Laura Carneiro: violência
ocorre num momento de fragilidade da mulher e é recorrente no Brasil, pois o
País ainda não adotou práticas humanizadas de atendimento nos serviços de saúde
As comissões de Defesa dos
Direitos da Mulher; e de Seguridade Social e Família promovem audiência pública na quarta-feira (21) para discutir
com o ministro da Saúde, Ricardo Barros, e outros convidados os casos de
violência obstétrica registrados no Brasil.
Estima-se que 25% das
brasileiras que tiveram seus filhos de parto natural sofreram violência
obstétrica tanto em hospitais públicos quanto em privados.
São consideradas violências
obstétricas agressões físicas ou verbais; a negação de alívio para a dor;
negação de atendimento ou deixar de informar algum procedimento que for
realizado durante o parto.
Momento de fragilidade
A autora do requerimento para a realização da audiência, deputada Laura Carneiro (PMDB-RJ), afirmou que a violência ocorre num momento de fragilidade da mulher e é recorrente no Brasil, pois o País ainda não adotou práticas humanizadas de atendimento nos serviços de saúde.
A autora do requerimento para a realização da audiência, deputada Laura Carneiro (PMDB-RJ), afirmou que a violência ocorre num momento de fragilidade da mulher e é recorrente no Brasil, pois o País ainda não adotou práticas humanizadas de atendimento nos serviços de saúde.
"Vamos debater os maus
procedimentos que são utilizados quando a parturiente chega ao hospital e que
podem trazer consequências gravosas para a criança e para a mãe”, ressalta a
parlamentar.
“A gente precisa discutir o
que está acontecendo em muitas cidades do Brasil para que possamos, alguma
maneira, estudar isso com os especialistas e encontrar soluções”, propõe Laura
Carneiro.
Convidados
Foram convidados para participar da audiência:
- o ministro da Saúde, Ricardo Barros;
- o presidente da Federação Brasileira de Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), César Eduardo Fernandes;
- a promotora de Justiça Fabiana D’Almas Rocha Paes, integrante do Movimento do Ministério Público Democrático; e
- a diretora jurídica da ONG Artemis Aceleradora Social, Ilka Teodoro.
Foram convidados para participar da audiência:
- o ministro da Saúde, Ricardo Barros;
- o presidente da Federação Brasileira de Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), César Eduardo Fernandes;
- a promotora de Justiça Fabiana D’Almas Rocha Paes, integrante do Movimento do Ministério Público Democrático; e
- a diretora jurídica da ONG Artemis Aceleradora Social, Ilka Teodoro.
A audiência ocorrerá no
plenário 15, a partir das 15 horas.
Reportagem – Karla Alessandra,
Edição – Newton Araújo, Foto - Billy Boss, Agência Câmara Notícias


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