Destaques

domingo, 25 de junho de 2017

Ministro da Saúde confirma agenda no Acre na próxima segunda

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, desembarca no Aeroporto Internacional de Rio Branco na próxima segunda-feira (26), às 14h, para cumprir agenda no Acre. A visita acontece para atender um pedido do senador Gladson Cameli (PP-AC).

Após o desembarque, o ministro visitará uma Unidade de Saúde em Rio Branco. O local será confirmado na manhã do desembarque. Às 16h, Ricardo Barros se reúne com prefeitos e gestores de saúde na sede da Associação do Municípios do Acre (Amac).

Ricardo foi homenageado esta semana com Comenda do Mérito Amazônico 2017, concedida pela Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) na cerimônia realizada em Belém. A honra é destinada para agraciar pessoas que tenham notáveis serviços prestados ao desenvolvimento da Amazônia Legal.

Cameli destacou a visita de Ricardo Barros ao Acre: “Nosso objetivo é trazer autoridades para conhecerem a realidade do nosso estado e ao mesmo tempo dar oportunidade aos nossos representantes para dialogar com o Governo Federal e fazer solicitações consideradas necessárias para melhoria da saúde pública, possibilitando assim melhor qualidade de vida à população”, disse o parlamentar.

Ainda de acordo o senador, a visita de Ricardo Barros será importante para analisar e dar respostas à sociedade sobre obras importantes, como a de ampliação do Hospital de Urgência e Emergência, a UPA de Cruzeiro do Sul e o Hospital de Brasileia, que se arrastam há anos sem conclusão.

Escolhido para ser o ministro da Saúde do governo de Michel Temer, Ricardo Barros já foi eleito deputado federal cinco vezes e foi secretário da Indústria e Comércio do Estado do Paraná, além de prefeito de Maringá (PR). Ele também foi o relator do Orçamento de 2016 na Câmara dos Deputados.

Jairo Carioca, da Contilnet - Foto: Alan Marques/Folhapress


sábado, 24 de junho de 2017

REGISTRO DE COMPRAS DE MEDICAMENTOS PARA O SUS - MINISTÉRIO DA SAÚDE TORNA OBRIGATÓRIO

Medida visa dar maior transparência no processo, além de ter potencial de aumentar a concorrência, já que todos poderão conhecer preços praticados em todo o país

Todas as compras de medicamentos realizadas no país para o abastecimento do SUS terão seus preços registrados em sistema online. A resolução, publicada no Diário Oficial da União, vale para o Ministério da Saúde, estados, municípios e Distrito Federal que, agora, passam a alimentar de forma obrigatória o Banco de Preços em Saúde (BPS): ferramenta online, gratuita e de acesso aberto ao público desenvolvida pelo governo federal.

Ao dar transparência ao uso dos recursos públicos e conhecimento dos preços praticados em todo território nacional, o banco vai proporcionar o aumento da concorrência e maior condições para a negociação de preços junto aos fornecedores e fabricantes, gerando economia para o sistema de saúde.

“É uma ferramenta que possibilita ampliar o nível de negociação entre os gestores e fornecedores na compra de medicamentos, isso significa expandir o acesso, reduzir custos e otimizar os gastos com saúde, dando possibilidade ao gestor de até cancelar uma concorrência, quando se perceber que não está sendo feita a melhor compra”, afirma o ministro da Saúde, Ricardo Barros.

O cadastramento e atualização do Banco de Preços em Saúde deve ser feito no período entre primeiro de setembro a 30 de novembro de 2017. Já o inicio do envio das informações de compras homologadas, referente ao exercício 2017, deverá ser iniciada a partir de primeiro de dezembro deste ano. Para realizar consultas ao sistema e registros de compras é necessário fazer o cadastro de usuário pelo link http://aplicacao.saude.gov.br/bps/login.jsf.

O sistema é destinado ao registro e a consulta de informações de compras de medicamentos e produtos para a saúde adquiridos no âmbito do SUS. Gradualmente, outros produtos, além dos medicamentos, também terão seu registro obrigatório no BPS. A medida foi pactuada na Comissão Intergestores Tripartite, que reúne gestores de saúde dos estados, municípios e União.

O Banco de Preços em Saúde vai oferecer informações qualificadas de preços praticados nas aquisições de medicamentos e produtos para a saúde. Esses dados vão poder ser consultados de forma regionalizada, por modalidade de compra, tipo de compra, faixa de quantidades adquiridas, por fabricantes e fornecedores, dentre outras possibilidades de pesquisa.

Levantamento preliminar feito pelo Ministério da Saúde junto aos gestores que já utilizavam voluntariamente o Banco de Preços em Saúde, em novembro de 2016, apontou que 73% dos participantes conseguiram reduzir os preços junto a fornecedores nas licitações ou compras diretas. Os dados até o momento apontam ainda que, com a utilização do banco, anualmente é possível reduzir o valor total estimado nos contratos ou mesmo a substituição gradual da pesquisa de preços feita diretamente junto a fornecedores e fabricantes. O estudo segue até dezembro.
“Essas ações de transparência têm nos permitido avançar na economia, eficiência e na reaplicação desses recursos e mais aplicações na saúde.”, enfatiza o ministro da Saúde, Ricardo Barros. 

SOBRE A PLATAFORMA

A plataforma BPS está disponível gratuitamente no formato web, tanto para consulta quanto para alimentação. O banco possui atualmente 4.808 itens de medicamentos disponíveis para cadastro de compras e consultas. O BPS é alimentado atualmente por 24 estados, por meio das secretarias estaduais de saúde e por 580 municípios brasileiros, além da União.

Além de disponibilizar informações sobre o processo de compras dos medicamentos e produtos de saúde, a plataforma ainda oferece de forma gratuita amplo material de apoio ao usuário no formato de vídeo-aulas, manuais de utilização da ferramenta, preguntas e respostas e treinamentos.

GESTÃO EFICIENTE

Com a adoção de medidas para tornar a administração mais eficiente, foi possível realocar R$ 3,2 bilhões para o custeio de mais serviços do SUS no primeiro ano de gestão do ministro da Saúde, Ricardo Barros. Isso representou para o cidadão a ampliação do atendimento nos hospitais, do acesso a equipamentos, medicamentos, vacinas e renovação da frota de ambulâncias. 

Entre as renegociações de maior destaque está à compra do medicamento Sofosbuvir, usado no tratamento de Hepatite C, o Ministério da Saúde conseguiu comprar cada unidade por um valor 31% menor do praticado anteriormente. Isso representa uma economia de R$ 298 milhões. Agora, com o mesmo valor gasto em 2015 para tratar 24 mil pacientes, será possível atender 35 mil pacientes.

SERVIÇO

Acesse o passo a passo com orientações sobre procedimentos operacionais do BPS
Conheça o manual de consulta BPS  que traz informações sobre preços de medicamentos e produtos de saúde no BPS


Por Alexandre Penido, da Agência Saúde


Hospital construído pelo Brasil no Haiti recebe nome de Zilda Arns

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, juntamente com o ministro do Desenvolvimento Social do Brasil, Osmar Terra, participaram nesta sexta-feira (23) da cerimônia de batismo do Hospital Comunitário de Referência Dra. Zilda Arns, em Porto Príncipe, capital do Haiti.

A unidade, localizada no bairro de Bon Repos, recebeu o nome da médica brasileira que morreu vítima do terremoto ocorrido na capital haitiana em 2010. Zilda Arns foi três vezes indicada ao Prêmio Nobel da Paz.

Unidade de saúde de referência, que atende mais de 200 pessoas por dia, passa a ter o nome da médica brasileira, que morreu no terremoto que atingiu a capital do país em 2010

O Hospital Zilda Arns é uma das três unidades de saúde construídas pelo Brasil no país, como parte do projeto internacional de reconstrução do Haiti. O hospital, que foi entregue ao governo haitiano em 2014, conta com aproximadamente 40 leitos e atende mais de 200 pessoas por dia em especialidades como Ortopedia, Ginecologia, Obstetrícia e Pediatria além de Clínica Geral.

Zilda Arns, fundadora da Pastoral da Criança, é reconhecida mundialmente pelo trabalho humanitário voltado à redução da mortalidade infantil.

“O Hospital Comunitário de Referência Dra. Zilda Arns é fruto da parceria do trabalho conjunto realizado pelas três nações – Brasil, Haiti e Cuba  - para o desenvolvimento do Haiti. O que norteia a cooperação entre os nossos países é a solidariedade e o compromisso com a saúde pública, valores refletidos no trabalho e no legado da Dra. Zilda Arns”, afirmou o ministro da Saúde, Ricardo Barros, durante a cerimônia de batismo da unidade de saúde em Porto Príncipe. O ministro ressaltou que a médica brasileira dedicou-se a salvar a vida de milhões de crianças, combatendo a mortalidade infantil, a desnutrição e a violência.

COOPERAÇÃO TÉCNICA

Com extensa agenda de trabalho no Haiti, nos dias 22 e 23, o ministro da Saúde, Ricardo Barros, o governo do Haiti e o representante residente do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Niky Fabiancic, assinaram instrumento do Fundo de Reconstrução do Haiti (FRH), que autoriza o uso de parcela de US$ 20 milhões do FRH para saúde do país. Esses recursos irão fortalecer a sustentabilidade do sistema de saúde no país caribenho. O PNUD será a agência da ONU parceira do projeto de saúde do FRH.

Durante assinatura do governo, o ministro Ricardo Barros destacou que o Brasil foi o primeiro país a contribuir para este fundo, com doação de US$ 55 milhões em 2010. “O projeto prevê a transferência progressiva dessas estruturas ao governo haitiano para que eles sigam em plena operação e com sustentabilidade garantida após o término do projeto que hoje assinamos aqui”, afirmou o ministro brasileiro.

Criado pelo governo haitiano, em parceria com doadores bilaterais e multilaterais, o Fundo tem o objetivo de reunir, mobilizar, coordenar e destinar recursos para o financiamento da recuperação, reconstrução e desenvolvimento do país. O FRH é administrado pela Associação Internacional de Desenvolvimento (International Development Association - IDA), do Grupo Banco Mundial.

Logo após a assinatura relacionada ao FRH, o ministro Ricardo Barros fez a entrega simbólica pelo Ministério da Saúde do Brasil da doação de 15 mil doses da vacina antirrábica humana para o Haiti. A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS)/Organização Mundial de Saúde (OMS) arcou com o transporte da carga, que chegou ao Haiti na quarta-feira (21/06). A doação ocorre em função do crescente número de casos de raiva no país. Segundo a OPAS/OMS, em 2017, já foram confirmadas três mortes pela doença.

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, e o ministro do Desenvolvimento Social do Brasil, Osmar Terra, também se reuniram com o primeiro ministro do Haiti, Jack Guy Lafontant. No encontro, os ministros cumprimentaram o chefe de governo do país pela aprovação do projeto que vai garantir a continuidade da manutenção dos hospitais construídos pelo Brasil por mais três anos e qualificar as urgências e emergências do Haiti.

COOPERAÇÃO TRIPARTITE

A Cooperação Tripartite Brasil-Cuba-Haiti vem desenvolvendo, em seus sete anos de existência, diversas ações importantes no Haiti, como a construção de hospitais, entre eles o Hospital Comunitário de Referência Dra. Zilda Arns, laboratórios e uma oficina de órteses e próteses, além da formação de recursos humanos e o apoio a ações de vigilância e imunização. Com investimento de R$ 135 milhões, a cooperação foi responsável pela construção de três hospitais comunitários de referência – em Carrefour, Bon Repos e Beudet – equipados e em pleno funcionamento, com atendimento diário de aproximadamente 200 pessoas cada.

Também foram reformados e equipados dois laboratórios de vigilância epidemiológica, em Cabo Haitiano e Les Cayes. As unidades realizam os principais exames necessários à identificação de doenças relevantes, como malária, dengue, tuberculose, hanseníase e cólera, e o controle de vetores e insetos. Outra unidade importante construída foi o Instituto Haitiano de Reabilitação (IHR), localizado em Bon Repos e destinado ao tratamento e reabilitação de pessoas com deficiência.

No campo da prevenção, a cooperação doou cerca de 8 milhões de doses de vacina (sarampo, rubéola e poliomielite) para serem usadas nas campanhas de vacinação. O Brasil teve participação com 11% do total orçamentário necessário ao Programa Ampliado de Vacinação do Haiti para a campanha de 2012. Também foram construídos e equipados os três depósitos para o armazenamento de vacinas, inaugurados em fevereiro deste ano.
Além disso, foi realizada a formação de especialistas; apoio técnico e logístico, além de compra de equipamentos para a área vigilância epidemiológica.

Foram selecionados e contratados profissionais haitianos especializados e com ampla experiência em vigilância epidemiológica. Também foi realizada a capacitação, com a formação cerca de 1.600 profissionais de saúde, sendo 1.237 agentes comunitários de saúde polivalentes, 53 inspetores sanitários e 310 auxiliares de enfermagem polivalentes.

Por Murilo Caldas, da Agência Saúde


sexta-feira, 23 de junho de 2017

Fórum Africano da Saúde decorrerá em Kigali, no Ruanda, nos próximos dias 27 e 28 de Junho de 2017

"Brazzaville, 21 de Junho de 2017 - Pela primeira vez, o Escritório Regional da OMS para a África (AFRO) convocou uma reunião de líderes mundiais e de pensadores. Trata-se de explorar os desafios e as prioridades de África na área da saúde e de encontrar novos caminhos para garantir a todos uma saúde melhor. O Fórum Africano da Saúde decorrerá em Kigali, no Ruanda, nos próximos dias 27 e 28 de Junho de 2017.

Organizado sob o tema: "Colocar as pessoas em primeiro lugar: rumo à Cobertura Universal de Saúde em África", o evento constituirá uma plataforma para estabelecer novas parcerias no intuito de proporcionar a Cobertura Universal de Saúde (CUS), um mecanismo para melhorar o acesso a cuidados de saúde de qualidade e a custos comportáveis para todas as pessoas e atingir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

A Dr.ª Matshidiso Moeti, Diretora Regional da OMS para África, referiu que o Fórum constitui uma oportunidade única para os seus parceiros. "A saúde está no cerne dos ODS e é um elemento crítico para melhorar a qualidade de vida. A AFRO está empenhada em trabalhar com os países e os parceiros para atingir o mais alto nível possível de saúde a favor das populações de África. Este Fórum ajudará a preparar o caminho para concretizar a CUS em todo o continente. Estamos convencidos que, unidos, podemos fazer mais para salvar vidas e alcançar um futuro próspero e sustentável para todos."

Peritos dos mais diversos horizontes e proveniências intervirão no âmbito do Fórum Africano da Saúde da OMS, designadamente académicos, representantes governamentais, entidades do sector privado e organizações da juventude.

Os temas abordados durante esse evento de dois dias incluirão:

* O financiamento da saúde;

* A segurança sanitária;

* A investigação, a inovação e os dados em saúde;

* A Cobertura Universal de Saúde e o setor privado em África;

* Os antigos inimigos como o VIH e a ascensão de novas ameaças como sejam as doenças não transmissíveis.

Estão igualmente agendadas sessões especiais sobre cibersaúde - e-Health - e o seu papel em África assim como a saúde dos jovens."

Informações gerais (agenda, palestrantes, eventos paralelos e inscrição) consulte: <africahealthforum.afro.who.int>



Regimento da 1ª Conferência Nacional de Vigilância em Saúde (1ª CNVS)

CONSELHO NACIONAL DE SAÚDE
RESOLUÇÃO No - 547, DE 9 DE JUNHO 2017

O Plenário do Conselho Nacional de Saúde, em sua Ducentésima Nonagésima Quarta Reunião Ordinária, realizada nos dias 08 e 09 de junho de 2017, no uso de suas atribuições conferidas pela Lei no - 8.080, de 19 de setembro de 1990, pela Lei no - 8.142, de 28 de dezembro de 1990 e pelo Decreto no - 5.839, de 11 de julho de 2006, cumprindo as disposições da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, da legislação brasileira correlata; e Considerando a Portaria no - 1.017, de 11 de maio de 2016, que convocou a 1ª Conferência Nacional de Vigilância em Saúde;
Considerando a Resolução CNS no - 535, de 19 de agosto de 2016, que aprovou o Regimento da 1ª Conferência Nacional de Vigilância em Saúde (1a CNVS);
Considerando a possibilidade de organização das conferências livres, pelos movimentos sociais e entidades, prevista no artigo 12 da Resolução CNS no - 535/2016, bem como atendidas as condições estabelecidas nesse artigo;
Considerando ainda que as Conferências livres não elegem delegadas (os) e que seu principal objetivo é apresentar sugestões pelo(s) eixo(s) temático(s) debatido(s) à Comissão Organizadora da Etapa correspondente (Art. 12, parágrafo único, Resolução CNS no 535/2016); e
Considerando que compete ao Conselho Nacional de Saúde o fortalecimento da participação e do controle social no SUS (Art. 10, IX da Resolução no - 407, de 12 de setembro de 2008),
resolve:
Aprovar as regras de realização das Conferências Livres para a Etapa Nacional da 1a Conferência Nacional de Vigilância em Saúde, nos termos do anexo a esta Resolução.
RONALD FERREIRA DOS SANTOS
Presidente

Homologo a Resolução CNS no
- 547, de 9 de junho de 2017,
com base no Decreto de Delegação de Competência de 12 de novembro
de 1991.
RICARDO BARROS
Ministro de Estado da Saúde
ANEXO
Conferência Livre para a Etapa Nacional da 1a Conferência Nacional de Vigilância em Saúde

DA FINALIDADE

Art. 1º. Este dispositivo define critérios para indicação de Participantes das Conferencias Livres para participar da Etapa Nacional da 1a CNVS.
Parágrafo único. Entendem-se como Participantes Indicados nas Conferências Livres os Participantes Livres previstos no quadro de distribuição das delegadas e delegados da etapa nacional, referente ao artigo 3º - do Cronograma da 1a CNVS, disposto na Resolução no - 539, de 09 de dezembro de 2016.

DA CONFERÊNCIA LIVRE

Art. 2º. As Conferências Livres poderão ser organizadas pelos segmentos de usuárias (os), trabalhadoras (es) e gestoras (es)/prestadoras (es), como também, pela representação social a que pertencem, podendo ser constituídas no âmbito Municipal, Intermunicipal, Regional, Macrorregional, Estadual, Distrital e/ou Nacional,
com o objetivo de debater um ou mais eixos temáticos.

DA REALIZAÇÃO

Art. 3º. As Conferências Livres poderão ser realizadas até o dia 21 de outubro de 2017 devendo sua realização ser comunicada a Comissão de Organização Nacional da 1a CNVS, com antecedência mínima de 20 (vinte) dias.
§1 o - A Comissão de Organização Nacional da 1a CNVS indicará um representante para participar dos debates da conferência livre.
§2 o - Os organizadores das Conferências Livres deverão encaminhar à Comissão de Organização Nacional da 1a CNVS as cópias das listas de presença, os registros fotográficos e a síntese dos debates.

DA INSCRIÇÃO
Art. 4º. As Conferências Livres poderão indicar participantes para a Etapa Nacional da 1a CNVS, até o limite previsto no artigo 3º - da Resolução CNS no - 539, de 09 de dezembro de 2016, conforme critério abaixo:
I - até 50 (cinquenta) participantes: nenhuma indicação;
II - de 51 (cinquenta e um) a 100 (cem) participantes: 01 (uma) indicação;
III - de 101 (cento e um) a 200 (duzentos) participantes: 02 (duas) indicações;
IV - a partir de 201 (duzentos e um) participantes: 03 (três) indicações.
§1 o - As indicadas e os indicados para participar da Etapa Nacional da 1a CNVS deverão obrigatoriamente ter participado da referida conferência livre.
§2 o - A organização da Conferência Livre deverá promover a pré-inscrição das indicadas e dos indicados para a etapa nacional da 1a CNVS após 05 (cinco) dias de sua realização, por meio do preenchimento do formulário de pré-inscrição e envio dos documentos previstos no §2º - do artigo 3º - desta Resolução.
§3 o - A pré-inscrição não garante, obrigatoriamente, que todas as pré-inscritas e todos os pré-inscritos da referida Conferência Livre participarão da Etapa Nacional da 1a CNVS.
§4 o - A aprovação da lista final dos participantes indicadas e indicados nas Conferencias Livres para participar da Etapa Nacional da 1a CNVS será de responsabilidade da Comissão de Organização Nacional da 1a CNVS considerando as 75 (setenta e cinco) vagas dispostas no artigo 3º - da Resolução CNS no - 539, de 09 de dezembro de 2016 e os dos critérios abaixo:
I - de gênero, identidade de gênero e diversidade sexual;
II - étnico-raciais, em especial da população negra e indígena, bem como das comunidades originárias e tradicionais, respeitado seu peso demográfico e suas especificidades regionais e locais;
III - das populações rurais, do campo e da floresta, das águas e das periferias urbanas;
IV - de entidades, coletivos e movimentos de jovens e de idosos e aposentados; e
V - de grupos, associações e movimentos de pessoas com deficiência, patologias e doenças raras ou negligenciadas.

§5 o - No dia 01 de novembro a Comissão de Organização Nacional da 1a CNVS publicará lista final dos participantes indicadas e indicados nas Conferências Livres para participar da Etapa Nacional da 1a CNVS.

DO CREDENCIAMENTO

Art. 5º. As informações acerca do credenciamento dos Participantes Indicadas e Indicados nas Conferências Livres serão divulgadas no Regulamento da 1a CNVS.

DA PARTICIPAÇÃO

Art. 6º. A atuação dos Participantes Indicadas e Indicados nas Conferências Livres, na Etapa Nacional da 1a CNVS, obedecerá o disposto no Regimento, no Documento Metodológico e no Regulamento da 1a CNVS.

DOS RECURSOS FINANCEIROS

Art. 7º. Os Participantes Indicados e Indicadas nas Conferências Livres terão suas despesas com hospedagem e alimentação no local do evento, e traslado em Brasília, custeadas pelo Ministério da Saúde.
Parágrafo único. As despesas com gastos referentes ao transporte de sua cidade de origem à Brasília e posterior retorno serão de responsabilidade de cada Participante Indicado e Indicada.

DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 8º. Os casos omissos serão resolvidos pela Comissão de Organização Nacional da 1a CNVS.


Anvisa informa sobre falha nos processos de medicamentos

A Anvisa informa que, devido a uma falha técnica, dados sigilosos sobre registros de produtos submetidos à Gerência Geral de Medicamentos (GGMED) ficaram abertos ao público, no Portal da Anvisa, por algumas horas.

A falha, que já foi corrigida, ocorreu entre 18h10 do dia 19/06 até as 10h do dia 20/06 e ficou restrita apenas à situação dos processos de medicamentos na página de consultas (http://consultas.anvisa.gov.br/#/medicamentos/).

As demais consultas - Alimentos, Cosméticos, Produtos para Saúde, Saneantes etc. - não foram impactadas. A Anvisa assegura que, embora os dados sigilosos tenham ficado momentaneamente abertos, eles não são “editáveis”. Portanto, nenhuma informação foi alterada.

O motivo do incidente foi identificado: durante uma mudança no portal da consulta de medicamentos, que previa um aperfeiçoamento nas informações com a inclusão de três novos campos na consulta - Parecer Público, Bula Paciente e Bula Profissional –, não foram verificadas as regras que restringem os documentos confidenciais.

A Coordenação de Segurança Tecnológica da Anvisa foi notificada sobre o problema pela Diretoria de Autorização e Registro Sanitários às 9h46 do dia 20 e, 15 minutos depois, a falha já havia sido sanada. As modificações das consultas à situação dos processos de medicamentos que deram origem à abertura dos dados foram desfeitas prontamente. 

Aos usuários, a Agência lamenta o ocorrido e assegura que as providências para que incidentes como esse não ocorram novamente já foram tomadas.

Assessoria de Comunicação da Anvisa


Agenda do Ministro de Estado da Saúde, RICARDO BARROS no HAITI, nesta Sexta-feira, 23 de Junho de 2017

(Horário local de Porto Príncipe, no Haiti)

09h – Cerimônia de Batismo do Hospital Comunitário de Referência Dra. Zilda Arns

10h30 – Assinatura dos instrumentos do Fundo de Reconstrução do Haiti

10h40 – Entrega simbólica de doação do Ministério da Saúde do Brasil de 15 mil doses de vacina antirrábica ao Ministério da Saúde e da População do Haiti

10h45 – Visita às dependências do Hospital Comunitário de Referência Dra. Zilda Arns

11h – Reunião bilateral dos Ministros da Saúde e do Desenvolvimento Social do Brasil com o Primeiro-Ministro da República do Haiti, Jack Guy Lafontant

16h – Visita ao Batalhão Brasileiro no Haiti (Brabat)

19h – Decolagem de Porto Príncipe (Haiti) para Brasília (DF) (Uso da FAB para deslocamento – aeronave compartilhada com Ministério do Desenvolvimento Social)

Comitiva FAB: Arcebispo de Maringá/PR, Dom Anuar Battisti
Deputada federal Bruna Furlan
Coordenador da Pastoral da Criança Internacional e filho da Dra. Zilda Arns
Luciene do Roccio Friedrich, nora da Dra. Zilda Arns
Natalia Friedrich Neumann, neta da Dra. Zilda Arns
Representante do PNUD no Brasil, Dr. Niky Fabiancic
Chefe da Assessoria Internacional, conselheiro Fábio Rocha Frederico
Rodrigo Sousa Gralha, Cinegrafista da Ascom/MS
Amanda Mendes, assessora de imprensa da Ascom/MS
Julio Cesar Araujo Teixeira, assessor do Cerimonial/MS
Jader da Rocha, Repórter fotográfico da Revista Caras


DOENÇA DE GAUCHER - MS APROVADA PCDT

SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE
PORTARIA CONJUNTA Nº 4, DE 27 DE JUNHO DE 2017

Aprova o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Doença de Gaucher.

O SECRETÁRIO DE ATENÇÃO À SAÚDE e o SECRETÁRIO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA E INSUMOS ESTRATÉGICOS, no uso das atribuições,
Considerando a necessidade de se atualizarem parâmetros sobre a doença de Gaucher no Brasil e diretrizes nacionais para diagnóstico, tratamento e acompanhamento dos indivíduos com esta doença;
Considerando que os protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas são resultado de consenso técnico-científico e são formulados dentro de rigorosos parâmetros de qualidade e precisão de indicação;
Considerando o Registro de Deliberação No 260/2017, o Relatório de Recomendação No 278 - Maio de 2017 da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (CONITEC), a atualização da busca e avaliação da literatura; e
Considerando a avaliação técnica da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (CONITEC), do Departamento de Gestão e Incorporação de Tecnologias em Saúde (DGITS/SCTIE/MS), do Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos (DAF/SCTIE/MS) e do Departamento de Atenção Especializada e Temática (DAET/SAS/MS),
resolvem:

Art. 1º Fica aprovado, na forma do Anexo, disponível no sítio: www.saude.gov.br/sas , o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas - Doença de Gaucher.

Parágrafo único. O Protocolo de que trata este artigo, que contém o conceito geral da doença de Gaucher, critérios de diagnóstico, tratamento e mecanismos de regulação, controle e avaliação, é de caráter nacional e deve ser utilizado pelas Secretarias de Saúde dos Estados, Distrito Federal e Municípios na regulação do acesso assistencial, autorização, registro e ressarcimento dos procedimentos correspondentes.

Art. 2º É obrigatória a cientificação do paciente, ou de seu responsável legal, dos potenciais riscos e efeitos colaterais relacionados ao uso de procedimento ou medicamento preconizados para o tratamento da doença de Gaucher.

Art. 3º Os gestores estaduais, distrital e municipais do SUS, conforme a sua competência e pactuações, deverão estruturar a rede assistencial, definir os serviços referenciais e estabelecer os fluxos para o atendimento dos indivíduos com a doença em todas as etapas descritas no Anexo desta Portaria.

Art. 4º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

Art. 5º Fica revogada a Portaria no 1.266/SAS/MS, de 14 de novembro de 2014, publicada no Diário Oficial da União nº 233, de 18 de novembro de 2014, seção 1, página 53.

FRANCISCO DE ASSIS FIGUEIREDO
Secretário de Atenção à Saúde
MARCO ANTÔNIO DE ARAÚJO FIREMAN
Secretário de Ciência e Tecnologia e Insumos Estratégicos


MINISTÉRIO DA SAÚDE APROVA PCDT PARA IMUNOSSUPRESSÃO NO TRANSPLANTE HEPÁTICOS EM ADULTOS

PORTARIA CONJUNTA Nº 5, DE 27 DE JUNHO DE 2017
Aprova o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas - Imunossupressão no Transplante Hepático em Adultos.

O SECRETÁRIO DE ATENÇÃO À SAÚDE e o SECRETÁRIO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA E INSUMOS ESTRATÉGICOS, no uso de suas atribuições,
Considerando a necessidade de se estabelecerem parâmetros sobre a imunossupressão pós-transplante hepático em adultos no Brasil e diretrizes nacionais para diagnóstico, tratamento e acompanhamento dos indivíduos sob imunossupressão;
Considerando que os protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas são resultado de consenso técnico-científico e são formulados dentro de rigorosos parâmetros de qualidade e precisão de indicação;
Considerando o Registro de Deliberação nº 217/2016 e o Relatório de Recomendação nº 236 - Agosto/2016, da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (CONITEC); e
Considerando a avaliação técnica da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (CONITEC), do Departamento de Gestão e Incorporação de Tecnologias em Saúde (DGITS/SCTIE/MS), do Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos (DAF/SCTIE/MS) e do Departamento de Atenção Especializada e Temática (DAET/SAS/MS),
resolvem:

Art. 1º Fica aprovado, na forma do Anexo, disponível no sítio: www.saude.gov.br/sas , o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas- Imunossupressão no Transplante Hepático em Adultos.

Parágrafo único. O Protocolo, P objeto deste artigo, que contém o conceito geral da imunossupressão no transplante hepático em adultos, critérios de diagnóstico da rejeição, critérios de inclusão e de exclusão, tratamento e mecanismos de regulação, controle e avaliação, é de caráter nacional e deve ser utilizado pelas Secretarias de Saúde dos Estados, Distrito Federal e Municípios na regulação do acesso assistencial, autorização, registro, ressarcimento de procedimentos e dispensação de medicamentos nele previstos.

Art. 2º É obrigatória a cientificação do paciente, ou de seu responsável legal, dos potenciais riscos e efeitos colaterais relacionados ao uso de procedimento ou medicamento preconizados para a imunossupressão no transplante hepático em adultos.

Art. 3º Os gestores estaduais, distrital e municipais do SUS, conforme a sua competência e pactuações, deverão estruturar a rede assistencial, definir os serviços referenciais e estabelecer os fluxos para o atendimento dos indivíduos adultos submetidos a transplante hepático em todas as etapas descritas no Anexo desta Portaria.

Art. 4º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

FRANCISCO DE ASSIS FIGUEIREDO
Secretário de Atenção à Saúde
MARCO ANTÔNIO DE ARAÚJO FIREMAN
Secretário de Ciência e Tecnologia e Insumos Estratégicos



PASTEUR E GOVERNO DO CEARÁ SE REÚNEM EM PARIS COM A PRESENÇA DO VP DA FIOCRUZ

SECRETARIA EXECUTIVA
PORTARIA Nº 667, DE 22 DE JUNHO DE 2017

O SECRETÁRIO-EXECUTIVO DO MINISTÉRIO DA SAÚDE, no uso da competência que lhe foi subdelegada pela Portaria nº 1.339, publicada no Diário Oficial da União nº 125, de 29 de junho de 2012, e na forma do disposto no Decreto nº 1.387, de 7 de fevereiro de 1995,
resolve: Autorizar o afastamento do país do servidor
MÁRIO SANTOS MOREIRA, Vice-Presidente de Gestão e Desenvolvimento Institucional, da Fundação Oswaldo Cruz, com a finalidade de participar de reunião conjunta com o Presidente do Instituto Pasteur e delegação do Governador do Estado do Ceará, em Paris - França, no período de 26 a 29 de junho de 2017, inclusive trânsito, com ônus para a FIOCRUZ (Processo nº 25380.000685/2017-44).
ANTONIO CARLOS FIGUEIREDO NARDI


quinta-feira, 22 de junho de 2017

Comissão sobre Equidade e Desigualdades em Saúde nas Américas da OPAS se reúne com autoridades e sociedade civil

A Comissão sobre Equidade e Desigualdades em Saúde nas Américas da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) se reúne na Costa Rica entre 21 e 23 de junho, para fazer entrevistas com altas autoridades do governo, sociedade civil e academia, para avançar na compreensão e fazer sugestões para lidar com fatores que levam a desigualdades em saúde na região.

Os comissários vão focar suas discussões em torno de temas relacionados a gênero e violência de gênero, temas de relevância na Costa Rica e na América Central. Além disso, eles visitarão a Delegação da Mulher e a Corte Interamericana de Direitos Humanos. Os principais temas dessas reuniões estarão ligados a gênero e violência, sobre os quais o país tem trabalhado.

A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) estabeleceu em 2016 a Comissão Independente sobre Equidade e Desigualdades em Saúde nas Américas, composta por especialistas que avaliarão as evidências disponíveis sobre os elementos que levam a essas desigualdades, bem como propor ações para melhorar a saúde das pessoas na região. O foco do trabalho da Comissão é levar em conta os quatro temas transversais (CCTs, na sigla em inglês) de gênero, equidade, direitos humanos e etnia. As recomendações finais serão apresentadas em 2018.

A Costa Rica é um dos 15 países das Américas que se associaram à Comissão para auxiliar na coleta de dados, entre os quais também estão Argentina, Belize, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Cuba, Estados Unidos, El Salvador, Jamaica, México, Peru, Suriname e Trinidad e Tobago. Esses países fornecerão informações e assessoramento sobre estudos de casos que tiveram resultados exitosos e outros que tenham falhado em termos de melhoria da equidade e redução das desigualdades em saúde. Também contribuirão com sugestões para as recomendações que a Comissão faça ao fim do seu trabalho.

A Comissão já iniciou o processo de examinar evidências e é esperado que nessa reunião na Costa Rica se discutam os resultados preliminares. Participarão também do encontro os representantes da OPAS na Costa Rica, El Salvador, Jamaica, México e Trinidad e Tobago. Desde sua criação, a Comissão realizou duas reuniões em Washington, DC, Estados Unidos, e em Bogotá, Colômbia, com o objetivo de reunir evidências. Está prevista outra visita a Trinidad e Tobago.

A Comissão é presidida por Sir Michael Marmot, do Instituto de Equidade em Saúde da University College London. O Secretariado e Grupo de Trabalho dos Temas Transversais da OPAS apoia a Comissão de uma forma que assegura a independência dela. Além de Sir Michael Marmot, também são membros da Comissão Paulo Buss e Cesar Victora, do Brasil; Nila Heredia, da Bolívia; Tracy Robinson, da Jamaica; Cindy Blackstock, do Canadá; Mirna Cunningham, da Nicarágua; María Paula Romo, do Equador; Pastor Murillo, da Colômbia; Mabel Bianco e Victor Abramovich, da Argentina; e David Satcher e Jo Ivey Boufford, dos Estados Unidos.




Inscrições abertas para Revista de Saúde Digital e Tecnologias Educacionais

A Revista de Saúde Digital e Tecnologias Educacionais - RESDITE, iniciativa do Núcleo de Tecnologias e Educação a Distância em Saúde da FAMED/UFC (NUTEDS/UFC), ainda está com chamada aberta para submissão de trabalhos em sua terceira edição. O prazo vai até o dia 30 de junho de 2017. A proposta editorial da Revista é divulgar produções científicas que abordam o uso de Tecnologias Digitais da Informação e das Comunicações (TDIC) no âmbito da área da saúde.

O público-alvo é composto por profissionais multidisciplinares que trabalham e pesquisam a utilização de tecnologias, principalmente para a educação em saúde e Informática Biomédica, desde os que estão envolvidos com a produção até aqueles que as aplicam, independentemente da suas áreas de conhecimento.

Mais informações sobre linhas temáticas de publicação, processos de avaliação e cadastro no sistema para submissão de trabalhos podem ser conferidas no edital proposto para a edição III da RESDITE.

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Sobre a revista  
A revista abrange áreas temáticas como Bioinformática, Políticas de Informação em Saúde, Telessaúde, Telemedicina e EaD em saúde. Alguns dos temas dos trabalhos publicados nas edições anteriores, como a Informática em Enfermagem e o uso da internet como ferramenta educacional em saúde, enfatizam esses assuntos. As edições anteriores podem ser conferidas no site oficial da RESDITE.

Fonte: NUTEDS/UFC


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