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segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Ministérios da Saúde e dos Direitos Humanos lançam ações para saúde da População Negra

Publicado: Segunda, 20 de Novembro de 2017, 14h58

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, e a ministra do Direitos Humanos, Luislinda Valois, apresentam, nesta terça-feira (21), campanha e ações voltadas para a saúde da população negra. A iniciativa faz alusão ao Dia da Consciência Negra, comemorado esta semana, no dia 20.

A coletiva será transmitida, ao vivo, pelo Portal Saúde e pela Web Rádio Saúde
Lançamento da campanha para saúde da população negra
Data: 21 de novembro (terça-feira)
Horário: 10h
Local: Auditório Emílio Ribas, Edifício Sede do Ministério da Saúde, Bloco G, Esplanada dos Ministérios, Brasília (DF)


Ministério da Saúde dá início à construção da Política Nacional de Monitoramento e Avaliação do SUS

O documento, que será definido com a participação de gestores da saúde e da sociedade, deve estar finalizado em junho de 2018

Está marcada para o próximo dia 22 de novembro, a 1ª reunião do grupo de trabalho (GT) que vai formular a Política Nacional de Monitoramento e Avaliação do Sistema Único de Saúde (PNMA-SUS). Além de dar início aos trabalhos, o evento, que acontecerá em Brasília, exclusivamente para os membros do GT, tem o objetivo de pactuar uma agenda de trabalho visando à elaboração de uma primeira proposta para fevereiro de 2018.

O grupo de trabalho, instituído pela Portaria nº 1535, de 16 de junho de 2017, será coordenado pela Secretaria Executiva do Ministério da Saúde e conta com representantes das outras secretarias da pasta; do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS); do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (CONASEMS); do Conselho Nacional de Saúde (CNS); da Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ); e da Rede Brasileira de Monitoramento e Avaliação (RBMA).

A Política, que pretende institucionalizar e consolidar práticas de monitoramento e avaliação como parte da rotina dos atores do SUS, vem atender a questionamentos tais como: Quais programas, ações e serviços já foram avaliados e quais seus resultados com relação à eficácia, efetividade e eficiência no uso de recursos públicos? Como estados e municípios trabalham o monitoramento e a avaliação para a melhoria de sua gestão? Como se dá a formação dos profissionais e gestores de saúde em monitoramento e avaliação? Quais melhorias de políticas, programas e ações podem ser identificadas como fruto de práticas de monitoramento e avaliação? Entre outras questões.

Para dar maior legitimidade ao processo e à própria Política, a construção da PNMA-SUS pretende extrapolar as discussões do GT e será submetida à consulta pública – em março de 2018, após a finalização da primeira versão – e também à posterior validação da Comissão Intergestores Tripartite (CIT). A ideia é que a elaboração desse documento – emblemático para a celebração, em 2018, dos trinta anos do SUS – tenha o amplo envolvimento de todos: gestores; profissionais; prestadores de serviço; especialistas; e sociedade.

Por Adla Marques, do Nucom SE


Ministério estabelece margem de 40% de lucro para credenciadas do Farmácia Popular

Os valores pagos atualmente pelos produtos de asma, hipertensão e diabetes estão acima dos praticados pelo mercado. Insulina é 175% mais cara do que a adquirida pelo SUS

O Ministério da Saúde tem negociado com a indústria farmacêutica e o setor de drogarias para ampliar o acesso aos medicamentos do Farmácia Popular. A pasta observou que, em média, os valores pagos pela pasta pelos produtos de asma, hipertensão e diabetes estão 30% acima dos praticados pelo mercado. O custo da insulina NPH, por exemplo, com a transferência de tecnologia, os impostos e a logística, sai por R$ 10.  No programa, o desembolso é de R$ 27,50, um recurso suficiente para mais que dobrar a oferta de insulinas. O objetivo é sensibilizar os parceiros para diminuir essa diferença de custo, ou seja, aplicar os valores de mercado somado a uma margem de lucro de 40%.

Os preços praticados atualmente na venda de produtos do Farmácia Popular para o Ministério da Saúde obedecem as regras da CMED (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos), a qual regula o mercado, e estabelece critérios para a definição e o ajuste de preços de medicamentos. A entidade estabelece um valor teto para a venda, mas os laboratórios e drogarias podem praticar preços menores para o consumidor. Em uma pesquisa feita pela pasta, foi observado que os descontos estavam sendo realizados para os clientes individuais, porém, não, para o Ministério da Saúde.  Além de comprar em maior escala, o programa Farmácia Popular atrai 10 milhões de consumidores para dentro dos estabelecimentos comerciais.

Com base no levantamento, a estimativa é que a rede de drogarias credenciadas e a indústria praticam preços 30% mais caros para os clientes do Farmácia Popular do que para aquelas pessoas que compram individualmente seus produtos. Quando os valores forem adequados, seriam economizados R$ 750 milhões. Assim, o custo do programa passaria de R$ 2,6 bilhões para R$ 1,85 bilhão atendendo o mesmo número de brasileiros. Os recursos obtidos serão utilizados para ampliar o acesso a medicamentos e a serviços da rede pública. Não há qualquer restrição de oferta para os pacientes que utilizam o programa. É importante ressaltar que atualmente 1.102 municípios não contam com o programa e distribuem regularmente os medicamentos nas unidades básicas de saúde e nas farmácias públicas.

A oferta dos medicamentos está mantida no programa. O objetivo da negociação é dar maior eficiência a utilização dos recursos públicos e garantir que não haja ônus para o SUS, além de buscar ampliar a oferta de produto e serviços da rede de saúde. A decisão será tomada conjuntamente com o setor para a garantia da continuidade do Farmácia Popular em todo o país.

Da Agência Saúde


KEYTRUDA - PEMBROLIZUMABE E MMR II - ANVISA APROVA NOVA INDICAÇÃO TERAPÊUTICA E ATUALIZAÇÃO METODOLOGIA NÃO FARMACOPEICA

RESOLUÇÃO - RE Nº 3.028, DE 16 DE NOVEMBRO DE 2017
O Gerente-Geral Substituto de Medicamentos e Produtos Biológicos no uso das atribuições que lhe foram conferidas pela Portaria Nº 600, de 10 de abril de 2017, aliado ao disposto no art. 54, I, § 1º da Resolução da Diretoria Colegiada - RDC nº 61, de 3 de fevereiro de 2016,
resolve:
Art. 1º Deferir petições relacionadas à Gerência-Geral de Medicamentos, conforme relação anexa;
Art. 2º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.
VARLEY DIAS SOUSA
MERCK SHARP & DOHME FARMACEUTICA LTDA 45987013000134 pembrolizumabe KEYTRUDA 25351.643945/2015-74 10/2021 1615
PRODUTO BIOLÓGICO - INCLUSÃO DE NOVA INDICAÇÃO TERAPÊUTICA NO PAÍS 0164692/17-3 1.0029.0196.001-4 24 Meses 100 MG/ 4 ML SOL INJ CT FA VD INC X 4 ML

VÍRUS DA RUBEOLA + VÍRUS DO SARAMPO + VÍRUS DA CAXUMBA (atenuada) M-M-R II 25992.013612/71 10/2019 10393
PRODUTO BIOLÓGICO - ATUALIZAÇÃO DE ESPECIFICAÇÕES E MÉTODO ANALÍTICO DO PRINCÍPIO ATIVO, DO PRODUTO A GRANEL, DO PRODUTO TERMINADO, DO ADJUVANTE E DOS ESTABILIZANTES QUE NÃO CONSTAM EM COMPÊNDIO OFICIAL 0409913/17-1 1.0029.0025.001-3 24 Meses PO LIOF INJ CT FA VD INC DOSE UNICA + DILUENTE MMR II 1.0029.0025.002-1 24 Meses PO LIOF INJ CT 10 FA VD INC DOSE UNICA + 10 DILUENT



VACINA DA FEBRE AMARELA SERÁ ENVASADA NA LIBBS, CONTRATADA PELA FIOCRUZ/BIOMANGUINHOS PELO VALOR TOTAL DE R$ 112 MILHÕES

EXTRATO DE INEXIGIBILIDADE DE LICITAÇÃO Nº 178/2017 UASG 254445 Processo: 25386000741201791 .
Objeto: Contratação de serviço de beneficiamento com vistas ao processamento final da vacina febre amarela (atenuada) 5 e 10 doses e diluente para vacina febre amarela (atenuada) 5 e 10 doses. Total de Itens Licitados: 00001.
Fundamento Legal: Art. 25º, Caput da Lei nº 8.666 de 21/06/1993.
Justificativa: Inviabilidade de competição. Declaração de Inexigibilidade em 13/11/2017. CARLA FRANCA WOLANSKI DE ALMEIDA. Assessora da Vice Diretoria de Produção. Ratificação em 13/11/2017. ROSANE CUBER GUIMARAES. Vice-diretora de Qualidade.
Valor Global: R$ 112.000.000,00. CNPJ CONTRATADA : 61.230.314/0001-75 LIBBS FARMACEUTICA LTDA.
(SIDEC - 17/11/2017) 254445-25201-2017NE800007


GERSON OLIVEIRA PENNA é exonerado do cargo de Diretor da Gerência Regional de Brasília da FIOCRUZ , Nomeada MARIA FABIANA DAMÁSIO PASSOS para substituí-lo

PORTARIAS DE 13 DE NOVEMBRO DE 2017
O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, SUBSTITUTO, no uso da competência que lhe foi delegada pelo art. 3º do Decreto nº 8.821, de 26 de julho de 2016,
resolve:
Nº 2.871 - Exonerar GERSON OLIVEIRA PENNA do cargo de Diretor da Gerência Regional de Brasília, código DAS 101.4, nº 45.0766, da Fundação Oswaldo Cruz.
Nº 2.872 - Nomear MARIA FABIANA DAMÁSIO PASSOS, para exercer o cargo de Diretora da Gerência Regional de Brasília, código DAS 101.4, nº 45.0766, da Fundação Oswaldo Cruz.
ADEILSON LOUREIRO CAVALCANTE


Adequação das margens pode levar o Ministério da Saúde a rever os critérios para o aqui tem Farmácia Popular

Para reduzir gastos, é necessário rever distribuição de remédio
Plano é mudar atual modelo de pagamento à rede particular credenciada no Farmácia Popular

Para setor farmacêutico, as medidas colocam em xeque o programa; já o governo admite retomar entrega pela rede do SUS.

Um dos mais conhecidos programas do Ministério da Saúde, o Farmácia Popular, iniciativa que oferta medicamentos gratuitos ou com até 90% de desconto, deve passar por mudanças. Para o setor farmacêutico, as medidas o colocam em risco.

Após fechar cerca de 400 farmácias da rede própria que mantinha no programa, o governo quer agora mudar o modelo de pagamento para farmácias particulares credenciadas. Hoje, há cerca de 30 mil estabelecimentos que ofertam os medicamentos no Aqui Tem Farmácia Popular, nome dado ao eixo do programa na rede particular.

Para o ministro Ricardo Barros (Saúde), o objetivo é reduzir gastos, tidos como mais altos do que na compra centralizada de remédios no SUS.

Representantes do setor e sanitaristas, porém, dizem que as novas propostas colocam o programa em xeque.

Hoje, farmácias recebem um reembolso do governo a cada produto dispensado, com base em uma tabela de valores de referência pré definidos para cada um deles.

O governo quer renegociar esses valores. De acordo o ministro, a ideia é propor um novo cálculo, definido por um preço base no atacado e 40% de margem para compensar os custos de aquisição e distribuição dos produtos.

Hoje, não há uma margem padrão, o que leva à diferença de valores, justifica.
"Vamos atualizar os preços para esse momento de mercado", disse à Folha.
"Se fizemos essa margem, economizaremos R$ 600 milhões ao ano." O programa, criado em 2004 no governo Lula, custa R$ 2,7 bilhões.

Há ainda um modelo alternativo em estudo, semelhante ao aplicado nas lotéricas.
Neste caso, as farmácias receberíam um valor fixo pelo procedimento de entrega do medicamento, não importa qual deles entregou. Neste caso, os medicamentos seriam do Ministério da Saúde.

As mudanças, porém, dependem de negociação com o setor. Segundo Sérgio Barreto, da Abrafarma, associação que reúne as redes de farmácias, os preços sugeridos na proposta, e que preveem redução de até 60%, não compensam os custos.

"Estão partindo de uma base que não está correta. Não consigo receber menos do que paguei para a indústria."

Para ele, a medida pode inviabilizar o programa.

Posição semelhante tem representantes da indústria. "Nos parece perigoso que um dos poucos êxitos seja ameaçado", diz Antônio Britto, da Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa.

O Ministério cita exemplo da insulina, que custa R$ 10 o frasco no SUS e R$ 26 no Farmácia Popular. Para Britto, não é possível comparar os valores, por serem situações e volumes diferentes.

SÓ NO SUS
À Folha o ministro afirma que, caso não haja um acordo, a pasta pode voltar a distribuir todos os medicamentos da lista apenas no SUS. "Se não quiserem fazer nessa margem que estamos propondo, vamos centralizar a compra e fazer [a entrega] na nossa rede, que já está paga."

Neste caso, diz, os valores pagos ao programa seriam direcionados a complementar as verbas de assistência farmacêutica, assim como ocorreu no fechamento das unidades próprias. Questionado se isso não indicaria o fim do programa, ele minimiza.

"Tem 1.500 municípios do Brasil que não têm Farmácia Popular nem rede própria nem conveniada. E nem por isso deixam de receber os medicamentos", diz ele, que nega prejuízos à população no acesso a remédios. "O que afeta o acesso é pagar caro por algum medicamento."

Arthur Chioro, ministro da Saúde na gestão Dilma Rousseff, tem visão oposta. "Observamos em relação ao Farmácia Popular a desmontagem do programa." Ele diz que o programa foi criado para aumentar acesso a medicamentos para doenças comuns e reduzir custos com internação.

Com base no artigo da Natalia Cancan da Folha


Samsung Bioepis Receives Regulatory Approval for Europe's First Trastuzumab Biosimilar, ONTRUZANT | FirstWord Pharma

Ref: Business Wire

  • ONTRUZANT® is the industry's first biosimilar referencing Herceptin® i (trastuzumab) to receive marketing authorization from the European Commission
  • Samsung Bioepis sets an industry record by obtaining European regulatory approval for four biosimilars in just two years
INCHEON, Korea--(BUSINESS WIRE)-- Samsung Bioepis Co., Ltd. today announced the European Commission's (EC) marketing authorization of ONTRUZANT®, a biosimilar referencing Herceptin® (trastuzumab), for the treatment of early breast cancer, metastatic breast cancer and metastatic gastric cancer. ONTRUZANT® is the first trastuzumab biosimilar to receive regulatory approval in Europe.

This press release features multimedia. View the full release here: http://www.businesswire.com/news/home/20171119005066/en/

Christopher Hansung Ko, President & CEO of Samsung Bioepis. (Photo: Business Wire)
The EC approval of ONTRUZANT® applies to all 28 European Union (EU) member states and the European Economic Area (EEA) member states of Norway, Iceland and Liechtenstein. ONTRUZANT® will be commercialized by MSD, which is known as Merck in the United States and Canada.

"Breast cancer remains the most common form of cancer affecting women. We hope ONTRUZANT will play an important role expanding patient access to trastuzumab across the region," said Christopher Hansung Ko, President & CEO of Samsung Bioepis. "Through relentless process innovation and an uncompromising commitment to quality, we remain dedicated to advancing one of the industry's strongest biosimilar pipelines, so that more cancer patients and healthcare systems across Europe will benefit from biosimilars."

ONTRUZANT® is the fourth biosimilar developed by Samsung Bioepis to receive EC marketing authorization. Samsung Bioepis has also received marketing authorizations for Benepali® (etanercept), Flixabi® (infliximab) and Imraldi® (adalimumab).

About Samsung Bioepis Co., Ltd.
Established in 2012, Samsung Bioepis is a biopharmaceutical company committed to realizing healthcare that is accessible to everyone. Through innovations in product development and a firm commitment to quality, Samsung Bioepis aims to become the world's leading biopharmaceutical company. Samsung Bioepis continues to advance a broad pipeline of biosimilar candidates that includes six first-wave candidates that cover the therapeutic areas of immunology, oncology and diabetes. Samsung Bioepis is a joint venture between Samsung BioLogics and Biogen. For more information, please visit: www.samsungbioepis.com.

iHerceptin® is a registered trademark of Genentech Inc.

View source version on businesswire.com: http://www.businesswire.com/news/home/20171119005066/en/



domingo, 19 de novembro de 2017

Exposição "Aedes: que mosquito é esse?" chega ao Sesc São Paulo

Buscar, identificar e capturar o mosquito Aedes aegypti numa espécie de caça ao inseto.
Acompanhar o voo do mosquito dentro de um apartamento por meio de óculos Virtual Reality (VR). Esses jogos e outras atividades compõem a exposição Aedes: que mosquito é esse?, produzida pelo Museu da Vida com patrocínio da Sanofi que está em cartaz até 15 de dezembro no Sesc São Paulo, unidade Florêncio de Abreu.

Dividida em seis módulos - como “Dengue”; “Zika”; “Chikungunya”; “Os vírus - por dentro dos vírus" e "Um mosquito doméstico – o zumzumzum da questão" -, a mostra passeia pelo universo do inseto e usa tecnologia de última geração e material multimídia. A iniciativa é apoiada pela Rede Dengue, Zika e Chikungunya da Fiocruz, que coordena diversas ações integradas para o controle do Aedes na instituição.

Uma escultura de mosquito fêmea com mais de dois metros – criação do artista plástico Ricardo Fernandes – recepciona o visitante para estimulá-lo a explorar diferentes partes do Aedes. Sensores de proximidade distribuídos pelo modelo 3D, ao serem acionados pelo público, projetam informações em uma tela sobre a anatomia e outros detalhes do mosquito.

Passeando pela mostra, o público encontrará diversas atividades interativas, entre elas o “Quintal Interativo”, em que é possível observar, com lupas, o ciclo de vida do mosquito, desde o ovo até a fase adulta. Além disso, a ideia é encontrar potenciais criadouros do vetor, como pneus, caixas d’água destampadas e garrafas armazenadas de maneira incorreta.

Já o jogo “Detetive da Dengue” apresenta cenários com possíveis criadouros: o participante deve identificá-los e tocá-los para eliminar a ameaça. Quem encontrar e bloquear mais focos ganha a partida e acumula pontos para a próxima fase, com nova missão. Ainda na exposição, o público poderá assistir aos documentários "O mundo macro e micro do mosquito Aedes aegypti – para combatê-lo é preciso conhecê-lo" e "Aedes aegypti e Aedes albopictus: uma ameaça nos trópicos", dirigidos por Genilton José Vieira, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz).

Serviço
Aedes: que mosquito é esse?
Entrada gratuita
Local: Sesc Florêncio de Abreu. Rua Florêncio de Abreu, 305/315 – Centro - São Paulo
Abertura para o público: 5 de outubro a 15 de dezembro
Atendimento: segunda a sexta, das 10 às 19h
Informações: (11) 3329-2800 e sescsp.org.br/florenciodeabreu
Agendamento de grupos monitorado – Inscricoes@florenciodeabreu.sescsp.org.br


A BCG em gotas para o nariz

Mais barata, mais eficaz e com recurso a nanotecnologia, assim se apresenta a vacinação nasal da BCG que está a ser desenvolvida num estudo da faculdade de Farmácia de Lisboa

O estudo é coordenado pelo professor António Almeida que explica que esta alternativa surge depois de se ter verificado que a BCG injetável não protege completamente algumas faixas etárias, como é o caso dos adultos.

Sendo a tuberculose pulmonar, uma doença contagiosa que se transmite por via aérea, esta futura BCG nasal pretende estimular a imunidade no local de entrada da infeção.

A grande inovação passa pelo conciliar dos conhecimentos anteriores da BCG, que já existe desde 1927, com tecnologia de ponta, incluindo na formulação partículas de tamanho nanométrico ou micrométrico para manter as bactérias vivas.

O estudo ainda está numa fase preliminar, com testes feitos em animais de laboratório com boas respostas à imunização através da administração nasal da BCG.


Ana Cristina Henriques, foto: Leonel de Castro / Global  Imagens


Diagnóstico molecular do vírus influenza - Capacitação internacional para especialistas, patrocinado pela OPAS/OMS

A Organização Pan-Americana da Saúde (Opas/OMS) trouxe ao país, entre os dias 6 e 10 de novembro, para um curso internacional sobre diagnóstico molecular do vírus influenza, cerca de 25 especialistas das Américas, incluindo Bolívia, Costa Rica, Guatemala, Haiti e República Dominicana.

A capacitação realizada em parceria com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC), aconteceu no Laboratório de Vírus Respiratório e do Sarampo do IOC o Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), anfitrião da iniciativa. 

Por meio do diagnóstico laboratorial, os profissionais identificam tipos e subtipos de vírus influenza em circulação e estabelecem relações com os padrões regionais e mundiais. A ação faz parte da rotina de vigilância do vírus, que inclui o monitoramento de cepas com potencial pandêmico e serve de instrumento para a formulação anual da vacina que será disponibilizada para a população. “A Capacitação atualizou o panorama da influenza no mundo, com destaque para a situação atual dos diferentes países das Américas. Além da troca de informações, foram discutidos protocolos da metodologia de diagnóstico molecular e os processos praticados em laboratório para “treinar os treinadores”.

As atividades práticas foram acompanhadas por especialistas do CDC e coordenadas por pesquisadores do IOC, do Chile e do México. “O treinamento permite que esses três países possam ajudar outros no suporte técnico de influenza, tanto para a realização de testes de detecção e diagnóstico do vírus, como nas ações de vigilância.

Os profissionais dos centros nacionais de influenza saem do treinamento com maior proficiência para a realização dos procedimentos de rotina de diagnóstico. O monitoramento do vírus influenza acontece por meio de um trabalho conjunto, o que ressalta a importância de treinamentos que fortalecem a rede.

Com base nas informações do site da IOC/Fiocruz


Contribuições da bioinformática para Leishmaniose é tema de workshop (30/11)

A Fiocruz Brasília, por meio do Colaboratório Ciência, Tecnologia e Sociedade promove, no dia 30 de novembro, o Workshop Contribuições da Bioinformática para Leishmaniose. A programação conta com apresentações de pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais, Instituto Butantan, além de pesquisadores da Fiocruz do Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco e Brasília. A atividade é gratuita e aberta ao público e será realizada a partir das 8h30, no auditório interno da instituição .

As leishmanioses atingem cerca de 12 milhões de pessoas em 98 países e há 350 milhões sob o risco de infecção, em especial em regiões pobres. Os casos são associados a má nutrição, moradia precária e deficiência imunológica. A bioinformática é utilizada há mais de dez anos para processar e analisar grandes volumes de dados em saúde, possibilitando a integração de resultados de diferentes pesquisas pelo mundo. Desde a publicação do genoma da Leishmania major em 2005, foi iniciada a era pós-genômica no estudo desses parasitas. Impulsionados pelos avanços tecnológicos nos métodos de Biologia Molecular e Bioinformática, projetos genomas estruturais e funcionais estão em desenvolvimento, e com potencial para derivarem outras pesquisas científicas a partir de seus resultados.

A pesquisadora Tainá Raiol espera que o worskhop promova a interação entre pesquisadores das duas áreas, com compartilhamento de conhecimento e desenvolvimento de pesquisas colaborativas para se melhorar o quadro epidemiológico da doença no Brasil.
As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pela internet até o dia 29 de novembro.



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