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segunda-feira, 16 de maio de 2022

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sábado, 14 de maio de 2022

Ministério da Saúde promove seminário sobre doenças crônicas não transmissíveis

Evento será on-line, gratuito e tem foco na Atenção Primária à Saúde, nos dias 18 e 19 de maio

Diabetes, obesidade e hipertensão fazem parte das chamadas doenças crônicas não transmissíveis (DCNT), as maiores causadoras de mortes no Brasil e no mundo. Para debater o tema, o Ministério da Saúde promove o I Seminário Nacional de Atenção às DCNT nas próximas quarta e quinta-feira, dias 18 e 19 de maio. O evento é gratuito e on-line.

Aproximadamente 80% dos fatores de risco para o desenvolvimento dessas doenças são preveníveis. Ainda assim, eles são considerados epidêmicos. “Mudanças no estilo de vida são suficientes para evitar a maior parte dos casos, mas diversos fatores estão envolvidos nesse processo, tornando a prevenção desafiadora”, lembra a coordenadora de Prevenção de Doenças Crônicas do Ministério da Saúde, Patrícia Izetti. “Acesso à informação e aos serviços de saúde, tempo para se exercitar, condições para adquirir alimentos de qualidade, autonomia no cuidado e adesão ao tratamento proposto são alguns deles”, destaca.

Dessa forma, a proposta do encontro virtual é debater soluções para esses desafios, que incluem a qualificação das equipes de saúde e das gestões locais em ações de prevenção, diagnóstico precoce, tratamento de controle da morbimortalidade das DCNT, promoção da saúde e qualidade de vida para a população. Serão abordadas estratégias de organização do processo de trabalho, para contribuir com a resolutividade da assistência, e experiências exitosas de alguns municípios com ações longitudinais e integrais de cuidado no tema.

O seminário é aberto para qualquer interessado, com foco nos gestores e profissionais de saúde da Atenção Primária dos três entes federativos; pesquisadores, estudantes de graduação da área da saúde, residentes médicos e multiprofissionais atuantes no Sistema Único de Saúde (SUS); e sociedades brasileiras relacionadas à temática das DCNT, instituições afins e membros da sociedade civil organizada. Confira mais informações e assista aqui.

Sobre as DCNT

As doenças crônicas não transmissíveis são responsáveis por aproximadamente 70% dos óbitos a nível mundial - sendo que em torno de 16 milhões de pessoas são vítimas de morte prematura, entre 30 e 69 anos, a cada ano - contribuindo significativamente para o desenvolvimento de incapacidades e na perda de qualidade de vida da população. No Brasil, essas doenças correspondem a 72% das causas de morte. Segundo dados da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), 52% da população com 18 anos ou mais afirma ter recebido o diagnóstico de ao menos uma doença crônica no ano de 2019.

A complexidade desse cenário requer atenção integral e longitudinal nos diversos pontos da rede de serviços, a necessidade de cuidado coordenado e articulado nos diferentes níveis de atenção, que tem importante centralidade na APS. Cabe lembrar que o manejo adequado conduzido pela APS pode evitar hospitalizações e maiores complicações relacionadas às DCNT. Nesse sentido, é necessário ofertar espaços de articulação e discussão para debater a qualificação do cuidado das DCNT no Sistema Único de Saúde (SUS), com foco na APS.

Serviço
- I Seminário Nacional de Atenção às DCNT
- Data: 18 e 19/5/22
- Horário: das 15h às 18h
- Onde assistir: Início | Seminário DCNT 2022

Laísa Queiroz
Ministério da Saúde


Anvisa recebe pedido de registro da vacina Convidecia

O protocolo foi recebido nesta sexta-feira (13/5) e já está em avaliação pelas áreas técnicas envolvidas. O prazo de análise da Agência é de 60 dias.

A Anvisa recebeu o pedido de registro da vacina Convidecia contra a Covid-19. A solicitação foi apresentada pela empresa farmacêutica Biomm S.A., que representa no Brasil a fabricante do imunizante, a CanSino Biologicals .

A vacina utiliza a tecnologia de adenovírus vetor, semelhante à de outras vacinas já em uso no país, e o pedido é para uso em adultos.

A solicitação foi apresentada à Anvisa no âmbito da Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 415/2020, que contém critérios e procedimentos extraordinários para pedidos de registro decorrentes do novo coronavírus. A norma prevê, por exemplo, a análise prioritária e a possibilidade de se firmar termos de compromisso, como foi feito com outras vacinas contra a Covid-19 já autorizadas no Brasil.

O protocolo foi recebido nesta sexta-feira (13/5) e já está em avaliação pelas áreas técnicas envolvidas. O prazo de análise da Agência é de 60 dias.

Processo de análise

A análise de vacinas pela Anvisa é feita de forma conjunta, por três áreas distintas:

  • a área de Medicamentos, que avalia os aspectos de segurança e eficácia;
  • a área de Farmacovigilância, responsável pelo monitoramento e planos de acompanhamento da vacina após sua entrada em uso no país; e
  • a área de Inspeção e Fiscalização, responsável pela avaliação das Boas Práticas de Fabricação.

 ANVISA

Publicação de ABIIS | Aliança Brasileira da Indústria Inovadora em Saúde


O vice-presidente Carlos Eduardo Gouvea representou a #ABIIS no #MedTech Forum 2022 ("MTF"), em Barcelona, na Espanha. O evento, aconteceu entre os dias 3 e 5 de maio, após dois anos sem atividades presenciais e reuniu mais de 800 pessoas das áreas de Dispositivos Médicos e #Diagnóstico de todo o continente europeu, da Ásia, Américas e Oriente Médio.
O encontro debateu, entre outros assuntos, as novas diretivas europeias para dispositivos médicos e diagnóstico e respectivos desafios para implementação, inclusive a falta de organismos certificadores (notified body) devidamente habilitados em quantidade suficiente para a demanda; as inovações tecnológicas, principalmente equipamentos e sistemas totalmente integrados prontos para interoperabilidade; a #regulação que envolve a #Telemedicina, compartilhamento seguro de dados, sensores em wearables e inteligência artificial; o impacto da #pandemia da #Covid19 e os legados para uma eventual nova crise sanitária global; a importância e valor do diagnóstico e dos dispositivos médicos (principalmente aqueles para UTIs) e a rapidez com que a indústria de MedTech se organizou para responder à emergência; e temas relacionados a integridade. 
“De uma forma geral, foi uma excelente oportunidade para troca de experiências e alinhamento das principais atividades com os diversos países membros do Global Medical Technology Alliance (GMTA), cuja reunião semestral aconteceu no primeiro dia do evento, em formato híbrido, com participantes de todo o Globo, além de Adriana Velazquez, da Organização Mundial da Saúde (OMS)”, concluiu Gouvêa.

https://www.linkedin.com/posts/abiis-alian%C3%A7a-brasileira-da-ind%C3%BAstria-inovadora-em-sa%C3%BAde_abiis-medtech-diagnaejstico-activity-6928437320698200064-ksOi?utm_source=linkedin_share&utm_medium=member_desktop_web

Comissão aprova projeto que autoriza MP a promover ação para assegurar medicamentos a idosos

Proposta altera o Estatuto do Idoso para definir como crime privar idosos de medicamentos nos casos obrigatórios

Gustavo Sales/Câmara dos Deputados


Geovania de Sá: proposta dá maior garantia às normas

A Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que permite que o Ministério Público (MP) promova e acompanhe ações relacionadas ao acesso de idosos a saúde e a medicamentos – PL 6074/09, do Senado, que altera o Estatuto do Idoso.

Hoje, o Estatuto já prevê a atuação do MP em ações envolvendo alimentos, interdição total ou parcial e designação de curador especial para idoso.

A relatora, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), recomendou a aprovação da matéria. Segundo ela, as alterações propostas dão maior garantia às normas que já estabelecem o direito ao acesso a saúde e a medicamentos, mas que nem sempre são devidamente observadas.

Alimentação
O projeto inclui alimentação e medicamentos entre direitos que devem ser assegurados ao idoso, pelo Ministério Público, por meio de ações de responsabilidade por omissão ou por oferecimento insatisfatório desses recursos.

Por fim, a proposta altera o Estatuto do Idoso para definir como crime privar idosos de medicamentos nos casos em que isso seja uma obrigação. O crime sujeita o autor a pena de detenção de dois meses a um ano e multa, podendo ser agravada em caso de lesão corporal grave e morte.

“Ao incluir a privação de medicamentos entre as condutas do crime de ‘expor a perigo a integridade e a saúde, física ou psíquica, do idoso’ e dar a atribuição ao Ministério Público para instaurar inquérito civil e ação civil pública em relação à assistência farmacêutica ao idoso, haverá maiores garantias de que não faltarão os medicamentos necessários a essa população”, afirmou Geovania de Sá.

Tramitação
O projeto ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Em seguida, será votado pelo Plenário. Antes, o texto havia sido aprovado também pela Comissão de Seguridade Social e Família.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Roberto Seabra

A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara Notícias'.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Comissão aprova projeto que obriga motorista a ressarcir o SUS quando for culpado por acidente

Motorista culpado também será responsável pela indenização às vítimas

Billy Boss/Câmara dos Deputados


Felipe Rigoni: "Iniciativa poderá solucionar controvérsias"

A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados aprovou projeto determinando que a pessoa que provocar acidente com dolo (quando há intenção) ou culpa grave, além de indenizar as vítimas, responderá pelos gastos do Sistema Único de Saúde (SUS) com atendimento e tratamento de todos os acidentados. A proposta insere essa regra no Código Civil.

O relator na Comissão de Finanças, deputado Felipe Rigoni (União-ES), recomendou a aprovação tanto da proposta (PL 362/19) quanto da emenda da aprovada pela Comissão de Seguridade Social e Família, por considerar a medida adequada e compatível com as regras fiscais. A proposta foi apresentada pelo deputado Alceu Moreira (MDB-RS).

Rigoni avaliou que a iniciativa poderá solucionar controvérsias. “A medida resultaria no aumento de receitas de indenização em razão de ações regressivas postuladas pelos entes federativos, entre eles a União, contra quem causa acidentes com dolo ou culpa grave, responsabilizando esse agente pelos gastos do SUS (com socorro, atendimento e tratamento à saúde) e da Previdência Social (com auxílios e pensões) eventualmente decorrentes”, explicou o relator.

“Acredito que a aprovação dessa proposta resolverá definitivamente, em favor dos entes federativos, essa questão de responsabilidade civil específica, que atualmente não tem solução expressa na legislação em vigor e já acumula quase uma década de controvérsias no mundo jurídico”, concluiu Felipe Rigoni.

Tramitação
O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Ralph Machado
Edição – Rachel Librelon

A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara Notícias'.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Audiência debaterá importância das Redes Integradas de Cuidados à Pessoa com Autismo

Assistência integral para paciente com transtorno do espectro autista no SUS também será discutida

Ricardo Amanajás/Agência Pará


Políticas públicas para pessoas com TEA serão tema de debate

A Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência da Câmara dos Deputados realiza audiência pública nesta terça-feira (17) sobre a importância das Redes Integradas de Cuidados à Pessoa com Autismo.

O debate será às 13 horas, no plenário 13, e poderá ser acompanhado de forma virtual e interativa pelo e-Democracia.

Segundo a deputada Tereza Nelma (PSD-AL), que pediu a audiência, o Centro de Controle de Doenças e Prevenção do governo dos EUA estima que, atualmente, 1 a cada 54 nascimentos tem a ocorrência do Transtorno do Espectro Autista (TEA).

Para ela, isso demonstra "a urgência da adoção de legislações e políticas públicas que garantam direitos às pessoas com TEA".  Tereza Nelma citou a Lei 12.764/12, também chamada de Lei Berenice Piana, que prevê, entre as suas diretrizes, a "intersetorialidade no desenvolvimento das ações e das políticas e no atendimento à pessoa com transtorno do espectro autista, e a atenção integral às necessidades de saúde da pessoa com transtorno do espectro autista, objetivando o diagnóstico precoce, o atendimento multiprofissional e o acesso a medicamentos e nutrientes".

Neste sentido, disse a deputada, uma integração da rede de apoio na saúde, na assistência social e na educação são medidas inovadoras e que prometem marcar uma nova era no atendimento, acompanhamento e tratamento da pessoa com TEA.

Tereza Nelma também defende o debate do Projeto de Lei 3630/21, que tramita na Câmara e que já foi aprovado pelo Senado Federal. "Tal projeto visa tornar obrigatória a criação de centros de assistência integral ao paciente com transtorno do espectro autista no SUS, o que fará com que mais entes públicos adotem medidas de tratamento interdisciplinares e intersetoriais às pessoas com TEA", observou.

Debatedores
Confirmaram presença na audiência:
- o advogado especialista na defesa dos direitos das pessoas com Transtorno do Espectro do Autismo e pai de pessoa com TEA, Julius Egon Schwartz;
- a secretária-adjunta de Saúde do governo do Rio Grande do Sul, Ana Lucia Pires Afonso da Costa;
- a enfermeira Fernanda Barreto Mielke;
- a coautora da Lei 12.764/12, Berenice Piana;
- a mãe de autista, estudiosa e pesquisadora do tema, Deusina Lopes da Cruz; e
- o diretor-presidente do movimento "Orgulho Autista", Fernando Cotta.

Da Redação – RS

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Fonte: Agência Câmara de Notícias

TCU apresenta modelo de prevenção e combate ao assédio sexual e moral

Apresentado no evento on-line “Prevenção e combate ao assédio: práticas e modelo para implantação”, o modelo pode ser aplicado em órgãos federais como forma de reduzir o assédio e a discriminação

Por Secom TCU

11/05/2022

assédio está diretamente relacionado à desigualdade de gênero e deve ser amplamente combatido nas instituições como forma de eliminar as barreiras que dificultam a ascensão feminina no mercado de trabalho. Este foi um dos pontos destacados pelo vice-presidente do TCU, ministro Bruno Dantas, durante a abertura do evento on-line “Prevenção e combate ao assédio: práticas e modelo para implantação”, realizado no dia 5 de maio com transmissão pelo canal do TCU no YouTube.

O encontro reuniu especialistas e gestores públicos para discutir o tema e teve relatos de iniciativas realizadas em instituições como o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud). Também foi apresentado o modelo desenvolvido pela Corte de Contas para prevenir e combater o assédio, o qual poderá servir de referência para futuras auditorias.

“Tenho certeza de que o modelo que elaboramos fornecerá ferramentas, práticas e orientações que as organizações poderão fazer uso e até adaptá-las de acordo com a sua cultura, características e necessidades”, disse o vice-presidente da Corte de Contas na ocasião.

Bruno Dantas também destacou outras ações realizadas pelo Tribunal com foco na conscientização sobre o combate ao assédio, como a campanha interna iniciada na gestão da presidente do Tribunal, ministra Ana Arraes. “Não podemos fechar os olhos para esse problema tão grave e que traz inúmeros prejuízos para as organizações, tais como a redução da produtividade, o aumento do absenteísmo por adoecimento, o gasto com pagamento de indenizações e o aumento dos casos de judicialização”, observou.


O modelo desenvolvido pelo Tribunal consiste em quatro mecanismos que podem ser aplicados em órgãos da administração pública federal como forma de reduzir o assédio e a discriminação, além de servir como guia para que avaliem a maturidade das organizações em relação a este assunto. São eles:

1.      Institucionalização – Compromisso e engajamento da alta administração para implementar o sistema de prevenção e combate ao assédio.

2.      Prevenção – A instituição cria uma estrutura de acolhimento e prevenção ao assédio. Divulga a política e capacita todos os colaboradores sobre como proceder em caso ou suspeita de assédio.

3.      Detecção – Um canal para recebimento de denúncias deve ser incorporado à estrutura da organização. Além disso, devem ser tomadas ações proativas para revelar possíveis casos de assédio.

4.      Correção – Apurar e dar tratamento rápido a todas as denúncias recebidas. Aplicar medidas conciliatórias e de ajuste de conduta, além de garantir a punição dos responsáveis.

Cada mecanismo foi apresentado em formato de checklist, uma maneira de incentivar a autoavaliação dos gestores sobre o cumprimento de cada um desses requisitos. A auditora federal de Controle Externo do TCU Claudia Mancebo fez a apresentação e explicou o trabalho realizado à frente da fiscalização, na modalidade levantamento, para conhecer os sistemas de prevenção de assédio moral e sexual no ambiente de trabalho em organizações nacionais e internacionais. O trabalho foi conduzido no Senado Federal, na Controladoria-Geral da União (CGU), na Petrobras e no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4).

O trabalho começou em 2020, como iniciativa do ministro Bruno Dantas, e o processo foi relatado pelo ministro Walton Rodrigues. Na época, segundo Cláudia Mancebo, constatou-se que os dados sobre assédio na administração pública são alarmantes e que as mulheres são as principais vítimas no contexto das organizações.


Relatos e discussões sobre o tema

O evento online também abriu espaço para gestores públicos e especialistas discutirem boas práticas e principais desafios enfrentados pelas organizações ao lidarem com questões relacionadas ao assédio, com mediação feita pela secretária de Controle Externo da Administração do Estado, Dione Mary de Cerqueira Barbosa. Durante todas as apresentações, o público enviou comentários e perguntas.

política desenvolvida pelo TCU foi vista como um divisor de águas por Lis Soboll, professora da Universidade Federal do Paraná, com possibilidade de reverberar em organizações de diferentes vocações. “Esse divisor de águas não se dá apenas para os órgãos públicos. Sem dúvida, o que acontecer nas instituições públicas vai afetar de uma maneira geral a forma de se trabalhar na sociedade brasileira, impactando também instituições privadas”, refletiu a professora. Para ela, o tema assédio é complexo e envolve aspectos organizacionais e sociais amplos que vão muito além de questões relacionadas a personalidades.

A representante-residente assistente e coordenadora da área programática do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) e conselheira do Centro de Altos Estudos e Controle e Administração Pública do TCU, Maristela Baione, falou sobre a experiência da ONU na prevenção e combate ao assédio moral e sexual. Ela contou que a política de prevenção e combate ao assédio foi desenhada de forma simples abordando seus princípios, condutas proibidas, responsabilidades dos funcionários, de gestores e supervisores, da organização e do denunciante, e os processos de resolução de conflitos.

As condutas proibidas são: assédio, discriminação e abuso de autoridade, com tolerância zero em relação a cada uma delas. Isso porque, segundo Maristela, são comportamentos que se afastam dos princípios estabelecidos na Carta das Nações Unidasnos regulamentos e normas de conduta do serviço internacional. “Carregamos a responsabilidade de não violação de nenhum desses princípios da conduta ética, correta e adequada para ser funcionário da ONU. O que essa política traz é uma mudança de cultura e de padrão de comportamento”, disse. Ela contou que as regras devem ser observadas pelos funcionários da ONU, do mais baixo ao mais alto escalão, não apenas no âmbito do trabalho, mas também fora do expediente.

A experiência da Organização Latino-Americana e do Caribe de Entidades Fiscalizadoras Superiores (Olacefs) também teve espaço no evento. Daniela Santana Silva, que coordena o grupo de trabalho sobre Igualdade de Gênero e Não Discriminação, apresentou informações sobre a política instituída pela organização. “É parte de nossas responsabilidades, como EFS, pôr um fim a essas situações e gerar ambientes de trabalho seguros para todos os funcionários”, defendeu Daniela Silva.

Mesa-redonda

A última atividade do evento online foi a mesa-redonda sobre “Experiências, práticas e obstáculos vivenciados na CGU, Conselho Nacional de Justiça (CNJ), TRF 4ª Região, Senado Federal e Petrobras”. Participaram Salise Monteiro Sanchotene, desembargadora do TRF da 4ª Região e conselheira do Conselho Nacional de Justiça (CNJ); Ilana Trombka, diretora-geral do Senado Federal; Carmen Lúcia Correa da Costa, funcionária da Petrobras; e Gilberto Waller Júnior, corregedor da CGU.

Entre os relatos, Ilana Trombka contou um caso recente em que foi necessário usar a inovação para combater uma situação de assédio com estagiárias e terceirizadas do Senado Federal. Por medo de retaliações, as mulheres não levavam as denúncias à frente, mas relatavam, de forma anônima, as situações vivenciadas durante atividades do programa de qualidade de vida promovido pela Casa. “Tivemos que usar uma criatividade normativa, achar um espaço que permitisse levar o caso à frente, pois não poderíamos permitir que esse tipo de situação permanecesse”, revelou.

Segundo a diretora-geral do Senado, o assunto deve ser muito bem esclarecido por meio de campanhas internas, divulgadas periodicamente, para que floresça uma cultura de combate ao assédio. Assim, as pessoas não penas impedem que essas situações ocorram com elas, mas também ficam mais atentas a esse tipo de comportamento no ambiente em que trabalham. “O assediador busca espaços onde o assédio não vai ser fiscalizado. A partir da conscientização sobre o assunto, nós vamos criando uma espiral positiva que não dá espaço para o assédio."



Publicação de CBDL CÂMARA BRASIL. DE DIAGNÓSTICO LABORATORIAL

 

Três de quatro exames para detectar Alzheimer não funcionam em pessoas negras

Exame só para brancos?

A maioria das pessoas é diagnosticada com Alzheimer somente depois de se tornarem esquecidas e confusas, sintomas cognitivos que surgem relativamente tarde no curso da doença - uma década ou mais depois que o cérebro começou a mudar.

Por isso, os cientistas estão trabalhando para identificar mais cedo indícios da doença usando exames de sangue que detectam proteínas associadas à doença de Alzheimer no sangue - também conhecidas como biomarcadores.

Mas o campo da pesquisa de biomarcadores de Alzheimer é baseado em dados coletados de grupos de participantes majoritariamente brancos, levantando preocupações sobre se os testes baseados em tais biomarcadores seriam igualmente válidos em populações de maior diversidade.

"Quando você usa uma população de estudo limitada - como, infelizmente, os cientistas tradicionalmente fizeram nas pesquisas de Alzheimer - e depois tenta aplicar os resultados a todos, incluindo pessoas de origens diversas, você pode exacerbar as desigualdades na saúde," alerta a Dra Suzanne Schindler, professora de neurologia na Universidade de Washington em St. Louis (EUA).

Testes com viés

De fato, três exames de sangue experimentais usados para identificar pessoas nos estágios iniciais da doença de Alzheimer apresentaram desempenhos muito diferentes em pessoas negras.

No lado positivo, um quarto exame de sangue, chamado teste PrecivityAD, mostrou-se igualmente eficaz na detecção precoce da doença de Alzheimer, independentemente da raça da pessoa que está sendo testada.

Como os pontos de corte entre os escores de testes normais e anormais geralmente são estabelecidos com base em voluntários predominantemente brancos, os testes que apresentam desempenho diferente em populações negras colocam os pacientes negros em risco desproporcional de diagnóstico incorreto e de atendimento médico inadequado.

E este parece ser o caso em três quartos dos testes que estão se preparando para chegar ao mercado.

"Minha esperança é que este artigo ajude a ilustrar a necessidade de aumentar a diversidade de participantes nos estudos de Alzheimer. Meus colegas e eu estamos trabalhando para desenvolver um estudo multicêntrico muito maior para avaliar melhor as diferenças raciais nos biomarcadores sanguíneos relacionados à doença de Alzheimer. Esta é uma prioridade absoluta para nós," disse Schindler.

Especificidades

Os pesquisadores não projetaram o estudo para encontrar a razão pela qual alguns biomarcadores de Alzheimer levam a resultados diferentes em pessoas negras em comparação com pessoas brancas, mas a presença de outras condições de saúde pode desempenhar um papel.

Neste estudo, os negros mostraram-se mais propensos do que os brancos a ter pressão alta (67% versus 45%) e diabetes (28% versus 5%). Ambas as condições estão ligadas à doença de Alzheimer e podem influenciar o desempenho dos testes de biomarcadores, dizem os pesquisadores.

Artigo: Effect of Race on Prediction of Brain Amyloidosis by Plasma Ab42/Aß40, Phosphorylated Tau, and Neurofilament Light

Autores: Suzanne E. Schindler, Thomas K Karikari, Nicholas J Ashton, Rachel L Henson, Kevin E Yarasheski, Tim West, Mathew R Meyer, Kristopher M Kirmess, Yan Li, Benjamin Saef, Krista L Moulder, David Bradford, Anne M Fagan, Brian A Gordon, Tammie L.S. Benzinger, Joyce Balls-Berry, Randall J Bateman, Chengjie Xiong, Henrik Zetterberg, Kaj Blennow, John C Morris

Publicação: Neurology

DOI: 10.1212/WNL.0000000000200358

CENTRO DE ESTUDOS Seminário internacional Retomada Econômica e Geração de Emprego e Renda no Pós-Pandemia

DETALHES

Tema:Seminário Retomada Econômica e Geração de Emprego e Renda Pós-Pandemia

Local:Auditório Nereu Ramos

Início:18/05/2022 às 09:00

Situação:Convocada

Informações:56ª Legislatura - 3ª Sessão Legislativa Ordinária

Seminário Internacional do Grupo de Estudos
RETOMADA ECONÔMICA E GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA NO PÓS-PANDEMIA

O Seminário Internacional irá debater a retomada econômica e a geração de emprego e renda no pós-pandemia.
O estudo do CEDES "Retomada Econômica e Geração de Emprego e Renda no Pós-Pandemia" sob o comando dos relatores, deputado Da Vitória (PP/ES) e deputado Francisco Jr. (PSD/GO), tem como objetivo principal definir o papel do Estado, da iniciativa privada e das organizações da sociedade civil nas estratégias e políticas de recuperação da economia e de geração de emprego e renda no pós-pandemia.
O estudo foi aprovado devido a necessidade de se alcançar uma melhor interlocução e da definição dos espaços de atuação dos Poderes e de todas as esferas do Executivo, sendo necessária a atualização da legislação. Não somente as alterações para que as autoridades sanitárias possam executar melhor as medidas de saúde pública, mas a definição clara e o fortalecimento dos instrumentos e atuações de cada ente na retomada econômica, e da própria sociedade civil, que deve ter ação decisiva em uma organização estatal que deve tutelar menos e estimular mais. No atual cenário de consideráveis dificuldades de arrecadação, pairam inquietações sobre o financiamento para a reestruturação necessária para um novo desenvolvimento do País e também quanto à manutenção de toda a sua infraestrutura e quanto às demandas pelos serviços públicos.
Neste estudo estão sendo desenvolvidas atividades com foco em 5 eixos principais:
a. ontextualização inicial socioeconômica, apresentação do contexto do mercado de trabalho do país, população, desemprego, informais, etc.
b. Avaliação das Políticas: análise das políticas brasileiras empreendidas na pandemia à luz das experiências internacionais, para compreensão aprofundada de como as políticas públicas existentes podem auxiliar na retomada e na geração de emprego e renda em bases sustentáveis e inclusivas.
c. Papel dos Setores: estudo das potencialidades da indústria, dos serviços especializados e da agropecuária no contexto de transformações globais: mudanças tecnológicas associadas à Indústria 4.0 e à descarbonização das economias; reconfiguração de cadeias globais de valor e do comércio internacional, com maior produção local de bens e fornecimento local de serviços estratégicos para a retomada econômica em diversas economias; utilização maior de políticas de indução de crescimento, escala, emprego e renda por meio da utilização de atividades já existentes em direção a aumento de valor adicionado, de inovação e de expansão tecnológica, com intensificação dos encadeamentos produtivos entre agropecuária, indústria e serviços para tornar mais avançada e complexa a economia. Verificação do estado do associativismo e cooperativismo na agricultura.
d. Taxa de câmbio e macroeconomia: o exame da estabilidade da taxa de câmbio e das demais variáveis macroeconômicas, para a criação de condições favoráveis ao crescimento sustentado e mudanças estruturais na economia brasileira.
e.F inanciamento: investigar ampliação do crédito para a retomada das atividades econômicas, em especial para micro e pequenas empresas e para os setores mais atingidos e as atividades mais promissoras para a recuperação, por meio dos melhores arranjos de política econômica com crédito livre e direcionado e com atuação por meio de sinergias entre o setor privado e o setor público.
Desta forma, urge um debate intenso e profundo com a sociedade, poder público e iniciativa privada de modo a refletir e implementar um arcabouço técnico e legal que estabeleça a reorganização estrutural necessária para a retomada econômica sustentável de todo o País, com transparência e exatidão nos papéis a serem assumidos por cada um dos entes da República
Com a realização do Seminário, esperamos contribuir para a potencialização desse debate na agenda legislativa. Na ocasião, também teremos a oportunidade de ouvir autoridades, empresários, acadêmicos e especialistas envolvidos com a temática.

DATA: 18/05/2022 (quarta-feira)
HORÁRIO: 9h00
LOCAL: Auditório Nereu Ramos (presencial), Zoom e Edemocracia (virtual)

PROGRAMAÇÃO

Abertura
Horário: 9:00 às 10:00

- Deputado Arthur Lira - Presidente da Câmara dos Deputados
- Deputado Marcelo Ramos - 1º Vice-Presidente da Câmara dos Deputados
- Deputado Da Vitória - Presidente do Centro de Estudos e Debates Estratégicos e Relator do Estudo Retomada Econômica - Câmara dos Deputados
- Deputado Francisco Jr. - Membro do Centro de Estudos e Debates Estratégicos e Relator do Estudo Retomada Econômica- Câmara dos Deputados
- Ronaldo Caiado - Governador do Estado de Goiás
- Renato Casagrande - Governador do Estado do Espírito Santo
- Maria Emanuela Alves Pedroso - Secretária de Estado da Secretaria de Economia e Planejamento do Governo do Espírito Santo
- Deputado André Fufuca - Líder do PP da Câmara dos Deputados
- Geraldo Leite - Secretário Executivo do CEDES e Diretor da Consultoria Legislativa da Câmara dos Deputados

Mesa 1 - Possibilidades de desenvolvimento econômico no pós-pandemia
Mediador Deputado Francisco Jr.
Horário: 10:00-12:00

Palestrantes
- Richard Kozul-Wright - Diretor da Divisão para a globalização e estratégias de desenvolvimento na Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD)
- Antonio Andreoni - Chefe de Pesquisa na University College London
- Carlos Mussi - Diretor da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal) no Brasil
- Alfredo Saad-Filho - Professor de Economia Política e Desenvolvimento Internacional no King's College London

Mesa 2 - Políticas econômicas e investimento na recuperação pós-pandemia
Mediadora Deputada Angela Amin
Horário: 13:00-15:00

Palestrantes
- Luiz de Mello- Diretor de Estudos Políticos do Departamento de Economia da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico - OCDE
- Matías Vernengo - Professor de Economia da Universidade de Bucknell, Pensilvânia
- Maria de Lourdes Rollemberg Mollo - Professora Titular do Departamento de Economia da Universidade de Brasília


Mesa 3 - Desenvolvimento produtivo, retomada, inovação e governança global em um mundo em transformação
Mediador Deputado Átila Lira
Horário: 15:30-17:30

Palestrantes
- Jayati Ghosh - Professora de Economia da Universidade de Massachusetts
- Nelson Barbosa - Professor Titular da Escola de Economia da Fundação Getúlio Vargas e Universidade de Brasília
- André Roncaglia de Carvalho - Professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)

Mesa de Encerramento
Horário: 17:30-18:00
Deputado Da Vitória - Presidente do CEDES e Relator do Estudo Retomada Econômica
Deputado Francisco Júnior - Membro do CEDES e Relator do Estudo Retomada Econômica

Política Nacional de Atenção Cardiovascular de Alta Complexidade

DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO

Publicado em: 13/05/2022 | Edição: 90-B | Seção: 1 - Extra B | Página: 1

Órgão: Ministério da Saúde/Gabinete do Ministro

PORTARIA GM/MS Nº 1.098, DE 12 DE MAIO DE 2022

Altera atributos de procedimentos na Tabela de Procedimentos, Medicamentos, Órteses, Próteses e Materiais Especiais do SUS e estabelece recurso financeiro do Bloco de Manutenção das Ações e Serviços Públicos de Saúde - Grupo de Atenção Especializada, a ser disponibilizado aos Estados, Distrito Federal e Municípios.

O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, no uso das atribuições que lhe conferem os incisos I e II do parágrafo único do art. 87 da Constituição, e

Considerando o Anexo XXXI da Portaria de Consolidação GM/MS nº 2, de 28 de setembro de 2017, que institui a Política Nacional de Atenção Cardiovascular de Alta Complexidade;

Considerando os Art. 22 a 27 da Portaria de Consolidação SAES/MS nº 1, de 22 de fevereiro de 2022, que define as Unidades de Assistência em Alta Complexidade Cardiovascular e os Centros de Referência em Alta Complexidade Cardiovascular;

Considerando a Portaria GM/MS nº 2.848, de 6 de novembro de 2007, que aprova a estrutura e o detalhamento dos procedimentos da Tabela de Procedimentos, Medicamentos, Órteses, Próteses e Materiais Especiais do Sistema Único de Saúde - SUS e suas atualizações;

Considerando a Portaria GM/MS nº 3.693, de 17 de dezembro de 2021, que altera atributos de procedimentos na Tabela de Procedimentos, Medicamentos, Órteses, Próteses e Materiais Especiais do SUS e estabelece a dedução de recurso do Bloco de Manutenção das Ações e Serviços Públicos de Saúde - Grupo de Atenção Especializada, incorporado ao limite financeiro de Média e Alta Complexidade - MAC dos Estados, Distrito Federal e Municípios; e

Considerando a avaliação técnica do Departamento de Atenção Especializada e Temática (DAET/SAES/MS) e do Departamento de Regulação, Avaliação e Controle de Sistemas (DRAC/SAES/MS), constante no NUP-SEI nº 25000.063868/2022-65, resolve:

Art. 1º Ficam alterados, na Tabela de Procedimentos, Medicamentos, Órteses, Próteses e Materiais Especiais do SUS, os valores dos procedimentos conforme Anexo I.

§ 1º Fica estabelecido recurso do Bloco de Manutenção das Ações e Serviços Públicos de Saúde - Grupo de Atenção Especializada no montante de R$ 232.616.958,09 (duzentos e trinta e dois milhões, seiscentos e dezesseis mil, novecentos e cinquenta e oito reais e nove centavos), conforme detalhamento das alterações descritas no Anexo I e ajustes de valores anuais por gestão, conforme Anexo II.

§ 2º O Fundo Nacional de Saúde - FNS adotará as medidas necessárias para a transferência, regular e automática, do montante estabelecido no § 1º, para os Fundos de Saúde dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.

§ 3º Os recursos orçamentários federais, objeto das alterações de que trata o caput, correrão por conta do orçamento do Ministério da Saúde, devendo onerar o Programa de Trabalho 10.302.2015.8585 - Atenção à Saúde da População para Procedimentos de Média e Alta Complexidade - Plano Orçamentário 0000.

Art. 2º Ficam alterados, na Tabela de Procedimentos, Medicamentos, Órteses, Próteses e Materiais Especiais do SUS, os atributos dos procedimentos conforme Anexo III.

§ 1º Os recursos orçamentários federais correspondentes aos procedimentos de que trata o caput passarão a ser financiados por meio do Tipo de Financiamento do Fundo de Ações Estratégicas e Compensações - FAEC.

§ 2º O Fundo Nacional de Saúde - FNS adotará as medidas necessárias para a transferência, regular e automática, dos valores mensais relativos aos procedimentos de que trata o "caput" aos Fundos de Saúde dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios de acordo com a apuração da produção de serviços registrada na Base de Dados do Sistema de Informações Hospitalares - SIH/SUS, mediante processo autorizativo encaminhado pela Secretaria responsável pelo Programa de Trabalho.

§ 3º Os recursos orçamentários federais, objeto das alterações de que trata o caput, correrão por conta do orçamento do Ministério da Saúde, devendo onerar o Programa de Trabalho 10.302.5018.8585 - Atenção à Saúde da População para Procedimentos de Média e Alta Complexidade - Plano Orçamentário 0005 (Fundo de Ações Estratégicas e Compensações - FAEC).

Art. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos operacionais nos sistemas de informações do SUS a partir da competência seguinte à da sua publicação.

MARCELO ANTÔNIO CARTAXO QUEIROGA LOPES

ANEXO I

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