Encontro reúne gestores à
frente dos 231 municípios que integram os consórcios da Amunop, Amcg, Amsop,
Amlipa, Amunpar, Amenorte, Comcam, Amerios, Amop. Ricardo Barros também vai
anunciar recursos para as regiões
O ministro da Saúde, Ricardo
Barros, a partir dessa sexta-feira (20), fará reuniões com prefeitos e
secretários de saúde dos 231 municípios do Paraná que integram consórcios de
Regionais de Saúde do estado. Os trabalhos começam pelas cidades de Cornélio
Procópio, Ponta Grossa e Pato Branco. No sábado (21), o encontro com os
gestores será em Paranaguá, com a participação de outros seis municípios do
litoral paranaense; no início da semana, na segunda-feira (22), os municípios
de Paranavaí, no Noroeste do estado, Cianorte e Campo Mourão vão sedear os debates
e, na terça-feira (23), será a vez de Umuarama, região do Entre Rios, e
Cascavel, na parte Oeste. Durante as visitas, serão feitos anúncios de
liberação de recursos para serviços de saúde dessas regiões do Paraná que
funcionavam sem contrapartida federal.
Os gestores à frente dos
municípios e seus secretários de saúde participarão da palestra “Reflexão sobre
as ações de saúde”, onde serão discutidos assuntos relevantes para a otimização
do Sistema Único de Saúde (SUS). Entre os convidados das reuniões de
sexta-feira estão representantes dos municípios que compõem os consórcios da
Associação dos Municípios do Norte do Paraná (Amunop), da Associação dos
Municípios da Região dos Campos Gerais (Amcg), da Associação dos Municípios do
Sudoeste do Paraná (Amsop). No sábado é a vez do consórcio da Associação dos
Municípios do Litoral do Paraná (Amlipa), que estarão reunidos em Paranaguá.
Na segunda-feira (21), outros
três consórcios participam de palestras com o ministro Ricardo Barros:
Associação dos Municípios do Noroeste do Paraná (Amunpar), que reunirá
prefeitos e gestores de saúde de 28 municípios; Cianorte terá a reunião os
prefeitos e secretários de saúde do consórcio da Associação dos Municípios do
Médio Noroeste do estado do Paraná (Amenorte) e fechando a agenda do dia
acontece o encontro na cidade polo de Campo Mourão reunindo aqueles que
integram a Comunidade dos Municípios da Região de Campo Mourão (Comcam).
Fechando a agenda das regionais de saúde do Paraná, Barros visitará as cidades
de Umuarama e Cascavel onde vão estar reunidos os prefeitos e gestores de saúde
de 94 municípios que integram, respectivamente, os consórcios da Associação dos
Municípios da Região do Entre Rios (Amerios) e da Associação dos Municípios do
Oeste do Paraná (Amop).
Prioridade do ministro Ricardo
Barros nos primeiros 200 dias à frente da pasta, a otimização de gastos
alcançou uma eficiência econômica total no país de R$ 1,9 bilhão,
possibilitando aumentar a assistência no Sistema Único de Saúde (SUS) à
população. Destes, R$ 1,3 bilhão são destinados a serviços como Centros de
Atenção Psicossocial (CAPs), Atenção domiciliar, Centro Especializado em
Reabilitação, Laboratório de prótese dentária e atendimento oncológico.
Mais de mil municípios de
todos os estados e do Distrito Federal receberão verbas federais, para custear
5.933 serviços hospitalares e ambulatoriais, voltados à assistência
especializada e atendimento de média complexidade. Também estão previstos
recursos para serviços da rede de urgência e emergência, incluindo SAMU 192, de
alta complexidade, como assistência oncológica. “É importante entender as
necessidades, reconhecer as melhorias da parte do financiamento federal dos
serviços de saúde. Criar uma boa articulação entre os entes federativos e a
bancada federal para que os recursos possam chegar com maior facilidade ao
estado”, enfatiza Ricardo Barros.
GESTÃO EFICIENTE – Além
do financiamento de serviços e a habilitação de novos, a economia de recursos
da atual gestão do Ministério da Saúde também permitiu a incorporação de novos
medicamentos, como o dolutegravir usado no tratamento de aids, e na compra de
repelentes para gestantes cadastradas no programa Bolsa Família. Considerado
atualmente o melhor medicamento para tratamento da aids, o Dolutegravir foi
adquirido 70% mais barato e a incorporação não alterou o orçamento do
Ministério para aquisição de antirretrovirais, que é de R$ 1,1 bilhão. Cerca de
100 mil pacientes começarão a usar o Dolutegravir no primeiro semestre de 2017.
O SUS incorporou outros cinco
medicamentos. Entre eles, a apresentação em adesivo do medicamento Rivastigmina
para Alzheimer; paracalcitol e cinacalcete para pacientes com
hiperparatireoidismo; tobramicina um antibiótico inalatório e o 4 em 1
(Veruprevir, Ritonavir, Ombitasvir e Dasabuvir) para o tratamento de Hepatite
C.
Por Gabriela Rocha da
Agência Saúde

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