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domingo, 22 de janeiro de 2017

Pesquisa em saúde PPSUS é principal fonte de recursos

Programa Pesquisa para o SUS, do Ministério da Saúde, ajuda a reduzir desigualdades ao financiar estudos fora das regiões de maior concentração de pesquisa

Em dez estados brasileiros, o Programa Pesquisa para o SUS: gestão compartilhada em saúde (PPSUS) representa mais de 80% do financiamento de pesquisas em saúde. São eles: Roraima, Amapá, Acre, Tocantins, Sergipe, Mato Grosso, Alagoas, Maranhão, Piauí e Espírito Santo. Desses estados, apenas o Espírito Santo se encontra na região que mais concentra recursos e grupos de pesquisa em saúde, a região sudeste.

Presente em todo o Brasil, o PPSUS consegue, ao descentralizar o investimento em pesquisa, distribuir melhor os recursos de fomento, priorizar as demandas locais e beneficiar os pesquisadores e o desenvolvimento científico de todas as unidades federativas do Brasil. O avanço do programa contribui para a redução das desigualdades regionais e para a consolidação de uma cultura científica nacional.

As edições do PPSUS têm periodicidade de dois anos e ocorrem em três etapas. Na primeira fase, o Ministério da Saúde, por meio do Departamento de Ciência e Tecnologia da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos (Decit/SCTIE/MS), o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), as fundações estaduais de apoio à pesquisa (FAP) e as Secretarias Estaduais de Saúde e de Ciência e Tecnologia (SES e SECT) firmam acordos de repasses, realizam oficinas para definição de prioridades de pesquisa e elaboram chamadas públicas por unidade federativa. Na segunda etapa, os projetos são avaliados e ocorrem as contratações. A terceira fase é de acompanhamento e avaliação das pesquisas.

Mais informações na página do PPSUS.

Distribuição dos recursos financeiros e de projetos nas edições do PPSUS por macrorregiões brasileiras, 2004-2016 (Base de dados Pesquisa Saúde, 2016).



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