para outras viroses. Por apresentar histórico de viagens para áreas endêmicas e ter sintomatologia, seguiu-se o plano de contingência do Ministério de Saúde e da Secretaria de Estado de Saúde, com material encaminhado à Fiocruz, no Rio de Janeiro, que atestou positivo para coronavírus.

No Espírito Santo, o caso confirmado é também de uma mulher, de 37 anos, e histórico de viagem pela Itália. Ela apresentou sintomas e foi atendida na rede de saúde privada e a testagem foi realizada pela Fiocruz.


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EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVUDUAL
O Ministério da Saúde tem trabalhado no reforço e organização da assistência hospitalar e ambulatorial do SUS para o enfrentamento do coronavírus. Nesta quinta-feira (5), foi publicada em edição extra no Diário Oficial da União (DOU) a assinatura de contratos de aquisição de máscaras para proteção dos profissionais de saúde que atuam na rede pública de saúde, no valor de R$ 72,9 milhões.

“São 500 mil máscaras do modelo N95, das 4 milhões que serão adquiridas, e quase 19 milhões de máscaras cirúrgicas, de um total de 20 milhões. Com a assinatura dos contratos esses itens devem ser entregues em até 15 dias aos estados”, informou o secretário-executivo, João Gabbardo.

Dos 21 tipos diferentes de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) que a pasta programou para a compra, 16 itens, óculos, álcool em gel, luvas etc, já foram licitados e começam a ser distribuídos na próxima semana aos estados e municípios.

TROCA DE EXPERIÊNCIAS
As autoridades de Saúde brasileiras estão observando o cenário dos países que já estão vivenciando a epidemia do coronavírus, como China, Coréia do Sul e Itália que apresentam transmissão comunitária. Com isso é possível elaborar protocolos para a organização da rede de atendimento para o enfrentamento do coronavírus.

Isso inclui a troca de informações com médicos do exterior para um entendimento mais eficiente de como tratar e atender os infectados. “Não dá para esperar chegar a uma situação crítica para se organizar. Estamos estudando e conversando com esses países para entender a dinamicidade imposta pelo vírus e assim adotar medidas exitosas e descartar as que não deram certo”, disse o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério de Saúde.

Nessa troca de experiências, o plano estratégico do Brasil foi construído com base nos planos do Reino Unido, Hong Kong, Estados Unidos e Canadá.

Atualmente, a lista de países monitorados pelo Ministério da Saúde conta com 33 países, com a entrada da Romênia, de acordo com as atualizações da OMS, por apresentarem transmissão local do coronavírus. Desta forma, as pessoas que estiveram nesses países nos últimos 14 dias e apresentarem febre e mais um sintoma gripal, como tosse ou falta de ar, serão enquadradas como casos suspeitos de coronavírus. A medida faz parte das ações de contenção realizadas pelo Ministério da Saúde contra a transmissão do coronavírus.

Veja a lista dos países.

PREVENÇÃO
Nos casos monitorados o Ministério da Saúde tem observado o aumento de exames positivos para Influenza A, o H1N1. Isso reforça a importância de manter a prevenção não só para o coronavírus, mas para outros vírus que causam doenças respiratórias, principalmente com a proximidade do período do inverno.

Para evitar a proliferação do vírus, o Ministério da Saúde recomenda medidas básicas de higiene, como lavar as mãos com água e sabão, utilizar lenço descartável para higiene nasal, cobrir o nariz e a boca com um lenço de papel quando espirrar ou tossir e jogá-lo no lixo. Evitar tocar olhos, nariz e boca sem que as mãos estejam limpas.

Para manter a população informada a respeito do novo coronavírus, o Ministério da Saúde atualiza diariamente, os dados na Plataforma IVIS, com números de casos descartados e suspeitos, além das definições desses casos e eventuais mudanças que ocorrerem em relação a situação epidemiológica.



Por Silvia Pacheco, da Agência Saúde


quinta-feira, 5 de março de 2020

Webinar: repositório documental de dispositivos médicos


No dia 9 de março, às 15h, a Anvisa irá realizar um seminário virtual sobre “Repositório documental de dispositivos médicos”. Participe!


O tema “Repositório documental de dispositivos médicos” será abordado no Webinar Anvisa marcado para a próxima segunda-feira (9/3), a partir das 15h. Na ocasião, serão esclarecidas dúvidas sobre a ferramenta, que está disponível no módulo de consultas a produtos regularizados do portal da Agência. 

A plataforma possibilita que as empresas possam carregar, voluntariamente, documentos de rotulagem, instruções de uso, imagens e formulários de cadastro ou notificação de dispositivos médicos regularizados junto à Anvisa. É importante destacar que, após um período de transição, o sistema VisaDoc será desabilitado do portal. 

Para participar do Webinar, basta clicar no link abaixo, no dia e horário agendados. Não é necessário realizar cadastro prévio. 


Webinar 
O Webinar é um seminário virtual que tem como objetivo fortalecer as iniciativas de transparência da Anvisa, levando conteúdo e conhecimento atualizado ao público. A transmissão é via web e a interação com os usuários é feita em tempo real, por um chat realizado durante o seminário. A gravação do evento fica disponível para visualização, no mesmo link da transmissão, após o seu término. 


Ministério da Saúde atualiza situação sobre o coronavírus


A atualização do Ministério da Saúde sobre a situação nacional do coronavírus desta quarta-feira (5) será às 16h, em Brasília (DF).

Atualização da situação sobre o coronavírus
Data: 05 de março (quinta-feira)
Horário: 16h
Local: Auditório do Ministério da Saúde, Bloco G, Ed. Sede, Esplanada dos Ministérios - Brasília/DF
O evento será transmitido, ao vivo, pelas redes sociais do Ministério da Saúde: FacebookTwitterInstagramYouTubePortal e Web Rádio Saúde

Mais informações / Ascom-MS
(61) 3315-3580 / 2745 / 2351


TERAPIA FOTODINÂMICA PARA O TRATAMENTO DE LESÕES DE PELE NÃO MELANOMA - NÃO SERÃO INCORPORADAS AO SUS


PORTARIA Nº 5, DE 4 DE MARÇO DE 2020

Torna pública a decisão de não incorporar a terapia
fotodinâmica para o tratamento de lesões de pele
não melanoma do tipo carcinoma basocelular
superficial, no âmbito do Sistema Único de Saúde -
SUS.
Ref.: 25000.197195/2018-60, 0013693157.
O SECRETÁRIO DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA, INOVAÇÃO E INSUMOS ESTRATÉGICOS
EM SAÚDE DO MINISTÉRIO DA SAÚDE, no uso de suas atribuições legais e, nos termos dos art. 20 e art. 23, do Decreto nº 7.646, de 21 de dezembro de 2011,
resolve:
Art. 1º Não incorporar a terapia fotodinâmica para o tratamento de lesões de pele não melanoma do tipo carcinoma basocelular superficial, no âmbito do Sistema Único de Saúde - SUS.
Parágrafo único. A matéria de que trata este artigo poderá ser submetida a novo processo de avaliação pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde - Conitec, caso sejam apresentados fatos novos que possam alterar o resultado da análise efetuada.
Art. 2º O relatório de recomendação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) sobre essa tecnologia estará disponível no endereço eletrônico: http://conitec.gov.br/.
Art. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

DENIZAR VIANNA ARAUJO


Doenças raras são tema de solenidade no Senado Federal


Nesta quarta-feira (4/3), a Anvisa participou de sessão especial sobre o Dia Mundial das Doenças Raras, realizada no plenário do Senado Federal.


A Anvisa participou, nesta quarta-feira (4/3), de uma sessão especial realizada no plenário do Senado Federal em alusão ao Dia Mundial das Doenças Raras. O evento abordou a importância da data e os desafios vividos pelos pacientes e familiares.  

Na ocasião, o diretor-presidente substituto da Anvisa, Antonio Barra, e os diretores Alessandra Bastos e Fernando Mendes marcaram presença. Do púlpito, Barra esclareceu aos presentes o papel da Agência no registro de medicamentos e os avanços alcançados.  

Familiares de pacientes aproveitaram a sessão para citar a importância dos medicamentos aprovados pela Anvisa no tratamento das doenças raras.  

Painel da Anvisa  
Durante o encontro, a Segunda Diretoria da Agência convidou os presentes para participarem do painel Doenças Raras – Impacto Socioeconômico e os Desafios para a Regulação Sanitária, que irá ocorrer no auditório da sede da Anvisa, em Brasília (DF), no dia 1º de abril, a partir das 8h30. 

No evento, os impactos socioeconômicos e sanitários dos portadores de doenças raras no Brasil serão abordados pelos diversos atores envolvidos: sociedade civil, parlamentares, coordenadores de políticas públicas e áreas da Anvisa. Clique aqui e faça sua inscrição.  

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Brasil tem três casos de coronavírus


Todos são de transmissão importada, de pessoas que estiveram em áreas endêmicas onde o vírus já circula. Ministério da Saúde mantém vigilância dos sintomas apresentados pelos viajantes

Foto: Renata Momoe / ASCOM MS
Durante o final da tarde desta quarta-feira (4), o Ministério da Saúde confirmou mais um caso de coronavírus no Brasil: um homem, residente em São Paulo, que esteve na Europa, inclusive na Itália, nos últimos 14 dias. Ele segue em casa se recuperando. A pasta aguarda a contraprova para confirmação de um quarto caso de coronavírus também em São Paulo de uma adolescente que esteve na Itália. A informação foi passada pelo ministro da saúde, Luiz Henrique Mandetta, durante a coletiva de imprensa em Brasília (DF).

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O primeiro exame da paciente foi realizado pela Beneficência Portuguesa e segue em análise no Instituto Adolf Lutz para confirmação. O processo é necessário porque o Beneficência realizou pela primeira vez o exame para coronavírus. Com o resultado positivo do laboratório público, o hospital paulistano poderá confirmar futuros prováveis casos. Até esta quarta-feira (4), 531 suspeitos são monitorados pelo Ministério da Saúde. Outros 315 casos já foram descartados por exame laboratorial.

O caso da jovem foge dos protocolos de vigilância definidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Se for confirmado, é considerado atípico por ser assintomático, e avaliado como um achado de saúde pública. Na visão do Ministério da Saúde isso reforça que o sistema de vigilância interno é forte. “Isso demonstra que nosso radar está bastante sensível, pois conseguimos perceber o caso muito cedo”, disse o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta. A pasta, junto às secretarias de saúde estadual e municipal de São Paulo, segue monitorando as pessoas que têm contato mais próximo com os casos.

As ações de vigilância do Ministério da Saúde continuam caso a caso, conforme definido pela OMS. No entanto, a pasta se prepara para reforçar a assistência sobretudo às pessoas mais vulneráveis à ação do vírus, como os idosos, as pessoas imunedeprimidas e pacientes com doenças crônicas. “Estamos atentos como o cenário se comporta. Vamos dar suporte técnico, de vigilância, científico e financeiro, se necessário, aos estados e municípios”, disse o ministro.

Nesta quarta-feira (4), o número de países monitorados pelo Ministério da Saúde foi ampliado, de acordo com as atualizações da OMS, por apresentarem transmissão local do coronavírus. Desta forma, as pessoas que estiveram nesses países nos últimos 14 dias e apresentarem febre e mais um sintoma gripal, como tosse ou falta de ar, serão enquadradas como casos suspeitos de coronavírus. A medida faz parte das ações de contenção realizadas pelo Ministério da Saúde contra a transmissão do coronavírus.

Confira a lista de países com transmissão local de coronavírus

REUNIÃO COM ESPECIALISTAS

Nesta quinta-feira (5), o Ministério da Saúde se reúne com entidades médicas para discutir quatro frentes prioritárias para o enfrentamento do coronavírus: detecção, emergência, resposta e comunicação. Apesar do coronavírus existir há muitos anos, o mundo está lidando com um novo coronavírus e o Brasil busca mais informações sobre o comportamento desse vírus.

A intenção da pasta é preparar a rede de saúde do país, como um todo, com as melhores evidências científicas possíveis. A reunião vai funcionar como uma escuta sensível ao que os especialistas (profissionais de saúde, pesquisadores, gestores e profissionais de áreas afins) podem contribuir para estabelecer consenso das questões que envolvem o histórico do vírus, a vigilância, o tratamento e a orientação à população.

Para manter a população informada a respeito do novo coronavírus, o Ministério da Saúde atualiza diariamente, os dados na Plataforma IVIS, com números de casos descartados e suspeitos, além das definições desses casos e eventuais mudanças que ocorrerem em relação a situação epidemiológica.

MEDIDAS DE PREVENÇÃO
Para evitar a proliferação do vírus, o Ministério da Saúde recomenda medidas básicas de higiene, como lavar as mãos com água e sabão, utilizar lenço descartável para higiene nasal, cobrir o nariz e a boca com um lenço de papel quando espirrar ou tossir e jogá-lo no lixo. Evitar tocar olhos, nariz e boca sem que as mãos estejam limpas.




Silvia Pacheco, daAgência Saúde


TOXOPLASMOSE CONGÊNITA - CONITEC RESOLVE AMPLIAR O USO DO TESTE DO PEZINHO


PORTARIA Nº 7, DE 4 DE MARÇO DE 2020

Torna pública a decisão de ampliar o uso do teste do pezinho para a detecção da toxoplasmose congênita, no âmbito do Sistema Único de Saúde - SUS.
Ref.: 25000.112070/2018-78, 0013717420.
O SECRETÁRIO DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA, INOVAÇÃO E INSUMOS ESTRATÉGICOS EM SAÚDE DO MINISTÉRIO DA SAÚDE, no uso de suas atribuições legais e, nos termos dos art. 20 e art. 23, do Decreto nº 7.646, de 21 de dezembro de 2011,
resolve:
Art. 1º Ampliar o uso do teste do pezinho para a detecção da toxoplasmose congênita, no âmbito do Sistema Único de Saúde - SUS.
Art. 2º Conforme determina o art. 25 do Decreto nº 7.646/2011, o prazo máximo para efetivar a oferta ao SUS é de cento e oitenta dias.
Art. 3º O relatório de recomendação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (CONITEC) sobre essa tecnologia estará disponível no endereço eletrônico: http://conitec.gov.br/.
Art. 4º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

DENIZAR VIANNA ARAUJO


DOLUTEGRAVIR - CONITEC DECIDE AMPLIAR O USO PARA TRATAMENTO DE GESTANTES VIVENDO COM HIV


SECRETARIA DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA, INOVAÇÃO E INSUMOS
ESTRATÉGICOS EM SAÚDE

PORTARIA Nº 4, DE 4 DE MARÇO DE 2020

Torna pública a decisão de ampliar o uso do dolutegravir para o tratamento de gestantes vivendo com HIV, no âmbito do Sistema Único de Saúde - SUS.
Ref.: 25000.158439/2019-70, 0013692652.
O SECRETÁRIO DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA, INOVAÇÃO E INSUMOS ESTRATÉGICOS
EM SAÚDE DO MINISTÉRIO DA SAÚDE, no uso de suas atribuições legais e, nos termos dos art. 20 e art. 23, do Decreto nº 7.646, de 21 de dezembro de 2011, resolve:
Art. 1º Ampliar o uso do dolutegravir para o tratamento de gestantes vivendo com HIV, no âmbito do Sistema Único de Saúde - SUS.
Ref.: 25000.158439/2019-70, 0013692652.
O SECRETÁRIO DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA, INOVAÇÃO E INSUMOS ESTRATÉGICOS
EM SAÚDE DO MINISTÉRIO DA SAÚDE, no uso de suas atribuições legais e, nos termos dos art. 20 e art. 23, do Decreto nº 7.646, de 21 de dezembro de 2011, resolve:
Art. 1º Ampliar o uso do dolutegravir para o tratamento de gestantes vivendo com  HIV, no âmbito do Sistema Único de Saúde - SUS.
Art. 2º Conforme determina o art. 25 do Decreto nº 7.646/2011, o prazo máximo para efetivar a oferta ao SUS é de cento e oitenta dias.
Art. 3º O relatório de recomendação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) sobre essa tecnologia estará disponível no endereço eletrônico: http://conitec.gov.br/.
Art. 4º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

DENIZAR VIANNA ARAUJO


COMITÊ GESTOR DA REDE BRASILEIRA DE AVALIAÇÃO DE TECNOLOGIAS EM SAÚDE - REBRAT S


SECRETARIA DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA, INOVAÇÃO E INSUMOS ESTRATÉGICOS EM SAÚDE

PORTARIA Nº 6, DE 4 DE MARÇO DE 2020 Ref.: 25000.200125/2019-87, 0013707320.
O SECRETÁRIO DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA, INOVAÇÃO E INSUMOS ESTRATÉGICOS
EM SAÚDE, no uso das atribuições que lhe conferem alínea "c", do inciso I do art. 30 do Decreto nº 9.795, de 17 de maio de 2019; e
Considerando o § 5º do art. 8º da Portaria nº 2.575, de 30 de setembro de 2019,
que dispõe sobre a Rede Brasileira de Avaliação de Tecnologias em Saúde - REBRATS, resolve:
Art. 1º Ficam designados os membros titulares e suplentes, indicados pelos respectivos órgãos e Núcleos de Avaliação de Tecnologias em Saúde, que irão compor o Comitê Gestor da Rede Brasileira de Avaliação de Tecnologias em Saúde - REBRAT S :
I - Secretaria de Ciência, Tecnologia, Inovação, (SCTIE)
a) Departamento de Gestão e Incorporação de Tecnologias e Inovação em Saúde (DGITIS);
1. Titular: Gustavo Laine Araújo de Oliveira;
2. Suplente: Sarah Nascimento Silva;
b) Departamento de Ciência e Tecnologia (DECIT)
1. Titular: Daniela Fortunato Rêgo;
2. Suplente: Marina Melo Arruda Marinho;
c) Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos (DAF)
1. Titular: Daniel César Nunes Cardoso;
2. Suplente: Robson Willian de Melo Matos;
II - Secretaria de Atenção Primária à Saúde (SAPS);
1. Titular: Lucas Alexandre Pedebos;
2. Suplente: Lucas Wollmann;
III - Secretaria de Atenção Especializada à Saúde (SAES)
1. Titular: Aline Leal Gonçalves Creder Lopes;
2. Suplente: Eduardo David Gomes de Sousa;
IV - Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS)
1. Titular: Francisco José Ribeiro Facchinetti;
2. Suplente: Aglaêr Alves da Nóbrega;
V- Departamento de Economia da Saúde, Investimentos e Desenvolvimento da
Secretaria-Executiva (DESID/SE)
1. Titular: Maria Eridan Pimenta Neta;
2. Suplente: Vitor Hugo Tocci Lima;
VI - Núcleos de Avaliação de Tecnologias em Saúde
1. Região Centro-Oeste
Titular: Helder Cassio de Oliveira;
Suplente: Everton Macêdo Silva;
2. Região Nordeste
Titular: Maria Corina Amaral Viana;
Suplente: Kátia Elizabete Galdino;
3. Região Norte
Titular: Lilian Pereira da Silva Costa;
Suplente: Priscilla Perez da Silva Pereira;
4. Região Sudeste
Titular: Juliana Alvares-Teodoro;
Suplente: Cristiane Rocha de Oliveira;
5. Região Sul
Titular: Fernando Anschau;
Suplente: Carlos Rodrigo de Mello Roesler.

Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

DENIZAR VIANNA ARAUJO


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