Destaques

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Termo de cooperação garante rastreabilidade de órteses e próteses

A iniciativa foi motivada por investigações dos Ministérios Públicos estadual e federal que constataram fraudes e diferentes procedimentos adotados pelos hospitais

Para garantir a rastreabilidade de órteses, próteses e materiais especiais, foi assinado, na manhã desta terça-feira (28), um termo de cooperação interinstitucional entre Ministério Público Estadual, Ministério Público Federal, Secretaria da Saúde (SES), Secretaria Municipal da Saúde (SMS), Unimed Porto Alegre e Instituto de Previdência do Estado do Rio Grande do Sul (Ipergs). A iniciativa é inédita no Brasil e foi motivada por investigações dos Ministérios Públicos estadual e federal que constataram fraudes e diferentes procedimentos adotados pelos hospitais.

Com esse documento, competirá à SES, à SMS, à Unimed Porto Alegre e ao Ipergs a adoção de medidas, no âmbito de sua atuação e de seus contratados, para assegurar que todas as etiquetas de rastreabilidade dos dispositivos médicos implantáveis e semi-implantáveis contenham, em língua portuguesa, os seguintes dados: nome, modelo comercial, código do produto ou do componente do sistema, número do lote, nome do fabricante, identificação do importador, se for o caso, e número de registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Deverão também garantir que todos os dados informados nas etiquetas de rastreabilidade sejam impressos pelo fabricante ou importador e assegurar a disponibilização de, no mínimo, três etiquetas de rastreabilidade: uma para fixação obrigatória no prontuário clínico, outra para entrega ao usuário e uma terceira para fixação na documentação fiscal, todas identificadas (via do usuário, do prontuário e da cobrança). Também será exigida dos prestadores a comprovação de entrega da etiqueta ao usuário, mediante termo de recebimento assinado e datado.

Na assinatura do termo, o secretário estadual da Saúde, João Gabbardo dos Reis, destacou que o acordo segue a linha da prevenção. "Esta é uma iniciativa proativa, que busca garantir maior segurança ao usuário e evitar fraudes", comentou. "Além do risco financeiro, a medida vai assegurar a qualidade do produto utilizado", completou.

Por sua vez, o procurador-geral de Justiça do Estado, Fabiano Dallazen, valorizou o trabalho de articulação entre as entidades que assinaram o termo. "Todos compreenderam a necessidade, se mostraram parceiros e estão comprometidos com essa causa", afirmou

Portal de Notícias do Piratini - Mírian Barradas/SES Porto Alegre



Reunião do Fórum Internacional de Reguladores de Produtos Farmacêuticos - IPRF, na Reunião dos Coordenadores do ICH e na Reunião da Assembleia do ICH, em Genebra

ANA CAROLINA MOREIRA MARINO ARAUJO, Especialista em Regulação e Vigilância Sanitária, da ANVISA, participará da Reunião do Fórum Internacional de Reguladores de Produtos Farmacêuticos - IPRF, na Reunião dos Coordenadores do ICH e na Reunião da Assembleia do ICH, em Genebra, bem como participar de visita técnica de um dia na Agência Reguladora Suíca - Swissmedic, em Bern; Suíça; no período de 10/11/17 a 19/11/17, incluído o trânsito.


Comissão de Ética do Ministério da Saúde

PORTARIA Nº 3.177, DE 27 DE NOVEMBRO DE 2017

O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, no uso da atribuição que lhe confere o inciso II do parágrafo único do art. 87 da Constituição e tendo em vista o disposto no Decreto nº 1.171, de 22 de junho de 1994, no Decreto nº 6.029, de 1º de fevereiro de 2007, e nos art. 3º e art. 11 da Resolução CEP nº 10, de 29 de setembro de 2008,
resolve:

Art. 1º Ficam designados os membros, titulares e suplentes, para comporem a Comissão de Ética do Ministério da Saúde:
I - Titular: SONIA REGINA TAVARES DE CASTRO, matrícula no SIAPE nº 0656445, lotada na Corregedoria-Geral (CORREG/MS), com mandato de 3 (três) anos, contados a partir de 16 de junho de 2017; Suplente: ANTÔNIA FERREIRA LEITE, matricula SIAPE nº 2108402, lotada na Coordenação-Geral de Monitoramento e Avaliação (CGMA/DEMAS/SE), com mandato de 3 (três) anos, contados a partir de 14 de setembro de 2017 ;
II - Titular: WILLAMS CARLOS DE OLIVEIRA CABRAL, matricula no SIAPE nº 1728918, lotado na Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa (SGEP/MS), com mandato de 3 (três) anos, contados a partir de 6 de outubro de 2016; Suplente: JUSTINIANO FERREIRA OLIVEIRA NETO, matricula no SIAPE nº 1936760, lotado na Subsecretaria de Assuntos Administrativos (SAA/MS), com mandato de 3 (três) anos, contados a partir de 16 de junho de 2017;
III - Titular: EDNA MAGALI DE OLIVEIRA DEOLINDO, matricula no SIAPE nº 1787117, lotada na Coordenação-Geral do Gabinete do Ministro (CGGM/MS), com mandato de 3 (três) anos, contados a partir de 16 de junho de 2017; Suplente: MARCELLO NOVAES FERNANDES ESPINDULA, matrícula no SIAPE nº 1699136, lotado na Secretaria de Vigilância em Saúde/Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis (SVS/DEVIT/MS), com mandato de 3 (três) anos, a contar da data de publicação desta Portaria.

Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

Art. 3º Ficam revogadas as Portarias nº 1.114/GM/MS, de 31 de julho de 2015, publicada no Diário Oficial da União nº 146, de 3 de agosto de 2015, Portaria nº 1.777/GM/MS, de 6 de outubro de 2016, publicada no Diário Oficial da União nº 194, de 7 de outubro de 2016, Portaria nº 1.495/GM/MS, de 16 de junho de 2017, publicada no Diário Oficial da União nº 116, de 20 de junho de 2017 e Portaria nº 2.343, de 14 de setembro de 2017,publicada no Diário Oficial da União nº 185, de 26 de setembro de 2017.

RICARDO BARROS


BIOMANGUINHOS IMPORTA DA GSK CONCENTRADO VIRAL NO VALOR GLOBAL DE R$ 62.888.466,89

EXTRATO DE INEXIGIBILIDADE DE LICITAÇÃO Nº 86/2017 UASG 254445 Processo: 25386000024201769 .
Objeto: Importação de concentrado viral Total de Itens Licitados: 00003. Fundamento Legal: Art. 25º, Caput da Lei nº 8.666 de 21/06/1993.
Justificativa: Os materiais são os únicos que atendem às necessidades da unidade.
Declaração de Inexigibilidade em 19/04/2017. CINTIA NUNES CARDOSO LOPES. Assessora da Vice-diretoria de Gestão e Mercado. Ratificação em 19/04/2017. ANTONIO DE PADUA RISOLIA BARBOSA. Vicediretor Produção.
Valor Global: R$ 62.888.466,89.
CNPJ CONTRATADA : Estrangeiro GLAXOSMITHKLINE BIOLOGICALS S.A..
(SIDEC - 29/11/2017) 254445-25201-2017NE800007


MICOFENOLATO - MS ADJUDICA A EMS A ATA DO REGISTRO DE PREÇOS

COORDENAÇÃO-GERAL DE SERVIÇOS GERAIS
EXTRATOS DE REGISTROS DE PREÇOS
Espécie: Ata de Registro de Preços nº 128/2017 - Pregão Eletrônico - SRP n.º 64/2017; Processo: 25000.415636/2017-30.
Item Descrição do Objeto Unidade de Fornecimento Quantidade Máxima Anual Preço Unitário (R$) Preço To t a l (R$)
1 Micofenolato de sódio 180mg Comprimido 3.364.560 1,89 6.359.018,40 2
Micofenolato de sódio 180mg *Cota reservada ME/EPP do item 1 Comprimido 1.121.400 1,892.119. 4 4 6 , 0 0
Partes: DLOG/SE/MINISTÉRIO DA SAÚDE x Empresa EMS S/A,
Vigência: 29.11.2017 a 28.11.2018.
Espécie: Ata de Registro de Preços nº 125/2017 - Pregão Eletrônico
- SRP n.º 64/2017; Processo: 25000.415636/2017-30.
Item Descrição do Objeto Unidade de Fornecimento Quantidade Máxima Anual Preço Unitário (R$) Preço To t a l (R$)
4 COTA RESERVADA ME/EPP (ITEM 3) Micofenolato de sódio 360mg Comprimido 10.143.600 2,16 21.910.176,00
Partes: DLOG/SE/MINISTÉRIO DA SAÚDE x Empresa JMEDICAL COMÉRCIO DE MEDICAMENTOS EIRELI - EPP, Vigência: 29.11.2017 a 28.11.2018.



PREDINISONA - MS ADJUDICA A CRISTÁLIA O RESULTADO DO PREGÃO

RESULTADOS DE JULGAMENTOS
PREGÃO ELETRÔNICO Nº 68/2017
O Ministério da Saúde por meio do Pregoeiro Oficial torna público o Resultado de Julgamento referente ao Pregão Eletrônico nº.68/2017,cujo objeto é a aquisição de Prednisona 5mg, tendo sido adjudicado e homologado para a empresa CRISTALIA PRODUTOS QUIMICOS FARMACEUTICOS LTDA, inscrita no CNPJ:44.734.671/0001-51,o item 01 ao valor unitário de R$0,0793, para o quantitativo total de 5.670.000 (4.252.500 do item 01 + 1.417.500 da cota exclusiva do item 02).
(SIDEC - 29/11/2017) 250110-00001-2017NE800119


RIVASTIGMINA - MS ADJUDICA À NOVARTIS PELO APROXIMADO DE 6 MILHÕES

PREGÃO ELETRONICO Nº 70/2017
O Ministério da Saúde por meio do Pregoeiro Oficial torna público o Resultado de Julgamento referente ao Pregão Eletrônico nº.70/2017,cujo objeto é a aquisição de Rivastigmina 3,0mg e Rivastigmina 4,5mg, tendo sido adjudicado e homologado para a empresa NOVARTIS BIOCIENCIAS S/A, inscrita no CNPJ:56.994.502/0098-62,o item 01,ao valor total de R$ 2.803.785,00,item 02 ao valor total de R$ 934.575,60,o item 03 ao valor total de R$ 1.583.015,40 e o item 04 ao valor total de R$ 527.671,80.
PEDRO ARAUJO DA SILVA
Pregoeiro
DDDD 


Consórcio da Saúde será criado para compra conjunta de materiais e remédios

Proposta foi aprovada na reunião do Condesb, que reuniu representantes das cidades da Baixada Santista. Objetivo é reduzir o preço dos produtos e serviços.

O Conselho de Desenvolvimento da Baixada Santista (Condesb) aprovou na 216ª reunião ordinária, que aconteceu nesta terça-feira (28), o Consórcio Metropolitano da Saúde para a compra de material médico, medicamentos e contratação de serviços de exames médicos para as nove cidades da região. Os conselheiros também aprovaram a minuta de projeto de lei que institui o Plano de Desenvolvimento Urbano Integrado (PDUI) da região.

O encontro ocorreu no Centro Cultural Raul Cortês, em Mongaguá. Os conselheiros aprovaram a elaboração de um protocolo de intenções entre os prefeitos da Baixada Santista. Segundo o presidente do Condesb, o prefeito de Praia Grande, Alberto Mourão, o objetivo do Consórcio Metropolitano da Saúde é melhorar o preço dos remédios potencializando a compra conjunto entre as cidades, além de trabalhar para uma maior acessibilidade de exames laboratoriais.

"Aprovamos um protocolo de intenções para um grupo de trabalho por representantes de secretarias para preparar uma minuta de lei e uma minuta de estatuto. Os objetivos são agilizar os serviços para o usuário e baixar custo, que é fundamental", disse ele, em entrevista ao G1.

Segundo ele, após a aprovação do protocolo, será criado um grupo de trabalho para a formatação das ações. A previsão é que o Consórcio comece a atuar ainda no primeiro semestre de 2018.

"Queremos, até fevereiro, terminar essas minutas e enviar às câmaras municipais. Todas as cidades tem que autorizar a participação no consórcio. Depois, tem que abrir juridicamente a empresa. Se der tudo certo, ainda no primeiro semestre deve começar", disse Mourão.

Também foi aprovada a proposta de uma reunião entre os secretários de Saúde da Baixada Santista para estudar ações que possam ser efetuadas de forma conjunta na região para combater o mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya.

Foi aprovado pelo Conselho ainda a inclusão na ata da reunião de um documento formatado durante o Simpósio de Atenção Domiciliar, que ocorreu em Guarujá, nesse mês de novembro. O texto solicita junto para o Governo Federal para aumento do investimento para o setor.

Outras decisões

Também ficou definido o cronograma de atividades de formatação do Plano de Gestão de Resíduos Sólidos da Baixada Santista. Uma oficina temática ocorrerá na primeira quinzena de janeiro de 2018 para consolidação dos dados. No final da segunda quinzena de janeiro será realizada uma audiência pública. Já em fevereiro, está prevista a entrega do documento final.

Durante a reunião, o Condesb também aprovou a minuta de projeto de lei que institui o Plano de Desenvolvimento Urbano Integrado (PDUI) da região. A proposta da Baixada Santista foi elaborada com a participação da sociedade civil, por meio de oficinas e audiências públicas e a participação de entidades. A proposta segue para a assessoria jurídica do governo de São Paulo. O Estatuto da Metrópole determina que todas as regiões metropolitanas elaborem seus respectivos planos de desenvolvimento regional, a serem transformados em lei estadual, até janeiro de 2018.

O Condesb também aprovou a liberação de recursos do Fundo de Desenvolvimento Metropolitano para a Prefeitura de Mongaguá. A administração municipal solicitou R$ 323.916,62 para recapeamento asfáltico, sinalização viária e acessibilidade na avenida Monteiro Lobato, entre avenida Cidade de Itanhaém e Rua Santo Antônio.

Reunião do Condesb, nesta terça-feira, em Mongaguá (Foto: Divulgação/Condesb) Por Mariane Rossi, G1 Santos, Remédios (Foto: Mariana Garcia/G1)



Anvisa cria instrumento para avaliar ações de Vigilância

Agência promove seminário internacional para apresentar a metodologia para avaliar ações em Vigilância Sanitária, desenvolvida em parceria com o Hospital Alemão Oswaldo Cruz.
  
O Seminário Internacional de Avaliação da Vigilância Sanitária – O Desafio de Aprender e Institucionalizar Práticas – reuniu nestes dois dias, até esta quarta-feira (28/11), profissionais das Vigilâncias Sanitárias de estados e municípios, pesquisadores deste campo e representantes de agências reguladoras de outros países em Brasília, no hotel Golden Tulip.

Organizado pela Anvisa, o Seminário é o momento de a Agência apresentar o resultado do projeto de Elaboração de Indicadores para a Avaliação de Ações de Vigilância Sanitária, desenvolvido em parceria com o Hospital Alemão Oswaldo Cruz (HAOC).

A parceria entre a Anvisa e o Hospital Alemão Oswaldo Cruz (HAOC) foi viabilizada por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS), do Ministério da Saúde. As instituições de serviços de saúde consideradas pelo Ministério como de excelência podem se beneficiar de renúncia fiscal, em troca de apoiar projetos que impliquem avanços no SUS.

Na abertura do Seminário, o diretor-presidente da Anvisa, Jarbas Barbosa, lembrou que “as instituições públicas precisam atuar com a devida transparência, prestando contas à sociedade, dentro do que a população espera delas”, comentou.

Para o diretor-presidente da Anvisa, Jarbas Barbosa, “o que se buscou foi uma metodologia validada cientificamente, para que se possa mensurar resultados, de forma objetiva, no momento apresentar resultados no campo da Vigilância Sanitária”.

A diretora do Instituto Social Hospital Alemão Oswaldo Cruz, Ana Paula Pinho, agradeceu à receptividade das autoridades regulatórias de Portugal, Infarmed e à Direção Geral de Saúde (DGS), e do Reino Unido, a MHRA (Medicines & Healthcare  Products Regulatory Agency) e PHE (Public Health England), pelo apoio que ela e o assessor de Planejamento da Anvisa, Rodrigo Lino de Brito, receberam quando estiveram nestes países para pesquisar ideias para o projeto.

Também na cerimônia de abertura, Viviane Luiz, representante do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) no Conselho Consultivo da Anvisa, parabenizou a Anvisa pela iniciativa e pelo ineditismo de construir este instrumento de avaliação.

O presidente do Conselho Nacional das Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), Mauro Guimarães Junqueira, comentou que os municípios contam com 82 diferentes fontes e formas de receber financiamento para ações de saúde, mas que caminham para a racionalização deste fluxo, por meio da destinação dos recursos para custeio e investimento.

A conferência magna de abertura, Os desafios da avaliação das políticas sociais no Brasil, foi apresentada por Paulo de Martino Jannuzzi, professor de pós-graduação da Escola Nacional de Ciências Estatísticas (Ence) do IBGE.

ASCOM/ANVISA


Vacina dengue: esclarecimentos prestados pela SANOFI PARA QUE PESSOAS QUE NUNCA TIVERAM CONTATO COM O VÍRUS DA DENGUE NÃO TOME A VACINA DENGVAXIA

A recomendação é que a vacina não seja tomada por pessoas que nunca tiveram contato com o vírus da dengue.
  
O fabricante da vacina dengue, Dengvaxia, o laboratório Sanofi-Aventis, apresentou informações preliminares e ainda não conclusivas, que apontam que indivíduos podem desenvolver formas mais graves da doença, quando usam a vacina sem ter tido contato prévio com o vírus da dengue.

A possibilidade existe no caso de pessoas soronegativas (que nunca entraram em contato com o vírus) serem vacinadas e posteriormente serem expostas ao vírus da dengue, ou seja, após a picada de um mosquito infectado.

A vacina em si não desencadeiaria um quadro grave da doença nem induzia ao aparecimento da doença de forma espontânea. Para isso, é necessário o contato posterior com o vírus da dengue por meio da picada de um mosquito infectado.

Inicialmente, a bula da vacina será atualizada, enquanto a Anvisa avalia os dados completos dos estudos a serem apresentados.

Tomo a vacina ou espero?
Neste momento, e até que a avaliação seja concluída, a recomendação é que a vacina não seja tomada por pessoas soronegativas, ou seja, pessoas que nunca tiveram contato com o vírus da dengue. Esclarecemos que este risco não havia sido identificado nos estudos apresentados para o registro da vacina na população para a qual a vacina foi aprovada.

A Dengvaxia foi aprovada no Brasil em 28 de dezembro de 2015.  A vacina não é oferecida pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI).


Antes do registro, a vacina foi estudada em mais de 40.000 pessoas em todo o mundo. Os ensaios clínicos seguiram os padrões estabelecidos por guias internacionais como “Guidelines for the clinical evaluation of dengue vaccines in endemic areas” da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Atualmente a vacina da Sanofi é a única aprovada no Brasil. O produto é indicado para imunização contra os 4 (quatro) subtipos do vírus da dengue. Para as pessoas que já tiveram dengue, o benefício do uso da vacina permanece favorável.

As informações preliminares sobre alteração do perfil de segurança da vacina foram apresentadas para a Anvisa nesta semana. A Agência já realizou uma reunião com a Sanofi e com o grupo de vacinas da Organização Mundial da Saúde para avaliar o caso.

ASCOM


Secretário de Atenção à Saúde participa de solenidade na Câmara dos deputados em prol do Dia Nacional de Combate ao Câncer

Ministério da Saúde marca o dia com a promoção de várias ações e lançamento da campanha nacional para diminuir o estigma social sobre a doença

No mundo cerca de 14 milhões de pessoas tem câncer. O dia 27 de novembro é um dia simbólico, que oferece uma excelente oportunidade para reflexões sobre essa doença, seu potencial, prevenção e controle. No Dia Nacional de Combate ao Câncer o Ministério da Saúde inaugurou o novo Centro de Diagnóstico do Câncer de Próstata, no Rio de Janeiro, e entregou à população do Distrito Federal um acelerador linear de radioterapia, dos 100 que ainda serão distribuídos em todo o país.

Segundo o secretário de atenção à saúde, Francisco de Assis Figueiredo, o principal objetivo do Ministério da Saúde-MS, é ampliar o acesso e melhoria dos serviços de prevenção. “Quando analisamos as estatísticas e vemos o crescimento das doenças oncológicas no Brasil, precisamos levar em consideração dois fatores: expectativa de vida (1940- 45 anos e 2017- 75 anos) e mais acesso ao SUS, em relação aos exames de diagnóstico, que é fundamental para o início do tratamento no tempo certo”, explicou.

De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde-OMS, cerca de 30 a 50% das mortes por câncer poderiam ser evitadas. A incidência do câncer tem crescido, não só como resultado do envelhecimento populacional, mas principalmente devido a uma maior exposição dos cidadãos à fatores de risco evitáveis como o tabagismo, alimentação inadequada, sedentarismo entre outros. Por isso o MS vem investindo pesado no que diz respeito à prevenção e tratamento do câncer.

“Nós, no Ministério estamos fazendo um trabalho muito grande, com Plano de Expansão da Radioterapia, nunca antes visto, que irá garantir até o final de 2018 cerca de 21 aparelhos instalados e funcionando no país”, disse Francisco.

Na solenidade estavam presentes Mônica Andreis, da Aliança de Controle do Tabagismo- ACT; Ana Cristina Pinho (INCA), pela Comissão Nacional para Implementação da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco –CONICQ; Marco Fireman, Secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos– SCTIE/MS; e outros deputados da casa.

CAMPANHA - Aproveitando a importância do Dia Nacional de Combate ao Câncer, o Ministério da Saúde e o INCA lançaram a campanha “O Câncer Não Pode Acabar com a Vontade de Viver” para diminuir o estigma social sobre câncer. O objetivo é mostrar à população que a doença, com a evolução do diagnóstico e do tratamento, não é mais sinônimo de morte.

As peças da campanha publicitária reforçam a ideia de que ter câncer não é motivo de vergonha, isolamento ou sentimento de derrota e que o carinho e o cuidado dos familiares e amigos estimulam o paciente a se sentir seguro, ter coragem para enfrentar o tratamento e vontade de viver. A campanha será veiculada na internet, televisão e rádio.

INCA – No Ministério da Saúde, o Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA), é o responsável pela formulação da política nacional de prevenção, diagnóstico e tratamento do câncer, juntamente com a Coordenação Geral de Atenção Especializada – CGAE/SAS.

Entre as ações específicas de vigilância do câncer, encontram-se a estruturação e o aprimoramento permanente dos sistemas especializados de informação sobre câncer - os Registros de Câncer, assim como a elaboração e a divulgação das informações por eles produzidas. Essas informações, divulgadas sob a forma de documentos, reguladores e técnicos, são fundamentais e impulsionam a tomada de decisões estratégicas em todos os níveis.

Para dra. Ana Cristina Pinho Mendes Pereira, Diretora-geral do Inca, a grande ação de prevenção ao câncer está no combate ao tabagismo, um dos principais fatores de risco e de altamente evitável. O consumo constante do tabaco está relacionado com vários tipos de câncer, sendo o do pulmão o mais forte. No Brasil, quase 80% dos casos de câncer de pulmão são atribuídos ao tabagismo e é apesar de tudo o que mais mata homens e o segundo tipo que mais mata mulheres.

“Os dados são alarmantes: temos cerca de 21 milhões de fumantes no Brasil. O prejuízo com os investimentos para o tratamento das doenças oncológicas causadas pelo tabagismo, chegam a 57 bilhões, em contrapartida a arrecadação dos impostos aplicados sobre os cigarros que não cobrem nem 23% desses gastos”, explica Ana Cristina.

O Brasil é membro da Convenção Quadro da OMS para o Controle do Tabaco, que prevê a redução do tabagismo e suas consequências no mundo. Essa convenção compõe a Agenda da ONU e tem urgência para a implementação para o alcance dos objetivos do desenvolvimento sustentável em 2030. Sua recomendação é para que os países aumentem os impostos sobre os produtos de tabaco, como forma de obter recursos para fomentar a sua manutenção.

Acesse as fotos do evento no Flickr

Por Bruna Bonelli , do Nucom SAS 



Telessaúde Brasil Redes participa de Congresso sobre Telemedicina

Entre os dias 14 e 17 de novembro, o Centro de Eventos da Fundação de Apoio à Universidade Federal do Rio Grande do Sul (FAURGS/UFRGS), em Gramado (RS), foi palco para o 8º Congresso Brasileiro de Telemedicina e Telessaúde (CBTms), com o tema “Telessaúde transformando realidades: tendências e impactos”. O evento foi promovido pela Associação Brasileira de Telemedicina e Telessaúde (ABTms), com o objetivo de compartilhar informações sobre inovação e tecnologia em saúde.

Representando a Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES) no Congresso, a diretora do Departamento de Gestão da Educação na Saúde (Deges), Claudia Brandão, reforçou que o Programa Telessaúde Brasil Redes visa a integração da educação permanente ao apoio assistencial, por meio de tecnologias da informação e comunicação. “Nós estamos buscando a articulação entre os núcleos, de forma que possamos ganhar potência para construir caminhos ainda mais exitosos”, destacou.

Na oportunidade, representantes de núcleos estaduais do Programa Telessaúde Brasil Redes usaram o espaço para divulgarem suas principais ações, o que garantiu uma grande troca de experiências. O Núcleo de Minas Gerais, ligado ao Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais (HC-UFMG), responsável por ofertar o serviço de telediagnóstico em eletrocardiograma (ECG) para outros Estados, apresentou o fluxo da oferta, que é realizada à distância, enquanto o estado de Goiás demonstrou como é realizado o serviço para Detecção das principais causas de cegueira, que será expandido para todo o país como a Oferta Nacional de Telediagnóstico. Já o Núcleo de Telessaúde do Hospital Universitário do Maranhão se destacou por apresentar o sistema que gerencia e monitora o processo de teleconsultorias, por meio da geração de dados e indicadores.

A programação do Congresso contou ainda com apresentação de pôsteres, área de Desconferência, Hackathon em Saúde, além do Encontro da Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS) e um panorama sobre os dez anos das atividades realizadas pelo Programa Telessaúde Brasil Redes, que contou com a participação de representantes do Telessaude da SGTES/MS, Rede de Ensino e Pesquise (RUTE) e os núcleos que contribuíram durantes esses 10 anos, apresentando práticas exitosas desenvolvidas nas cinco regiões do país.

Por Amilton Marques, do Nucom/SGTES


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