Lucas
Vergilio: destinação final adequada dos medicamentos é uma cobrança da
população, preocupada com o impacto ambiental destes produtos e com o risco de
reutilização de remédios descartados
A Comissão de Desenvolvimento
Econômico, Indústria, Comércio e Serviços aprovou proposta que obriga os
fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes de medicamentos a
adotarem a logística reversa para os resíduos de remédios, os produtos em
desuso e os impróprios para o consumo, todos provenientes dos consumidores.
Os custos da logística reversa
serão assumidos pelas empresas da cadeia produtiva de medicamentos.
Caberá ao governo definir, em
regulamento próprio, a classificação de risco e a destinação ambientalmente
correta dos medicamentos e embalagens.
Nova versão
O projeto de lei original (PL 2121/11) foi apresentado pelo deputado Walney Rocha (PEN-RJ). Ao texto foram apensadas outras 13 propostas legislativas (PLs 2148/11, PL 2494/11, 5705/13, 6160/13, 7064/14, 5152/16, 1109/15, 8278/14, 893/15, 2674/15, 7251/17, 6776/16 e 7464/17). Todas foram analisadas pelo relator na comissão, deputado Lucas Vergilio (SD-GO), que apresentou um substitutivo.
O projeto de lei original (PL 2121/11) foi apresentado pelo deputado Walney Rocha (PEN-RJ). Ao texto foram apensadas outras 13 propostas legislativas (PLs 2148/11, PL 2494/11, 5705/13, 6160/13, 7064/14, 5152/16, 1109/15, 8278/14, 893/15, 2674/15, 7251/17, 6776/16 e 7464/17). Todas foram analisadas pelo relator na comissão, deputado Lucas Vergilio (SD-GO), que apresentou um substitutivo.
A nova versão inclui a
obrigatoriedade de logística reversa no setor farmacêutico na lei que instituiu
a Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305/10). O PL 2121 cria uma lei autônoma sobre o
assunto.
A logística reserva está
prevista na lei e trata da destinação final dos produtos pós-venda e
pós-consumo. Atualmente, a norma exige a logística reversa para fabricantes e
revendedores de pilhas e baterias, óleos lubrificantes, pneus, lâmpadas e
produtos eletroeletrônicos.
Responsabilidade compartilhada
A versão aprovada determina que os consumidores deverão devolver os produtos, com as embalagens, para as empresas da cadeia produtiva. Esta responsabilidade compartilhada já é prevista para os demais produtos sujeitos à logística reversa.
A versão aprovada determina que os consumidores deverão devolver os produtos, com as embalagens, para as empresas da cadeia produtiva. Esta responsabilidade compartilhada já é prevista para os demais produtos sujeitos à logística reversa.
Para o relator do projeto, a
criação de instrumentos para a destinação final dos medicamentos é uma cobrança
da população, preocupada com o impacto ambiental destes produtos e com o risco
de reutilização de medicamentos descartados.
Lucas Vergilio afirmou que a
logística reversa para medicamentos já vinha sendo debatida por representantes
da cadeia farmacêutica, com a participação do Ministério do Meio Ambiente.
Tramitação
Os projetos tramitam em caráter conclusivo e serão analisados agora nas comissões de Seguridade Social e Família; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Os projetos tramitam em caráter conclusivo e serão analisados agora nas comissões de Seguridade Social e Família; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
ÍNTEGRA DA PROPOSTA:
Reportagem – Janary Júnior,
Edição – Newton Araújo, Foto - Billy Boss/Câmara dos Deputados


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