ANVISA publica boletim
"Saúde & Economia" de janeiro/2017, disponível em anexo,
abordando o tema do HIPOGONADISMO MASCULINO, definido como uma síndrome que
resulta numa incapacidade dos testículos em produzir testosterona (de ciência
androgênica) e espermatozóides em níveis normais.
A terapia com testosterona é
recomendada para homens sintomáticos, com o objetivo primário de se atingir
níveis sanguíneos normais de testosterona.
No Brasil, estão disponíveis
no mercado medicamentos à base de testosterona nas seguintes formas
farmacêuticas: soluções injetáveis, cápsula gelatinosa e solução tópica. A
escolha da forma mais adequada depende da farmacocinética do medicamento,
preferência dos pacientes, custos, conveniência e outros.
Para fins de comparação de
custo de tratamento o Boletim, considerou apenas os medicamentos injetáveis,
que são de liberação prolongada e mesma via de administração (intramuscular),
sem evidência de superioridade entre eles quanto ao alcance os níveis normais
de testosterona e controle dos sintomas de hipogonadismo.
No entanto, o Boletim comparou
o custo de tratamento, tendo sido encontrada uma diferença de custo de
tratamento de até 1169%.
Anexo:



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